PT do Maranhão reafirma apoio à reeleição de Flávio Dino

O presidente do PT, Augusto Lobato, o deputado estadual Zé Inácio e o deputado federal Zé Carlos, reafirmaram a união em prol da reeleição de Flávio Dino.

Após a ida do deputado Waldir Maranhão para o PSDB, petistas que defendiam a filiação do deputado federal e os que eram contra a entrada do parlamentar no PT, estão mais unidos no projeto de reeleição do governador Flávio Dino.

Na última sexta-feira (13), o governador recebeu o presidente do PT, Augusto Lobato, o deputado estadual Zé Inácio e o deputado federal Zé Carlos, que reafirmaram a união em prol da reeleição de Flávio Dino.

 

Os questionamentos sem respostas que rondam o estranho caso Mariano Castro…

Médico foi encontrado morto na última quinta-feira. Determinados fatores teriam-no levado a cometer suicídio

Quem disse que determinada “carta”, com trechos maldosamente lançados na internet, seria mesmo do médico Mariano Castro, encontrado morto na última quinta-feira (12)? As anotações feitas, supostamente, por ele não têm a sua assinatura. Essa é a primeira observação que se pode fazer ao analisarmos as abordagens, em relação ao caso, já feitas, até o momento, de forma açodada, precipitada, nas redes sociais, evidenciando uso político do tema com fins, lamentavelmente, ao que nos parece, eleitoreiros .

Dois dias antes de o médico morrer, surge uma “carta” atribuída a Mariano. Mas a quem interessaria vazar anotações que, supostamente, seriam do médico? Como e por que concluíram que a “carta” foi escrita pelo médico? Estamos diante de uma nova tentativa de “Reis Pacheco” (fake news utilizado, em 1994, contra o então candidato ao governo, Epitácio Cafeteira, para prejudicá-lo eleitoralmente)? Todos esses são questionamentos que ficaram sem respostas até aqui. Tudo muito estranho e digno de muitas interrogações.

Em prisão domiciliar, o médico Mariano Castro, alvo da operação Pegadores – que apura denúncias contra a Saúde do Estado – foi encontrado morto, na última quinta-feira (12), em seu apartamento em Teresina (PI) “após cometer suicídio”. Até agora, essa seria a  hipótese mais provável na investigação da polícia.

Em seus depoimentos à Polícia Federal, no inquérito da Operação Pegadores, o médico Mariano Castro não fez acusação a ninguém. Por que o faria numa “carta” sem a sua assinatura e em que circunstâncias? Nao é estranho?

É fato que a Polícia Civil do Piauí diz ter  recolhido uma carta no apartamento em que o médico Mariano Castro foi encontrado morto por sua irmã, na noite da última quinta-feira.  Mas que carta seria essa? O que Mariano deixou mesmo dito nessas linhas?

A carta realmente encontrada no apartamento de Mariano Castro seria a mesma, cujos trechos foram publicados, nas redes sociais, dois dias antes do médico ser encontrado morto? Outra pergunta sem resposta até aqui.

Se a suposta “carta” é ou não do Mariano Costa, a polícia, certamente, vai descobrir. Investigações existem para isso mesmo. Como também os investigadores poderão fazer vir  à tona se determinados “fatores” provocaram a morte precoce do médico. É aguardar!

Cármen Lúcia marca julgamento de foro privilegiado

A ministra marcou o julgamento para o dia 2 de maio.

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, marcou para quarta-feira, dia 2 de maio, o julgamento da ação que pode resultar na restrição do foro privilegiado.

O julgamento foi iniciado em plenário, em novembro do ano passado, mas foi interrompido por pedido de vista do ministro Dias Toffoli, que devolveu o processo, no fim do mês passado, para inclusão na pauta.

Antes da interrupção do julgamento, oito integrantes da Corte manifestaram-se a favor de algum tipo de restrição na competência da Corte Suprema para julgar crimes praticados por deputados e senadores. No entanto, há divergências sobre a situação dos processos que já estão em andamento.

De acordo com a maioria formada, deputados federais e senadores somente devem responder a processos no STF se o crime for praticado no exercício do mandato. No caso de delitos praticados antes do exercício do mandato, o parlamentar seria processado pela primeira instância da Justiça, como qualquer cidadão.

O voto condutor do julgamento foi proferido em junho do ano passado pelo relator, ministro Luís Roberto Barroso. De acordo com o ministro, os detentores de foro privilegiado, como deputados e senadores, somente devem responder a processos criminais no STF se os fatos imputados a eles ocorrerem durante o mandato.

O caso concreto que está sendo julgado envolve a restrição de foro do atual prefeito de Cabo Frio (RJ), o ex-deputado federal Marcos da Rocha Mendes. Ele chegou a ser empossado como suplente do deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ), mas renunciou ao mandato parlamentar para assumir o cargo no município.

O prefeito responde a uma ação penal no Supremo por suposta compra de votos, mas, em função da posse no Executivo municipal, o ministro Barroso manifestou-se pelo retorno do processo à primeira instância da Justiça Eleitoral.

Suicídios, cartas e as estranhas coincidências eleitorais…

Epitácio Cafeteira foi vítima no famoso caso “Reis Pacheco”

Uma estranha e assombrosa coincidência ronda a disputa política no Maranhão, nos últimos 24 anos. O caso mais famoso foi o do “assassinato” do ferroviário Reis Pacheco, em 1994, uma espeesp de “fake news” da época. Posteriormente, outros semelhantes vieram ocorrendo.

Em 1994, às vésperas das eleições, o ex-senador Epitácio Cafeteira liderava a disputa até que o ex-senador José Sarney denunciou a “morte” do ferroviário Reis Pacheco. A estória divulgada em horário nobre de TV apontava o primeiro como mandante do crime. Mais tarde, a farsa foi desmascarada com o aparecimento do ‘defunto’ vivo.

Na década seguinte, em 2007, o ex-governador Jackson Lago governava o Maranhão. O grupo Sarney estava em plena campanha para desgastar a imagem do governo pedetista. Atacava dia sim e outro também a mudança na lei que implantava subsídios como remuneração dos servidores estaduais. Insuflou greve dos professores. Denominou o projeto de “lei do cão”. Precisava de um novo “Reis Pacheco”. E ele apareceu.

O enredo dava conta que a professora Luzia Pinheiro, decepcionada com o governo pedetista, “escrevera” uma carta e saiu do bairro Maiobão, no município de Paço do Lumiar, onde morava e atravessou parte da ilha para cometer suicídio num terreno baldio, no Araçagi.

A morte de Luíza Pinheiro gerou comoção e a imagem do governo Jackson foi ao chão. Mais tarde, a polícia constatou que a professora não se suicidou. Foi ‘suicidada’. As investigações constataram que ela foi atraída por alguém e assassinada. O estrago estava feito. Nunca foram identificados os autores do crime. Restou uma carta com lamentos e acusações ao pedetista.

Dez anos depois, eis que surge o caso do médico Mariano Silva. Uma carta também aparece e, certamente, mais um festival a apontar o dedo na direção do governo Flávio Dino. Mas ficam alguns questionamentos: Por que alguém que cumpre prisão domiciliar faria uma carta e cometeria suicídio? Por que as supostas acusações deixadas em carta não foram feitas à Polícia Federal? Em que circunstâncias foi escrita a tal carta?

Nunca é demais lembrar que, nas eleições de 2014, outra trama diabólica foi armada. Uma denúncia falsa contra o então candidato Flávio Dino (PCdoB) por um assaltante de banco, que cumpria pena em Pedrinhas. A assessoria do comunista agiu rápido junto à polícia para pedir proteção ao acusador.

Quatro casos com muitas semelhanças. E uma certeza: cada vez que se aproxima a eleição e o quadro é desfavorável à oligarquia Sarney, surge sempre uma “estratégia” ou tentativa de desgastar o adversário a partir de situações que causam impacto na sociedade e comoção.

Jair Bolsonaro é denunciado ao STF por crime de racismo

Segundo a denúncia, Bolsonaro usou expressões discriminatórias contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e homossexuais.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou, nessa sexta-feira (13), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) ao Supremo Tribunal Federal (STF) por crime de racismo.

Além da condenação, a procuradoria pede que o deputado seja obrigado a pagar R$ 400 mil por danos morais coletivos.

De acordo com a denúncia, durante uma palestra no Clube Hebraica, em abril do ano passado, Bolsonaro usou expressões discriminatórias contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e homossexuais.

Em entrevista divulgada pelo deputado em uma rede social, ele comenta sobre o caso: “Não posso falar mais nada nesse país? Nós somos invioláveis por quaisquer palavras, opiniões e votos. Quem acha que eu tô maluco, não vota em mim no futuro”, afirmou.

O filho de Bolsonaro, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), também foi denunciado, mas pela suposta agressão a uma jornalista. No entanto, a PGR ofereceu a este parlamentar proposta de transação penal, na qual ele se comprometeria a indenizar a vítima em 40 salários mínimos e a pagar pensão mensal a uma entidade de combate à violência doméstica, além de prestar serviços à comunidade.

Diálogos pelo Maranhão: O alicerce de um governo de todos os maranhenses

Passados quatro anos, o ‘Diálogos pelo Maranhão’ voltou e veio para dar ênfase a todas as conquistas.

Iniciado em 2014 como uma proposta para colher as principais demandas e anseios do povo maranhense, o ‘Diálogos pelo Maranhão’ foi o símbolo da construção de um governo popular e com propostas para mudar a política retrógrada que assolava o Maranhão por 50 anos e era liderada pela oligarquia Sarney.

Um governador popular foi eleito em um sentimento que contagiou todos os cantos do Estado em outubro de 2014. A alegria de uma mudança histórica foi celebrada pelo povo e a certeza de que o alicerce de um governo ‘Para Todos’ tinha sido construído e daria bons frutos.

Passados quatro anos, o ‘Diálogos pelo Maranhão’ voltou e veio para dar ênfase a todas as conquistas, primeiramente na educação, com os programas: Escola Digna; Cidadão do Mundo; Bolsa Escola; os Centro de Educação Integral; Iemas e muitos outros. E na Infraestrutura, com os programas: Mais Asfalto; Diques da Produção e construção de espaços públicos espalhados por todos as regiões.

No passado, a política maranhense era tocada por um grupo de poucas famílias influentes e que se beneficiavam diretamente com isso. Hoje, um governo popular que já deu certo, está reforçando seus ideais com a participação de lideranças comunitárias, estudandes, professores, sindicalistas e muitas outros atores da nossa população.

A construção de um Plano de Governo popular, é a certeza que as políticas públicas podem chegar a todos. É a certeza que o Maranhão está no rumo certo. É a certeza que um governo humano, que coloca seu povo em primeiro lugar vai continuar trazendo mais conquistas para o Maranhão.

Eleições 2018 e a sobrevivência política de Waldir Maranhão

Para tentar sobrevivência política, só resta a Waldir Maranhão buscar a reeleição como deputado federal.

Durante entrevista à TV Guará, o senador Roberto Rocha (PSDB) fez um balanço sobre a situação do PSDB, que recentemente ganhou dois deputados federais e três estaduais.

Ao falar sobre a formação da chapa, Roberto foi enfático ao afirmar que os dois candidatos a senador de sua chapa serão Zé Reinaldo Tavares e Alexandre Almeida. Já o deputado Waldir Maranhão, que espalha aos quatro cantos ser pré-candidato ao Senado, terá que se contentar com uma tentativa de reeleição.

Waldir Maranhão poderia ser candidato a deputado federal na base do governador Flávio Dino com muito mais chances de eleição, mas sua sede de poder falou mais alto e deixou a base por achar que teria que ser candidato a senador. Se com Roberto Rocha, que há pouco tempo não tinha nem esboço de palanque, ele serve para ser candidato a Senado, imagine pela chapa da base governista após suas inconstâncias políticas e aparições diárias com figuras da oposição oligárquica.

Flávio Dino esclarece que pagou passagem a Curitiba do próprio bolso e critica “politização” no caso das enchentes

Dino aproveitou para criticar aqueles que tentam politizar o caso das enchentes que afetaram alguns municípios maranhenses.

Desde que começou a ser alvo de julgamentos, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva tem recebido uma série de manifestações favoráveis devido aos excessos cometidos pela Justiça contra ele. Embasado em posicionamentos com  conhecimentos jurídicos, o governador do Maranhão, Flávio Dino, tem sido um dos mais ferrenhos defensores do petista.

Em postagem no twitter sobre a viagem que fez a Curitiba, Flávio Dino esclareceu  que pagou do próprio bolso a passagem de avião que o levou até a cidade para tentar visitar Lula e foi impedido junto com outros governadores do Nordeste.

Nos posts, o governador também  aproveitou para criticar aqueles que tentam politizar o caso das enchentes que afetaram alguns municípios maranhenses.

Supremo retoma julgamento do habeas corpus de Palocci

Palocci está preso desde setembro de 2016 na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba devido às investigações da Operação Lava Jato.

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou agora pouco o julgamento do habeas corpus protocolado pela defesa do ex-ministro Antônio Palocci. Na sessão desta tarde, os ministros devem decidir se o mérito da questão será julgado. Palocci está preso desde setembro de 2016 na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba devido às investigações da Operação Lava Jato.

Ontem (11), na primeira parte da sessão, por 6 votos a 5, a Corte rejeitou o pedido de habeas corpus por questões processuais. Para a maioria, a defesa deve protocolar outro habeas corpus porque o decreto de prisão preventiva do ex-ministro foi substituído pela sentença que determinou o regime inicial fechado. No entanto, o relator do caso, Edson Fachin, chegou a votar no mérito da questão, mas os ministros decidiram retomar o julgamento hoje para decidir se a questão será realmente deliberada.

No ano passado, Palocci foi condenado pelo juiz federal Sergio Moro a 12 anos, dois meses e 20 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos processos a que responde no âmbito da Lava Jato.

De acordo com as investigações, a empreiteira Odebrecht tinha uma “verdadeira conta-corrente de propina” com o PT, partido do ex-ministro. De acordo com os investigadores, a conta era gerida por Palocci, e os pagamentos a ele eram feitos por meio do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht – responsável pelo pagamento de propina a políticos – em troca de benefícios indevidos na Petrobras.

No STF, a defesa de Palocci alegou que o caso deveria ser julgado pela Segunda Turma da Corte, e não pelo plenário. Além disso, os advogados criticaram o “uso da prisão preventiva como forma ilegal de antecipação de pena”.