Em São Luís, movimento contra Dilma Rousseff em mais um dia de protestos no Brasil

Protesto tomou a Avenida Litorânea, em São Luís

Foto Diego Emir: Protesto tomou a Avenida Litorânea, em São Luís

Em mais um dia nacional de protestos contra o governo Dilma Roussef, os manifestantes foram para a  Avenida Litorânea, em São Luís, neste domingo (12), novamente, ao exemplo do que aconteceu no mês de março. Eles protestam contra a corrupção e medidas impopulares tomadas pelo comando maior do Brasil.

Após o protesto do último dia 15 de março, a popularidade da presidente despencou para apenas tristes 12%, um índice muito longe dos 64% que ela cravava antes de assumir o segundo mandato.

O desgaste político de Dilma cresceu com as revelações do escândalo de corrupção na Petrobras, medidas que oneraram o bolso do brasileiro, como aumentos do combustível, da energia elétrica, das passagens, da cesta básica, dos remédios, etc.

O dia todo será de protestos no Brasil inteiro. Os manifestantes defendem a cassação do mandato de Dilma Rousseff.

Movimento anti-Dilma fará novo protesto no dia 12 de abril

Novo movimento impeachment está marcado para o dia 12

Novo movimento do impeachment está marcado para o dia 12

Caras pintadas voltam às ruas no próximo dia 12 de abril

Caras pintadas voltam às ruas no próximo dia 12 de abril

A empolgação com as milhares de pessoas que compareceram à Avenida Paulista no último dia 15 de março levará o próximo protesto contra a presidente Dilma Rousseff a começar mais cedo do que o anterior, no próximo dia 12 de abril. É o que garante o líder do grupo Revoltados Online, um entre os três principais movimentos que organizaram os mais recentes atos pelo impeachment da presidente.

“Se bobear, a gente começa ainda na madrugada”, diz ao iG Marcello Reis, fundador do Revoltados. O grupo marcou seu ato para às 11h de 12 de abril, quatro horas antes do horário marcado pelo Movimento Brasil Livre (MBL). Também já agendaram seus atos para a mesma hora os grupos Oposição Reunida e SOS Forças Armadas. “Queremos mostrar a todos que representamos 100% a sociedade brasileira, para provar que a presidente realmente tem de cair e irá cair”, completa Reis.

Considerado o mais moderado dos grupos contra a presidente Dilma, o Vem Pra Rua ainda não divulgou oficialmente seu horário, mas a ideia é realizá-lo na mesma hora da manifestação do dia 15, às 14h, também no cruzamento da Rua Pamplona com a Paulista, em frente ao Metrô Trianon Masp. “Deve ser tudo na mesma dinâmica do anterior”, diz a assessora do movimento.

Apesar do novo horário marcado, o ato pelo impeachment de Dilma Rousseff do dia 15 começou a encher a Avenida Paulista ainda pela manhã, horas antes do início oficial. No auge, por volta das 16h, a Polícia Militar afirmou que um milhão de pessoas ocuparam as ruas da via. Segundo o Datafolha, protesto reuniu 210 mil.

“Queremos o impeachment e não vamos parar de ir às ruas até ele acontecer”, diz Marcello, resumindo o que já tem dito desde antes dos atos de duas semanas atrás. “Temos embasamento jurídico para isso. Não dá mais para negar”, faz coro Kim Kataguiri, co-fundador do MBL.