Waldir Maranhão, Zé Reinaldo e a disputa interna pelo Senado no PSDB

Waldir Maranhão atropela Zé Reinaldo de todo jeito na briga interna no PSDB

A Coluna Expresso, da Revista Época, chamou o deputado federal Waldir Maranhão de “cicerone especial” do pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin. Segundo o veículo, durante a passagem de Alckmin pelo Maranhão, o neotucano não “desgrudou” do presidenciável.

Para Época, Maranhão ainda sonha em disputar uma vaga ao Senado e “adoraria receber a bênção de Alckmin para se candidatar”.

O problema é que a insistência de Waldir Maranhão pode acentuar, ainda mais, a crise no ninho tucano.

A convenção do PSDB maranhense está marcada para o dia 4 de agosto, quando serão oficializadas as candidaturas do partido. Até lá, Waldir Maranhão vai ter que derrubar os correligionários, deoudeput Alexandre Almeida e Zé Reinaldo, e provar que tem alguma chance na disputa.

Briga interna com Roseana por causa de Senado leva Sarney Filho a procurar o PSD…

Sarney Filho e Roseana são protagonistas de uma rixa familiar

A briga interna dentro do grupo Sarney e do próprio seio familiar do clã promete. Internamente, a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) torce o nariz e não aceita a pré-candidatura ao Senado do irmão e ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho (PV), mas ele vem se movimentando, inclusive, em relação a uma mudança de partido, migrando, provavelmente, para o PSD. A rixa entre os dois é antiga e divide opiniões entre os sarneysistas.

Nos bastidores, a decisão de Sarney Filho de antecipar o anúncio da pré-candidatura deixou Roseana Sarney irritada e acirrou a disputa interna na família. Segundo informações de uma fonte, que circula bem no grupo, Roseana, na incerteza de ser candidata ao governo, pela insegurança sobre êxito na eleição, estaria, na verdade, também desejando disputar uma das vagas do Senado, o que atrapalharia os planos do irmão.

A declaração pública de Sarney Filho de que disputará uma vaga no Senado deixou Roseana, além de irritada, praticamente, sem escolha. O ministro do Meio Ambiente se antecipou na disputa pelo Senado, sabendo que a ex-governadora não tem condições políticas de vencer a corrida pelo governo do Maranhão e, possivelmente, nem concorra por puro medo de perder.

Segundo informou, nesta sexta-feira (25), o  Estadão de São Paúlo, a pouco mais de um ano para as eleições, pelo menos dois ministros do governo Michel Temer negociam mudança de partido para viabilizar suas candidaturas –  Sarney Filho (Meio Ambiente) e Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo). Nos dois casos, de acordo com a publicação do jornal, o objetivo da articulação é garantir uma vaga na chapa majoritária em seus estados.

Filiado ao PV desde 2005 e deputado licenciado, Sarney Filho negocia migração para o PSD. O objetivo também é sair como candidato ao Senado na chapa do grupo Sarney. No entanto, sua irmã, Roseana, ainda não sabe, de fato, se vai entrar ou não na disputa pelo governo do Maranhão e “namora” também, na realidade, a possibilidade de concorrer ao Senado.

Mas, se ainda pairam dúvidas sobre se Roseana entrará mesmo na disputa pelo governo, há a certeza de que Sarney Filho parece firme no desejo de concorrer ao Senado.

Sarney Filho já teria conversado com o ministro Gilberto Kassab (Comunicações), que comanda o PSD. “Ele tem uma boa relação com o PSD local e nacional”, afirmou Kassab à reportagem.

No Maranhão, o PSD é comandado por Cláudio Trinchão, que foi secretário da Fazenda do governo Roseana.

O ministro também chegou a procurar o DEM. No Estado, porém, a sigla já fechou apoio à pré-candidatura ao Senado do deputado José Reinaldo, que deve sair do PSB. “Estamos fechados com José Reinaldo”, disse o presidente do DEM, senador José Agripino (RN). Procurado, Sarney Filho não quis comentar o assunto.

Com informações de O Estadão

Disputa no PMDB afasta chance de impeachment, diz jornal

Terra

Governo trabalha para afastar temer da presidência do partido

Governo trabalha para afastar Temer da presidência do partido

A disputa para a presidência nacional do PMDB está ampliando o racha na legenda, devido a disputa entre o vice-presidente Michel Temer e a cúpula do partido no Senado, o que dificulta as chances de o impeachment acontecer. A informação é da coluna Painel do jornal Folha de S.Paulo .
A direção do PMDB no Senado aceita apoiar a reeleição de Temer, com a condição de que ele renuncie logo depois da votação, marcada para o mês de março. Porém, o vice-presidente tem a intenção de se reeleger e se licenciar depois, fazendo com que um senador assuma o cargo interinamente.
“Esse acordo não passa sem nosso aval. Só se ele abdicar e der a presidência ao Romerinho em caráter definitivo”, disse um cacique do partido, se referindo a proposta de Temer de ter como vice o senador Romero Jucá. “Que montem uma chapa e disputem voto a voto”, afirma um interlocutor de Temer, refutando a ideia de uma renúncia.