Mulheres terão mais participação na Assembleia Legislativa a partir de 2019

O resultado é motivo de comemoração. Mais mulheres na política, são mais mulheres maranhenses tendo vez e voz no legislativo estadual

A próxima legislatura, que será iniciada em 2019, trará ainda mais a participação de mulheres na Assembleia Legislativa do Maranhão. Os resultados das urnas mostraram que mais mulheres ganharam assentos na Alema, em comparação com 2014.

Na última eleição para o legislativo estadual, seis mulheres foram eleitas, desta vez, oito mulheres saíram vitoriosas das urnas.

A deputada estadual Ana do Gás foi reeleita e agora vai ter a companhia das novas deputadas Detinha, Dra. Thaiza Hortegal, Andreia Rezende, Daniela Tema, Dra. Helena Duailibe e Mical Damasceno. Além da volta da ex-deputada Dra. Cleide Coutinho.

O resultado é motivo de comemoração. Mais mulheres na política, são mais mulheres maranhenses tendo vez e voz no legislativo estadual.

Bolsonaro anuncia nomes de três ministros em eventual governo

(foto: Paulo de Araújo/CB; José Varella/CB)

O deputado Onyx Lorenzoni, do DEM-RS, foi anunciado oficialmente por Jair Bolsonaro, do PSL, como nome certo para ocupar a vaga de ministro-chefe da Casa Civil, caso o capitão reformado chegue à Presidência. O democrata, eleito deputado federal com 183.518 votos no Rio Grande do Sul e coordenador da campanha de Bolsonaro, foi indicado como favorito para a pasta em encontro com parlamentares eleitos pelo PSL, no Rio de Janeiro.

Nesta semana, Lorenzoni afirmou que cumprirá “o papel que o presidente me der”. Ainda em relação a Bolsonaro, disse: “Se ele me disser, vá lá para Câmara, é o que eu vou ser”. O parlamentar gaúcho foi grande aliado do deputado carioca na Câmara e, juntos, atuaram principalmente contra o governo petista.

Mesmo com outras possibilidades de indicação para ministérios já divulgadas, como Henrique Prata, presidente do Hospital do Câncer de Barretos, para a pasta da Saúde, e Marcos Pontes, astronauta brasileiro, para Ciência e Tecnologia, ainda não foram definidos nomes para as demais pastas de um futuro governo Bolsonaro. À exceção de Paulo Guedes, que é dado como certo para próximo ministro da Fazenda e do Planejamento, e Augusto Heleno, general reformado, para ministro da Defesa, caso Bolsonaro se eleja.

Além de Lorenzoni, Bolsonaro também anunciou o general Augusto Heleno para o ministério da Defesa. E confirmou Paulo Guedes para a Economia. “Ainda não temos nome para outros ministérios, até porque temos de esperar com prudência o dia 28 de outubro, onde podemos ter a certeza de anunciar nomes”, afirmou Bolsonaro – o candidato do PSL aparece com 58% dos votos válidos na primeira pesquisa divulgada no segundo turno.

Em sua primeira entrevista após o primeiro turno, ele iniciou o discurso agradecendo a Deus por sobreviver ao atentado de Juiz de Fora, onde recebeu uma facada. O candidato à vice-presidência, general Hamilton Mourão, e o assessor econômico Paulo Guedes não participaram da coletiva, que aconteceu em menos de meia hora numa sala reservada do hotel Windsor Barra, na zona oeste do Rio. Em entrevista recente, o presidenciável afirmou que evitará que os dois tenham contato com a imprensa, por não terem “traquejo”.

Casa Civil

O ministro da Casa Civil, ou chefe da Casa Civil, está diretamente ligado ao Poder Executivo e tem como função auxiliar o governo no planejamento, na organização e no funcionamento da gestão. Além de fazer parte da Presidência da República, integra os governos estaduais e municipais.

Em nota, CNBB diz que não tem candidato a presidente e nem partido

No documento, dom Leonardo reafirma que a CNBB é uma instituição aberta ao diálogo com pessoas e grupos da sociedade brasileira e que é comum, em período eleitoral, que candidatos de diversos partidos e grupos políticos solicitem agenda e sejam recebidos pela entidade

Na manhã desta quinta-feira, 11 de outubro, o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, recebeu, na sede da entidade, em Brasília (DF), o candidato à presidência da República, Fernando Haddad. Em Nota Pública, emitida após a reunião, o secretário-geral explicita os temas e assuntos abordados com o candidato. No documento, dom Leonardo reafirma que a CNBB é uma instituição aberta ao diálogo com pessoas e grupos da sociedade brasileira e que é comum, em período eleitoral, que candidatos de diversos partidos e grupos políticos solicitem agenda e sejam recebidos pela entidade.

Na reunião, o candidato expôs suas propostas de governo e sua preocupação com o Brasil. O secretário-geral, por sua parte, abordou com o candidato assuntos que preocupam os bispos do Brasil, como por exemplo, a não legalização do aborto, a defesa da democracia e o combate rigoroso à corrupção, entre outros. Dom Leonardo também apresentou ao candidato o trabalho realizado pela CNBB durante a Campanha da Fraternidade deste ano que tratou, de forma profunda, a mobilização pela superação da violência.

Nota Pública

Sobre a visita do candidato Fernando Haddad

Recebi, na manhã desta quinta-feira, 11 de outubro, o candidato à presidência da República, Fernando Haddad. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é uma instituição aberta ao diálogo com pessoas e grupos da sociedade brasileira. É comum, em período eleitoral, que candidatos de diversos partidos e grupos políticos solicitem agenda e sejam recebidos, sem a presença da imprensa.

O candidato não veio pedir apoio e a CNBB não tem partido e nem candidato. O candidato expôs suas propostas de governo e sua preocupação com o Brasil. Da minha parte, abordei com o candidato assuntos que preocupam os bispos do Brasil: a legalização do aborto, a proteção do meio ambiente, atenção especial à questão indígena e quilombola, a defesa da democracia e o combate rigoroso à corrupção. Também lembrei ao candidato o trabalho realizado pela CNBB durante a Campanha da Fraternidade deste ano que tratou, de forma profunda, da mobilização pela superação da violência.

Brasília-DF, 11 de outubro de 2018

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Suzano vai expandir ações no Maranhão com investimentos de R$ 300 milhões

De acordo com o presidente da Suzano, o Maranhão é fundamental não só para atender a região Norte e Nordeste

Dando continuidade à agenda de diálogos com investidores privados com o objetivo de dinamizar as estratégias econômicas para o Maranhão, o governador Flávio Dino se reuniu com o presidente da Suzano, Walter Shalka, nesta terça-feira (9), em São Paulo. A empresa de celulose prevê investimentos de R$ 300 milhões no estado, por meio do Porto do Itaqui, para aumentar sua participação, produção e, consequentemente, a geração de empregos.

Flávio Dino está fazendo uma rodada de diálogo com grandes empresas que atuam no Maranhão em busca do fortalecimento dos investimentos privados no estado. Na segunda-feira, o governador já havia conversado com o presidente da Vale, Fabio Schvartsman, e, na semana que vem, conversará com representantes da Ambev.

“Nós estamos muito satisfeitos com a nossa relação com o Governo, que tem sido uma relação republicana, construindo um novo Maranhão com muito investimento”, disse Shalka, exaltando as ações da fábrica de celulose, de papel higiênico e os futuros investimentos no Porto do Itaqui e na base florestal. “Essa é a nossa crença, investir no Maranhão de forma clara e progressiva ao longo do tempo”, completou.

De acordo com o presidente da Suzano, o Maranhão é fundamental não só para atender a região Norte e Nordeste, mas por ser “grande exportador de celulose, um dos maiores do Brasil, e nós vamos continuar investindo no estado de forma muito clara e ao longo do tempo”.

Flávio Dino comemorou o anúncio do investimento de R$ 300 milhões da Suzano no Porto do Itaqui para a construção de um berço e também um terminal de celulose. “Estamos procurando os investidores, conversando sobre perspectivas da economia e novos investimentos no Maranhão”, pontuou o governador.

Desta forma, o Governo do Maranhão segue a clara estratégia econômica baseada em investimentos públicos, no caso obras – a exemplo do Mais Asfalto, Escola Digna –, com investimentos privados, para fazer a economia crescer, além do apoio à agricultura e pecuária e a relação com grandes investidores.