Delegacia de Homicídios investiga assassinato do prefeito de Davinópolis

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) periciou o local do crime e o corpo do prefeito de Davinópolis, Ivanildo Paiva, neste domingo (11). Os próximos passos da investigação são ouvir testemunhas.

O corpo de Ivanildo foi encontrado às 9h do domingo a dois quilômetros de sua chácara, no povoado Juçara, em Davinópolis. Segundo a polícia, o prefeito foi assassinado por arma de fogo.

“O exame de necropsia ainda vai ser finalizado, mas a princípio seria em torno de seis a sete disparos”, disse o delegado Praxísteles Martins, titular da DHPP em Imperatriz, à frente das investigações.

A polícia periciou a caminhonete e a chácara do prefeito, e o local onde seu corpo foi achado. Foram encontradas pequenas manchas de sangue e sinais de resistência da vítima, em seu quarto na chácara.

“Tinha pequenas manchas de sangue no quarto, mas algo bem discreto”, afirmou Praxísteles. “Os móveis não estavam revirados, mas pode até ter havido luta corporal. Tinha sinais de que houve certa resistência”, detalhou o delegado.

Agora a polícia aguarda os resultados da perícia e começa a ouvir testemunhas. A DHPP ainda não trabalha com nenhuma linha de investigação. “Vamos tentar conhecer um pouco da história da vítima nos últimos dias, nos últimos meses, para traçar uma linha mais definida para a investigação”, concluiu Praxísteles.

As investigações seguem sob o comando da DHPP de Imperatriz, com suporte da equipe de São Luís, cujo titular é o delegado Jeffrey Furtado.

Em nota, o Governo do Maranhão manifestou pesar pela morte do prefeito de Davinópolis e informou que vai tomar as providências cabíveis para elucidação do crime.

Nota

O Governo do Maranhão manifesta profundo pesar pela morte do prefeito Ivanildo Paiva, de Davinópolis. Ao tempo que repudia o assassinato, informa que todas as providências estão sendo adotadas para elucidar o covarde assassinato, trabalhando para identificar autor/autores para que seja feita justiça. Toda solidariedade a familiares e amigos do prefeito Ivanildo Paiva nesse momento de dor e justa indignação.

Suspeito ligou para dar os pêsames à mãe do jogador Daniel dois dias após o crime

G1

O empresário Edison Brittes Júnior, de 38 anos, ligou para dar os pêsames à mãe do jogador Daniel na segunda-feira (29), dois dias após a morte do rapaz, segundo o advogado de defesa da família do atleta.

O jogador Daniel Corrêia Freitas, de 25 anos, foi encontrado morto em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, em 27 de outubro.

Edison Júnior confessou ter assassinado Daniel. Ele foi preso na quinta (1º). Júnior disse que Daniel tentou estuprar Cristiana Brittes, de 35 anos, esposa dele – e que, sob descontrole emocional, matou o jogador.

Tudo aconteceu depois de uma festa de aniversário de 18 anos da filha do casal, Allana, na noite de sexta (26), na qual também estava Daniel, numa casa noturna de Curitiba. A festa continuou na madrugada de sábado (27) na casa da família Brittes.

Lá, de acordo com a polícia, Daniel foi espancado e depois levado por Edison Júnior para o matagal, onde foi encontrado morto.

Allana também falou com a família do jogador nos dias seguintes ao crime. Questionada pela tia do jogador onde estaria Daniel, Allana respondeu que não sabia, que não houve briga na casa dela e que o jogador foi embora, sozinho, por volta das 8h da manhã de sábado.

“Ele só deu tchau, levantou e foi embora”, diz a mensagem.

Em um vídeo gravado pela defesa da família Brittes, Allana afirmou que conhecia Daniel há pouco tempo. Entretanto, a jovem publicou numa rede social uma foto dela com o jogador na festa que promoveu no aniversário do ano passado.

Cristiane e Allana também estão presas, assim como Júnior, suspeitas de participar da morte do jogador. Todas as prisões são temporárias, válidas por 30 dias.

O que ainda não está claro na investigação do crime

Na decisão que determinou as prisões, o juiz diz que há indícios de que Edison, Cristiana e Allana atuaram ameaçando e coagindo testemunhas a apresentar versão uniforme. Para o juiz, se as duas permanecessem em liberdade poderia haver comprometimento de provas testemunhais.

Segundo o advogado da família de Daniel, Nilton Ribeiro, houve uma tentativa de encobrir o crime “hediondo, brutal, grotesco que cometeram”.

Policial mata namorada e depois tira a própria vida em São Luís

O assassinato aconteceu na casa da mãe do sargento e, segundo parentes, ele insistia em continuar o namoro com Marcele Cardoso da Silva

O sargento da Polícia Militar, Marcos Vinícius Gomes Costa, assassinou a ex-namorada e, em seguida, tirou a própria vida em São Luís. O caso trágico aconteceu na noite dessa quarta-feira (6), no bairro da Cohab.

O assassinato aconteceu na casa da mãe do sargento e, segundo informações, ele insistia em continuar o namoro com Marcele Cardoso da Silva. Com as negativas da jovem, o sargento acabou praticando o crime.

Marcos Vinícius tinha um filho de outro casamento e chegou a informar, por telefone, à ex-mulher que iria se matar. Os corpos de Marcos e Marcele foram encontrados na manhã de hoje (7). Uma equipe da polícia e do Instituto Médico Legal (IML) foi chamada ao local para as providências iniciais.

Marcele da Silva tinha um filho de três anos de outro relacionamento e era servidora do Detran. A investigação será conduzida pela Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SHPP).

Segundo informações repassadas à Polícia, o sargento estava tentando a reconciliação com ela, insistindo em contatos telefônicos. Horas antes de ser morta, a família disse que ela entrou em contato falando que iria na residência do ex-namorado a pedidos dele.

Preocupados com a falta de contato desde então, os pais da vítima foram até a casa onde o sargento estava morando e encontrando o imóvel fechado, ligaram para uma irmã de Marcos Vinícius para que eles pudessem entrar na casa e foi quando viram os corpos em um dos quartos.

Polícia conduz suspeito de envolvimento na morte de delegado federal em São Luís

O crime ocorreu na noite do último sábado (5), na Praia do Meio, município de São José de Ribamar, na Região Metropolitana de São Luís, vitimando o delegado David Farias de Aragão

A Polícia Federal j´efetuou a prisão de um dos três suspeitos envolvidos no assalto que resultou na morte do delegado federal David Farias de Aragão. O suspeito Wanderson Baldez, de 21 anos, foi identificado no domingo (6) na Upa da Vila Luizão.

O suspeito foi conduzido à delegacia para prestar depoimento, mas retornou ao hospital para ser submetido a uma cirurgia no braço. Quando receber liberação médica, será encaminhado para o Complexo Penitenciário São Luís, em Pedrinhas.

Os outros dois suspeitos foram identificados como David Castro Martins e Leandro, que continuam foragidos. A arma do delegado, usada pelos criminosos, ainda não foi encontrada.

De acordo com o superintendente estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), o delegado Lúcio Rogerio Reis, as buscas continuam para prisão dos demais suspeitos. Ainda segundo ele, a ação rápida de identificação e prisão de um dos envolvidos foi possível graças ao trabalho integrado das forças policiais, que pôde averiguar a ida de Wanderson a um hospital.

O crime ocorreu na noite do último sábado (5), na Praia do Meio, município de São José de Ribamar, na Região Metropolitana de São Luís. O inquérito policial que apurará o latrocínio já foi instaurado e será conduzido pela Polícia Civil do Estado do Maranhão.

Segundo as investigações, Baldez e outros dois suspeitos invadiram a residência da vítima durante uma festa, travaram luta corporal com o delegado e o atingiram com três facadas e disparos de arma de fogo. O policial Davi Farias Aragão foi levado para uma unidade de saúde e, posteriormente, a um hospital particular, onde já chegou sem vida.

As buscas aos suspeitos continuam e o inquérito que está investigando o crime foi instaurado na Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP). O corpo do delegado federal David Farias de Aragão foi enterrado na tarde de domingo (6), no cemitério Parque da Saudade, no bairro do Vinhais, em São Luís.

Em nota, a Superintendência da Polícia Federal no Maranhão lamentou a morte do delegado e estipulou luto na instituição pelo prazo de três dias. Ele era casado, tinha duas filhas e estava na Polícia Federal há mais de doze anos.

A nota elogiou a atuação no combate ao crime, nas operações policiais coordenadas por David Farias. Segundo a PF, o delegado chefiava a Delegacia de Repressão aos Crimes Fazendários.

ASSEMBLEIA LANÇA NOTA DE PESAR POR MORTE DE DELEGADO

  Nota de Pesar

A Assembleia Legislativa do Maranhão externa seu mais profundo pesar pelo falecimento do delegado da Polícia Federal, David Farias Aragão, assassinado durante assalto em sua residência, neste último sábado (5), no bairro Araçagy, em São José de Ribamar.

David Farias tinha 36 anos, era casado e deixa duas filhas. Ingressou na Polícia Federal há mais de 12 anos e coordenou várias operações policiais, contribuindo intensamente nas ações de combate ao crime. Atualmente, chefiava a Delegacia de Repressão aos Crimes Fazendários no Maranhão.

O Legislativo Estadual reconhece a partida do delegado como uma grande perda para a Polícia Federal e para o Brasil. E, neste momento de dor, solidariza-se com familiares, amigos e admiradores. Que a luz divina os console e lhes dê serenidade para enfrentar esta perda imensurável e precoce.

“É melhor ficar calado e aguardar as investigações”, diz Cutrim sobre assassinato de Nenzim

Ele acrescentou que o mais importante é que no Maranhão há delegados de polícia qualificados para elucidar o crime

O deputado Raimundo Cutrim (PCdoB) lamentou, na sessão desta quinta-feira (7), o assassinato do ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, mais conhecido como Nenzim.

“Lamento o assassinato do nosso amigo Nenzim com quem eu tinha uma amizade há mais de 20 anos, pessoa que sempre teve um carinho muito grande por mim. Agora eu estou ouvindo, na imprensa, nos blogs, fatos que é melhor a gente ficar calado e aguardar as investigações”, afirmou Cutrim, ao utilizar a tribuna.

Nenzim, assassinado na manhã de quarta-feira (6) por dois supostos pistoleiros que ocupavam uma moto, era pai do deputado estadual Rigo Teles (PV). “Esse crime que ocorreu em Barra do Corda, nenhum sistema de polícia pode evitar. Crimes dessa natureza, de pistolagem ou similar, a Polícia Judiciária não tem como evitar tampouco a polícia preventiva, que é a Polícia Militar. São fatos que ocorrem em qualquer sociedade e em qualquer estado ou país do mundo”, frisou Cutrim.

Ele acrescentou que o mais importante é que no Maranhão há delegados de polícia qualificados para elucidar o crime. “Vamos aguardar a investigação. Com certeza vamos torcer para que a polícia corra aqui, como se diz, no quente da história, das 72 horas, para que se possa já ter uma informação mais precisa sobre este fato”.

TIRIRICA

Em seu discurso, o deputado Raimundo Cutrim teceu comentários, também, sobre a atitude do deputado federal e palhaço Tiririca (PR-SP) que anunciou que não vai disputar a reeleição no ano que vem e afirmou que vai deixar a Câmara “triste” e “com vergonha” com o que viu durante o mandato.

“Ontem eu também ouvia o caso do Tiririca, um fato também emblemático e fico triste, porque ele não foi correto. Muita gente dizendo, falando cada um uma coisa e ele não foi correto com os seus eleitores. O deputado teve mais de um milhão de votos, então ele deve satisfação aos seus eleitores, aí de repente ele renuncia. Aí de repente sai dizendo que está decepcionado, mas ele tinha um compromisso. Então ali ele mostrou que é covarde e não teve compromisso com o país, com seu Estado e com seus eleitores”, ressaltou Cutrim.

Deputado pede investigação rigorosa para crime contra o ex-prefeito de Barra do Corda…

Presidente em exercício da Assembleia pediu investigação rigorosa para crime contra Nenzim

O plenário da Assembleia, na sessão desta quarta-feira (6), fez um minuto de silêncio pelo falecimento do ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, conhecido por “Nenzim”, pai do deputado Rigo Teles (PV). O presidente da Assembleia em exercício, deputado Othelino Neto (PC do B), de imediato comunicou aos seus pares que iria manter contato com o secretário de Estado de Segurança, Jeferson Portela, pedindo que envide todos os esforços para elucidar o crime e prender os responsáveis.

O ex-prefeito foi vítima de atentado à bala, perpetrado nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira, quando fazia uma caminhada em frente ao Residencial Morada do Rio Corda. Nenzim foi conduzido imediatamente para o Hospital Regional de Presidente Dutra, mas não resistiu aos graves ferimentos, vindo a óbito.

O deputado Bira do Pindaré (PSB), como primeiro orador inscrito na sessão de hoje, pediu todo o empenho do Sistema de Segurança do Estado para que, o mais rápido possível, se chegue aos responsáveis pelo assassinato do ex-prefeito de Barra do Corda. “Fomos todos surpreendidos por esse trágico acontecimento. Esperamos que, o mais rápido possível, se esclareça esse crime”, declarou.

Ex-prefeito de Barra do Corda, no Maranhão, é assassinado com tiro no pescoço

G1

Ex-prefeito de Barra do Corda foi encontrado morto

O ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, conhecido também como Nenzim, foi assassinado com um tiro, que o atingiu no pescoço, na manhã desta quarta-feira (6), segundo informações da Polícia Militar.

O atentando foi por volta das 8h30, em Barra do Corda, distante 341 km de São Luís. Os policiais da cidade ainda levantam mais detalhes sobre o crime e imediatamente acionaram militares de municípios vizinhos para reforçar as buscas aos suspeitos.

Pelas informações que os policiais conseguiram até o momento, dois homens em uma motocicleta se aproximaram de Nenzim e seu filho e dispararam várias vezes e um dos tiros atingiu o pescoço da vítima. O filho não foi ferido pelos tiros, segundo a PM.

Nenzim foi encaminhado, imediatamente, à UPA de Barra do Corda e depois foi transferido para um hospital em Presidente Dutra, mas a polícia confirmou que ele não resistiu ao grave ferimento e faleceu minutos depois de ter sido atingido.

Nenzim é pai do deputado estadual Rigo Teles (PV) e, por três vezes, assumiu o cargo de prefeito de Barra do Corda.

Nota da Secretaria de Segurança Público (SSP-MA):

A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), por meio da Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), informa que já foi instaurado inquérito policial para apurar o caso, que será investigado pela Superintendência Estadual de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP), em parceria com a Delegacia Regional de Barra do Corda. As forças de segurança estão em diligência para localizar os envolvidos no crime, que resultou na morte de Manoel Mariano de Sousa.

Corpo de criança é encontrado enterrado no quintal da própria casa em Paço do Lumiar

Globo.com

Alanna Ludmilla, de 10 anos, estava desparecida desde a quarta-feira (1º). (Foto: Reprodução/TV Mirante)

O corpo da criança Alanna Ludimilla Borges Pereira (10 anos) foi encontrado por policiais, na manhã desta sexta-feira (3), no quintal da própria residência no Maiobão, em Paço do Lumiar, Região Metropolitana de São Luís. O corpo estava em um cova rasa coberta por entulho de material de construção, como telhas. O ex-namorado da mãe, Robert Oliveira, continua como principal suspeito do crime, de acordo com a delegada Eunice Rubem, titular da Delegacia do Maiobão.

No mesmo dia do desaparecimento, uma mochila da criança foi encontrada no Conjunto Upaon Açu, também no município de Paço do Lumiar. A mãe saiu pela manhã para uma entrevista de emprego e deixou a criança em casa. Quando voltou, à tarde, não a encontrou mais.

“O corpo estava debaixo de telhas. Quando foi retirado o entulho, deu para aparecer parte do corpo dela. Uma vizinha disse que viu a criança sair de casa, então vamos verificar tudo, pois se a criança saiu ela deve ter voltado com alguém. Tudo vai ser objeto de investigação. Pode ser que ela tenha sido morta na quarta-feira (1º) ainda”, disse a delegada Eunice Rubem, titular da Delegacia do Maiobão, responsável pelas investigações.

Sobre o caso

Alanna Ludmilla desapareceu na terça-feira (1º), enquanto estava sozinha em casa durante o tempo em que a mãe dela tinha ido a uma entrevista de emprego. Uma mochila que pertencencia a menina foi encontrada em um terreno baldio em um bairro vizinho.

A Polícia Civil estava analisando as imagens de câmeras de segurança próxima ao local, no qual o ex-padastro da criança, foi visto no momento em que a menina sumiu. O principal suspeito foi identificado como Robert Oliveira chegou a prestar depoimento na delegacia, mas depois não foi mais localizado.

Nessa quinta-feira (2), todos os envolvidos no caso voltaram a prestar depoimento na delegacia do bairro Maiobão.

Irmã de Mariana Costa diz que família de Lucas Porto ofendeu honra da vítima…

A irmã da publicitária Mariana Costa, assassinada barbaramente em novembro do ano passado, Juliana Costa, manifestou-se, em sua conta no Facebook, sobre o ocorrido, nesta quinta-feira (17), durante a ida do assassino confesso, Lucas Porto, ex-cunhado da vítima, ao Hospital Nina Rodrigues, em São Luís, onde foi prestar exame de sanidade mental. Ela disse que foi provocada, várias vezes, com ofensas proferidas pela família do acusado contra a honra da jovem que foi morta por estupro, caso que abalou a sociedade maranhense.

Mariana confirmou que, ao tentar fotografar o assassino confesso, foi impedida e agredida pelo irmão dele, Mateus Porto. As imagens do vídeo mostram a irmã da vítima correndo com a câmara, momento em que é tocada pelo familiar de Lucas.

O vídeo tomou grande repercussão nas redes sociais. A família de Mariana pede justiça ao caso e a continuidade do julgamento.

O clima é tenso entre as duas famílias. O lado de Mariana pede justiça ao caso, enquanto que os parentes de Lucas tentam livra-lo da prisão.

Manifestação de Juliana Costa no Facebook

Como todos sabem hoje foi mais um dia de luta, pois o acusado se apresentou no Hospital Nina Rodrigues para uma avaliação de insanidade mental. Onde foi realizado com êxito a primeira etapa.

Enquanto ocorria a avaliação do acusado fui provocada verbalmente por diversas vezes pela família do assassino com ofensas a honra de Mariana. Nenhum momento revidei, estava lá acompanhando o procedimento assim como a família do acusado.

Na saída, quis registrar com uma foto o assassino confesso e fui impedida pela sua mãe e depois pelo seu irmão Mateus Porto que ficou me coagindo conforme vídeo vinculado na mídia.

Sabemos que a verdade foi esclarecida pelos laudos, imagens das câmeras do prédio de Mariana e pela própria confissão do acusado que comprovam claramente a brutalidade de como ele matou Mariana.

Esse crime interessa a sociedade em geral, pois perder uma Irmã que nunca mais voltará para casa de fato é uma dor inimaginável.

A morte de Mariana tem causado sofrimentos existenciais irreparáveis as suas filhas, sobrinhas e todos que conviveram com ela.

Já não basta ter matado a minha irmã Mariana, agora eles agem com mentiras, encenações, violências verbais, físicas e emocionais.

Mais aguardamos pacientemente na justiça dos homens e na de Deus que nunca falhou e nunca falhará.