LAVAGEM DE ROUPA SUJA – Marcos Caldas chega “causando” na Assembleia”; Veja vídeo

O deputado estadual Marcos Caldas (PSDB), que assumiu vaga na Assembleia Legislativa com a licença de Alexandre Almeida (PSD), “chegou chegando” ao poder. Ele causou, na sessão desta quarta-feira (31), o maior bate-boca, envolvendo parlamentares como Andrea Murad (PMDB), Sousa Neto (PMN) e Adriano Sarney (PV). Foi uma verdadeira “lavagem de roupa suja” da campanha passada que só foi interrompida porque o presidente em exercício, César Pires (PEN), resolveu encerrar os trabalhos por falta de decoro (veja no vídeo).

No final da sessão, a mesa teve que mandar cortar os microfones dos deputados devido aos palavrões agressivos. Andrea Murad e Marcos Caldas continuaram trocando insultos mesmo assim. No vídeo, pode-se ver que a deputada sai do plenário bastante exaltada e batendo boca com o orador da tribuna. O clima ficou muito quente na Assembleia.

Quando criticado pela oposição por ter elogiado e destacado ações do governo Flávio Dino (PCdoB), Marcos Caldas, que foi do grupo Sarney outrora, veio para o contra-ataque e, no bate-boca, terminou tocando em assuntos delicados da campanha passada sobre um suposto apadrinhamento político e favorecimento a Sousa Neto e Andrea Murad. Segundo ele, o ex-secretário, Ricardo Murad (PMDB), teria aproveitado o cargo para beneficiar seus dois candidatos de forma ilegal.

“Eu quero dizer, deputada, que ninguém no Maranhão pode falar que o Marcos  Caldas se vendeu, até mesmo porque eu assumi a cadeira do deputado que nem aliado do governo  é, mas quero dizer a V. Exa. que, no Maranhão, todo mundo diz que a deputada Andréa Murad é a deputada da saúde, é a deputada que quebrou a Secretaria da Saúde e que o pai gastou mais de cem milhões para eleger ela”, disparou Marcos Caldas sem papas na língua.

Sousa Neto e Andrea Murad não gostaram nada do que ouviram e Adriano Sarney resolveu se envolver também na discussão. Segundo a deputada, que é do bloco da oposição, Marcos Caldas faltou com o decoro, mentiu e insultou parlamentares. O tucano, por sua vez, diz que não se dobrará a ninguém caso seja atacado em plenário.

Pelo visto, outros embates ainda virão. Vamos aguardar!

Os três senadores do Maranhão votaram a favor do impeachment de Dilma Rousseff

Roberto Rocha justificou o voto a favor do impeachment

Roberto Rocha justificou o voto a favor do impeachment

Os três senadores do Maranhão votaram  a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), na sessão desta quarta-feira (31), no Senado. Eles repetiram o voto contrário ao PT quando da apreciação do  prosseguimento do processo.

Os senadores Roberto Rocha (PSB) e Edison Lobão (PMDB) já haviam aprovado o processo de impeachment desde a primeira votação. A única exceção era o senador João Alberto (PMDB) que, das últimas duas vezes, não contou os anos de favorecimento com o governo Dilma.

Roberto Rocha explicou que considerou muitas variáveis para decidir seu voto. Conversou com os outros senadores da bancada maranhense em busca de uma posição que fortaleça o Estado e pensou na fragilidade social e econômica do Maranhão, que é beneficiado por quase um milhão de bolsas-famílias e, por isso mesmo, é fortemente impactado pela crise que piora a economia do país.

“Temos elementos de grande complexidade técnica que apontam para indícios de responsabilidade da . presidente”, avaliou Roberto Rocha. O impeachment foi aprovado pelo Senado por 61 votos a favor e 20 contra. O senador, no entanto, votou pela manutenção dos direitos políticos da presidente. “Inquieta-nos que a sentença máxima aplicada a ela, que corresponde a uma pena de morte política, seja desproporcional aos erros por ela cometidos”, justificou.

Maranhão tem melhor saldo de empregos do Nordeste no mês de julho

Carteira de Trabalho

Carteira de Trabalho

Os resultados das políticas de geração de emprego do Governo do Maranhão começam a aparecer em números do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) do Ministério do Trabalho. O Maranhão teve um saldo positivo de 214 postos de trabalho formais no mês de julho, o que foi o melhor resultado de toda a região Nordeste e o quarto melhor do país. Os principais setores contratantes do Maranhão foram a agricultura e a construção civil, em que tem grande peso as mais de 500 obras em execução pelo governo estadual.

No Brasil todo, houve um saldo negativo de 94.724 empregos a menos no mês. Os piores desempenhos do país, em números absolutos, foram de Minas Gerais (– 15.345), Rio de Janeiro (- 12.125) e São Paulo (– 13.795). No Nordeste, os piores resultados foram da Bahia, saldo de 7.285 empregos formais a menos; seguida de Ceará (-4.677) e Pernambuco (-4.043). Além do Maranhão, apenas Rio Grande do Norte teve saldo positivo na região Nordeste em julho. E de apenas dois postos de trabalho.

“Desde o começo do governo, temos adotado vários caminhos para ativar a nossa economia, apesar da gigantesca recessão derivada de fatores internacionais e nacionais”, afirma o governador Flávio Dino. “Esses números vêm comprovar o acerto dessas medidas”, complementou.

Para o secretário de Estado de Trabalho e Economia Solidária, Julião Amin, apesar do cenário de crise que se instalou nacionalmente, o Governo do Maranhão sempre se preocupou em criar alternativas de geração de emprego e renda aos maranhenses. “Este é um trabalho contínuo que está sendo demonstrado nos resultados do Caged, sendo que nosso objetivo é avançar cada vez mais, valorizando os trabalhadores maranhenses e fortalecendo a economia do estado”, disse.

Políticas de empregos

O Governo de Todos Nós tem adotado políticas para minorar os efeitos no estado da crise econômica nacional, que já fez mais de 10 milhões de desempregados no país. Uma delas é a realização simultânea de mais de 500 obras em todo o estado o que tem contribuído para a ampliação das contratações na área de construção civil.

“O duro combate do governo Flávio Dino aos desperdícios e desvios tem permitido que sejam feitos investimentos em infraestrutura, o que ajuda muito a gerar empregos diretos e indiretos”, avalia o secretário de Infraestrutura, Clayton Noleto. “As mais de 500 obras em andamento no estado visam garantir dignidade no atendimento ao serviço público de milhões de maranhenses, além de contribuir para manter a economia aquecida, viabilizando um círculo virtuoso”.

Três projetos de lei criando novas políticas de geração de postos de trabalho pelo governador Flávio Dino foram aprovados pela Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) nesta terça-feira (30). Um deles é o ‘Mais Empregos’, que visa incentivar empresas estabelecidas no Maranhão a ampliarem seu quadro de trabalhadores, contribuindo para a geração de emprego e renda no Estado, a partir do desconto mensal de R$ 500 no imposto de empresas, por cada novo posto de trabalho com carteira assinada. A previsão do investimento em 2016 é de cerca de R$ 12,3 milhões e para 2017 é de R$ 26,9 milhões.

Outra medida é o ‘Cheque Minha Casa’ que tem como objetivo a geração ou manutenção de empregos em lojas de material de construção e postos de trabalho nas pequenas obras. Além da redução da inadequação habitacional, mediante aplicação de recursos para a reforma, ampliação ou melhoria de unidades residenciais, com prioridade para adequação das instalações sanitárias. A previsão de início é a partir de 2017, com investimentos de R$ 21,7 milhões.
Já o ‘Mutirão Rua Digna’ prevê a geração de postos de trabalho mediante a execução de serviços de pavimentação com blocos de concreto em vias públicas, bem como a realização de pequenas obras e serviços complementares de infraestrutura necessários à pavimentação das ruas.

Othelino rebate ataques da oposição contra prefeito de Barra do Corda e destaca ações

 

 

O deputado reiterou que é o povo quem ganha com essa parceria efetiva entre Prefeitura de Barra do Corda e governo do Estado

O deputado reiterou que é o povo quem ganha com essa parceria efetiva entre Prefeitura de Barra do Corda e governo do Estado

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) voltou a defender, na sessão legislativa desta quarta-feira (31), o prefeito de Barra do Corda, Eric Costa (PCdoB), contra os ataques da oposição. Na tribuna, o parlamentar reiterou que o gestor construiu e reformou escolas, assim como está investindo na saúde, na infraestrutura, etc, através de parcerias com o governador Flávio Dino (PCdoB). Segundo ele, são avanços concretos para  melhorar a qualidade de vida da população do município.

Se perguntar se ainda têm escolas em condições diferentes das que deveria haver, claro que tem! Até porque o prefeito Eric Costa herdou muitos problemas, inclusive da época em que a Prefeitura era comandada pelo grupo do deputado Rigo Teles (PV). E não se reconstrói uma cidade em quatro anos”, comentou Othelino na tribuna da Assembleia Legislativa.

Em relação às críticas do oposicionista Rigo Teles, Othelino disse que basta andar em Barra do Corda e ver a satisfação, o respeito que as pessoas têm pelo prefeito, o reconhecimento pela administração dele. ”Afinal de contas, inclusive a MA-012, que o deputado Rigo disse que passa por um dos povoados onde não tem uma escola, só foi viabilizada agora no governo Flávio Dino, aliado do prefeito Eric Costa”, lembrou.

Othelino disse a Rigo Teles que, além de ter ido apreciar o bom Carnaval de Barra do Corda, ele foi ao município, recentemente, para anunciar um milhão de reais de emenda parlamentar para construir um hospital no município. “Emenda, aliás, que V. Ex.ª prometeu também e não colocou”, frisou.

Othelino disse que é preciso reconhecer os avanços que a cidade de Barra do Corda está tendo e que a prova disso são os movimentos políticos, puxados pelo prefeito, para se ter uma ideia de como aquele povo é vibrante e está defendendo a bandeira deste projeto que começou há três anos e oito meses.

Povo é quem ganha com parcerias

O deputado reiterou também que é o povo quem ganha com essa parceria efetiva com o governo do Estado, dentre outras coisas, além das várias e importantes obras que o prefeito Eric Costa fez e está realizando em Barra do Corda como, por exemplo, a recuperação e ampliação do sistema de abastecimento de água, um dos problemas mais sérios daquela cidade, a construção do novo hospital, com recursos do governo do Estado, emenda e Prefeitura, que doou o terreno e vai entrar também com contrapartida.

“Além de tudo isso, há uma mudança subjetiva que é muito importante. É a forma respeitosa como o prefeito Eric Costa se relaciona com a população. Ele trata as pessoas aliadas ou adversárias com respeito, de igual para igual, sorrindo e respeitando todo mundo, conseguindo conviver com as diferenças. Coisas que, no passado, não eram possíveis”, disse o deputado.

Segundo Othelino Neto, a cidade vive um clima de normalidade, em que adversários podem se encontrar. Ele citou uma pesquisa, onde todos reconhecem que o prefeito trata bem, com respeito, até aqueles que são adversários, inclusive os mais ferrenhos. “Essa mudança subjetiva de comportamento é um fato muito marcante, porque mostra um prefeito que tem respeito pelo seu povo e que, quando vence a eleição, não governa apenas para quem votou nele. E sim para toda a cidade”, comentou.

Senado aprova impeachment, Dilma perde mandato e Temer assume presidência da República

G1

Dilma, a primeira presidente, a primeira mulher a sofrer impeachment na presidência da República

Dilma, a primeira presidente, a primeira mulher a sofrer impeachment na presidência da República

O plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (31), por 61 votos favoráveis e 20 contrários, o impeachment de Dilma Rousseff. A presidente afastada foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.

 

A decisão foi tomada na primeira votação do julgamento final do processo de impeachment. A pedido de senadores aliados de Dilma, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, decidiu realizar duas votações no plenário.

Veja como votou cada senador no julgamento do impeachment

A primeira, analisou apenas se a petista deveria perder o mandato de presidente da República. Na sequência, os senadores irão apreciar se Dilma deve ficar inelegível por oito anos a partir de 1º de janeiro de 2019 e impedida de exercer qualquer função pública. Até a última atualização desta reportagem, a segunda votação ainda não havia sido realizada.

Segundo a assessoria do Supremo, ainda nesta quarta, oficiais de Justiça notificarão a ex-presidente e o presidente em exercício Michel Temer sobre o resultado do julgamento.

Temer deve ser empossado presidente da República ainda nesta quarta, em sessão do Congresso Nacional que será realizada no plenário da Câmara.

Já Dilma deverá desocupar em até 30 dias o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, em Brasília, e terá reduzida para oito servidores sua equipe de assessores, seguranças e motorista.

 

Processo de impeachment
A condenação de Dilma se deu após seis dias de julgamento no Senado. Até o impeachment, houve sete votações no Congresso.

O primeiro parecer foi aprovado na comissão especial da Câmara, em 11 de abril de 2016, por 38 a 27 (veja todas as etapas do processo).

A autorização para a abertura do processo foi dada em 2 de dezembro de 2015, pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, no mesmo dia em que a bancada do PT decidiu votar pela continuidade do processo de cassação contra ele no Conselho de Ética.

Em 12 de maio, o Senado decidiu afastar Dilma, e Temer assumiu a Presidência interinamente. Desde então, o processo de impeachment passou a ser conduzido pelo presidente do Supremo.

Condenação
O pedido de impeachment contra Dilma, apresentado pelos juristas Miguel Reale Júnior, Janaina Paschoal e Hélio Bicudo, apontou que ela cometeu crime de responsabilidade ao editar três decretos de créditos suplementares sem autorização do Legislativo e ao praticar as chamadas “pedaladas fiscais”, que consistiram no atraso de pagamentos ao Banco do Brasil por subsídios agrícolas referentes ao Plano Safra.

Segundo os juristas – e agora o Congresso – Dilma descumpriu a Lei Orçamentária de 2015 e contraiu empréstimo com instituição financeira que controla – o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Aliados da petista e seus advogados argumentaram, ao longo de todo o processo, que Dilma não cometeu ilegalidade e que não houve dolo ou má-fé na abertura de créditos suplementares. Além disso, que as chamadas “pedaladas” não são empréstimos, mas prestações de serviços cujos pagamentos foram regularizados após orientações do Tribunal de Contas da União (TCU).

A defesa da ex-presidente afirmou ainda que o processo de impeachment foi aberto como ato de “vingança” do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por não ter recebido apoio da bancada do PT para barrar o processo de cassação contra ele.

Impeachment de Collor
Esta não é a primeira vez que um presidente da República sofre um processo de impeachment no Brasil. Em 1992, o ex-presidente Fernando Collor foi condenado por crime de responsabilidade por ter utilizado cheques fantasmas para o pagamento de despesas pessoais – como uma reforma na Casa da Dinda, residência em que morava em Brasília, e a compra de um carro Fiat Elba.

Collor renunciou antes da votação final pelo Senado, mas mesmo assim o processo continuou. Atualmente senador pelo estado de Alagoas, ele votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff nesta quarta.

Além de Collor e Dilma, todos os ex-presidentes da República desde a redemocratização do país foram alvo de pedidos de impeachment. Mas somente os processos de Dilma e do senador alagoano foram levados adiante.

Momento a momento do impeachment
Relembre etapa por etapa do processo de impeachment de Dilma:

2015
– 2 de dezembro: Cunha anuncia que autorizou abertura de processo de impeachment de Dilma Rousseff.

2016
– 11 de abril: Comissão especial na Câmara aprova por 38 votos favoráveis e 27 contrários parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) pela continuidade do processo de impeachment. Caso vai ao plenário principal da Câmara.

– 17 de abril: Plenário principal da Câmara aprova, por 367 votos favoráveis e 137 contrários, prosseguimento do processo de impeachment, que é encaminhado ao Senado;

– 6 de maio: Comissão especial no Senado aprova, por 15 a 5, parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) favorável à abertura do processo de impeachment pela Casa, fase chamada de “admissibilidade da denúncia”. Relatório vai à votação no plenário do Senado;

– 12 de maio: Depois de uma sessão de mais de 20 horas, o plenário principal do Senado aprova, por 55 a 22, a abertura do processo de impeachment pela Casa. Dilma Rousseff é afastada da função por até 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume seu lugar;

– 4 de agosto: Após a requisição de documentos, produção de perícia e depoimentos de 45 testemunhas, a comissão especial do impeachment do Senado decidiu, ao aprovar relatório de Anastasia por 14 votos a 5, que Dilma deveria ser levada a julgamento. A fase, chamada de “pronúncia”, também vai à votação pelo plenário principal;

– 10 de agosto: Plenário principal do Senado decide – por 59 votos a 21 – que a denúncia contra Dilma Rousseff é procedente e que a petista deve ser julgada por crimes de responsabilidade. Com a aprovação do relatório da comissão especial, é concluída a fase de “pronúncia”;

– De 10 a 12 de agosto: Acusação e defesa entregam manifestações finais do processo e listas de testemunhas que escolheram para depor ao Senado. Julgamento é marcado para o dia 25 de agosto de 2016;

– 25 a 27 de agosto: Senado começa julgamento do impeachment de Dilma com o depoimento de testemunhas;

– 29 de agosto: Dilma Rousseff vai ao Senado e reitera que não cometeu crime de responsabilidade e que o processo de impeachment é “golpe” movido por Eduardo Cunha em um ato de “desvio de poder”.

– 30 de agosto: Acusação e defesa fazem últimas manifestações no processo de impeachment e senadores se pronunciam sobre o afastamento de Dilma Rousseff.

Bira do Pindaré rompe silêncio e anunciará apoio a Edivaldo

 

Bira do Pindaré vai com Edivaldo Jr

Bira do Pindaré vai com Edivaldo Jr

O deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) vai declara oficialmente, nesta quinta-feira (1º), apoio a candidatura à reeleição do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT). O anúncio será feito às 12h, no Comitê Central (Curva do 90), e contará com a presença do vice na chapa Júlio Pinheiro (PCdoB) e de lideranças políticas da coligação “Pra Seguir em Frente” (PDT, PCdoB, DEM, PROS PTB, PSC, PRB, PTC, PEN, PR, PT e PSL).

Bira traz com ele o engajamento de dirigentes estaduais e da Juventude do Partido Socialista Brasileiro.

O apoio de Bira vem reforçar o crescimento, dentro do meio político maranhense, da reeleição do prefeito Edivaldo. Liderando todas as pesquisas de intenção de votos, o candidato do PDT tem como base de sua gestão: planejamento, determinação, transparência e trabalho.

APOIO TUCANO

Quem também vai aproveitar o ato político no Comitê Central da coligação “Pra Seguir em Frente” para aderir a candidatura de Edivaldo será o candidato à Prefeitura de São José de Ribamar, Luís Fernando Silva (PSDB).

O apoio político do tucano e ex-prefeito da cidade santuário vem consolidar, a exemplo do que acontece com o Governo do Maranhão, uma aliança politica-administrativa entre os municípios da grande Ilha.

WC é banheiro? O “emoji” de Wellington do Curso…

Insta_Wellington_WC

Ganha repercussão jocosa (cômica) nas redes sociais o “emoji” (emotion) utilizado pelo candidato a prefeito de São Luís, Wellington do Curso (PP), em suas postagens de Instagram. Trata-se de uma figura que se assemelha a um vaso sanitário com as iniciais do nome do parlamentar, WC.

WC, popularmente, as pessoas conhecem como banheiro. O marketing do candidato deve ter se inspirado nisso para adotar o “emoji” do vaso sanitário com as iniciais do deputado, acoplado ainda ao número 11.

O “emoji” já virou motivo de piadas e ironias em grupos de  WhatsApp e nas redes sociais.

Agora, vamos combinar, tem cada “marqueteiro” inspirado, atuando em São Luís, que vou te contar. Depois do jingle da Frozen com Edivaldo Júnior (PDT), da charge dos policiais cavalos com Eliziane Gama (PPS), agora temos essa do vaso sanitário com Wellington do Curso.

Isso tudo nos remete a uma discussão mais ampla sobre a importância de um bom trabalho de marketing digital para um candidato. Mas esse é assunto para um outro post. Por enquanto, fiquemos com as patacoadas  “marketinianas” desta campanha. Tudo muito hilário!

Ibope – Edivaldo lidera, Wellington ultrapassa Eliziane e já é o segundo na disputa em São Luís

Do G1

Disputa bastante acirrada em São Luís

Disputa bastante acirrada em São Luís

Edivaldo tem 29%, Wellington, 20%, e Eliziane, 16%, em São Luís, diz Ibope
Eduardo Braide, Fábio Câmara e Rose Sales têm 5% cada um.
Instituto ouviu 805 eleitores entre os dias 25 e 30 de agosto.

O instituto Ibope ouviu 805 eleitores entre os dias 25 a 30 de de agosto. A pesquisa foi encomendada pela TV Mirante. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) sob o protocolo Nº MA-08827/2016.

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (30) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Prefeitura de São Luís:

– Edivaldo Holanda Júnior (PDT): 29%
– Wellington do Curso (PP): 20%
– Eliziane Gama (PPS): 16%
– Eduardo Braide (PMN): 5%
– Fábio Câmara (PMDB): 5%
– Rose Sales (PMB): 5%
– Cláudia Durans (PSTU): 2%
– Zeluís Lago (PPL): 1%
– Valdeny Barros (PSOL): 0%
– Branco/nulo: 12%
– Não sabe/não respondeu: 5%
O Ibope também apontou o índice de rejeição dos candidatos. Veja os números:

– Edivaldo Holanda Júnior (PDT): 37%
– Eliziane Gama (PPS): 27%
– Fábio Câmara (PMDB): 17%
– Rose Sales (PMB): 16%
– Zeluís Lago (PPL): 16%
– Cláudia Durans (PSTU): 13%
– Eduardo Braide (PMN): 12%
– Valdeny Barros (PSOL): 12%
– Wellington do Curso (PP): 11%
– Branco/nulo: 3%
– Não sabe/não respondeu: 13%
Avaliação da administração Edivaldo Holanda Júnior
Na mesma pesquisa, os eleitores também responderam sobre a avaliação da administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT). Veja os números:
– Ótima – 6%
– Boa – 16%
– Regular – 45%
– Ruim – 10%
– Péssima – 22%
– Não sabem avaliar – 1%

Edivaldo Jr mobiliza com força no Coroadinho…

Edivaldo mobilizou no Coroadinho

Edivaldo mobilizou no Coroadinho

Moradores do Coroadinho e localidades próximas fizeram uma grande demonstração de apoio ao candidato à reeleição a Prefeitura de São Luís, Edivaldo de Holanda Junior (PDT). A manifestação aconteceu, na tarde de terça-feira (30), durante a caminhada “Todos com Edivaldo”, realizada pelas ruas do bairro com imensa participação popular.

Assim que chegou no local da concentração da caminhada, no Alto do São Sebastião, Edivaldo foi recebido por uma multidão que lhe agradecia, por meio de abraços e apertos de mão, pela gestão incrementada no Polo Coroadinho. O candidato à reeleição fez questão de ir de porta em porta cumprimentar cada morador.

O ato de campanha contou com a presença do vice na chapa Júlio Pinheiro (PCdoB), dos deputados estaduais Othelino Neto (PCdoB), Rafael Leitoa (PDT), Marco Aurélio (PCdoB), Zé Inácio (PT), Fábio Macedo (PDT), Glaubert Cutrim (PRB), além dos candidatos a vereador pela coligação “Pra Seguir em Frente” e lideranças comunitárias.