Assembleia Legislativa lamenta falecimento de Jano Pereira de Macedo

Grande liderança política, comerciante e agropecuarista do município de Porto Franco, Jano Macedo faleceu aos 85 anos, em decorrência de fibrose pulmonar

A Assembleia Legislativa externa seu mais profundo pesar pelo falecimento de Jano Pereira de Macedo, pai da deputada estadual Valéria Macedo e do deputado federal Deoclides Macedo. Grande liderança política, comerciante e agropecuarista do município de Porto Franco, ele faleceu aos 85 anos, na manhã desta segunda-feira (4), em decorrência de fibrose pulmonar.

Neste momento de pesar, o Parlamento Estadual solidariza-se com os familiares e amigos do ente querido, rogando a Deus o conforto para superar a dor desta imensurável perda.

O velório está acontecendo na residência da família, localizada na Travessa Celso Magalhães, 22, Centro, na cidade de Porto Franco.

Deputado Othelino Neto
Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão

Eleição para o Senado em Minas pode reeditar disputa presidencial de 2014

A situação de Aécio é mais complicada. Réu no Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva e obstrução de Justiça e alvo de outros sete inquéritos na Corte, o senador enfrenta dificuldade para encontrar apoio de aliados

O Estado de S.Paulo

A disputa pelas duas vagas mineiras no Senado na eleição deste ano poderá ser uma reedição do segundo turno da campanha presidencial de 2014 e colocar, quatro anos depois, a presidente cassada Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) novamente em campos opostos de uma disputa eleitoral. Nenhum dos dois, nem seus partidos e interlocutores, entretanto, bate o martelo sobre uma eventual candidatura.

A situação de Aécio é mais complicada. Réu no Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva e obstrução de Justiça e alvo de outros sete inquéritos na Corte, o senador enfrenta dificuldade para encontrar apoio de aliados. No PSDB mineiro, há quem defenda que Aécio tente uma vaga na Câmara ou, numa situação extrema, deixe de concorrer a um cargo eletivo este ano.

O PSDB não tem nenhum pré-candidato declarado ao Senado. As lideranças do partido pretendem utilizar as duas cadeiras para negociar possíveis coligações. O líder tucano na Assembleia Legislativa, Gustavo Valadares, afirma que a sigla tem conversado com diversos partidos e chegou a avaliar alguns nomes, mas sem definição.

Assim como Aécio, o outro senador por Minas que termina o mandato neste ano, Zezé Perrella (MDB), não deverá concorrer à reeleição. De acordo com uma fonte ouvida pelo Estado, a entrada de Perrella no MDB não teria agradado a algumas alas do partido, e seu nome nem sequer foi cogitado para integrar as candidaturas próprias da sigla.

Já o PT diz que Dilma poderá se candidatar ao Senado mas faz a ressalva de que cabe exclusivamente à ex-presidente confirmar qual seria sua participação nas eleições de outubro.

Somente a notícia de que Dilma havia transferido o domicílio eleitoral para Minas causou turbulência no cenário político do Estado. Esse furor seria, segundo analistas, o que convenceu o presidente da Assembleia Legislativa, Adalclever Lopes (MDB), a aceitar o pedido de abertura do processo de impeachment do governador Fernando Pimentel (PT).

Outro grupo que se ressentiu com a possibilidade da entrada de Dilma na disputa eleitoral mineira para o Senado foi o PCdoB. Tradicional aliado do PT no Estado, o PCdoB está decidido a lançar a candidatura da deputada Jô Moraes. Uma fonte próxima afirmou que o PCdoB tinha planos de campanha para Jô e Dilma, que formariam coligação sob o slogan “agora é que são elas”, com a intenção de atrair o eleitorado feminino.

Com a recusa do PT em apoiar Jô, o PCdoB se reuniu com o pré-candidato ao governo Marcio Lacerda (PSB), ex-prefeito de Belo Horizonte, e tem negociado a formação de uma coligação.

Seis meses após aprovação da Reforma Trabalhista, arrecadação de sindicatos desaba 88%

Os sindicatos querem contornar o baque se mostrando mais atuantes junto aos trabalhadores e tentam compensar parte da queda de receita com a conquista de novos associados Foto: Roberto Parizotti/ CUT

O “ ajuste fiscal” chegou também para os sindicatos. Depois da entrada em vigor da reforma trabalhista, proposta pelo presidente Michel Temer (MDB), que acabou com o imposto sindical, as entidades viram sua arrecadação despencar 88% nos quatro primeiros meses do ano, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Enxutos, os sindicatos querem contornar o baque se mostrando mais atuantes junto aos trabalhadores e tentam compensar parte da queda de receita com a conquista de novos associados.

As mudanças nas leis trabalhistas drenaram recursos dos sindicatos. Apenas em abril, o volume total arrecadado pelas associações que representam trabalhadores foi de R$ 102,5 milhões – uma queda de 90% em relação ao mesmo mês de 2017.

Isso porque, com a nova legislação, em vigor há mais de seis meses, a cessão obrigatória do equivalente a um dia de trabalho, que era destinada a sindicatos, centrais e federações que representam as categorias, foi extinta. A contribuição ainda existe, mas agora é voluntária, e a empresa só pode fazer o desconto com uma autorização, por escrito, do funcionário.

O desemprego elevado também colabora para a escassez de recursos. Sem uma vaga formal, o trabalhador não se filia e nem contribui às entidades. Com menos dinheiro, os sindicatos se viram obrigados a cortar despesas para sobreviver: demitiram funcionários, fecharam subsedes, venderam carros, alugaram imóveis e reformularam os serviços prestados aos associados. A tendência, segundo dirigentes, é que as entidades se acostumem a operar com menos recursos em caixa.

Um dos efeitos percebidos após a reforma trabalhista é a volta dos sindicatos para ações de rua, seja com mais mobilizações nas portas de fábricas ou no maior esforço direcionado a aumentar a quantidade de sindicalizados. A maior parte das entidades diz ter reforçado as equipes de campo, mesmo com um quadro mais enxuto. Funcionários que antes só exerciam atividades internas foram deslocados.

Falece pai dos deputados Valéria e Deoclides Macedo

Jano Macedo deixa a esposa Maria de Jesus Santos Macedo e quatro filhos, Verbena Macedo, o deputado federal e ex-prefeito de Porto Franco, Deoclides Macedo, o ex-vereador de Porto Franco, Marcelo Macedo e a deputada estadual Valéria Macedo

A deputada Valéria Macedo (PDT), informou na manhã desta segunda-feira (04), o falecimento do seu pai, Jano Macedo. A nota, informa que o patriarca da família faleceu por complicações pulmonares, aos 85 anos.

NOTA

Com muita tristeza e profunda dor informamos aos familiares, amigos e ao povo em geral o falecimento de nosso pai Jano Pereira de Macedo, aos 85 anos, ocorrido na manhã de hoje (04/06/2018) em Porto Franco em decorrência de complicações pulmonares. Nosso pai era conhecido como Jano Macedo, era comerciante e agropecuarista. Deixou a esposa Maria de Jesus Santos Macedo e quatro filhos Verbena Macedo, o deputado federal e ex-prefeito de Porto Franco Deoclides Macedo, o ex-vereador de Porto Franco Marcelo Macedo e a deputada estadual Valéria Macedo. O velório ocorrerá a partir da manhã de hoje na Travessa Celso Magalhães, 22, Centro, nesta cidade de Porto Franco, residência da família. Porto Franco (MA), 04 de junho de 2018.
VERBENA, DEOCLIDES, MARCELO E VALÉRIA MACEDO