Prefeitura de São Luís reforça serviços preventivos para o período chuvoso na capital

No conjunto de ações está o monitoramento de áreas consideradas de risco, a limpeza com retirada de sedimentos, desobstruções de bueiros e galerias, capina, roçagem e poda de árvores

Período chuvoso se aproximando e a gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior executa uma série de ações preventivas de monitoramento, limpeza e desobstrução do sistema pluvial da capital com fins a minimizar os riscos à população da capital. Assim, a Prefeitura de São Luís tem intensificado as atividades rotineiras do cronograma de serviços, priorizando áreas de maior risco de acúmulo de água. No conjunto de ações está o monitoramento de áreas consideradas de risco, a limpeza com retirada de sedimentos, desobstruções de bueiros e galerias, capina, roçagem e poda de árvores. A manutenção do sistema de trânsito também integra as atividades.

Para as áreas de risco, a Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania (Semusc), por meio da Defesa Civil Municipal elaborou plano de contingência para atender demandas nos locais de ocorrências. O planejamento envolve secretarias municipais e tem apoio de parceiros como a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e Exército. Paralelo ao trabalho técnico, a instituição desenvolve atividades educativas junto aos moradores, orientando sobre perigos e como agir em caso de possíveis deslizamentos ou desabamentos.

“Seguido orientação do prefeito Edivaldo para garantir a segurança, desenvolver ações sociais e de prevenção aos que residem nessas áreas elaboramos um plano de contingência para ações nas quais sejam necessários fazer atendimento nos locais e também deslocamento de pessoas”, frisou o secretário da Semusc, Heryco Coqueiro.

A superintendente da Defesa Civil Municipal, Elitânia Barros, explica que o trabalho faz parte do planejamento continuado do órgão que é ligado à Semusc, vem sendo intensificado por conta das chuvas fortes que caíram na capital no fim de novembro. “Tivemos uma chuva atípica que trouxe problemas em áreas já consideradas de risco, mas a equipe mantém o monitoramento e vistorias nestes locais para evitar maiores prejuízos aos moradores e seus imóveis”, reforça Elitânia Barros.

Paralelo às ações de monitoramento, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), trabalha na desobstrução e limpeza de bueiros e galerias, com serviço mecanizado e apoio de caminhões hidrojato. Na ação é realizada a retirada de sedimentos – barro, arenosos e matagal. Por ocasião das chuvas, pode ocorrer arrastão de material arenoso para galerias e bueiros, causando obstrução. Os serviços prepararam as áreas em caso de grande volume de chuvas.

“Devido às chuvas em nossa cidade nos últimos dias, bem como a indicação da continuidade para os próximos dias, estamos intensificando os serviços de limpeza e desobstrução de bueiros e galerias pela cidade. Esse trabalho preventivo, que a gestão do prefeito Edivaldo realiza de forma permanente na manutenção do sistema de drenagem urbana da cidade, é de suma importância para garantir a funcionalidade do uso do solo urbano no período chuvoso”, reforça o titular da Semosp, Antônio Araújo.

Com o período das chuvas, Prefeitura reforça monitoramento em áreas de risco na capital

A ação está sendo feita com base no mapeamento destas áreas com fins a prevenir e solucionar problemas que possam afetar moradores

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania (Semusc), via Defesa Civil Municipal, está reforçando as ações executadas periodicamente pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, no que concerne ao trabalho de prevenção ao período chuvoso na capital. Desde o início desta semana equipes da Defesa Civil Municipal realizam vistoria técnica em moradias de áreas consideradas de risco em regiões da cidade, entre elas, a do Itaqui-Bacanga. Entre os bairros visitados estão Sá Viana e Vila Embratel. A ação está sendo feita com base no mapeamento destas áreas com fins a prevenir e solucionar problemas que possam afetar moradores.

O trabalho faz parte do planejamento continuado da Defesa Civil Municipal e foi intensificado devido as fortes chuvas iniciadas na última semana quando em algumas regiões o volume de chuva chegou a 223mm, em menos de 12 horas, ocasionando pontos de acúmulo de água. Bairros como Altos do Calhau, Primavera, Coroadinho, Piancó, Tomázinho e Fumacê são áreas que recebem atenção das equipes de monitoramento. O alerta é para mais chuvas nos próximos dias.

O secretário municipal da Semusc, Heryco Coqueiro, destaca que a ação é feita de forma constante, seguindo orientação do prefeito Edivaldo. “O objetivo da Prefeitura é garantir a segurança, desenvolver ações sociais e de prevenção aos que residem nessas áreas. Assim, seguido orientação do prefeito Edivaldo, elaboramos um plano de contingência para ações nas quais sejam necessários fazer atendimento nos locais e também deslocamento de pessoas”, frisou o secretário.

“Orientamos a população e mostramos que as equipes estão atentas. Em caso de ocorrências, os moradores podem nos acionar. Permaneceremos, por orientação do prefeito Edivaldo, em campo nas áreas mapeadas, com especial atenção às que requerem ações urgentes e vamos manter essa logística enquanto as previsões do tempo apontarem para riscos de fortes chuvas”, reforça a superintendente da Defesa Civil Municipal, Elitânia Barros.

A ação está sendo feita com base no mapeamento destas áreas com fins a prevenir e solucionar problemas que possam afetar moradores

Durante a ação, os fiscais aplicam questionário aos moradores para obterem informações como sobre o número de pessoas ocupantes da residência, situação dos imóveis e ocorrências que por ventura tenham causado qualquer dano.

Segundo Elitânia Barros, os principais problemas identificados durante as vistorias são imóveis em áreas de encostas e propensas à deslizamentos e alagamentos; por trás de barreiras e em terrenos bastante acidentados. Além de problemas estruturais (rachaduras, fissuras e outros que atingem a estrutura física dos imóveis) e questões sociais como as moradias em palafitas. Os dados coletados orientam órgãos de referência para as medidas necessárias.

O planejamento envolve secretarias municipais e apoio de parceiros como a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e Exército. O relatório com dados atualizados do mapeamento geológico das áreas e das situações de risco está em fase de levantamento para posterior divulgação. O trabalho foi elaborado em conjunto com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), órgão do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Somado ao trabalho técnico com as vistorias e monitoramento das áreas, a Defesa Civil Municipal promove ações educativas junto aos moradores, durante o processo de levantamento das informações. As equipes orientam as famílias sobre os perigos e como agir em caso de possíveis deslizamentos ou desabamentos.

Prefeitura de São Luís implanta medidas para conter transtorno causado pelas fortes chuvas

Para reduzir alagamentos e prevenir inundações, a Prefeitura de São Luís tem investido na ampliação e melhoria do sistema de drenagem na capital.

A Prefeitura de São Luís atuou de forma intensa e imediata nesta segunda-feira (16) com o objetivo de conter os transtornos causados à população em razão das fortes chuvas que caíram desde o início da manhã.

Equipes da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) foram deslocadas para os pontos onde houve maior acúmulo de água para realizar ações de desobstrução de canais e galerias, recuperação de bueiros e contenção de erosão. A Defesa Civil também reforçou o monitoramento com vistorias em locais de risco para avaliar os impactos das chuvas. Segundo o Núcleo de Meteorologia da Universidade Federal do Maranhão (Uema), em alguns pontos da cidade, o índice pluviométrico chegou à 100 mm, quase um quarto da média climatológica do mês.

Entre os locais que receberam equipes da Semosp estão a Avenida Jerônimo de Albuquerque, Curva do Noventa e Divinéia. Segundo o secretário de Obras e Serviços Públicos (Semosp), mesmo com o expressivo volume pluviométrico registrado na cidade, as obras de drenagem executadas pela Prefeitura nos pontos mais críticos da capital têm respondido a contento ao que foi planejado.

Diante do aumento no volume de chuvas previsto para este ano, a Prefeitura de São Luís tem trabalhado permanentemente para minimizar os impactos de um dos períodos chuvosos mais rigorosos dos últimos tempos, segundo dados da Uema. Para isso, a Semosp vem monitorando os pontos mais suscetíveis a inundações, colocando suas equipes nas ruas diariamente para identificar e sanar os problemas de escoamento d´água, entre outras intervenções de caráter preventivo para melhorar a captação e a fluidez do volume de água pela rede de drenagem da capital.

Para reduzir alagamentos e prevenir inundações, a Prefeitura de São Luís tem investido na ampliação e melhoria do sistema de drenagem na capital, com a implantação de 30 km de rede de drenagem, contemplando dezenas de pontos da cidade.

Os serviços de ampliação da rede de drenagem da capital – com a construção de canais e galerias para escoamento da água pluvial, visando estruturar a cidade para enfrentamento às grandes chuvas – contemplaram dezenas de bairros e foram determinantes para amenizar os problemas verificados nos pontos mais críticos e emblemáticos da capital. Entre os pontos anteriormente considerados críticos que receberam obras de drenagem profunda da Prefeitura de São Luís estão o setor do Mercado Central e Canal do Portinho, no Centro; Curva do Noventa; avenidas Presidente Juscelino e Holandeses, no Calhau, assim como bairros como Cohatrac, Apaco, Parque Sabiá, Vila Natal, São Cristóvão, Santa Clara, Rio da Bicas, Rio Gangan, entre outros setores da cidade.

Cidades alvos de enchentes e enxurradas recebem assistência do governo do Estado

As equipes de salvamento prestaram reforço realocando os desabrigados.

Centenas de pessoas atingidas pelos estragos das chuvas nos últimos dias receberam apoio do Governo do Estado com as ações de equipes do Corpo de Bombeiros, Centro Tático Aéreo e das secretarias de referência. Segundo a Defesa Civil do Estado, pelo menos 15 cidades foram alvo de enchentes e enxurradas.
As equipes de salvamento prestaram reforço realocando os desabrigados, monitorando a situação de risco e fazendo, junto às prefeituras, levantamento das necessidades prioritárias. Nesta quarta-feira (11), o Governo do Maranhão enviou remessas de mantimentos a cidades afetadas.
Em Tuntum, uma das mais recentes na lista de atingidas, a equipe do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil articularam com a Prefeitura local as medidas a serem tomadas na região. Além das famílias desabrigadas, as chuvas comprometeram as vias de acesso, dificultando a chegada do salvamento ao local.
Um helicóptero do Centro Tático Aéreo (CTA) foi disponibilizado permitindo que a ajuda chegasse à cidade. Com as equipes em solo, todos os desabrigados foram retirados das áreas alagadas e transferidos a locais seguros. Outra cidade em que as equipes atuaram foi Caxias, onde houve transbordamento do riacho afluente do Rio Itapecuru no povoado Riachão. Foram socorridas seis famílias com retirada emergencial do Corpo de Bombeiros.
A ajuda humanitária inclui distribuição de mantimentos, cestas básicas de alimentos, medicação e itens como roupas, colchonetes, filtros e água. A remessa enviada nesta quarta-feira atende solicitação das prefeituras de Bacabal, Trizidela do Vale e Pedreiras, totalizando aproximadamente 600 itens.
O Governo do Estado vem trabalhando em parceria com as prefeituras e apoio do Governo Federal em cidades que já declararam calamidade pública ou estão com o processo em andamento. A situação de emergência é decretada diante dos prejuízos contabilizados pelos municípios. Paralelamente, ações assistenciais são organizadas pela Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDECMA) em conjunto com as prefeituras. A equipe da CEPDECMA auxilia na condução das ações e gerenciamento do desastre. Os municípios que já decretaram situação de emergência foram Marajá do Sena, Pedreiras, Trizidela do Vale e Lago dos Rodrigues.

Em vídeo, Flávio Dino prova que não beneficiou Odebrecht…

Em vídeo oficial, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), mostrou certidão da Câmara Federal, provando que nunca emitiu parecer e nem votou projeto de Lei que beneficiaria a Odebrecht. Ele negou e condenou citação de seu nome por um dos executivos da empreiteira, em delação premiada, da operação Lava Jato.

Veja o vídeo:

Defesa Civil fará vistorias em casas atingidas por tremor de terra em Belágua

O município mais pobre do Brasil foi atingido por um abalo sísmico

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Maranhão, coronel Célio Roberto, informou que foram constatados poucos danos em Belágua, um dos municípios mais atingidos pelo tremor de terra no Estado. Identificaram rachaduras em casas, sem registro de desabamentos ou vítimas. Nesta quarta-feira (4), chega à cidade uma equipe da Defesa Civil para reforçar as ações em andamento e realizar uma análise minuciosa.

Moradores da cidade de Belagua, no leste maranhense, foram surpreendidos por um tremor terra de magnitude 4,7 na escala Richter que teve seu epicentro entre a cidade e Vargem Grande, município vizinho que dista 180 km de São Luís, segundo o Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UNB). Outras cidades maranhenses também foram atingidas na manhã desta terça-feira (3).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, foram percebidos in loco que as casas, que apresentaram rachaduras, são estruturas frágeis, sem amarração nenhuma. A equipe da Defesa Civil vai fazer uma vistoria minuciosa, inclusive com deslocamento para a área rural até os pontos e povoados mais distantes.

A mobilização do Corpo de Bombeiros e monitoramento da situação em Belágua, um dos locais apontados como epicentro do tremor, ocorreu imediatamente após o comunicado emitido à Coordenadoria Estadual de Proteção de Defesa Civil. O tremor ocorreu às 9h50 de terça-feira (3) e foi classificado como um abalo sísmico ligeiro, com magnitude de 4,0 a 4,9 na escala Richter. Com esta intensidade, são ocasionados tremores notórios de objetos no interior de habitações, ruídos de choque entre objetos, dentre outros pequenos movimentos vibratórios.

O abalo sísmico foi monitorado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP), pelo Painel Global de Monitoramento e pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Com base nas informações enviadas por estes órgãos, também houve comunicado para a acompanhamento da situação no município de Vargem Grande, outra cidade apontada como epicentro dos tremores. Mesmo sendo considerado com um abalo abaixo de moderado, os efeitos da onda sísmica foram sentidos em algumas localidades de cidades como São Luís, que também tiveram acompanhamento dos relatos apresentados pela população, especialmente nos bairros Jaracaty, São Francisco, Centro e Renascença.