Datafolha: Bolsonaro tem 56% dos votos e diferença para Haddad cai 6 pontos

O Datafolha entrevistou 9.173 eleitores em 341 cidades no levantamento, encomendado pela Folha e pela TV Globo e realizado na quarta (24) e na quinta (25)

A distância entre os candidatos a presidente Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) caiu de 18 para 12 pontos em uma semana, aponta pesquisa do Datafolha.

A três dias do segundo turno, o deputado tem 56% dos votos válidos, contra 44% do ex-prefeito de São Paulo. No levantamento passado, apurado em 17 e 18 de outubro, a diferença era de 59% a 41%.

O Datafolha entrevistou 9.173 eleitores em 341 cidades no levantamento, encomendado pela Folha e pela TV Globo e realizado na quarta (24) e na quinta (25). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

O resultado é a mais expressiva oscilação na curva das intenções de voto no segundo turno até aqui, e reflete um período de exposição negativa para o deputado do PSL.

Nesta semana, emergiu o caso do WhatsApp, revelado em reportagem da Folha que mostrou como empresários compraram pacotes de impulsionamento de mensagens contra o PT pelo aplicativo. A Justiça Eleitoral e a Polícia Federal abriram investigações.

No domingo (21), viralizou o vídeo da palestra de um de seus filhos, o deputado reeleito Eduardo (PSL-SP), em que ele sugere que basta “um soldado e um cabo” para fechar o Supremo Tribunal Federal em caso de contestação de uma vitória de seu pai.

Em votos totais, Bolsonaro tem 48%, ante 38% de Haddad e 6% de indecisos. Há 8% de eleitores que declaram que irão votar branco ou nulo. Desses, 22% afirmam que podem mudar de ideia até o dia da eleição.

O deputado perdeu apoio em todas as regiões do país, embora mantenha sua liderança uniforme, exceto no Nordeste, onde Haddad tem 56% dos votos totais e Bolsonaro, 30%.

A maior subida de Haddad ocorreu na região Norte, onde ganhou sete pontos, seguido da Sul, onde ganhou quatro. Já Bolsonaro mantém uma sólida vantagem na área mais populosa do país, o Sudeste: 53% a 31%. O Centro-Oeste e o Sul seguem como sua maior fortaleza eleitoral, com quase 60% dos votos totais nas regiões.

Entre os mais jovens (16 a 24 anos), Haddad viu sua intenção de voto subir de 39% para 45%, empatando tecnicamente com Bolsonaro, que caiu de 48% para 42%. Em todas as faixas etárias superiores, contudo, o deputado mantém sua vantagem sobre o ex-prefeito.

O segmento em que o petista mais subiu foi entre os mais ricos, aqueles que ganham mais de 10 salários mínimos. Ali, cresceu oito pontos, mas segue perdendo de forma elástica para Bolsonaro: 61% a 32% dos votos totais. Haddad lidera na outra ponta do estrato, entre os mais pobres (até 2 salários mínimos), com 47% contra 37% do deputado.

Entre o eleitorado masculino, Bolsonaro mantém ampla vantagem, embora tenha oscilado três pontos para baixo —mesma medida da subida do petista. Tem 55% a 35%, distância que é reduzida a um empate técnico por 42% a 41% entre as mulheres.

A rejeição a ambos os candidatos, uma marca desta eleição, permanece alta. Haddad viu a sua oscilar negativamente de 54% para 52%, enquanto Bolsonaro teve a sua subindo três pontos, para 44%. A certeza do voto dos eleitores declarados de ambos é alta: 94% dos bolsonaristas e 91% dos pró-Haddad se dizem convictos.

Datafolha: Bolsonaro lidera com 59%, contra 41% de Haddad

O Datafolha ouviu 9.371 eleitores entre os dias 17 e 18, em 341 municípios

No Datafolha desta quinta-feira (18), o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 59% dos votos válidos, contra 41% de seu adversário, Fernando Haddad (PT). Na semana passada, o pesselista tinha 58% e o petista, 42%. Os votos válidos excluem os brancos, nulos e indecisos.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Na conta dos votos totais, o capitão reformado tem 50% das intenções e o ex-prefeito de SP, 35%. Os brancos e nulos são 10% e os indecisos, 5%.

No índice de rejeição, Fernando Haddad tem 54%, já Bolsonaro aparece com 41%.

O Datafolha ouviu 9.371 eleitores entre os dias 17 e 18, em 341 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Depois de pesquisa, ordem de Bolsonaro é não cometer erros; Haddad vai mirar em nordestinos

Os candidatos a presidente Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil e Andre Penner/AP

G1

Depois da primeira pesquisa Datafolha no segundo turno, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, deu uma ordem à sua equipe: não cometer erros porque a vitória estaria garantida. Já o petista Fernando Haddad terá a missão de recuperar votos perdidos no Nordeste e também no Sudeste. Não basta apenas atrair os 6% de indecisos. Ele acredita, porém, que pode crescer oito pontos e chegar empatado com o capitão reformado do Exército.

O levantamento do Datafolha mostrou Bolsonaro 16 pontos à frente de Haddad: 58% a 42%. A mesma diferença do final do primeiro turno nos votos válidos. Como no segundo turno cada ponto que um candidato ganha pode significar perda na mesma proporção do outro, um crescimento de oito pontos da parte de Haddad pode embolar a disputa.

O candidato do PSL, porém, acredita que não irá perder votos caso sua campanha não cometa erros. Bolsonaro não quer apenas evitar erros, desenha uma estratégia para ganhar pontos nas próximas pesquisas. Daí surgiu a ideia, lançada no início da reta final, de criar o 13º para os que recebem o Bolsa Família. Saiu na frente do PT apresentando uma medida que pode ter forte impacto no Nordeste, onde conquistou votos antes destinados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Haddad, do seu lado, quer recuperar os votos perdidos entre os nordestinos para ampliar sua liderança na região, única em que vence Bolsonaro. Conta, para isso, com os governadores aliados que ganharam suas eleições no Nordeste, a maioria, para esta missão. Mas também subir apenas no Nordeste não resolve para o petista. Ele precisa também melhorar seu desempenho na região Sudeste, onde, no passado, o PT tinha bom desempenho e hoje sofre com uma rejeição elevada.

Para isso, Haddad vai ser mais Haddad no segundo turno. Já providenciou a retirada da cor vermelha como predominante no seu material de campanha. Passará a usar mais o verde e o amarelo, tudo na busca de reduzir o antipetismo, muito forte na região Sudeste. Ele conta também com uma campanha para tentar convencer os eleitores que optaram por não votar, os que se abstiveram, a comparecerem às urnas no dia 28 de outubro e destinarem seus votos para o PT. O problema é que a abstenção, em eleição presidencial, costuma ser mais alta no segundo turno.

O petista também vai, em sua propaganda no rádio e TV, insistir na estratégia de associar Bolsonaro à violência por causa de suas propostas na área de segurança, de linha dura, e dos últimos episódios de agressões entre eleitores de Bolsonaro e de Haddad. O candidato do PSL, procurando se antecipar, registrou nas redes sociais que “dispensa” votos dos que praticam violência na campanha, numa reação às críticas feitas até por seus assessores de que ele deveria ter condenado com mais veemência o assassinato de um mestre de capoeira, ocorrido depois de uma briga com um homem que seria simpatizante do candidato do PSL.

Datafolha: Bolsonaro tem 58% dos votos válidos, contra 42% de Haddad

O Datafolha ouviu 3.235 eleitores em 227 municípios, hoje, 10 de outubro

O Datafolha divulgou nesta quarta-feira (10), o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado nesta quarta, dia 10, e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 58%

Fernando Haddad (PT): 42%

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 49%

Fernando Haddad (PT): 36%

Em branco/nulo/nenhum: 8%

Não sabe: 6%

Sobre a pesquisa

O Datafolha ouviu 3.235 eleitores em 227 municípios, hoje, 10 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-00214/2018.

Pesquisa Datafolha para presidente: Bolsonaro, 35%; Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 8%; Marina, 4%

O DataFolha entreviatou 10.930 eleitores em 389 municípios entre os dias 3 e 4 de outubro

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (4) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 10.930 eleitores nesta quarta-feira (3) e na quinta (4). Segundo o Datafolha, Jair Bolsonaro, do PSL, manteve o crescimento e atingiu 35%. Fernando Haddad, do PT, ficou estável.

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL) tem 35%; Fernando Haddad (PT) tem 22%; Ciro Gomes (PDT) tem 11%;Geraldo Alckmin (PSDB) tem 8%; Marina Silva (Rede) tem 4%; João Amoêdo (Novo) tem 3%; Alvaro Dias (Podemos) tem 2%; Henrique Meirelles (MDB) tem 2%; Cabo Daciolo (Patriota) tem 1%; Guilherme Boulos (PSOL) tem 0%; Vera Lúcia (PSTU) tem 0%; João Goulart Filho (PPL) tem 0%; Eymael (DC) tem 0%.

Branco/nulos somaram 6%. Não sabe/não respondeu somaram 5%.

Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos. Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na terça-feira (2):

Bolsonaro passou de 32% para 35%; Haddad foi de 21% para 22%; Ciro se manteve com 11%; Alckmin foi de 9% para 8%; Marina se manteve com 4%.

Os indecisos se mantiveram em 5% e os brancos ou nulos foram de 8% para 6%.

Votos válidos

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Os números são:

Jair Bolsonaro (PSL) tem 39%; Fernando Haddad (PT) tem 25%; Ciro Gomes (PDT) tem 13%; Geraldo Alckmin (PSDB) tem 9%; Marina Silva (Rede) tem 4%; João Amoêdo (Novo) tem 3%; Henrique Meirelles (MDB) tem 2%; Alvaro Dias (Podemos) tem 2%; Cabo Daciolo (Patriota) tem 1%; Guilherme Boulos (PSOL) tem 1%; Vera Lúcia (PSTU) tem 0%; João Goulart Filho (PPL) tem 0%; Eymael (DC) tem 0%.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Em quais desses candidatos você NÃO VOTARÁ de jeito nenhum NO DOMINGO QUE VEM? E qual mais?” Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

Bolsonaro tem 45%; Haddad tem 40%; Marina tem 28%; Alckmin tem 24%; Ciro tem 21%; Meirelles tem 15%; Boulos tem 14%; Cabo Daciolo tem 14%; Vera Lúcia tem 13%; Alvaro Dias tem 13%; Eymael tem 12%; Amoêdo tem 11%; João Goulart Filho tem 11%.

Rejeita todos/Não votaria em nenhum: 2%. Votaria em qualquer um/Não rejeita nenhum: 2%. Não sabe: 4%

Simulações de segundo turno

Bolsonaro 44% x 43% Haddad (branco/nulo: 10%; não sabe: 2%)

Ciro 48% x 42% Bolsonaro (branco/nulo: 9%; não sabe: 2%)

Alckmin 43% x 42% Bolsonaro (branco/nulo: 13%; não sabe: 2%)

Alckmin 42% x 38% Haddad (branco/nulo: 17%; não sabe: 3%)

O DataFolha entreviatou 10.930 eleitores em 389 municípios entre os dias 3 e 4 de outubro. Margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-02581/2018

Datafolha: Bolsonaro vai a 32% e abre 11 pontos de vantagem para Haddad

A pesquisa Datafolha ouviu 3.240 pessoas durante o dia nesta terça-feira (2)

Nova pesquisa Datafolha mostra que Jair Bolsonaro (PSL) cresceu 4 pontos porcentuais em relação à última sexta-feira 28 e lidera a corrida presidencial com 32% das intenções de voto, onze pontos a mais que o segundo colocado, Fernando Haddad (PT), que oscilou negativamente em um ponto e agora aparece com 21%.

Em terceiro, Ciro Gomes (PDT) se manteve com 11%, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), que caiu um ponto, dentro da margem de erro, e agora tem 9%. O resultado da pesquisa foi divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo, que contratou o levantamento em parceria com a TV Globo.

Marina Silva, da Rede, tem 4% e João Amoêdo (Novo), 3%. Henrique Meirelles (MDB), Alvaro Dias (Podemos) e Cabo Daciolo (Patriota) aparecem com 2% cada. Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL), José Maria Eymael (DC) e Vera Lúcia (PSTU) não pontuaram. Brancos, nulos e indecisos somam 13%.

Segundo turno

De acordo com o Datafolha, Bolsonaro estaria em empate técnico com todos os adversários mais cotados para enfrentá-lo no segundo turno. Com Haddad, o presidenciável do PSL conseguiu reverter a desvantagem – ele perdia de 45% a 39% – e agora está numericamente à frente, com 44% contra 42% do ex-prefeito de São Paulo. Brancos, nulos e indecisos seriam 14%.

Na simulação contra Ciro Gomes, que era quem possuía a maior vantagem contra o líder do primeiro turno, a diferença caiu de dez (48% a 38%) para quatro pontos (46% a 42%), agora no limite da margem de erro de dois pontos percentuais, também configurando um empate. Brancos, nulos e indecisos seriam 12%.

Se enfrentasse Geraldo Alckmin, a vantagem de intenção de voto seria do tucano, com 43%, contra 41% do capitão da reserva. Brancos, nulos e indecisos somariam 16%.

O instituto também mediu eventuais disputas entre Ciro e Alckmin (41% a 37%, com 21% indecisos) e entre Alckmin e Haddad (43% a 36%, com 21% indecisos).

Rejeição

Segundo o instituto, a rejeição a Haddad saltou 9 pontos porcentuais, passando de 32% para 41%. Bolsonaro segue endo o candidato mais rejeitado, desaprovado por 45% do eleitorado, 1 ponto a menos que no último levantamento.

Marina tem rejeição de 30%, Alckmin, de 24%, Ciro, 22%, Meirelles e Boulos, 15%, Cabo Daciolo, 14%, Alvaro Dias e Vera Lúcia, 13%, Eymael e Amoêdo, 12% e João Goulart Filho, 11%.

A pesquisa Datafolha ouviu 3.240 pessoas durante o dia nesta terça-feira, 2. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob a identificação BR-03147/2018

Datafolha: Haddad cresce e empata com Ciro em segundo. Bolsonaro vai a 26%

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) segue liderando a pesquisa, mas agora com 26%, graças à oscilação positiva de dois pontos, dentro da margem de erro da pesquisa

Agora cabeça de chapa do PT na candidatura à Presidência da República, Fernando Haddad é o candidato com maior crescimento nesta semana na pesquisa Datafolha. A pesquisa divulgada nesta sexta-feira mostra que Haddad, que foi apresentado oficialmente como candidato petista na terça-feira, cresceu quatro pontos, de 9% para 13%. Na pesquisa de agosto, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda era tratado como o candidato petista apesar de preso, seu sucessor tinha apenas 4%. Com o crescimento repentino, Haddad empata em 13% com Ciro Gomes (PDT), que estancou nesta pesquisa em relação à anterior.

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) segue liderando a pesquisa, mas agora com 26%, graças à oscilação positiva de dois pontos, dentro da margem de erro da pesquisa. Em agosto, antes de ser vítima do atentado a faca em Juiz de Fora (MG), ele tinha 22%. Ou seja, segue em tendência de crescimento. Ainda segundo a pesquisa, apenas 2% dos eleitores mudaram seu voto por conta do ataque — mas 72% se disseram um pouco ou muito comovidos pelo episódio. Outra tendência que se confirma nesta pesquisa é a de queda para Marina Silva (Rede), que desce de 11% para 8% — em agosto, ela tinha 16%. Já Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou dentro da margem de erro, mas para baixo, ao contrário da pesquisa anterior, e foi de 10% para 9%.

Os demais candidatos praticamente não variaram, assim como os votos brancos e nulos, que foram de 15% para 13%, e a quantidade de eleitores que não responderam em quem pretendem votar, que oscilou de 7% para 6%. A rejeição dos principais candidatos da corrida presidencial também não variou consideravelmente. Bolsonaro segue sendo o mais rejeitado, por 44% dos 2.820 entrevistados em 187 cidades. Marina segue como a segunda mais rejeitada, com 30%. Já Haddad passou a ocupar o terceiro lugar na rejeição, com 26%, logo à frente de Alckmin (25%). Ciro oscilou de 20% para 21% no índice de rejeição.

Nas projeções de cenários para o segundo turno, Bolsonaro melhorou seu desempenho contra todos os candidatos com que é comparado. Antes, perdia para Marina por 43% a 37%; agora, a derrota seria por 43% a 39%. No confronto contra Alckmin, a distância também caiu, de 43% a 34% em favor do tucano para 41% a 37%. Quando enfrenta Ciro, Bolsonaro perde por 45% a 38%, antes era 45% a 35%. No cenário com Haddad, antes o capitão reformado do Exército empatava tecnicamente com 38% contra 39% do petista; agora permanece o empate, mas Bolsonaro aparece com 41% e Haddad, com 40%.

Os principais números da pesquisa

Intenção de voto

(Entre parênteses o índice de cada candidato na pesquisa anterior, aplicada no dia 10/09)

Jair Bolsonaro (PSL): 26% (24%)

Ciro Gomes (PDT): 13% (13%)

Fernando Haddad (PT): 13% (9%)

Geraldo Alckmin (PSDB): 9% (10%)

Marina Silva (Rede): 8% (11%)

Alvaro Dias (Podemos): 3% (3%)

João Amoêdo (Novo): 3% (3%)

Henrique Meirelles (MDB): 3% (3%)

Guilherme Boulos (PSOL): 1% (1%)

Cabo Daciolo (Patriota): 1% (1%)

Vera (PSTU): 1% (1%)

João Goulart Filho (PPL): 0% (0%)

Eymael (DC): 0% (0%)

Brancos/nulos: 13% (15%)

Não responderam: 6% (7%)

Rejeição dos candidatos

Jair Bolsonaro (PSL): 44% (43%)

Marina Silva (Rede): 30% (29%)

Fernando Haddad (PT): 26% (22%)

Geraldo Alckmin (PSDB): 25% (24%)

Ciro Gomes (PDT): 21% (20%)

Rejeita todos/não votaria em nenhum: 4% (5%)

Poderia votar em todos: 2% (1%)

Não sabe/não respondeu: 5% (10%)

Datafolha: Bolsonaro lidera com 24%, seguido de Ciro 13%, Marina 11%, Alckmin 10% e Haddad 9%

O nível de confiança da pesquisa é de 95%

O Datafolha divulgou nesta segunda-feira (10) uma nova pesquisa de intenções de voto para presidente da República. É o primeiro levantamento do instituto desde que o Tribunal Superior Eleitoral rejeitou a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência.

O Datafolha pesquisou o cenário em que o nome de Fernando Haddad, candidato a vice-presidente pelo PT, aparece como possível substituto de Lula na chapa.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Vamos aos números:

Jair Bolsonaro (PSL): 24%

Ciro Gomes (PDT): 13%

Marina Silva (Rede): 11%

Geraldo Alckmin (PSDB): 10%

Fernando Haddad (PT): 9%

Alvaro Dias (Podemos): 3%

João Amoêdo (Novo): 3%

Henrique Meirelles (MDB): 3%

Guilherme Boulos (PSOL): 1%

Vera Lúcia (PSTU): 1%

Cabo Daciolo (Patriota): 1%

João Goulart Filho (PPL): 0%

Eymael (DC): 0%

Branco/nulos: 15%

Não sabe/não respondeu: 7%

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado em 21 de agosto:

Jair Bolsonaro oscilou, dentro da margem de erro, de 22% para 24%(com a margem de erro, tem de 22% a 26%);

Ciro Gomes tinha 10%, agora tem 13% (pela margem de erro, de 11% a 15%);

Marina Silva estava com 16%, agora caiu para 11% (com a margem de erro, tem de 9% a 13%);

Geraldo Alckmin tinha 9%, agora, 10% (com a margem de erro, de 8% a 12%);

Ciro, Marina e Alckmin estão tecnicamente empatados.

Fernando Haddad tinha 4%, agora cresceu para 9% (com a margem de erro, tem de 7% a 11%);

Fernando Haddad também está tecnicamente empatado, no limite da margem de erro, com Ciro, Marina e Alckmin

Álvaro Dias tinha 4%, agora tem 3%(com a margem de erro, de 1% a 5%);

João Amoêdo tinha 2%, agora, 3%(com a margem de erro, de 1% a 5%);

Henrique Meirelles também tinha 2%, agora 3% (com a margem de erro, de 1% a 5%);

Os três (Dias, Amoêdo e Meirelles) estão empatados.

Guilherme Boulos, Vera Lúcia e Cabo Daciolo tinham 1% cada um e mantiveram 1% (com a margem de erro, têm de 0% a 3%);

João Goulart Filho tinha 1%, agora, 0% (com a margem de erro, tem de 0% a 2%);

Eymael não pontuou em nenhuma das duas pesquisas.

Votos brancos e nulos somavam 22%, agora, 15%.

Não responderam ou não quiseram opinar eram 6%, agora, 7%.

Flávio Dino diz que bloco liderado por Lula tem tudo para vencer a eleição

Lula aparece com 30% das intenções de voto e, quando sai do cenário, o percentual de eleitores sem candidato atinge 33%

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB-MA), usou as redes sociais para comentar a pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (10) que aponta o ex-presidente Lula com 30% das intenções de voto.

Em seu post, Dino ressalta a força de Lula. ” A Pesquisa DataFolha mostra que o bloco nacional e popular, liderado por Lula, tem tudo para levar um candidato ao 2º turno e vencer. Ou ele próprio, ou quem ele indicar. Fundamental é a união, como a Frente Ampla do Uruguai ensina”, salienta o governador.

Nova pesquisa Datafolha, realizada na semana passada e divulgada neste domingo (10), mostra que adversários do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial ainda não conquistaram a preferência dos eleitores. Lula aparece com 30% das intenções de voto e, quando sai do cenário, o percentual de eleitores sem candidato atinge 33%.