Othelino destaca entrega de mais 50 viaturas policiais a municípios do Maranhão

 

Para Othelino Neto, com os avanços, o Maranhão já conseguiu ver os indicadores de violência reduzirem no Estado

O primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), destacou, na sessão desta quinta-feira (14), na tribuna, a entrega de mais 50 viaturas policiais a diversos municípios maranhenses. Os equipamentos foram distribuídos pelo governador Flávio Dino (PCdoB), em mais uma ação de reforço ao sistema de Segurança Pública do Estado.

Othelino Neto lembrou que ele participou, há cerca de 15 dias, de uma outra solenidade onde foram entregues dezenas de viaturas para  os municípios do Maranhão. Segundo ele, mais uma vez, o governador Flávio Dino entregou mais 52 viaturas para reforçar a estrutura da Polícia Militar e da  Segurança Pública no interior do Estado.

“Isso, por si só, já é um reforço importante, viaturas 4X4, que vão ajudar a Polícia Militar a poder executar, com mais competência ainda, as suas atribuições. Mas isso não é uma ação isolada, é uma das iniciativas com o objetivo de reforçar a estrutura e a eficiência da Segurança Pública no Maranhão, melhorando, reduzindo assim os índices de violência no Estado”, comentou o primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa.

Othelino disse que já foram muitos os policiais contratados e nomeados pelo governo Flávio Dino e disse esperar que, em breve, sejam nomeados novos reforços policiais. “Isso é um compromisso do governador Flávio Dino, pois só se faz Segurança Pública com gente. Quanto mais policiais bem tratados, bem remunerados, mais o nosso sistema vai funcionar. Então, o governo entregou centenas de viaturas, nomeou novos militares, adquiriu armamento, investiu em tecnologias da informação, etc”, afirmou.

Para Othelino Neto, com os avanços, o Maranhão já conseguiu ver os indicadores de violência reduzirem no Estado, em  especial em São Luís, onde os índices eram preocupantes. “Agora, já conseguimos observar, por exemplo, em regiões onde o nível de homicídio era elevado, que essa taxa vem caindo. Evidentemente que os números precisam melhorar. Nós temos que almejar que os crimes contra a vida eles deixem de ocorrer, mas é preciso reconhecer que a redução desses índices é fruto do investimento elevadíssimo em Segurança Pública”, disse.

Othelino lembrou que, no governo anterior, a Secretaria de Segurança era usada como palanque eleitoral do então secretário Aluízio Mendes e que, na atual gestão, o órgão atua, efetivamente, porque as pastas obedecem a uma orientação do governador Flávio Dino, diferente do passado, quando vários auxiliares agiam com seus objetivos específicos e nenhum com a intenção de promover políticas públicas para o Estado. “Basta comparar o Maranhão de hoje com o de ontem e ver o quanto valeu a pena apostar na mudança”, frisou.

Anthony Garotinho é preso no Rio de Janeiro…

Globo.com

A Polícia Federal levou Garotinho a Campos dos Goytacazes (RJ) para fazer exame no Instituto Médico-Legal

O ex-governador do Estado do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR) foi preso nesta quarta-feira (13) no Rio de Janeiro. Ele foi detido quando apresentava o programa de rádio que ancora na Rádio Tupi. A Polícia Federal levou Garotinho a Campos dos Goytacazes (RJ) para fazer exame no Instituto Médico-Legal. Depois, ele seguirá para casa, onde cumprirá prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.

Garotinho é suspeito de comandar um esquema de fraude eleitoral quando era secretário municipal de Campos. Em troca de votos em candidatos a prefeito e vereadores em 2016, a prefeitura oferecia inscrições no programa Cheque Cidadão, que dá R$ 200 por mês a cada beneficiário, de acordo com Ministério Público Estadual.

A nova ordem de prisão é do juiz Ralph Manhães, da 100º Zona Eleitoral de Campos dos Goytacazes. Segundo ele, o réu praticou uma série de atos para impedir o avanço da ação penal que o investiga. Manhães afirmou que as medidas cautelares já impostas pela Justiça a Garotinho não surtiram efeito no sentido de impedi-lo de agir. De acordo com o juiz, o grupo comandando por Garotinho chegou a usar até armas de fogo para intimidar testemunhas.

Prisão durante programa de rádio

Por volta das 10h30 desta quarta, após um intervalo na programação da Rádio Tupi, o locutor Cristiano Santos assumiu o “Fala Garotinho” e afirmou que o ex-governador teve de deixar o programa por questões de saúde (ouça abaixo). Na terça-feira (12), ela não havia participado por problemas na voz.

“A vinheta não entrou errada, não. Estou de volta para fazer companhia pra você. Nosso Garotinho até tentou, você viu, até tentou fazer o programa hoje, mas a voz foi embora, e a orientação médica é que ele pare de falar, agora tem que se cuidar. O marido que pertence à Rosinha vai se cuidar para amanhã estar de volta, se Deus quiser, quando estiver bom. Já falei com ele, volta quando estiver bom. Eu cuido aqui do programa com muito carinho”, afirmou Santos nesta quarta.

A assessoria de imprensa do ex-governador confirmou que ele foi conduzido a Campos dos Goytacazes e que não há mais informações para prestar.

VARGEM GRANDE – MP pede indisponibilidade de bens de ex-prefeitos…

Promotor de Justiça, Benedito Coroba, formulou a manifestação do MP

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) pediu,  em Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa, a indisponibilidade liminar dos bens dos ex-prefeitos de Vargem Grande, Miguel Rodrigues Fernandes e Edivaldo Nascimento dos Santos, para ressarcir danos de R$ 10 milhões, causados ao Instituto de Aposentadoria e Pensões (Imap) do município no período de janeiro de 2009 a outubro de 2015.

Na manifestação, formulada pelo promotor de justiça Benedito Coroba, o MPMA também solicita a condenação de cada ex-gestor ao pagamento do valor atualizado de R$ 25 milhões, correspondente à soma da metade do dano causado e a multa do dobro do prejuízo gerado aos cofres do instituto.

A ACP é baseada em débitos de R$ 813.715,00, iniciados na gestão do ex-prefeito Miguel Rodrigues Fernandes (2009-2012), com o repasse indevido de contribuições patronais da Prefeitura de Vargem Grande, sobre auxílio-doença e salário-maternidade (R$ 433.915,15), além de prestações atrasadas de um acordo de parcelamento.

Durante a gestão de Edivaldo Santos (2013-2016), a dívida inicial resultou no valor de R$ 10.001.595,23, com a aprovação, em novembro de 2016, de um projeto de lei municipal para parcelar os débitos em 60 pagamentos mensais de R$ 166,6 mil.

Pedidos

Além da indisponibilidade liminar, o MPMA solicita que, ao final da ação, os dois ex-prefeitos sejam condenados à perda de eventuais funções públicas e suspensão dos direitos políticos pelo prazo de cinco a oito anos.

Outra punição solicitada é a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.

Acusados no episódio que envolve o PMDB podem pegar até oito anos de prisão, se condenados…

Sarney e Lobão foram denunciados

O ex-senador José Sarney e o senador Edison Lobão, acusados de integrar organização criminosa que teria desviado R$ 864 milhões, após denúncia que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ofereceu ao STF (Supremo Tribunal Federal), na última nesta sexta-feira (8), podem pegar até oito anos de prisão, caso sejam condenados em sentença transitada e julgada.

Janot pediu que os sete denunciados sejam condenados por organização criminosa, com as penas de três e oito anos de prisão, perda de função pública e pagamento de multa de R$ 200 milhões – R$ 100 milhões pelos danos patrimoniais (desvios) e R$ 100 milhões por danos morais causados pelas condutas dos acusados.

Além dos maranhenses, foram denunciados os senadores Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Valdir Raupp (RO) e Jader Barbalho (PA), além do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado (CE), que teriam gerado prejuízo de R$ 5,5 bilhões aos cofres da Petrobras e de R$ 113 milhões aos da Transpetro, segundo a PGR (Procuradoria-Geral da República).

O grupo, que supostamente desviou recursos públicos e obtido vantagens indevidas no âmbito da administração pública, teria atuado desde pelo menos 2004 “até os dias atuais”.

Conforme aponta a denúncia, ao “aparelhar” um grupo de cargos diretivos e oferecer facilidades a agentes privados, as lideranças políticas propiciavam um ambiente de criminalidade acentuada, onde eram praticados crimes como corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa, violação de sigilo funcional, tráfico de influência, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, fraude a licitação, cartelização e evasão fraudulenta de divisas.

Em entrevista, Dino vê perigo em candidaturas à presidência da República classificadas de fascistas…

Do Portal Vermelho

Flávio Dino: Candidaturas como a de Dória e Bolsonaro representam um retrocesso

Para o governador, o sistema político precisa ser erguido “acima do volume morto” para patamares civilizatórios. Flávio Dino aponta o perigo de candidaturas baseadas em um discurso fascista e ultradireitista como a de João Doria (PSDB), prefeito de São Paulo, e de Jair Bolsonaro. Para o governador, Doria é um “Collor piorado, autoritário, sem experiência administrativa” e tem sido desleal com o seu padrinho político, o governador Geraldo Alckmin, “seu criador”.

Flávio Dino criticou a postura de Dória que tenta articular sua pré-candidatura, apesar de Alckmin ter pretensões na disputa. A atitude é considera como um gesto de “traição” por aliados do governador. “É um oportunista”, resume Flávio Dino.

De acordo com o governador, candidaturas com discurso como a de Dória e Bolsonaro representam um retrocesso. Mas considera que candidaturas como a de Alckmin e Lula, por exemplo, “são traços civilizatórios no meio de um desastre completo”.

“Isso [as duas candidaturas] permitirá que o Brasil faça uma reflexão com qualidade”, afirma. Para ele, há uma diferença “gigantesca” entre Alckmin, Doria e Bolsonaro.

“O Brasil ser governado pelo Alckmin é algo razoável. Governado pelo Doria, é um absurdo e pelo Bolsonaro, é um desastre, uma tragédia”, frisou. “Alckmin tem experiência, foi governador quatro vezes, é um quadro político experimentado, tem as condições dele e um conjunto de forças. Quem é o Doria? É um Collor piorado, fake, autoritário e sem nenhuma experiência administrativa. E o Bolsonaro é uma tragédia, com ideário violento, de exclusão das pessoas, fascista, defensor do aniquilamento das diferenças sociais. Não tem nenhuma condição de dirigir o país”, completou.

Por outro lado, o governador e dirigente do PCdoB diz que “a candidatura de Lula é importante para a unidade do campo de esquerda”. Flávio Dino reforça que Lula tem uma “reserva estratégica de popularidade”, que poderá ser aproveitada nas urnas pelo petista ou por um eventual candidato que ele apoiar, caso não possa ser candidato por conta da perseguição que enfrenta na Justiça.

Assim como diversos juristas, Flávio Dino, que é juiz federal e professor de Direito, tem apontado irregularidades e abusos nas decisões proferidas pelo juiz Sergio Moro contra Lula. Para o governador, a sentença de Moro que condenou Lula a nove anos é “tecnicamente muito frágil e ruim” e mostra o “envolvimento passional” do juiz nas acusações contra o ex-presidente.

Para ele, se os magistrados do TRF-4, que analisarão o caso em segunda instância, confirmarem a condenação do ex-presidente, colocarão em xeque suas biografias ao inviabilizarem a candidatura de Lula em 2018. “E se um dia essa sentença chegar ao Superior Tribunal de Justiça ou Supremo Tribunal Federal, não fica de pé, não será confirmada. Afirmo e aposto 100%”.

Ao analisar o cenário eleitoral em 2018, em caso de nova condenação de Lula, o governador afirma que “quando esse debate se colocar, se de fato se colocar, há um elemento que é essencial: não necessariamente o candidato tem que ser do PT”.

“Esse ponto de partida tem que ser posto. Se não tiver mais jeito, se o tribunal confirmar que Lula não poderá ser candidato, é errado dizer que o PT tem que necessariamente ter candidato. Pode não ter”. Entre as opções da centro-esquerda, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) é “boa alternativa”, diz.

Após episódios envolvendo o PMDB, Roseana já estaria decidida a deixar disputa pelo governo do Maranhão…

As últimas notícias, envolvendo o PMDB, abriram nova crise no grupo Sarney

Após um longo e trágico feriado, segundo informações de bastidores, a ex-governadora Roseana Sarney já admite, aos mais próximos, que se sente desestimulada a disputar as eleições de 2018 e que deve desistir de concorrer ao governo. Primeiro porque seu desgaste só aumenta com a descoberta de novos escândalos, envolvendo seu partido, o PMDB, a cada dia.

De acordo com uma fonte do blog, ela não vislumbraria nenhuma estratégia que possa reverter a alta popularidade do seu principal adversário, o governador Flávio Dino (PCdoB).

Somente neste feriadão, Roseana viu seu amigo, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso após ser descoberto um ‘bunker’ com R$ 51 milhões, viu o pai José Sarney e o fiel escudeiro Edison Lobão terem seus nomes citados no esquema do PMDB, que desviou R$ 864 milhões e, no domingo, um outro escândalo no Maranhão, com desvios de R$ 18 milhões, para obras após enchentes no Estado em 2009.

Somente em uma semana, escândalos que chegam a quase R$ 1 bilhão, supostamente envolvendo o PMDB e o grupo Sarney, teriam desmotivado a ex-governadora a voltar a concorrer às eleições no Maranhão.

Com tantas denúncias contra o PMDB e seu grupo, a tendência é que Roseana saia do foco da disputa pelo governo do Maranhão mais cedo do que se imaginava.

Os detalhes do esquema do PMDB que desviou R$ 864 milhões…

O Jornal Nacional repercutiu, na noite de sábado (09), as falcatruas do grupo que ficou conhecido como “quadrilhão do PMDB”, partido dos maranhenses José Sarney e Edison Lobão.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF) sete membros do partido do presidente Michel Temer por integrarem organização criminosa que desviou recursos públicos e obteve vantagens indevidas, sobretudo no âmbito da administração pública e do Senado Federal.

Além de José Sarney e Edison Lobão, foram denunciados os senadores Jader Barbalho, Renan Calheiros, Romero Jucá e Valdir Raupp e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, todos acusados de receberem propina de R$ 864 milhões e gerarem prejuízo de R$ 5,5 bilhões aos cofres da Petrobras e de R$ 113 milhões aos da Transpetro. Esta é a 34ª denúncia oferecida pela PGR no âmbito da Operação Lava Jato no STF.

Possível delação de Geddel preocupa peemedebistas…

O temor dos auxiliares do presidente Michel Temer é que o ex-titular da secretaria de Governo faça uma delação premiada que comprometa o chefe do Executivo

O ex-ministro foi preso por decisão do juiz Vallisney de Souza Oliveira, que criticou a decisão de outro magistrado de soltar o político sem monitoramento

A prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima realizada, neste final de semana,  pela Polícia Federal (PF) em Salvador, deixou o Palácio do Planalto em alerta. O temor dos auxiliares do presidente Michel Temer é que o ex-titular da secretaria de Governo faça uma delação premiada que comprometa o chefe do Executivo. Na avaliação de investigadores, parte da propina recebida por Geddel enquanto era vice-presidente da Caixa Econômica Federal financiou campanhas de peemedebistas ou foi dividida entre os caciques do partido.
A prisão ocorreu no mesmo dia em que Temer gravou uma mensagem para exaltar os dados econômicos positivos e reforçar o compromisso com as reformas, essenciais para reequilibrar as contas públicas e para que o país volte a crescer. Mas há quem duvide que exista tranquilidade na cúpula do governo. “Se engana quem acha que o clima está bom no Planalto. Todos estão preocupados porque sabem que Geddel é explosivo, tem um temperamento forte e pode reagir muito mal ao cárcere”, disse um parlamentar do PMDB.
O político baiano foi preso por ocultação de recursos e lavagem de dinheiro. A medida é resultado da Operação Tesouro Perdido, em que se encontraram R$ 42 milhões e mais US$ 2,6 milhões em um imóvel supostamente usado para guardar bens do pai dele, morto em 2016.  É um desdobramento das investigações da Operação Cui Bono, na quarta fase, que investiga cobrança de propina para liberação de empréstimos da Caixa. No despacho que autorizou a ação da Polícia Federal (PF), o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal (DF), afirmou que o ex-vice-presidente do banco público persiste na prática de delitos de forma “sorrateira”.

Casa da mãe

Além disso, o magistrado autorizou buscas e apreensão de documentos na casa da mãe de Geddel, que fica no mesmo prédio em que o político mora. Os investigadores temiam que provas fossem destruídas ou escondidas na residência da viúva, dada a proximidade. O peemebebista estava em prisão domiciliar, sem tornozeleira eletrônica, por decisão do desembargador Ney Belo, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desde o dia 13 de julho. Ele havia sido preso 10 dias antes sob suspeita de pressionar o doleiro Lúcio Funaro a desistir de firmar acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).
Oliveira classificou a decisão do outro magistrado como “completamente ineficaz”, por não permitir o monitoramento do investigado. Ele ainda registrou que a falta de eficiência da medida fica clara diante da “dinheirama” encontrada perto da casa de Geddel. O apartamento fica a 1,2km da residência do político baiano, no bairro da Graça, um dos mais nobres de Salvador. Aplicativos de georreferenciamento apontam que o trajeto poderia ser feito em apenas 16 minutos de caminhada.
O juiz federal destacou na decisão que, quando ouvido pela PF e por ele, Geddel não revelou que tinha esses recursos guardados, o que reitera o crime de lavagem de dinheiro. “Mesmo na remota hipótese de que os vultosos valores encontrados não sejam produto direto dos crimes ocorridos na Caixa Econômica Federal, o certo é que ele estava em prisão domiciliar e tais fatos repercutem desfavoravelmente na situação do requerido, por incorrer em reiterada prática criminosa que dá ensejo à prisão preventiva para asseguramento da ordem pública, inclusive diante das provas que o apontam como dono ou possuidor dos valores”, destacou.
Fragmentos das impressões digitais de Geddel foram encontrados em duas sacolas plásticas diferentes. A PF e os procuradores que conduzem as investigações afirmaram que existem “fortes indícios” de que o dinheiro encontrado em um apartamento em Salvador seja do cacique peemedebista. Os investigadores apontam ainda a ligação do imóvel onde foram encontradas as malas de dinheiro com o irmão dele, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).
Durante a operação a polícia encontrou uma fatura em nome de Marinalva Teixeira de Jesus, apontada pelos procuradores como empregada doméstica de Lúcio. Além disso, o proprietário do apartamento, Silvio Antônio Cabral da Silveira, confirmou que emprestou o imóvel ao deputado federal. Conforme o pedido de prisão enviado do MPF para a 10ª Vara Federal do DF, Silveira detalhou que emprestou o apartamento para Lúcio Vieira Lima “em nome da amizade que possuía com ele, embora não conhecesse Geddel”. O empréstimo do apartamento foi confirmado em depoimento da administradora do condomínio.
Na Operação Cui Bono, Geddel e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) são investigados por supostamente cobrar propinas de empresas, entre elas empresas dos irmãos Batista, para a liberação de empréstimos bilionários da Caixa Econômica Federal no período em que o peemedebista foi vice-presidente de Pessoa Jurídica do banco, entre 2011 e 2013, no governo Dilma Rousseff.
Em delação, o doleiro Lúcio Funaro alega ter repassado R$ 20 milhões em dinheiro vivo ao peemedebista. A versão dele é corroborada pelo empresário Joesley Batista, da JBS.
Geddel foi transferido ontem em avião da PF para Brasília, aonde chegou às 15h. Além disso, as malas com o dinheiro e outras provas recolhidas foram levadas para investigação. O político foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para perícia e em seguida seria transferido para a Papuda.
A audiência de custódia com o juiz Vallisney Oliveira ainda não foi marcada e, por isso, havia a chance de que o político baiano permanecesse na sede da PF. O advogado de Geddel e de Lúcio, Gamil Föppel, informou que se manifestará quando tiver acesso aos autos do processo, especialmente aos documentos que são mencionados no decreto de prisão. Conforme ele, as prerrogativas de advogado e do direito de defesa são reiteradamente desrespeitados, diante do impedimento do acesso às provas já documentadas nos autos processuais.

Dino entrega 2ª etapa da nova Praia do Araçagi e ampliação da MA-203…

Segunda etapa da obra do Araçagi foi concluída

O governador do Maranhão,  Flávio Dino ( PCdoB), inaugurou,  neste final de semana, serviços da segunda etapa da urbanização da Praia do Araçagi, em São José de Ribamar; e da orla marítima na Raposa – MA-203 –, com a construção do viaduto Neiva Moreira e ampliação da MA-203. Centenas de pessoas prestigiaram o momento e aproveitaram para se divertir no novo complexo de entretenimento da Grande São Luís.

As obras integram o plano de reestruturação da infraestrutura promovido pelo Governo do Maranhão para melhoria do tráfego, possibilitar mais acesso e também oferecer opções de lazer e interação social às comunidades de São José de Ribamar e demais cidades integradas. O governador Flávio Dino, acompanhado de comitiva de secretários, enfatizou a importância das realizações. “Essa urbanização impacta no turismo, lazer, no esporte, na geração de renda, fruto de uma exitosa ação parceira do Governo com a Prefeitura”, pontuou. Flávio Dino citou ainda o viaduto e o ginásio que foram entregues na ocasião, totalizando 18 obras inauguradas desde o início da semana.

Flávio Dino durante inauguração da segunda etapa da orla do Araçagi (Gilson Teixeira)

Flávio Dino durante inauguração da segunda etapa da orla do Araçagi (Gilson Teixeira)

Na Praia do Araçagi foram concluídos 940 metros de calçadão com pista de cooper, área para ciclismo, novos espaços de vivência com a construção de praças ampliando os ambientes de lazer, estacionamento, via de trânsito com sentido duplo, estrutura de contenção da maré e instalação de iluminação. A primeira etapa da obra foi entregue em junho, com a pavimentação da Avenida Atlântica, principal via de acesso à praia. Para estas etapas o Governo investiu R$ 3,7 milhões.

Cidade ganhou nova área de lazer e turismo (Gilson Teixeira)

Cidade ganhou nova área de lazer e turismo (Divulgação)

Para moradores e frequentadores da área, o espaço é uma alternativa de lazer e diversão. “Vai melhorar muito a qualidade de vida de quem mora aqui. Agora temos a opção de lazer, espaços para atividades físicas e também estacionar sem aquele receio da maré invadir. Melhorou totalmente. Só temos a agradecer ao governador”, avaliou o advogado Antônio Marcelo Barros Ribeiro, que mora nas proximidades da praia há mais de 10 anos e esperava por ações como esta do Governo do Maranhão.

Urbanização

A obra prossegue com a construção das pistas de ciclismo e cooper e mais uma área de convivência. O calçadão também será ampliado totalizando 1.700 metros; mais equipamentos de iluminação serão instalados; e implantadas ações para disciplinamento do trânsito. “Uma obra representativa da forma de trabalhar do Governo Flávio Dino, que promove a interação das pessoas e oferece alternativas de lazer e convivência”, enfatizou o secretário Clayton Noleto. A previsão é que até o fim do ano a orla esteja toda urbanizada.

Flávio Dino durante inauguração da segunda etapa da orla do Araçagi.Infraestrutura

A agenda seguiu com a inauguração das obras na orla marítima, na Raposa, com a entrega do viaduto Neiva Moreira. O viaduto acompanha o cruzamento da Estrada da Raposa com a Estrada da Maioba. A construção, que teve investimentos de R$ 32,6 milhões, faz parte da duplicação da MA-203, avenida de acesso para a orla marítima.

O canteiro central foi estreitado para dar mais espaço à estrada, foi implantado sistema de acessibilidade, sinalização, drenagem, realizada a pavimentação asfáltica e feita revisão de todo a iluminação com reposição de postes. O projeto reestruturou os três quilômetros de duplicação da MA-203, com a implantação do elevado. A estrutura homenageia o jornalista, político maranhense e nome histórico do PDT, Neiva Moreira, falecido em 2012, aos 94 anos.