Flávio Dino encaminha chapa para o Senado

entendimento dos grupos, quanto aos nomes e em relação à sintonia dos mesmos com o eleitorado, os indicados do grupo governista são os que apontam uma melhor situação na disputa

A disputa das duas vagas para o Senado Federal se mostra tão acirrada quanto para o Governo do Estado. Ao invés de uma corrida somente com dois grupo, as Eleições 2018 se encaminham para, pelo menos, três grupos competitivos ao Senado.

No entendimento dos grupos, quanto aos nomes e em relação à sintonia dos mesmos com o eleitorado, os indicados do grupo governista são os que apontam uma melhor situação na disputa.

Os dois nomes do grupo Sarney – Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) – apesar de já estarem definidos, apresentam altos índices de rejeição.

Os pré-candidatos José Reinaldo (PSDB) e Alexandre Almeida (PSDB) pareciam definidos, mas a insistência do ex-governador em defender a candidatura do deputado Eduardo Braide (PMN) ao governo pode fazer com que o ex-reitor, companheiro de partido, substitua-o na chapa do PSDB.

Na chapa governista, o nome do deputado Weverton Rocha (PDT) já está definido desde o início do ano. Ele conta com o apoio de vários partidos, do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e da simpatia do governador Flávio Dino (PCdoB).

A segunda favorita a ocupar a vaga é a deputada federal Eliziane Gama (PPS), que já escolheu o dia 16 de junho para o lançamento oficial de sua candidatura. Ela já articulou o apoio de várias legendas e conta com o apoio da Assembleia de Deus no estado.

Ambos os pré-candidatos governistas já pontuam bem nas pesquisas, são jovens e não carregam rejeições de seus grupos.

Pedro Parente pede demissão da presidência da Petrobras

Parente diz que a greve dos caminhoneiros e “suas graves consequências para a vida do país” desencadearam um debate “intenso e por vezes emocional” sobre as origens da crise.

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º) em caráter “irrevogável e irretratável”.

Parente ficou exatamente dois anos no comando da Petrobras, já que tomou posse no dia 1º de junho de 2016.

De acordo com comunicado da estatal, enviado ao mercado, a nomeação de um CEO interino será examinada ao longo do dia pelo Conselho de Administração. Ainda de acordo com o comunicado, a diretoria executiva da companhia não sofrerá qualquer alteração.

Em uma carta enviada ao presidente Michel Temer, com quem se reuniu na manhã desta sexta, Parente diz que a greve dos caminhoneiros e “suas graves consequências para a vida do país” desencadearam um debate “intenso e por vezes emocional” sobre as origens da crise.

E que a política de preços da Petrobras adotada durante sua gestão foi colocada sob “questionamento”. Ele, porém, diz que os “resultados obtidos revelam o acerto do conjunto das medidas que adotamos, que vão muito além da política de preços”.

A política de preços de combustíveis da Petrobras foi um dos principais alvos dos caminhoneiros durante a paralisação da categoria nos últimos dias. Parente declarou em mais de uma ocasião que não mexeria nos preços e, diante disso, se viu pressionado e sofreu um grande desgaste no comando da estatal.

Leia a carta de demissão enviada por Parente ao presidente Michel Temer:

Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

Quando Vossa Excelência me estendeu o honroso convite para ser presidente da Petrobras, conversamos longamente sobre a minha visão de como poderia trabalhar para recuperar a empresa, que passava por graves dificuldades, sem aportes de capital do Tesouro, que na ocasião se mencionava ser indispensável e da ordem de dezenas de bilhões de reais. Vossa Excelência concordou inteiramente com a minha visão e me concedeu a autonomia necessária para levar a cabo tão difícil missão.

Durante o período em que fui presidente da empresa, contei com o pleno apoio de seu Conselho. A trajetória da Petrobras nesse período foi acompanhada de perto pela imprensa, pela opinião pública, e por seus investidores e acionistas. Os resultados obtidos revelam o acerto do conjunto das medidas que adotamos, que vão muito além da política de preços.

Faço um julgamento sereno de meu desempenho, e me sinto autorizado a dizer que o que prometi, foi entregue, graças ao trabalho abnegado de um time de executivos, gerentes e o apoio de uma grande parte da força de trabalho da empresa, sempre, repito, com o decidido apoio de seu Conselho.

A Petrobras é hoje uma empresa com reputação recuperada, indicadores de segurança em linha com as melhores empresas do setor, resultados financeiros muito positivos, como demonstrado pelo último resultado divulgado, dívida em franca trajetória de redução e um planejamento estratégico que tem se mostrado capaz de fazer a empresa investir de forma responsável e duradoura, gerando empregos e riqueza para o nosso país.

E isso tudo sem qualquer aporte de capital do Tesouro Nacional, conforme nossa conversa inicial. Me parece, assim, que as bases de uma trajetória virtuosa para a Petrobras estão lançadas.

A greve dos caminhoneiros e suas graves consequências para a vida do País desencadearam um intenso e por vezes emocional debate sobre as origens dessa crise e colocaram a política de preços da Petrobras sob intenso questionamento. Poucos conseguem enxergar que ela reflete choques que alcançaram a economia global, com seus efeitos no País.

Movimentos na cotação do petróleo e do câmbio elevaram os preços dos derivados, magnificaram as distorções de tributação no setor e levaram o governo a buscar alternativas para a solução da greve, definindo-se pela concessão de subvenção ao consumidor de diesel.

Tenho refletido muito sobre tudo o que aconteceu. Está claro, Sr. Presidente, que novas discussões serão necessárias. E, diante deste quadro fica claro que a minha permanência na presidência da Petrobras deixou de ser positiva e de contribuir para a construção das alternativas que o governo tem pela frente. Sempre procurei demonstrar, em minha trajetória na vida pública que, acima de tudo, meu compromisso é com o bem público. Não tenho qualquer apego a cargos ou posições e não serei um empecilho para que essas alternativas sejam discutidas.

Sendo assim, por meio desta carta, apresento meu pedido de demissão do cargo de Presidente da Petrobras, em caráter irrevogável e irretratável. Coloco-me à disposição para fazer a transição pelo período necessário para aquele que vier a me substituir.

Vossa Excelência tem sido impecável na visão de gestão profissional da Petrobras. Permita-me, Sr. Presidente, registrar a minha sugestão de que, para continuar com essa histórica contribuição para a empresa — que foi nesse período gerida sem qualquer interferência política — Vossa Excelência se apoie nas regras corporativas, que tanto foram aperfeiçoadas nesses dois anos, e na contribuição do Conselho de Administração para a escolha do novo presidente da Petrobras.

A poucos brasileiros foi dada a honra de presidir a Petrobras. Tenho plena consciência disso e sou muito grato a que, por um período de dois anos, essa honra única me tenha sido conferida por Vossa Excelência.

Quero finalmente registrar o meu agradecimento ao Conselho de Administração, meus colegas da Diretoria Executiva, minha equipe de apoio direto, os demais gestores da empresa e toda força de trabalho que fazem a Petrobras ser a grande empresa que é, orgulho de todos os brasileiros.

Respeitosamente,

Pedro Parente

 

Tribunal Regional do Trabalho abre inscrições para seletivo de estágio

O processo seletivo será composto de prova objetiva de múltipla escolha, a ser realizada no dia 8 de julho de 2018, no horário de 9h às 12h

O Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-MA) está com inscrições abertas, até 18 horas de 25 de junho de 2018, para o primeiro processo seletivo do ano de estágio não obrigatório, destinado a estudantes regularmente matriculados e com frequência efetiva em curso de graduação de nível superior e nível médio. As inscrições podem ser feitas no site da Super Estágios.

De acordo com o regulamento do seletivo, podem efetuar inscrições estudantes de nível médio regular que estejam matriculados na segunda ou terceira séries em 2018. Para os estudantes de nível superior e educação profissional técnica de nível, a exigência é que tenham aproveitamento de, no mínimo, 50% da carga horária total (incluindo as matérias optativas e não-obrigatórias) concluída do curso em que estiverem matriculados.

As atividades de estágio vão ser desenvolvidas na sede do TRT-MA e nas sedes das Varas do Trabalho de São Luís e nas Varas do Trabalho do interior do Estado: Açailândia, Bacabal, Balsas, Barra do Corda, Barreirinhas, Caxias, Chapadinha, Estreito, Imperatriz, Pedreiras, Pinheiro, Presidente Dutra, Santa Inês, São João dos Patos e Timon.

Aos estudantes com deficiência, fica reservado o percentual de 10% das vagas que surgirem durante a validade deste processo seletivo, conforme previsto no parágrafo 5º, artigo 17, da Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008.

O processo seletivo será composto de prova objetiva de múltipla escolha, a ser realizada no dia 8 de julho de 2018, no horário de 9h às 12h. As provas serão aplicadas nas 16 cidades maranhenses que possuem unidades da Justiça do Trabalho. O resultado final vai ser divulgado no dia 18 de julho e os aprovados serão convocados a partir do dia 19 de julho.

Bolsa-estágio – Os estagiários receberão, a título de bolsa-estágio, a importância mensal de R$ 700, para estudantes de educação regular do ensino superior e de R$ 475 para estagiários de nível médio e técnico. Também terão direito ao auxílio-transporte no valor de R$ 3,10 para os dias efetivamente estagiados.

A jornada do estágio é de quatro horas diárias e 20 horas semanais. A duração do estágio será pelo prazo mínimo de seis meses e máximo de 24 meses.

Informações – O processo seletivo será realizado pela empresa Super Estágios e as dúvidas devem ser encaminhadas para o e-mail [email protected] Informações sobre o processo seletivo também podem ser obtidas pelo telefone (98) 2109 9419, do Setor de Gestão de Terceiros do TRT-MA.

Pai de santo que benzeu Michel Temer se converte e quer evangelizar terreiro

Pretendo distribuir Bíblias para o presidente e os ministros. Quero salvar a alma de Michel Temer

Roberval Batista Uzêda, de 53 anos, conhecido como “Pai Uzêda” assumiu essa semana o posto de assessor da coordenadoria de Diversidade Religiosa da Secretaria municipal de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos da prefeitura do Rio de Janeiro.

Mas essa não foi a única mudança recente na vida do homem que ficou nacionalmente conhecido por ter “benzido” o presidente Michel Temer, em Brasília, no fim do ano passado.

Segundo o jornal O Globo a quem concedeu entrevista, seu desejo agora é outro: “Pretendo distribuir Bíblias para o presidente e os ministros. Quero salvar a alma de Michel Temer”.

Nos últimos meses, ele passou a frequentar a filial da igreja pentecostal Anabatista, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. “Os espíritas não são unidos. Eu estava me sentindo infeliz. Mas em toda a minha vida, nunca tive uma opção. Sou filho de uma mãe de santo, conhecida como Mãe Luiza de Salvador. Ela me teve em pleno terreiro de Mãe Menininha do Gantois. Sempre estive emocionalmente ligado ao candomblé. Agora como evangélico quero chegar à felicidade plena”, testemunha Uzêda.

Como era esperado, sua mãe não ficou contente com a decisão dele. O ex-pai de santo revela sua intenção de transformar o terreiro baiano de Mãe Luiza em uma igreja evangélica. O local é frequentado pelos cerca de 3,5 mil seguidores dela, que seriam evangelizados por Uzêda, que almeja se tornar bispo.