Othelino arrasta multidão em Monção e recebe apoio em Sítio Novo

Othelino Neto em agenda política nas cidades de Sítio Novo e Monção

Durante o fim de semana, o candidato à reeleição, deputado Othelino Neto (PCdoB), participou de eventos nos municípios de Sítio Novo e de Monção, acompanhado por milhares de pessoas. No segundo município, ele realizou uma caminhada gigante, seguida de comício, acompanhado do líder Jesiel Araújo e do candidato a deputado federal, Júnior Lourenço.

No sábado (29), um evento organizado pelo prefeito João Piquiá reuniu lideranças e moradores do povoado Catingueiro e adjacências. ” É um grande prazer estar em Sítio Novo a convite do prefeito Piquiá, que pode contar comigo como mais um parceiro para ajudá-lo a fazer muito mais por Sítio Novo” , disse Othelino.

Othelino Neto em agenda política nas cidades de Sítio Novo e Monção

O prefeito João Piquiá falou sobre o apoio dado ao presidente da Assembleia Legislativa. ” O deputado Othelino Neto cumpre seus compromissos e, por isso, decidir unir forças com ele e trazer mais benefícios para cerca de 8 mil moradores desta querida cidade”, ressaltou.

Caminhada festiva marca Monção

No domingo (30), foi a vez de Monção receber Othelino Neto com uma grande festa. Cerca de 20 mil pessoas participaram da caminhada pelas ruas da cidade.

Othelino Neto em agenda política nas cidades de Sítio Novo e Monção

“Em Monção, eu me sinto em casa. Conheço cada um de vocês e ser recebido com todo esse carinho me emociona. Estamos juntos desde 2006 e vamos continuar unidos por uma cidade melhor”, destacou Othelino.

O líder regional Jesiel Araújo, organizador da caminhada, ressaltou a importância de Othelino Neto para Monção.” O deputado sempre ajudou os moradores de Monção, solicitando Junto ao governador Flávio Dino, reforma e entrega de escolas, ambulâncias, viaturas e a inclusão do município no programa Mais Asfalto. Ele sempre poderá contar com o nosso apoio”, afirmou.

Sérgio Moro tira sigilo de parte da delação de Palocci que cita Lula

Decisão foi tomada em ação que apura suposto pagamento de 12,9 milhões de reais em propina da Odebrecht ao ex-presidente

O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em Curitiba, retirou nesta segunda-feira, 1º, o sigilo de parte da delação premiada do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antônio Palocci, firmado com a Polícia Federal.

A decisão de Moro foi tomada no processo que tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Palocci entre os réus e apura suposto pagamento de 12,9 milhões de reais em propina pela Odebrecht a Lula, por meio da compra de um terreno onde seria construído o Instituto Lula, em São Paulo, e uma cobertura vizinha à do ex-presidente no Edifício Hill House, em São Bernardo do Campo.

O magistrado escreveu no despacho que é “necessário, portanto, instruir esta ação penal com elementos da colaboração, especificamente com cópia do acordo, da decisão de homologação e do depoimento pertinente a estes autos”.

“Dos depoimentos prestados por Antônio Palocci Filho no acordo, o termo de colaboração nº 1 diz respeito ao conteúdo do presente feito. Examinando o seu conteúdo, não vislumbro riscos às investigações em outorgar-lhe publicidade. Havendo ademais ação penal em andamento, a publicidade se impõe pelo menos no que se refere a depoimento que diz respeito ao presente caso”, conclui o juiz federal.

No julgamento do processo, contudo, Moro afirma que não levará em conta a delação, mas apenas “o depoimento prestado por Antônio Palocci Filho sob contraditório na presente ação penal”.

O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o ex-presidente Lula, afirma, por meio de nota, que a conduta de Moro “apenas reforça o caráter político dos processos e da condenação injusta imposta ao ex-presidente Lula”.

“Moro juntou ao processo, por iniciativa própria (“de ofício”), depoimento prestado pelo Sr. Antônio Palocci na condição de delator com o nítido objetivo de tentar causar efeitos políticos para Lula e seus aliados, até porque o próprio juiz reconhece que não poderá levar tal depoimento em consideração no julgamento da ação penal. Soma-se a isso o fato de que a delação foi recusada pelo Ministério Público. Além disso, a hipótese acusatória foi destruída pelas provas constituídas nos autos, inclusive por laudos periciais”.

Sobre os relatos de Palocci, o defensor diz que o ex-ministro “mentiu mais uma vez, sem apresentar nenhuma prova, sobre Lula para obter generosos benefícios que vão da redução substancial de sua pena – 2/3 com a possibilidade de ‘perdão judicial’ – e da manutenção de parte substancial dos valores encontrados em suas contas bancárias”.

Três suspeitos foram detidos com materiais difamatórios contra Weverton Rocha e Eliziane Gama

Os candidatos Weverton Rocha e Eliziane Gama em coletiva de imprensa na tarde de hoje (1°)

Três pessoas foram detidas, na manhã desta segunda-feira (1°), pela Polícia Civil, ao distribuírem panfletos apócrifos contra os candidatos ao Senado Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS). Eles foram detidos no Terminal da Praia Grande e levados para a sede da Polícia Federal, em São Luís.

Os jornais com fake news contra Weverton e Eliziane apreendidos hoje, foram produzidos na Gráfica Escolar, mesma responsável por imprimir o jornal O Estado do Maranhão. Em depoimento à Polícia Federal, um dos envolvidos informou que o material foi pego por ele dentro da sede da gráfica, que fica no mesmo local da sede do Sistema Mirante.

Os advogados da Coligação ‘Todos Pelo Maranhão’, protocolaram na Procuradoria Regional Eleitoral um pedido de busca e apreensão na sede da gráfica para evitar que novos panfletos apócrifos sejam produzidos.

Após toda a polêmica levantada pelos meios de comunicação, o candidato a deputado estadual Paulo Roberto Pinto, o Carioca (PRTB), confessou que foi ele quem mandou produzir o material.

Os candidatos ao Senado Weverton Rocha e Eliziane Gama atribuíram ao Sistema Mirante a produção dos jornais.

“Esse jornal foi rodado dentro da Mirante, 500 mil exemplares. E foi apresentada uma nota fiscal de R$ 27 mil. Isso não roda meio milhão de jornais de quatro páginas”, disse Weverton, denunciando a incompatibilidade do valor pago para fazer todo o material de 500 mil jornais.

“A gráfica usada para rodar o jornal é do Estado do Maranhão. Não é uma gráfica comercial que faz outro tipo de material. Abriu uma exceção para um material de calúnia e difamação da nossa candidatura”, afirmou Eliziane.

Coligação de Flávio Dino entra com ação na PGR após campanha de Roseana Sarney veicular informação falsa

A inserção dizia que Flávio Dino estava inelegível, o que é uma informação sabidamente falsa

A coligação do governador e candidato à reeleição Flávio Dino encaminhou à Procuradoria Geral da República (PGR) uma notícia-crime contra a campanha da candidata Roseana Sarney por ter veiculado informação falsa no horário eleitoral gratuito na TV nesse sábado (29).

A inserção dizia que Flávio Dino estava inelegível, o que é uma informação sabidamente falsa. Em nenhum momento, o governador esteve inelegível. O candidato é 100% Ficha Limpa, como atestam todos os registros na Justiça comum e na Justiça Eleitoral.

Na peça, os advogados da coligação de Flávio Dino pedem que sejam “tomadas as devidas providência com o necessário ingresso da Ação Penal cabível”.

Além de Roseana Sarney, também é alvo da notícia crime o representante da coligação da candidata, João Alberto de Souza.

“É de suma importância levar em conta que divulgar, na propaganda, fatos inverídicos, em relação a partidos ou candidatos e capazes de exercerem influência perante o eleitorado, recai em pena de detenção de dois meses a um ano, ou pagamento de 120 a 150 dias-multa”, afirma a notícia-crime.

Os advogados acrescentam que “é fato público e notório que o candidato Flávio Dino não está inelegível, até porque já teve seu registro de candidatura deferido pela corte deste Tribunal Regional Eleitoral”.

“Em um evidente ato de desespero, a inserção da representada dedica-se a tentar forçar a ausência de possibilidade do candidato a reeleição ao Governo do Estado de ser eleito”, diz a notícia-crime.

Opositora ao PT, Regina Duarte critica movimento #EleNão e dá indícios de apoio a Bolsonaro

Em seu Instagram, a atriz, que é conhecida por ser opositora ao PT, postou dois vídeos que indicam apoio a Bolsonaro

Regina Duarte, 71 anos, deu indícios de que participou de ato em favor do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), realizado neste domingo (30), na avenida Paulista, em São Paulo. O evento foi uma resposta a manifestações contrárias ao candidato promovidas por mulheres em todo o país no sábado (29), parte do movimento #EleNão.

Em seu Instagram, a atriz, que é conhecida por ser opositora ao PT, postou dois vídeos que indicam apoio a Bolsonaro.

Um deles mostra pessoas fazendo exercícios no parque Ibirapuera. Na legenda, ela escreveu: “Hoje pela manhã, antes da chuva , foi domingão paulista com parque, manifestação e chuva forte”.

Em outro vídeo, ela gravou imagens da chuva e, na sequência, mostrou uma bandeira do Brasil. Também postou críticas ao PT.

No sábado (29), ela se manifestou contra o movimento #EleNão, que reuniu pessoas em mais de 30 cidades do país.

Também em seu Instagram, postou uma imagem de um palhaço e a frase: “As ‘Ele Não’ não revelam qual é o ‘Ele sim’ delas”.

Em 1985, Regina Duarte apoiou Fernando Henrique Cardoso (PSDB) à Prefeitura de São Paulo. Em 2002, participou do programa eleitoral do então candidato à presidência José Serra (PSDB), quando falou a famosa frase “Estou com medo”, em relação a uma possível vitória de Lula (PT).

Em 2014, a atriz declarou apoio ao candidato Aécio Neves (PSDB).

Crises nas campanhas de Roseana e Roberto Rocha marcam últimos dias da eleição

Com os diversos problemas nas chapas adversárias, o Maranhão caminha para eleger o governador Flávio Dino ainda no primeiro turno

A campanha eleitoral de 2018 chega à reta final e os maranhenses se preparam para escolher o seu representante que irá governar o Estado por mais quatro anos.

Na disputa maranhense, o governador Flávio Dino (PCdoB), pelo trabalho desempenhado nos últimos ano e com a desenvoltura política, é o favorito da disputa. Mas em duas campanhas específicas as coisas não estão indo bem.

No PSDB maranhense, os inúmeros problemas começaram desde a pré-campanha. Na reta final, até mesmo o deputado federal Waldir Maranhão, que andou de mãos dadas com Roberto Rocha para tentar viabilizar sua candidatura ao Senado Federal, parece ter esquecido do candidato ao governo. Waldir nem cita mais Roberto Rocha no seu material de campanha, mostrando que agora é cada um por si.

Na campanha de Roseana Sarney, as dificuldades também foram enormes, sobretudo para aglutinar apoiadores no interior. Na reta final, até mesmo seu ex-genro, o ex-deputado estadual Carlos Filho (PRTB) anunciou sua desistência na disputa por uma das vagas na Assembleia Legislativa, vislumbrando a derrota esmagadora de seu grupo político.

Com os diversos problemas nas chapas adversárias, o Maranhão caminha para eleger o governador Flávio Dino ainda no primeiro turno.

Nova Câmara deve aumentar bancadas de esquerda e direita

A projeção foi feita pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), com base na estratégia dos partidos políticos de lançar nomes competitivos para disputar a Câmara dos Deputados

Agência Brasil

A Câmara dos Deputados que sairá das urnas em outubro terá, além de um elevado índice de reeleição, nomes conhecidos na política brasileira, como deputados estaduais, senadores, ex-ministros, ex-prefeitos, ex-secretários e ex-parlamentares, ocupando as vagas dos que não tentaram ou não conseguiram renovar o mandato. As caras novas virão da escolha de policiais, evangélicos e celebridades ou da força do dinheiro e da relação de parentesco com oligarquias políticas.

A projeção foi feita pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), com base na estratégia dos partidos políticos de lançar nomes competitivos para disputar a Câmara dos Deputados. Para reforçar as bancadas de deputado federal, que definem os repasses do fundo partidário e o horário partidário, as legendas escalaram seus principais nomes para a Câmara e fizeram coligações competitivas.

Uma movimentação dos senadores indica, além de uma preocupação individual com a derrota na eleição majoritária, a estratégia dos partidos de reforçar a Câmara. Os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), José Agripino Maia (DEM-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente nacional do PT, e Lídice da Mata (PSB-BA), por exemplo, disputam uma cadeira de deputado federal e tendem a puxar votos para suas legendas.

Nessa linha, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) concorre à Câmara, assim como o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT-SP), o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero (PPS-RJ), o ex-ministro do Trabalho Manuel Dias (PDT-SC) e o ex-deputado federal Marcelo Itagiba (PPS-RJ).

Segundo levantamento preliminar, coordenado pelo analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Diap, a composição das bancadas não será muito diferente da atual. Conforme a análise, haverá um leve crescimento dos partidos de esquerda e de direita, acompanhado de uma discreta redução das legendas de centro.

O PT continuará tendo a maior bancada de deputados federais, com 55 a 65 integrantes, conforme o levantamento do Diap, seguido de MDB (44 a 50), PSDB (42 a 50), PP (40 a 48) e PSD (40 a 48). Em um segundo bloco, estão PR, DEM, PSB, PDT e PRB, com bancadas que devem ficar entre 20 e 40 deputados. PSL, PTB, Pros, PSC, PPS, PCdoB, Pode, PSOL e SD devem eleger entre dez e 20 deputados. Outros partidos não devem eleger mais do que dez parlamentares.