Fernando Haddad estará em São Luís neste domingo (21)

No Maranhão, Fernando Haddad foi o mais votado no primeiro turno, 61,26% dos maranhenses votaram no petista

O candidato à Presidência da República pelo PT, o ex-ministro e ex-prefeito Fernando Haddad, estará em São Luís neste domingo (21), para um grande ato ao lado do governador Flávio Dino (PCdoB).

O evento será no bairro do Anil e terá a participação dos senadores eleitos Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS).

O presidenciável visita o Maranhão pela segunda vez nesta campanha. Em agosto, Fernando Haddad esteve em São Luís e na cidade de Viana para declarar apoio ao governador Flávio Dino.

No Maranhão, Fernando Haddad foi o mais votado no primeiro turno, 61,26% dos maranhenses votaram no petista. A volta ao estado faz parte da estratégia da campanha em reforçar a boa votação de Haddad no segundo turno.

Governador Flávio Dino vistoria obras do complexo da RFFSA

Em fevereiro deste ano, o governador Flávio Dino entregou a reforma da Praça Gomes de Sousa e implantou a Praça Joãosinho Trinta, que foram pontos de concentração e dispersão do circuito carnavalesco

O governador Flávio Dino vistoriou, na manhã de quarta-feira (17), as obras de restauração da antiga sede da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), localizada da Avenida Beira-Mar. O prédio histórico, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), será mais um equipamento reformado pelo Governo do Estado a ser referência cultural e artística para a cidade de São Luís.

“Vai funcionar como espaço cultural para o nosso estado. Teremos aqui o museu ferroviário, exposição de quadros, de pintura, de arte contemporânea, e teremos também um espaço destinado à gastronomia do nosso estado, assim como ao artesanato”, declarou o governador Flávio Dino.

A reforma do prédio da RFFSA é a fase final da revitalização do complexo ferroviário da Avenida Beira-Mar. Em fevereiro deste ano, o governador Flávio Dino entregou a reforma da Praça Gomes de Sousa e implantou a Praça Joãosinho Trinta, que foram pontos de concentração e dispersão do circuito carnavalesco. “São vários equipamentos importantes para o nosso estado. De interesse para a cultura, para o turismo, fortalecendo a economia criativa do Maranhão. Vamos entregar a área completamente revitalizada em 2019”, garantiu Flávio Dino.

Em fevereiro deste ano, o governador Flávio Dino entregou a reforma da Praça Gomes de Sousa e implantou a Praça Joãosinho Trinta, que foram pontos de concentração e dispersão do circuito carnavalesco

Realizada pelo Governo do Maranhão, com recursos do tesouro estadual na ordem de R$ 7,5 milhões, a obra contempla serviços de demolição, restauração de ladrilhos, recursos de acessibilidade, elevador, novas esquadrias, pisos, recomposição de paredes, fachadas, construção de rampa, escada e mezanino, revisão e restauração de forro e teto, restauração de grades, dentre outros. O projeto arquitetônico é de autoria do IPHAN.

Superintendente do IPHAN no Maranhão, Maurício Itapary exaltou a parceria que o órgão mantem com o Governo do Estado.”Temos 44 obras do PAC Cidades Históricas em São Luís, e em todas elas contamos com a parceria do Governo do Maranhão, em alguma medida. Já entregamos a reforma do Teatro Artur Azevedo, do Palacete Gentil Braga, o Palácio Cristo Rei. E estamos com outras obras em andamento, como a reforma do Teatro João do Vale, o prédio sede da Jucema, o complexo Rua Grande e Praça Deodoro, este último com a participação da Prefeitura de São Luís, também”, finalizou.

Datafolha: Bolsonaro lidera com 59%, contra 41% de Haddad

O Datafolha ouviu 9.371 eleitores entre os dias 17 e 18, em 341 municípios

No Datafolha desta quinta-feira (18), o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 59% dos votos válidos, contra 41% de seu adversário, Fernando Haddad (PT). Na semana passada, o pesselista tinha 58% e o petista, 42%. Os votos válidos excluem os brancos, nulos e indecisos.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Na conta dos votos totais, o capitão reformado tem 50% das intenções e o ex-prefeito de SP, 35%. Os brancos e nulos são 10% e os indecisos, 5%.

No índice de rejeição, Fernando Haddad tem 54%, já Bolsonaro aparece com 41%.

O Datafolha ouviu 9.371 eleitores entre os dias 17 e 18, em 341 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Campanha de Bolsonaro reage, diz que notificará empresas e processará PT

Gustavo Bebianno disse que a campanha nunca fez qualquer tipo de impulsionamento ou direcionamento nas redes sociais

UOL

A campanha do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, reagiu nesta quinta-feira (18), em várias frentes, à reportagem da “Folha de S.Paulo” que afirma que empresários simpáticos ao candidato teriam comprado “pacotes” de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp, o que pode configurar crime eleitoral.

Os integrantes da campanha foram à Procuradoria-Geral da República, em Brasília, deram entrevista coletiva no Rio de Janeiro e usaram as redes sociais para atacar o PT e a imprensa. Em comum, os integrantes da campanha dizem desconhecer o esquema e criticaram o adversário, Fernando Haddad (PT), a quem devem processar.

Em Brasília, a coordenadora jurídica da campanha Karina Kufa, afirmou que notificará as empresas citadas por reportagem do jornal para que se expliquem acerca da denúncia de supostas ações ilegais. Além disso, deve processar o candidato do PT.

“É de total desconhecimento da campanha. Inclusive, estamos notificando as empresas citadas na matéria. Empresas que não conhecemos, que não temos qualquer contato”, afirmou Karina.

A reportagem cita as empresas Quickmobile, a Yacows, Croc Services, SMS Market e a AM4. Esta última consta na prestação de contas do candidato como tendo recebido R$ 115 mil para serviços em mídias digitais.

A advogada defendeu que responsáveis por eventuais excessos sejam penalizados e se disse completamente disponível a contribuir com investigações. De acordo com Karina, a campanha pedirá que as empresas não cometam condutas ilícitas e que, caso tenham sido praticadas, não estavam nem estão autorizadas pela coligação do pesselista.

Ainda de acordo com a advogada, a campanha de Bolsonaro irá intensificar ações judiciais contra Haddad. Entre esta quinta e sexta, disse, serão dez. No primeiro turno, a campanha de Bolsonaro entrou com 68 pedidos de direito de resposta. Estas novas ações incluirão direitos de respostas, pedidos de retirada de fake news e análise sobre a legalidade de atos de Haddad em universidades.

Em entrevista à imprensa após a publicação da denúncia, Fernando Haddad disse haver testemunhas de reuniões em que Bolsonaro teria pedido apoio de empresários para atuação no WhatsApp, mas não quis dar nomes. Karina negou que tenha havido qualquer pedido e exigiu a apresentação de provas.

“Essas provas, ao meu ver, não existem. Quero que sejam apresentadas, se verdadeiras, ao processo, porque nos defenderemos nos autos. Não tem nenhuma participação do candidato em relação à disseminação de matérias falsas, ainda mais pagas por empresas. Sem dúvida nenhuma conseguiremos provar isso no processo”, disse, negando haver caixa dois e creditando a denúncia como “um desespero” da campanha de Haddad.

Nesta quinta, Karina Kufa participou de reunião na PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre combate às fake news e o processo eleitoral com a presença da procuradora-geral Raquel Dodge, do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, de procuradores eleitorais e dos advogados da campanha do candidato do PT à Presidência e adversário de Bolsonaro no segundo turno, Fernando Haddad.

Em entrevista coletiva no fim da tarde no Rio de Janeiro, o advogado e presidente em exercício do PSL, Gustavo Bebianno, também mirou suas críticas em Haddad, depois de dizer que não teve tempo de ler a reportagem da “Folha”, mas ouviu declarações do petista contra Bolsonaro.

“O senhor Haddad precisa saber que denunciação caluniosa é crime e ele vai ter que responder por isso. Estamos ansiosos aqui por apreciar os elementos que estão sendo efetivamente apresentados. Nossa consciência é absolutamente tranquila. Nem o PSL, nem a campanha do candidato Jair Bolsonaro e muito menos o candidato Jair Bolsonaro se prestam a esse tipo de papel”, declarou.

Ele também disse não ter “a menor ideia” de onde surgiu o suposto esquema revelado pela reportagem. O advogado classificou a fala do presidenciável do PT como “uma grande piada” e disse que ele está “absolutamente desesperado porque vai perder a eleição”.

Bebianno afirmou ainda que todas as doações feitas até hoje, para o PSL ou para a campanha do de Bolsonaro, vieram pela plataforma de financiamento coletivo, “de acordo com a legislação”.

“Apesar de ser permitida a doação por pessoas físicas, nós sempre evitamos doações diretas. Sempre recomendamos que as doações fossem feitas via nossa plataforma, com limite muito baixo, de mil e poucos reais por dia, por CPF. Nossa campanha no primeiro turno gastamos pouco mais de R$ 600 mil. Encerraremos o segundo turno gastando um pouco mais do que o dobro disso”, declarou, classificando a campanha como “muito modesta”.

Questionado se empresários porventura podem ter patrocinado a difusão de mensagens pelo aplicativo de troca de mensagens, Bebianno disse ser “óbvio que existe sempre a possibilidade de apoiadores, tanto de um lado, quanto de outro, lançarem mão de suas redes sociais, incluindo o WhatsApp, para se manifestarem”.

“Agora a história que o PT tenta contar é simplesmente ridícula. Eu nem li direito a matéria da Folha, não tive tempo hoje, mas pelo que eu vi um pronunciamento do senhor Haddad na CBN, se não me falha a memória, deu para ver ali que aquilo não passa de uma brincadeira — ‘milhões e milhões e milhões’. Isso não existe. Não faz parte da nossa política”, afirmou.

Ao falar da reação jurídica contra Haddad, Bebianno referendou o que disse Karina: “certamente ele será processado”. Ele negou ainda que Bolsonaro tenha pedido a empresários que pagassem pelo impulsionamento, como disse o petista. “Nunca houve isso”, declarou.

Indagado sobre como a campanha vai se defender caso empresários estejam realmente cometendo a irregularidade eleitoral, o presidente do partido foi categórico. “Não está feito. Não sei como eu vou me defender de algo que eu nem imagino que aconteça. Há que se provar, pelo menos apresentação de indício”, declarou. Em seguida, disse que defende uma investigação, mas afirmou que ela não depende da campanha .

PT pede ao STF para declarar Jair Bolsonaro inelegível por oito anos

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro — Foto: Dario Oliveira/Estadão

G1

O PT pediu nesta quinta-feira (18) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para declarar o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, inelegível por oito anos. O pedido foi apresentado em razão de reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” que relata casos de empresas apoiadoras de Bolsonaro que supostamente compraram pacotes de disparo de mensagens contra o PT por meio do WhatsApp. Bolsonaro nega irregularidades.

Essa prática, em tese, pode ser ilegal, caso seja considerada pela Justiça doação de campanha feita por empresas. Desde 2015, empresas estão proibidas de fazer doação eleitoral. Segundo o jornal, as empresas apoiadoras de Bolsonaro compram um serviço chamado “disparo em massa” usando a base de usuários do candidato do PSL ou bases vendidas por agências de estratégia digital.

O uso de bases de terceiros pode ser considerado ilegal, já que a lei permite apenas o uso de listas de apoiadores do próprio candidato (nos casos de números cedidos de forma voluntária).

Além da inelegibilidade de Bolsonaro, a coligação encabeçada pelo PT também pede a quebra dos sigilos bancário, telefônico e telemático das empresas e dos empresários mencionados na reportagem.

O que argumenta o PT

Para o PT, a conduta dos empresários configura propaganda eleitoral ilegal a favor de Bolsonaro e se enquadra no crime de abuso de poder econômico por parte da campanha. Na prática, argumenta a legenda, os fatos relatados pelo jornal nesta quinta-feira demonstram doação de pessoa jurídica, proibida pelo Supremo Tribunal Federal.

“O presente caso trata do abuso de poder econômico e uso indevido dos veículos e meios de comunicação digital perpetrados pelos representados, uma vez que estariam beneficiando-se diretamente da contratação de empresas de disparos de mensagens em massa, configurando condutas vedadas pela legislação eleitoral”, diz o partido.

O PT também argumentou ao TSE que o caráter eleitoral dos fatos narrados é “evidente” e demonstra “potencial suficiente a comprometer o equilíbrio do pleito eleitoral de 2018”. Ainda no pedido ao TSE, o PT argumenta ser “notório” que a campanha de Bolsonaro se aproveita de “mentiras” disseminadas nas redes sociais, principalmente porque os principais alvos do conteúdo falso são os candidatos da coligação de Haddad.

“A sistematização das fake news, ao que se aponta, parece estar claramente voltada ao favorecimento dos noticiados, o que faz surgir a preocupação acerca da autoria e responsabilidade de quem está produzindo tais materiais”, afirmou o partido na ação.

Para o PT, é de conhecimento público que a atuação do Poder Judiciário nos aplicativos é um desafio. Isso porque os dados dos divulgadores de conteúdo falso se perdem “dentro de mensagens protegidas por criptografia”, tornando os responsáveis “anônimos”.

Bolsonaro e PSL contestam

Antes, pelo Twitter, Bolsonaro afirmou: “Apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita. Sempre fizeram política comprando consciências. Um dos ex-filiados de seu partido de apoio, o PSOL, tentou nos assassinar. Somos a ameaça aos maiores corruptos da história do Brasil. Juntos resgataremos nosso país!”

Segundo ele, o PT não está sendo prejudicado por fake news, mas pela “verdade”.

Ao site Antagonista, Bolsonaro disse não ter controle sobre o que empresários apoiadores dele fazem.

“Eu não tenho controle se tem empresário simpático a mim fazendo isso. Eu sei que fere a legislação. Mas eu não tenho controle, não tenho como saber e tomar providência. Pode ser gente até ligada à esquerda que diz que está comigo para tentar complicar a minha vida me denunciando por abuso de poder econômico”, declarou Bolsonaro.

“Roubaram o dinheiro da população, foram presos, afrontaram a justiça, desrespeitaram as famílias e mergulharam o país na violência e no caos. Os brasileiros sentiram tudo isso na pele, não tem mais como enganá-los!”, escreveu.

O presidente do PSL, partido de Bolsonaro, Gustavo Bebianno, negou qualquer iniciativa do gênero, isentou a legenda e disse que o candidato do PT, Fernando Haddad, terá que provar a acusação. De acordo com Bebianno, a história é “ridícula”. “Não faz parte de nossa política. Nunca fizemos qualquer tipo de impulsionamento. Nossa campanha é orgânica. Voluntários do Brasil inteiro”.

Gustavo Bebianno disse ser impossível controlar as mensagens diretas. “Impossível você controlar o uso que as pessoas fazem de suas redes sociais”, declarou.

Segundo ele, o PSL gastou R$ 600 mil na campanha eleitoral, arrecadados através de plataformas digitais. E que não tem qualquer controle sobre o que as pessoas publicam nas redes sociais. Bebianno não se referiu à reportagem publicada no jornal. Disse que a acusação do PT é grave e que o partido entrará com uma ação contra Fernando Haddad.

“Certamente, ele será processado. O senhor Haddad está absolutamente desesperado porque vai perder a eleição. É uma facção criminosa travestida de partido político. Agora, o Partido dos Trabalhadores falar em mentira, fake news, falar em compra, gastando milhões para manipular a opinião pública. Quem sempre fez isso foi o PT.”

Em almoço, deputados eleitos confirmam apoio à reeleição de Othelino na Assembleia

Othelino Neto reuniu 35 deputados estaduais eleitos para um almoço de boas-vindas em sua residência

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Othelino Neto (PCdoB), reuniu 35 deputados estaduais eleitos para um almoço de boas-vindas em sua residência nesta quinta-feira (18). Todos reafirmaram apoio à reeleição do parlamentar que segue firme nas adesões por sua permanência na Presidência da Casa.

“Agradeço a manifestação de apoio dos deputados eleitos que acreditam e reconhecem o nosso trabalho à frente da Presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão. Este momento é de confraternização para que comecemos a interagir com os colegas que estarão conosco nos próximos anos neste novo mandato”, ressaltou Othelino Neto.

Othelino Neto reuniu 35 deputados estaduais eleitos para um almoço de boas-vindas em sua residência

Para a deputada Ana do Gás (PCdoB), uma das parlamentares presentes no almoço, Othelino tem feito um grande trabalho na Assembleia Legislativa do Maranhão e precisa dar continuidade a essa importante aliança política com os colegas. “Nós nos sentimos seguros com Othelino, pois ele sempre defendeu os deputados, tanto de governo, quanto de oposição, sem fazer qualquer distinção. Nada mais justo que reconduzi-lo novamente à presidência da Casa”, afirmou.

O deputado Glalbert Cutrim (PDT) ressaltou o posicionamento do PDT, que terá a maior bancada na Assembleia Legislativa do Maranhão a partir de 2019, e que decidiu, por unanimidade, apoiar a reeleição de Othelino. “Ele é uma pessoa que sempre respeitou a todos na Casa e temos certeza de que ele continuará fazendo um grande trabalho na próxima gestão”, frisou.

Othelino Neto reuniu 35 deputados estaduais eleitos para um almoço de boas-vindas em sua residência

Novato na Assembleia Legislativa, a partir de 2019, o deputado eleito Leonardo Sá (PRTB) disse que o melhor nome para conduzir a Assembleia Legislativa é o de Othelino Neto. Ele disse que tem uma relação pessoal muito forte de amizade com o futuro colega de parlamento, além de já terem feito alianças políticas, como foi em Pinheiro nas eleições municipais passadas. “Já estamos fechados. Ele é meu candidato a presidente da Alema”, reforçou.

Presente também no almoço, o deputado Neto Evangelista (DEM) destacou que Othelino Neto cumpriu, com êxito, uma grande missão quando foi vice-presidente da Assembleia. Como presidente, soube conduzir a Casa com sabedoria e instalou uma harmonia grande entre os poderes constituídos do estado. “Ele tem condições de continuar tocando a Presidência da Assembleia, da forma como fez nesta sua gestão. É uma grande força política no estado, demonstrou isso nessas eleições, portanto é o meu candidato a presidente”, frisou.

Othelino Neto reuniu 35 deputados estaduais eleitos para um almoço de boas-vindas em sua residência

Nos últimos dias, Othelino Neto recebeu apoio dos deputados eleitos Zé Inácio (PT), Helena Duailibe (Solidariedade), Welington do Curso (PSDB), Detinha (PR), Leonardo Sá (PRTB), Pará Figueiredo (PSL), Neto Evangelista (DEM), Mical Damasceno (PTB), César Pires (PV), Pastor Cavalcante (PROS), Wendell Lages (PMN), Cleide Coutinho (PDT), Duarte Jr (PCdoB), Zé Gentil (PRB), Márcio Honaiser (PDT), Dra Thaíza (PP), Adriano Sarney (PV), Carlinhos Florêncio (PCdoB), Professor Marco Aurélio (PCdoB), Fernando Pessoa (Solidariedade), Andrea Rezende (DEM), Edson Araújo (PSB), Rafael Leitoa (PDT), Ana do Gás (PCdoB), Adelmo Soares (PCdoB), Rigo Teles (PV), Glalbert Cutrim (PDT), Paulo Neto (DEM), Daniella Tema (DEM), Vinícius Louro (PR), Yglésio Moisés (PDT), Hélio Soares (PR), Antônio Pereira (DEM), Ciro Neto (PP), Roberto Costa (MDB), Fábio Macedo (PDT), Rildo Amaral (Solidariedade) e Ricardo Rios (PDT).

Othelino Neto reuniu 35 deputados estaduais eleitos para um almoço de boas-vindas em sua residência

Estiveram presentes o senador eleito Weverton Rocha (PDT); os deputados federais Rubens Pereira Jr. (PCdoB); Márcio Jerry (PCdoB); Gil Cutrim (PDT) e André Fufuca (PP); o vice-prefeito de São Luís, Júlio Pinheiro (PCdoB); e o presidente da Câmara de vereadores de São Luís, Osmar Filho (PDT).

Flávio Dino confirma que alterações no secretariado ficarão para início de 2019

Mesmo com as especulações dos bastidores sobre os futuros secretários, o governador Flávio Dino afirmou que irá esperar primeiro a definição da disputa presidencial

O governador Flávio Dino (PCdoB) concedeu entrevista para o programa ‘Ponto e Vírgula’, da Rádio Difusora FM, nesta quarta-feira (17), e confirmou que as alterações nas secretarias estaduais ficarão para janeiro de 2019.

Mesmo com as especulações dos bastidores sobre os futuros secretários, o governador Flávio Dino afirmou que irá esperar primeiro a definição da disputa presidencial, como cada partido vai se comportar, além da definição dos novos ministros, para somente depois fazer as alterações no secretariado estadual.

O governador também anunciou que os deputados eleitos Márcio Jerry (PCdoB) e Marcelo Tavares (PSB) retornarão ao governo. Eles voltarão para as suas secretarias onde ficarão até janeiro.

Ao ser questionado se os dois podem permanecer nos cargos, Flávio Dino afirmou que essa possibilidade não está descartado.

Disputa pela Câmara causa atrito entre Centrão e PSL

O PSL elegeu a segunda maior bancada da Câmara, com 52 deputados (atrás do PT, com 56). Os partidos do Centrão fizeram 142 parlamentares. Foto: Pedro Ladeira

Veja

A disputa pelo comando da Câmara em 2019 já está causando atritos entre o PSL do deputado Jair Bolsonaro (RJ), líder nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência, e o bloco conhecido como Centrão, fiel da balança nas votações da Casa. Dirigentes do grupo formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade dizem que, se Bolsonaro for eleito e quiser “atropelar” o bloco, enfrentará forte oposição desde o início do mandato.

O PSL elegeu a segunda maior bancada da Câmara, com 52 deputados (atrás do PT, com 56). Os partidos do Centrão fizeram 142 parlamentares.

Na tentativa de amenizar o mal-estar, o senador eleito Major Olímpio, presidente do PSL paulista, afirmou que o assunto não está sendo objeto de discussão. “O importante é ter um alinhamento que dê solidez ao futuro governo”, afirmou.

O próprio Olímpio, porém, já havia confirmado a disposição do PSL para indicar o deputado Eduardo Bolsonaro (SP), filho do capitão da reserva, à cadeira hoje ocupada por Rodrigo Maia (DEM-RJ). A defesa da indicação foi feita pelo general Roberto Sebastião Peternelli Júnior, coordenador das candidaturas de militares das Forças Armadas e deputado eleito.

As articulações do PSL irritaram o Centrão, uma vez que a maioria do bloco apoia a recondução de Maia à presidência da Câmara. Além disso, o deputado Capitão Augusto (PR-SP), que integra o grupo, também quer lançar sua candidatura e, nesta quarta-feira, foi até a residência oficial de Maia para comunicar a decisão.

PF cumpre mandados de prisão contra envolvidos em desvio de recursos na Saúde

A Polícia Federal apurou indícios de que, entre os anos de 2011 a 2013, aproximadamente R$ 2 milhões destinados ao sistema de saúde estadual foram desviados para uma empresa sediada na cidade de Imperatriz (MA)

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (18), 19 mandados de busca e apreensão, oito mandados de prisão temporária e um mandado de prisão preventiva contra envolvidos em desvios de recursos públicos na Saúde. A ordem de prisão foi expedida pela 1ª Vara Criminal Federal da Seção Judiciária do Maranhão.

Entre os alvos está o ex-secretário de Saúde do Maranhão, Ricardo Murad. Os agentes da Polícia Federal foram em sua residência, na manhã desta quinta-feira (18), para cumprir um mandado de prisão, mas não o encontraram. Murad apresentou-se logo em seguida na sede da Polícia Federal.

Ricardo Murad é cunhado de Roseana Sarney (MDB), ex-governadora do estado, e foi secretário estadual entre 2012 e 2014, durante o quarto mandato de Roseana no Maranhão.

A operação faz parte sexta fase da Operação Sermão dos Peixes, chamada de Peixe de Tobias. A prisão de Murad já havia sido pedida em 2015, mas foi negada pelo juiz federal Roberto Carvalho Veloso.

A Polícia Federal apurou indícios de que, entre os anos de 2011 a 2013, aproximadamente R$ 2 milhões destinados ao sistema de saúde estadual foram desviados para uma empresa sediada na cidade de Imperatriz (MA). A polícia verificou ainda pagamentos mensais a blogueiros.

As diligências estão sendo realizadas em seis cidades: São Luís, Imperatriz, no Maranhão, Parauapebas, no Pará, Palmas, no Tocantins, Brasília, no Distrito Federal e Goiânia, em Goiás, em duas operações simultâneas da Operação Sermão aos Peixes. Foi determinado o bloqueio judicial e sequestro de bens num valor total que supera R$ 15 milhões.