Ex de Ciro Gomes, Patrícia Pillar rebate fake news e diz que nunca foi agredida por ele

A notícia falsa fez com que a própria atriz viesse a público para afirmar que nunca disse isso e que também nunca foi agredida pelo ex-marido

As eleições estão chegando e uma série de fake news tem aparecido em redes sociais e em grupos de WhatsApp. Uma delas envolve a atriz Patrícia Pillar, que foi casada com Ciro Gomes, candidato à Presidência da República pelo PDT, por 21 anos.

A imagem conta com uma fala falsa atribuída a Patrícia Pillar. A declaração diz: “Gente, eu nunca fui casada com o Bolsonaro. Quem me batia era o Ciro Gomes”.

A notícia falsa fez com que a própria atriz viesse a público para afirmar que nunca disse isso e que também nunca foi agredida pelo ex-marido.

“Estou aqui para dizer que estão usando minha imagem para divulgar notícias falsas, favorecendo um candidado que jamais seria o meu”, afirma Patrícia Pillar.

“Nunca sofri nenhum tipo de violência de parte de ninguém. Isso é totalmente falso”, completa a atriz. Em sequência, ela ainda declara voto a Ciro Gomes na eleição presidencial deste ano.

Maura Jorge segue perdendo aliados

Certamente, a perda dos apoios seja pelo fato da própria candidata Maura Jorge não apoiar candidatos a deputado federal e estadual de sua coligação

A candidata ao governo do Maranhão pelo PSL e ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, chega à reta final da campanha perdendo apoios e prejudicando uma possível subida nas pesquisas eleitorais.

Após uma convenção polêmica em que o candidato Carioca (PRTB) discursou ao vivo, que não votaria nem em Maura, nem no candidato ao Senado Federal pelo PSL, a campanha da aliada do presidenciável Jair Bolsonaro vem perdendo apoio de mais candidato a deputado.

O primeiro foi o candidato Leonardo Sá. Nesta semana, foi a vez do médico e vereador de São Luís, Dr. Gutemberg se fazer presente em um dos eventos do governador Flávio Dino para sinalizar a nova parceria com o comunista.

Certamente, a perda dos apoios seja pelo fato da própria candidata Maura Jorge não apoiar candidatos a deputado federal e estadual de sua coligação. Na cidade de Lago da Pedra, Maura apoio Aluísio Mendes para federal e Fábio Macedo para estadual, ambos os candidatos fazem parte de outras coligações.

Paulo Guedes cancela mais dois eventos após Bolsonaro determinar o ‘silêncio’ na campanha

A campanha de Bolsonaro tenta, estancar o desgaste provocado por declarações polêmicas de Paulo Guedes

O economista Paulo Guedes, responsável pelo plano econômico do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), cancelou sua presença em mais dois eventos nesta sexta-feira (21). Guedes faria uma apresentação do plano econômico do candidato nesta manhã na Câmara de Comércio Americana (AMCHAM). À tarde, iria participar do congresso que está sendo realizado pela Expert XP, ambos em São Paulo. É o terceiro cancelamento de agenda do economista após Bolsonaro determinar uma “lei da mordaça” entre seus principais assessores.

A campanha de Bolsonaro tenta, estancar o desgaste provocado por declarações polêmicas de Paulo Guedes e do general Hamilton Mourão (PRTB), vice na chapa presidencial. O presidenciável do PSL voltou ao Twitter na manhã desta sexta-feira e reiterou que é contra a criação de uma nova CPMF, proposta estudada pelo economista conforme entrevista na quarta-feira ao site BR18.

Guedes tem desmarcado uma série de compromissos. Na quinta-feira, foi informado que ele também não iria mais a uma reunião fechada com clientes do Credit Suisse Hedging Griffo (CSHG). O motivo alegado pelos organizadores para o cancelamento, de acordo com fontes que haviam sido convidadas para o evento, seria “problema em agenda”. Procurado ontem, o CSHG não comentou.

Guedes disse na quarta-feira que estuda duas propostas que passam pela unificação de tributos nos âmbitos federal e da Previdência. Elas incidiriam sobre todas as transações financeiras, de forma semelhante à CPMF. “O sistema atual é muito complexo, destrói milhões de empregos e impede a criação de postos de trabalho”, afirmou.

A proposta deu munição para os adversários. Na propaganda de TV, Geraldo Alckmin (PSDB) explorou o tema e o que chama de “contradições” do rival. Guedes foi anunciado por Bolsonaro como ministro da Fazenda em um eventual governo. Segundo um integrante da campanha, o economista surpreendeu por não combinar com o presidenciável uma manifestação de impacto no mercado.

Bolsonaro já declarou que Guedes é seu “Posto Ipiranga”, mas que nunca deu a ele “carta branca”. O candidato disse também que falta ao economista traquejo político. “Aprendo com ele e ele aprende comigo”, afirmou em maio.

Flávio Dino: “Tenho Ficha Limpa e a vida honrada”

“Pode pegar minha certidão na Justiça Eleitoral. Ela está totalmente limpa”, disse Flávio

“Uma Ficha Limpa com uma vida séria e honrada é o que garante aos maranhenses que o dinheiro púbico não vai ser tratado como um privilégio de poucos, e sim para garantir direitos para todos.” Foi assim que o governador Flávio Dino ressaltou, em entrevista à Rádio Esperança FM, a diferença entre ele e parte de outros candidatos nas eleições deste ano.

“Pode pegar minha certidão na Justiça Eleitoral. Ela está totalmente limpa”, disse Flávio nesta terça-feira (18).

O governador também destacou o ranking da Controladoria Geral da União mostrando que, a partir de 2015, o Maranhão se tornou nota 10 na Transparência e no combate à corrupção. A CGU é um órgão do Governo Federal.

“Quando cheguei ao governo, o Maranhão era um dos últimos colocados, a nota era perto de zero. Muito rapidamente colocamos o Maranhão com nota dez. Foi a primeira fez que isso aconteceu na história.”

Durante a entrevista, ele explicou como isso foi feito: “Cortamos gastos desnecessários. Cito o caso da Mansão de festas e veraneio na Praia de São Marcos. Era usado para banquete, festança, caviar – tudo pago com dinheiro público”.

Hoje, no local, funciona a Casa de Apoio Ninar, que acolhe crianças com problemas de neurodesenvolvimento e seus familiares. “É uma estrutura fantástica, extraordinária, que é referência nacional.”

Roberto Rocha disputa com candidatos do PSTU e PSOL últimas colocações

Sem criatividade na campanha e com pouca presença na mídia, Roberto Rocha leva o PSDB para ter seu maior fracasso nas campanhas eleitorais no Maranhão

Se o nome do senador Roberto Rocha (PSDB) foi apresentado no intuito de promover o surgimento de uma terceira via nas eleições ao governo do Maranhão deste ano, o resultado não está sendo bem o esperado.

O candidato, presidente do PSDB no Maranhão, está levando o partido a sair menor do que entrou na disputa. A campanha de Roberto Rocha, mostra o momento decadente do PSDB no estado, o que está sendo refletido nas pesquisas.

Roberto Rocha aparece com 1,67% na pesquisa DataIlha; 2% no Ibope e 3% na Exata. Todas em quarto lugar, atrás de Maura Jorge (PSL) e empatado tecnicamente com os candidatos Ramon Zapata (PSTU) e Odívio Neto (PSOL).

Sem apoios no interior e na capital, e com uma campanha fraca e sem vida, Roberto Rocha não consegue subir nas pesquisas.

Mesmo com um tempo considerável, Roberto Rocha não soube usar, até agora, seu horário de propaganda no Rádio e na TV para gerar bons resultados.

Sem criatividade na campanha e com pouca presença na mídia, Roberto Rocha leva o PSDB para ter seu maior fracasso nas campanhas eleitorais no Maranhão.

‘Alckmin não é confiável. Não tem chance’, diz Arthur Virgílio, do PSDB

Arthur Virgílio Neto (PSDB), prefeito de Manaus. Foto: Pedro França

Um dos fundadores do PSDB, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, disse nesta quarta-feira, 19, que o ex-governador Geraldo Alckmin, presidenciável da sigla, “não é uma pessoa bem vinda” no Amazonas. “Não vejo nenhuma chance de vitória dele. Não tenho como apoiá-lo. Alckmin não é uma pessoa confiável aos olhos do eleitor do Amazonas”, afirmou Virgílio.

O prefeito de Manaus tornou-se desafeto do ex-governador quando desafiou Alckmin a disputar prévias para escolher o candidato do PSDB ao Palácio do Planalto nas eleições 2018, o que acabou não acontecendo.

Após o início da campanha, emissários de Alckmin tentaram uma aproximação com Virgílio para abrir um palanque no Amazonas, mas não obtiveram sucesso.

Segundo Virgílio, o PSDB ameaçou não repassar recursos do fundo partidário se ele não se engajasse na campanha de Alckmin. “Fizeram uma pressão enorme para eu adotar mais a campanha dele. Mandaram um comissário, o João Almeida (diretor de gestão corporativa do PSDB), com quem falei durante 4 horas. Me senti o colonizado diante do colonizador”, afirmou o prefeito.

Virgílio também afirmou que não vê “ninguém” no PSDB satisfeito com a campanha de Alckmin e relatou que anunciou seu rompimento diante de 6 mil pessoas em um comício ontem em Manaus.

Segundo o diretor de gestão corporativa do PSDB, João Almeida, Alckmin deu diversas declarações de apoio à Zona Franca de Manaus, várias delas pessoalmente ao próprio prefeito de Manaus. “Além das palavras, concretamente, Geraldo, quando governador, fez um entendimento decisivo em 2014 com o governador Melo para a fixação do pólo de informática na Zona Franca”, disse em nota. “E mais, é uma outra mentira a afirmação de que foi ameaçado de não receber apoio financeiro do partido. Arthur Virgilio está buscando uma boia para evitar o seu iminente naufrágio político no Amazonas.”

Entre varandas, mangueiras, muretas e cadeiras, Roseana Sarney evidencia o fim da oligarquia

Roseana Sarney em sua passagem pela cidade de Lajeado Novo

Quem busca na memória as eleições dos representantes do grupo Sarney nos anos de 2002, 2006 e 2010, certamente, lembra das enormes estruturas que eram preparadas para a chegada da ex-governadora Roseana Sarney e companhia.

Eram palcos gigantes, carretas enormes e ônibus adesivados com as fotos dos candidatos da oligarquia. Coisas que impressionavam o povo humilde do interior que só viam estruturas assim em raríssimas vezes.

A cidade se movimentava, as motos e carros não paravam, era uma circulação de pessoas na espera da chegada de Roseana. Até nas escolas estaduais as crianças eram incentivadas a pintarem rosas vermelhas em referência à governadora.

Tal culto, ficou para o passado. A decadência da oligarquia Sarney no Maranhão trouxe uma nova realidade para seus representantes. Os 50 anos de domínio evidenciaram as mazelas que a própria família Sarney foi responsável.

Hoje em suas andanças pelo Maranhão, o que Roseana encontra são varandas e mangueiras com meia dúzia de pessoas levadas por antigos aliados que vivem a mesma decadência do grupo Sarney.

São muretas e cadeiras de madeira usadas como palco, só que diferente das antigas reverências e culto a pessoa de Roseana, o que as pessoas veem é o desânimo e o descrédito dos representantes do grupo que dominava o Maranhão.

Varandas, mangueiras, muretas e cadeiras contarão o fim da oligarquia Sarney e a renovação da esperança que o povo do Maranhão escolheu há quatro anos e vai escolher novamente em 2018.

Segundo Ibope, Haddad lidera no Maranhão; Bolsonaro é o segundo

O movimento observado nos números da nova pesquisa Ibope, mostra o força política de transferência de votos do ex-presidente Lula

Após ser oficialmente apresentado e ter seu nome registrado pelo PT no Tribunal Superior Eleitoral, o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, teve um crescimento considerável no Maranhão. É o que aponta a nova pesquisa Ibope, divulgada nesta quarta-feira (19).

Fernando Haddad saiu da quinta colocação com 4% dos votos, para 36% na nova pesquisa, um crescimento de 32 pontos percentuais, que já o deixa como líder na disputa aqui no Maranhão.

Jair Bolsonaro (PSL) aparece em segundo lugar com 18%; Ciro Gomes (PDT), com 13%; Marina Silva (Rede), com 6% e Geraldo Alckmin (PSDB), com 5%.

O movimento observado nos números da nova pesquisa Ibope, mostra o força política de transferência de votos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Maranhão. Assim como em todo o Nordeste, Lula tem forte influência política num parcela do eleitorado que foi beneficiada com suas políticas sociais, o que reflete nos números das pesquisas eleitorais.

Juiz autoriza laudo de sanidade mental para agressor de Bolsonaro

Foto reproduzida do vídeo em que Adélio Bispo confessa que esfaqueou Jair Bolsonaro

O juiz Bruno Savino, da 3ª Vara da Justiça Federal da Subseção Judiciária de Juiz de Fora (MG), autorizou a realização de um laudo de sanidade por um médico particular sobre Adélio Bispo de Oliveira, acusado por um atentado contra o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), no início do mês. Ele foi preso no dia do ataque e agora é objeto de investigação pela Polícia Federal. Bispo foi encaminhado a um presídio federal em Campo Grande (MS).

O laudo de sanidade mental preliminar foi solicitado pela defesa de Adélio Bispo de Oliveira. Os advogados pediram que o procedimento fosse realizado por médico da confiança deles e que houvesse suspensão do curso do processo. Também pleitearam que encontros ou conversas com o acusado tivessem a presença de algum dos advogados.

A defesa recorreu à possibilidade do laudo por médico particular depois que o juiz federal Bruno Savino negou a avaliação completa de saúde mental. O objetivo dos advogados é tentar justificar a necessidade do procedimento completo da saúde mental do acusado. Adélio Bispo assumiu o atentado. Em um dos depoimentos, afirmou que foi motivado por “Deus”.

Na decisão de hoje, o juiz federal Bruno Savino argumentou não ver “indícios da alegada insanidade”, citando como exemplo a lucidez demonstrada pelo acusado na audiência de custódia. Mas autorizou o laudo técnico “para subsidiar a decisão desse juízo acerca da instauração ou não de incidente de insanidade”. O juiz federal destacou que a medida é um procedimento preliminar, não sendo ainda a avaliação de saúde mental propriamente dita. Caso o juiz assim decida, abre-se de fato uma análise da condição médica do acusado. Neste caso, acusação e defesa serão chamadas a apresentar suas posições e indicar assistentes técnicos.

Bolsonaro foi atingido no dia 6 de setembro quando fazia campanha na cidade mineira. Em seguida, foi levado à Santa Casa do município, onde passou por cirurgia. Atualmente, Bolsonaro está em recuperação no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O quadro do político é estável.