Centrão quer definir até dia 19 quem irá apoiar para Presidente da República

O blocão, como seus integrantes preferem chamar, quer definir até quinta-feira (19), véspera da abertura do prazo de convenções partidárias, quem vai acompanhar na disputa pelo Palácio do Planalto

A cúpula do chamado centrão – bloco cujo núcleo duro é formado por DEM, PP, SD e PRB – reuniu-se neste sábado (14) com o pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gornes (CE), para esclarecer divergências ideológicas e discutir cargos como a Vice-Presidência e o comando da Câmara.

O blocão, como seus integrantes preferem chamar, quer definir até quinta-feira (19), véspera da abertura do prazo de convenções partidárias, quem vai acompanhar na disputa pelo Palácio do Planalto.

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os presidentes do DEM, ACM Neto, do PP, Ciro Nogueira, do Solidariedade, Paulinho da Força, e do PRB, Marcos Pereira, reuniram-se em São Paulo na casa do empresário Benjamin Steinbruch, filiado ao PP.

No encontro deste sábado, a conversa com os líderes do centrão também foi mais objetiva ao discutir questões como alianças nos estados, condições de campanha e postos como a presidência da Câmara, cargo que Maia quer ocupar pela terceira vez. Discutiram também possíveis nomes de vice para ambas as chapas.

Na primeira reunião do grupo com Ciro, em junho, Ciro já havia tentado desfazer polêmicas. Naquele encontro, o presidenciável sustentou posições que defende publicamente e que são tabus para partidos de viés mais conservador, mas se disse aberto a fazer ajustes no programa de governo.

A seu favor, Ciro tem pesquisa encomendada pelo DEM que aponta rejeição a Alckmin de 60% ante 52% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento indica ainda que o PSDB e seu candidato tem um nível de desgaste considerado irreversível.

Se o candidato apoiado for Ciro Gomes, o PR entrar no grupo e o PSB fechar aliança com o PDT, as possibilidades de vice aventadas na reunião são Márcio Lacerta (PSB), Josué Alencar (PR) e Benjamin Steinbruch (PP).

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Se decidirem apoiar Alckmin, os integrantes do grupo consideram para vice Josué Alencar (PR), Mendonça Filho (DEM), Aldo Rebelo (SD) e um nome do Nordeste a ser definido pelo PP.

Antes de se reunirem na quinta-feira para, finalmente, definir o apoio, o grupo se encontra com Valdemar Costa Neto na quarta-feira (18) para saber qual a decisão dele sobre o destino do PR, já que há grande pressão da bancada para que a sigla apoie a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL-RJ).

Maia, Nogueira e Paulinho defendem apoio a Ciro, enquanto Marcos Pereira e Neto preferem Alckmin e, por isso, ainda querem fazer mais análises antes de bater o martelo.

O grupo insiste na tentativa de atrair o PR, partido que, sozinho tem cerca de 45 segundos de tempo de TV. O bloco, sem o PR, tem 2 minutos e 11 segundos. Por isso há um grande esforço para trazer o partido de Valdemar Costa Neto. A preferência dele terá grande influência na hora de se bater o martelo sobre que candidato apoiar.

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Sozinho, Alckmin tem 1 minuto e 11 segundos de TV. Se confirmada a aliança com PSD, PTB, PV e PPS (1 minuto e 42 segundos), o tucano chega a 2 minutos e 53 segundos. Com o tempo do blocão, pode chegaria a 5 minutos e 4 segundos ou até a 5 minutos e 49 segundos, caso o PR entre na campanha.

Ciro tem hoje, sozinho, 25 segundos. Se fechar aliança com o PSB (45 segundos), vai a 1 minuto e 10 segundos. Com o blocão, vai a 3 minutos e 21 segundos, podendo chegar a 4 minutos e 6 segundos se o PR aderir ao grupo.

O PSC (17 segundos) pode integrar oficialmente o centrão nos próximos dias. O PHS (7 segundos) participou de uma reunião do grupo na quarta-feira (11) e também pode engrossar o bloco que quer crescer para aumentar seu poder de barganha.

Eleições 2018: DEM se divide entre apoiar Alckmin ou Ciro Gomes

A corrente pró-Ciro tem hoje o favoritismo na disputa. O prefeito de Salvador, ACM Neto, presidente nacional do DEM, tem sinalizado internamente que prefere apoiar o pedetista

A disputa dos presidenciáveis por apoio eleitoral deixou o DEM dividido entre um bloco que defende o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e outro que prega uma aliança com o ex-ministro Ciro Gomes (PDT). De um lado está a bancada de 43 deputados, que é majoritariamente pró-Alckmin, e do outro, a executiva do DEM e lideranças regionais do Nordeste, que apoiam Ciro.

Enquanto a bancada tem um perfil mais ideológico, conservador e abriga parlamentares ligados a igrejas evangélicas, agronegócio e segurança pública, os caciques nordestinos fazem um cálculo pragmático sobre a dificuldade de Alckmin conseguir votos na região.

A corrente pró-Ciro tem hoje o favoritismo na disputa. O prefeito de Salvador, ACM Neto, presidente nacional do DEM, tem sinalizado internamente que prefere apoiar o pedetista. Ele desembarcou nesta terça-feira, 3, em Brasília para buscar consenso entre as duas correntes.

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O impasse do DEM contaminou os demais partidos do bloco liderado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que reúne Solidariedade, PP e PRB – apesar, de, em público, Maia se dizer pré-candidato, essa hipótese não tem sido mais considerada. O grupo, que já esteve com Ciro Gomes, se reúne nesta quarta-feira, 4, à noite com Alckmin em um jantar na residência do presidente do PRB, Marcos Pereira (SP).

Dois dirigentes partidários relataram um mal-estar gerado em recente conversa entre os presidentes dos partidos, em Brasília. Após jantarem com Ciro Gomes, os dois nomes mais influentes no DEM, ACM Neto e Rodrigo Maia, debateram abertamente se conseguiriam aprovar no voto uma aliança com o pedetista em diretórios como Bahia e Rio de Janeiro e falaram sobre resistências pontuais.

Dirigentes dos demais partidos, entre eles Paulinho da Força (SD), falaram até sobre o nome do empresário Josué Alencar (PR) para vice. O rumo da conversa irritou o ex-ministro Marcos Pereira, que indicou que abandonaria o grupo se a discussão se precipitasse. Do bloco, o PRB de Pereira é o partido que mais resiste a apoiar a candidatura de Ciro Gomes. Ciro teria hoje preferência no Solidariedade de Paulinho e no PP do senador Ciro Nogueira (PI), presente à discussão.

Para tentar reverter esse quadro, Alckmin lançou uma ofensiva junto ao Centrão. Em uma reunião com investidores na segunda-feira, o ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB), coordenador político da pré-campanha de Alckmin, apresentou três nomes como potenciais candidatos a vice: Flávio Rocha, do PRB, Aldo Rebelo, do SD, e Mendonça Filho, do DEM.

Já Ciro tem modulado o discurso para atrair o DEM. Na semana passada ofereceu pedidos de desculpas a integrantes do partido que se sentiram ofendidos por declarações suas. Conselheiro do pedetista, o ex-ministro Mangabeira Unger declarou que não vê DEM como ‘um partido de direita’.

 

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Datena confirma pré-candidatura ao Senado nas eleições 2018

O apresentador de TV José Luiz Datena Foto: Kelly Fuzaro/Band/Divulgação

O apresentador de TV José Luiz Datena confirmou que vai se candidatar ao Senado pelo DEM nas eleições 2018. Nesta quarta-feira, 27, Datena comunicou oficialmente à Band que sairá do ar para participar das eleições deste ano. Pela legislação eleitoral, radialistas, apresentadores de programas ou comentaristas que queiram se candidatar devem se afastar da grade de programação de emissoras de rádio e TV até o dia 30 de junho.

O DEM reservou uma sala em um hotel na região central de São Paulo para o anúncio. O apresentador, de 61 anos, vai integrar a coligação do ex-prefeito da capital João Doria, já que o partido anunciou apoio ao PSDB.

Datena e o vereador Eduardo Suplicy (PT) lideram a disputa pelas duas vagas de São Paulo ao Senado, de acordo com a pesquisa do Ibope/Band de maio – registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O levantamento mostrou que o apresentador com 24% das intenções de voto, atrás de Suplicy, com 30%.

Um dos principais apresentadores da Band, Datena começou sua carreira no jornalismo esportivo em Ribeirão Preto (SP). Teve passagens na Globo São Paulo, Record, Rede TV!e Band, hoje é mais conhecido por apresentar programas policiais.

Em 2016, ele chegou a anunciar a pré-candidatura à prefeitura de São Paulo pelo PP, mas desistiu da disputa. Além do PP e do DEM, Datena foi filiado por mais de 20 anos ao PT.

“Eu me proponho a ser candidato ao Senado. Agora, se pintar a possibilidade de ser candidato à Presidência da República, talvez eu tente ajudar o meu País. Quero ser candidato para ajudar o povo”, afirmou o apresentador ao site do grupo Estado em 15 de junho.

Após  a confirmação da pré-candidatura, Datena deve deixar de apresentar seus dois programas na TV, o “Brasil Urgente” e o “Agora é com Datena”. Procurada, a emissora informou que a decisão da candidatura era pessoal e cabia ao apresentador. A Justiça Eleitoral proíbe as emissoras transmitirem programas apresentados ou comentados por pré-candidato, sob pena, no caso de sua escolha na convenção partidária, de imposição de multa e de cancelamento do registro da candidatura.

Ciro Gomes aproxima-se do DEM, PP, PRB, PSC e Solidariedade

Participantes do jantar que se estendeu até cerca de 1h da madrugada, disseram que o encontro foi de aproximação

O esperado encontro entre os presidenciáveis Ciro Gomes (PDT­ CE) e Rodrigo Maia (DEM-RT) ocorreu na noite de terça-feira (19) na casa de um empresário, amigo do presidente da Câmara, em Brasília.

Pelo lado do ex-governador do Ceará, participou o presidente do PDT, Carlos Lupi, e o deputado Mário Heringer (PDT-MG), responsável por fazer a ponte entre os dois grupos.

Já Maia estava acompanhado do presidente do DEM, o prefeito de Salvador, ACM Neto, do deputado Orlando Silva (PC do B-SP), seu amigo pessoal, e de representantes dos partidos que integram o grupo que pretende marchar junto com o presidente da Câmara nesta eleição, apoiando um mesmo candidato: os presidentes do PP, Ciro Nogueira; do Solidariedade, Paulinho da Força; e o licenciado do PRB, Marcos Pereira. O PRB é o único do bloco que apresenta resistência a uma aliança com Ciro. O PSC, que também integra o grupo, não mandou nenhum representante.

O objetivo da reunião foi tentar reduzir as resistências ao nome de Ciro nos partidos de centro e evitar que eles fechem apoio a Geraldo Alckmin (PSDB). A estratégia foi também tentar reverter o mal-estar dos últimos dias, quando o ex-governador do Ceará disse que sua prioridade era fechar primeiro aliança com o PSB e com o PCdoB, garantindo uma “hegemonia moral e intelectual”.

Participantes do jantar que se estendeu até cerca de 1h da madrugada, disseram que o encontro foi de aproximação. Os convidados se recusaram a informar o nome do anfitrião. Segundo eles, o sigilo foi acordado entre todos os presentes para evitar a exposição do empresário.

Ele fez na reunião uma avaliação do atual cenário eleitoral e ressaltou que sua candidatura não é totalmente alinhada com a esquerda e não tem preconceitos com partidos de outros campos políticos. Ele lembrou que, no Ceará, tanto o DEM como o PP fizeram parte da administração de seu partido.

Questionado por ACM Neto sobre divergências com bandeiras do grupo de centro, Ciro disse defender pontos que coincidem com ações do presidente do DEM à frente da prefeitura de Salvador. Ressaltou ainda que, se houver uma aliança entre eles, está aberto a fazer ajustes no programa.

Coube a Paulinho da Força abordar o tema que é receio generalizado de quem se aproxima de Ciro, o pavio curto e estilo verborrágico do ex-governador do Ceará.

Segundo relatos, Ciro ressaltou suas passagens pelo Ministério da Fazenda e pelo governo estadual e disse que sempre teve muita tranquilidade quando esteve em cargos de comando. Além disso, afirmou que hoje está sozinho, mas que, ao compor um grupo, a situação mudaria, pois, sua campanha deixaria de ser apenas para fazer número e passaria a sei de fato, para tentar ganhar a eleição.

Integrantes do grupo de Maia terão conversas ainda com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) e com o senador Alvaro Dias (PODE). Eles também são opção de aliança do bloco, que volta a se reunir na próxima terça-feira para discutir impressões e começar a definir quem apoiará na eleição de outubro.

Roseana Sarney e a desarticulação política de seu grupo…

Mesmo com todo o barulho feito pela mídia ligada ao grupo Sarney, Roseana chega à disputa, politicamente, fraca, o que traduz todo seu desânimo.

A falta de apoio político está causando uma situação um tanto quanto inusitada para o grupo Sarney. Com o domínio há décadas de vários partidos historicamente ligados ao clã, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) entra, pela quinta vez, na disputa do governo, mas, pela primeira vez, sem o apoio de um número considerável de siglas.

Até o momento, com ela, além do MDB, apenas o PV, o PHS, o PMB e o PSD, o que gera especulações de que a chapa poderá sair “puro sangue”.

A perda mais significativa para Roseana são os partidos que hoje orbitam a base do governador Flávio Dino (PCdoB). Com diretórios espalhados por todo o estado e com uma grande fatia do horário político, PT, DEM, PR, PP, PTB e PRB farão uma grande diferença para a campanha da ex-governadora em 2018. Neles estão deputados e aliados com uma grande densidade de votos.

Outros partidos, que sempre estiveram ligados ao grupo Sarney, já declaram apoio a outras candidaturas. Maura Jorge, por exemplo, vai reunir PSL, PRTB, PSDC e o Podemos, antigo PTN.

Alguns partidos ainda estão indefinidos. O PMN do deputado Eduardo Braide pode encabeçar uma candidatura e ter o apoio do PSC. Além do PRP, que pode ter o ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad, como candidato ao governo.

Mesmo com todo o barulho feito pela mídia ligada ao grupo Sarney, Roseana chega à disputa, politicamente, fraca, o que traduz todo seu desânimo.

Cafeteira anuncia decreto que determina advertência antes de apreensão de veículo por IPVA atrasado

Deputado Rogério Cafeteira

O deputado estadual Rogério Cafeteira (DEM), líder do governo na Assembleia Legislativa, anunciou, na sessão plenária desta terça-feira (8), decreto de autoria do Poder Executivo que determina a priorização da aplicação de medidas educativas quando da atuação de autoridade estadual de trânsito nos casos previstos na legislação federal. A determinação deverá ser publicada no Diário Oficial nos próximos dias.

Em termos práticos, o decreto deverá priorizar a aplicação de advertência, por escrito, ao proprietário ou condutor do veículo, antes do seu recolhimento. Isso valerá para o caso de infrações leves ou médias, como as autuações por débitos de taxas de licenciamento, por exemplo. A medida não valerá nos casos de reincidência.

“Você parou numa blitz e não havia consumido bebida alcoólica, mas estava com seu licenciamento atrasado. Antes, o veículo era recolhido por um guincho e levado para o pátio, só podendo ser retirado depois de pagas todas as multas e taxas e, ainda, o guincho e a estadia no pátio. Isso onerava o contribuinte. Nesse primeiro momento, será feita advertência por escrito e dado um prazo para regularização. Caso ocorra reincidência e essa possa ser comprovada no momento da abordagem, serão aplicadas sanções previstas, como o recolhimento do veículo”, explicou Cafeteira.

Em aparte ao pronunciamento do parlamentar, o deputado Max Barros (PMB) registrou que a medida é um avanço do Governo do Estado. Ele também questionou o leilão de veículos apreendidos em blitz por débitos de licenciamento.

Cafeteira esclareceu que o recolhimento de veículos, nesse caso, segue determinação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), mas que está sendo dada oportunidade para regularização antes da apreensão.

O deputado Rafael Leitoa (PDT), em outro aparte, reiterou os avanços promovidos pelo programa “Moto Legal”, que já regularizou mais de 30 mil motocicletas. E parabenizou o pronunciamento do deputado Rogério Cafeteira (DEM), destacando a decisão do Governo do Estado que, segundo ele, ajudará ainda mais o contribuinte nesse tipo de situação.

Cafeteira finalizou ressaltando que as blitzen da Lei Seca deverão permanecer. “Nós mostraremos, na prática, que as blitzen da Lei Seca são educativas e preventivas. O direcionamento que o Governo do Estado dá agora é que façamos uma política de trânsito educativa”, concluiu.

DEM não descarta possibilidade de indicar o vice de Flávio Dino

Durante reinauguração do Solar do Outono, Neto Evangelista confirmou que a costura feita por cima deixou o partido em situação confortável.

Durante a reinauguração do Solar do Outono, um investimento de R$ 977 mil reais, em que foi realizada reforma estrutural, além da aquisição de novas camas e materiais, o secretário de Desenvolvimento Social e pré-candidato à reeleição, Neto Evangelista (DEM), que deixa o governo para disputar reeleição de deputado estadual, falou sobre eleições e articulações do DEM para garantir vaga na chapa majoritária de Flávio Dino.

Durante entrevista à imprensa, Neto confirmou que a costura feita por cima deixou o partido em situação confortável, garantindo que a sigla leve a vaga de candidato a vice-governador ou ao Senado.

Mesmo tendo desmentido para alguns veículos, o nome do atual secretário de Educação, Felipe Camarão, ainda é um dos nomes cogitados para a vaga de vice-governador, apesar do próprio governador Flavio já ter anunciado o atual vice, Carlos Brandão, para a chapa.

Vice de Flávio Dino poderá ser do DEM

 

Cogitado para ser um possível vice, o secretário de Educação Felipe Camarão negou a possibilidade.

O DEM pode indicar o vice do governador Flávio Dino. O assunto já teria sido inclusive tratado pela cúpula nacional do Democratas com o governador.

Apontado como um possível nome para compor a chapa de Dino, o secretário de Educação, Felipe Camarão, descartou a possibilidade.

Há ainda outra articulação em curso que seria a entrada de Eliziane Gama (hoje no PPS) no DEM para ser  a candidata do partido ao Senado. O PPS deve fechar nacionalmente com a candidatura de Rodrigo Maia, do DEM, a Presidente da República.

O certo é que o DEM estará na chapa majoritária de Flávio Dino.

John Cutrim

Novo Diretório do DEM no Maranhão é instalado; partido deve apoiar Flávio Dino

Durante posse do novo Diretório do DEM, também se discutiu sobre os caminhos da sigla nas eleições deste ano.

Empossado em Brasília, na tarde desta quarta-feira (21), o novo Diretório Estadual do DEM no Maranhão, em Brasília. O partido confirmou os nomes dos deputados Juscelino Filho, Rogério Cafeteira e Neto Evangelista para a direção da sigla no Estado.

Também participaram do ato o governador Flávio Dino, o presidente estadual da legenda, deputado Juscelino Filho; o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia; e o presidente nacional do partido, Antônio Carlos Magalhães Neto, que abonou a ficha de filiação de Rogério Cafeteira ao DEM.

Na ocasião, o governador também reuniu-se a portas fechadas com ACM Neto, o novo presidente nacional do DEM, e com o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, para tratar de uma aliança no Maranhão nas eleições deste ano.