Zona Rural de São Luís reduz homicídios pela metade em 2018

Enquanto em 2017 foram 85 homicídios na região, em 2018 o número caiu para 41

A presença da polícia e o aumento no número de abordagens a pedestres, veículos particulares e ônibus em 2018 já rendeu resultados positivos para os moradores da Zona Rural de São Luís.

Com ações desenvolvidas nos quase 50 bairros da região – como Maracanã, Quebra Pote e Rio Grande –, o trabalho de prevenção do sistema de segurança do Governo do Estado reduziu em 52% o número de homicídios em 2018 em relação a 2017.

“O número de homicídios caiu, assim como o de roubos a coletivos. Também estão circulando menos armas, o que se deve à estratégia adotada. Há uma queda acentuada em São Luís inteira, mas com o incremento no número de ações aqui na Zona Rural e o aumento da presença da Polícia, diminuiu a prática criminal”, explica o comandante do 21º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Harlan Silva do Nascimento.

Enquanto em 2017 foram 85 homicídios na região, em 2018 o número caiu para 41. As ocorrências de assaltos a ônibus também tiveram redução significativa. Foi registrada queda de 20% entre os dois anos. Já a quantidade de roubos de veículos teve redução de 49%.

As operações, realizadas o ano todo, recentemente contaram com o acréscimo do efetivo. “Recebemos mais policiais há cerca de dois meses e agora com certeza faremos um trabalho ainda melhor”, afirma o comandante.

Os números na Zona Rural confirmam a tendência observada em São Luís nos últimos quatro anos. A capital e as cidades que formam a Grande Ilha – Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa – tiveram as maiores quedas no número de homicídios entre todas as capitais nordestinas e suas regiões metropolitanas nos últimos quatro anos.

Os homicídios caíram 63,60% na Grande Ilha na comparação entre 2014 e 2018. Em 2014, foram 910 assassinatos nas quatro cidades da Ilha. Já em 2018, caiu para 331.

PPS muda para Cidadania e deve ser oposição ao Governo

O presidente do PPS, Roberto Freire, vai convocar um Congresso Extraordinário em Brasília para as próximas semanas, e colocar o tema em pauta

O PPS vai mudar o nome para Cidadania e deve ser oposição oficial ao Governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O presidente do PPS, Roberto Freire, vai convocar um Congresso Extraordinário em Brasília para as próximas semanas, e colocar os temas em pauta.

Hoje, o PPS é independente no Congresso e em relação ao novo Governo. E a oposição, por ora, é questão pessoal de Freire, reforça o comandante do partido. O ‘Cidadania’ foi escolhido após consulta a militantes.

“Será uma oposição democrática, e com responsabilidade, como sempre foi”, diz Freire à Coluna, caso os partidários aprovem a tendência. (Da Coluna Esplanada)

Governo estuda enviar proposta única de reforma da Previdência

O ministro também disse que as medidas provisórias sobre flexibilização do posse de armas e de combate às fraudes previdenciárias devem sair no início da próxima semana

Agência Brasil

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse hoje (11) que a tendência do governo é apresentar uma única proposta de reforma da Previdência para o Congresso. Com isso, não seriam levadas propostas avulsas para categorias específicas. “Estamos discutindo dentro da equipe técnica e a tendência é uma única proposta preparando o sistema para o futuro. É a tendência nesse momento”, disse o ministro após solenidade no Clube do Exército.

Isso não significa que os militares serão incluídos na reforma preparada pelo governo Jair Bolsonaro. A possibilidade ainda está em estudo pela equipe técnica coordenada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O novo comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, que assumiu o posto nesta segunda-feira, é contrário à inclusão dos militares na reforma da Previdência.

Na opinião do general, o sistema previdenciário das Forças Armadas não deveria ser modificado na reforma da Previdência. “A intenção minha, como comandante do Exército, se me perguntarem, [é que] nós não devemos modificar o nosso sistema”.

Segundo Lorenzoni, haverá uma “reunião preparatória” na próxima segunda-feira (14) para tratar da reforma, mas a proposta só será levada para apreciação do presidente na semana seguinte. Ele acrescentou que o governo trabalha por uma reforma que “não sacrifique ninguém”.

“Queremos uma reforma que não sacrifique ninguém. Onde salvemos o sistema previdenciário brasileiro, que seja possível o equilíbrio fiscal do Brasil. Vamos apresentar uma reforma que, ao mesmo tempo, permita o equilíbrio fiscal mas é fraterna, tem olhar humano para todos os brasileiros”.

Medidas provisórias

O ministro também disse que as medidas provisórias sobre flexibilização do posse de armas e de combate às fraudes previdenciárias devem sair no início da próxima semana. Segundo ele, os textos estão “nos ajustes finais”.

O vice ideal…

Não é de hoje que a lealdade e o companheirismo do governador Flávio Dino (PCdoB) e do vice-governador Carlos Brandão (PRB) é destacado pelos meios de comunicação e político.

A parceria começou desde a eleição de 2014 quando Carlos Brandão aceitou ser candidato a vice-governador. Dali em diante, a sintonia no trabalho foi percebida e, em um dos momentos mais delicados para Carlos Brandão – a intervenção da executiva nacional PSDB no diretório estadual – foi percebido que ele era realmente fiel ao grupo.

O governador Flávio Dino destacou o trabalho de Carlos Brandão em recente publicação nas redes sociais. “Agradeço ao vice-governador Carlos Brandão a colaboração cotidiana para me auxiliar e substituir na função de governar o Maranhão. Entre várias qualidades, Brandão demonstra duas que destaco: disposição para trabalhar e lealdade”, disse.

Essa parceria coloca Carlos Brandão como um dos maiores aliados governador Flávio Dino.