Secap deve economizar R$ 1,3 milhão ao ano com cortes em veículos

Somando a economia na redução de veículos e de combustível, a cifra chega a R$ 1,289 milhão por ano

A Secretaria de Estado de Comunicação Social e Assuntos Políticos (Secap) começou a cortar contratos de aluguel de veículos. Com a medida, o secretário Márcio Jerry visa economizar quase R$ 1,3 milhão por ano. A medida segue decreto publicado pelo governador Flávio Dino no fim do mês passado para fazer economia em todas as secretaria e empresas do Estado.

Somando a economia na redução de veículos e de combustível, a cifra chega a R$ 1,289 milhão por ano.

Além disso, a Secap também já cortou 35% do custo com serviços de telecomunicação, como também determina o decreto de Flávio Dino.

Outras secretarias também estão fazendo cortes e deverão anunciar em breve a economia conseguida com as medidas. A própria Secap deve anunciar novos cortes a partir do início do ano.

Haddad diz que Brasil pode crescer com governo Bolsonaro

Fernando Haddad fez um diagnóstico de que a gestão de Bolsonaro poderá ter bons resultados econômicos.

Terra

O candidato derrotado do PT para presidente, Fernando Haddad, ressaltou que “o fracasso” da administração do presidente eleito Jair Bolsonaro não é “o pressuposto” da sua avaliação sobre as perspectivas econômicas do País com o próximo governo. Ao contrário, ele fez um diagnóstico de que a gestão de Bolsonaro poderá ter bons resultados econômicos.

“Temos que nos prevenir: ele vai adotar o neoliberalismo radical”, disse, referindo-se a Bolsonaro. “Em primeiro lugar gera um fluxo de caixa muito importante e dá fôlego, com a venda de ativos estatais, o que ocorreu com o primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com venda de estatais, o que bancou a sobrevalorização do câmbio por quatro anos”, apontou. “Vamos ter crescimento em 4 anos porque estamos há 4 anos sem crescer e isso vai dar um respiro para o governo.”

Na avaliação de Haddad, o novo governo também adotará uma agenda próxima a grupos religiosos conservadores. “A pauta do fundamentalismo alimenta o espírito e não o estômago, mas isto também está no jogo político.” Ele destacou que o presidente pode ressaltar que vai “intervir na escola pública e que seu filho não tem risco de ser gay.” Para o ex-candidato a presidente, é preciso adotar cuidado para avaliar o futuro da administração Bolsonaro. ” Não pode ver como dado o fracasso, que pode ocorrer, mas não é pressuposto da nossa avaliação.”

Haddad não fez criticas a Bolsonaro, com exceção de ter avaliado como indevido o fato de que o presidente eleito “bateu continência” para John Bolton, assessor de Segurança Nacional do governo do presidente americano Donald Trump em visita na manhã da quinta-feira, 29, em sua residência no Rio de Janeiro. Ele também apontou como “estranho” o fato do magistrado Sergio Moro ter aceitado um cargo de primeiro escalão na futura administração.

“Não é comum uma pessoa deixar de ser juiz para ser ministro do atual governo”, disse. Haddad diz que as ações de Moro interferiram no resultado das eleições presidenciais pois, para ele, se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva — condenado e preso na Operação Lava Jato — tivesse condições, ele estaria eleito e seria o sucessor do presidente Michel Temer.

De acordo com Haddad, além de propor a reforma política, o governo do ex-presidente Lula no segundo mandato deveria ter sugerido a realização da reforma tributária. “É quando há alto capital político que mudanças importantes precisam ser sugeridas, mesmo que isso implique em derrota em eleições”, destacou.

O ex-prefeito, por outro lado, não mencionou, no evento promovido em Nova York pelo “The People’s Forum”, em nenhum momento a necessidade de ajustes fiscais caso fosse eleito como presidente, nem mencionou a importância da realização da reforma da Previdência Social para o País. “Na campanha presidencial defendi reformas em dois setores importantes: o bancário e o referente aos meios de comunicação”, destacou. “Há a cartelização do sistema bancário, o que também acontece com os meios de comunicação. São dois oligopólios que precisam ser revistos, senão não tem democracia.”

PIB no Maranhão aponta crescimento em 2018

O Maranhão, ao lado de Estados como Ceará, Piauí e Mato Grosso, estão entre as unidades da Federação que investiram em 2017 pelo menos 10% da receita corrente líquida.

O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) lançou o Boletim de Conjuntura Econômica Maranhense, referente ao primeiro trimestre do ano. Segundo levantamento, a retomada da atividade econômica no Maranhão observada em 2017 continua em 2018. As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) local são de crescimento de 3,5% este ano. A íntegra da publicação pode ser acessada no site do Imesc.

Sobre a projeção para o crescimento do PIB Maranhense, houve uma reavaliação para 4,8% em 2017 e para 3,5% em 2018. O PIB maranhense de 2017, calculado pelo IMESC em convênio com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será divulgado somente em novembro de 2019.

Ainda segundo o documento, para o país, a expectativa de crescimento do PIB é de 2,5% em 2018.

O crescimento do Valor Adicionado Bruto do Setor Agropecuário, estimado com base nas informações do Levantamento Sistemático da Produção Agropecuária (LSPA/IBGE), deve ter sido responsável por 80% do crescimento do PIB maranhense em 2017, o que confirma o acerto das políticas públicas de adensamento das cadeias produtivas agroindustriais e de inclusão sócio-produtiva, que vêm maximizando o desempenho da economia maranhense.

Entre outros pontos positivos, houve ainda, em 2018, segundo o LSPA/IBGE, o aumento esperado da produção de grãos no Estado, que deverá atingir 16,1%, contribuindo com 1,0 ponto percentual para o PIB projetado.

Ainda segundo o boletim, o Maranhão, ao lado de Estados como Ceará, Piauí e Mato Grosso, estão entre as unidades da Federação que investiram em 2017 pelo menos 10% da receita corrente líquida.

Senado criará CPI para investigar juros do cartão de crédito

Mantidas ao menos 27 assinaturas, a CPI será criada e os líderes partidários terão de indicar os integrantes do colegiado.

O Senado deverá ter uma comissão parlamentar de inquérito para investigar os juros cobrados pelas empresas operadoras de cartão de crédito. Um Requerimento do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) para a criação da CPI, com as assinaturas de mais 35 senadores, foi lido em Plenário pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira.

De acordo com a Secretaria-Geral da Mesa do Senado, poderão ser retiradas ou acrescentadas assinaturas até a publicação do requerimento. Mantidas ao menos 27 assinaturas, a CPI será criada e os líderes partidários terão de indicar os integrantes do colegiado.

Ao defender o requerimento em Plenário, Ataídes afirmou que, em 2016, uma companhia de cartão de crédito chegou a cobrar 850% ao ano de juros no crédito rotativo, quando a pessoa não paga o valor total da fatura.  Na época, a taxa básica de juros (Selic) estava em 14,25%. Para ele, o Congresso já deveria ter colocado um freio na situação e não pode continuar em silêncio.

Caso confirmada, a CPI será composta por sete integrantes titulares e sete suplentes e a previsão é de que os trabalhos sejam concluídos em 180 dias. A intenção do senador é convocar diretores de bancos para esclarecer a situação, entre eles Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central, que Ataídes acusa de ser conivente com a situação.

Governo cortou para menos da metade gastos com transporte aéreo…

Heringer Táxi Aéreo apresentou os melhores preços, segundo o governo

O governo do Maranhão já economizou R$ 13,5 milhões com o fretamento de aeronaves desde 2015. O valor representa uma redução de 64% em relação ao contrato do governo anterior. Conforme dados publicados no Portal Transparência, em apenas 23 meses, entre início de 2013 e final de 2014, a gestão passada pagou R$ 25,2 milhões à PMR Táxi Aéreo. Já a gestão atual pagou menos e em um período maior pelo mesmo serviço. Ao longo de 31 meses, a contar de fevereiro de 2015, o governo atual desembolsou R$ 13.519.574,30.

“Diferente das gestões anteriores, o governo do Estado tem apenas um contrato com a empresa de táxi aéreo, cujas aeronaves devem atender à Casa Civil e demais secretarias. Estamos trabalhando de forma transparente para gerar economia aos cofres públicos”, afirma o secretário de Governo, Antonio Nunes.

Histórico

Em 2013, o governo do Estado firmou contrato com a PMR, com pagamento mínimo, segundo a licitação, de R$ 680 mil mensais. Ou seja, mesmo que não usasse a aeronave para nenhum voo naquele mês, o Governo do Estado pagava por seu uso.

Se esse mesmo valor fosse pago hoje, com a correção do Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM), esse montante subiria para R$ 855 mil e o valor total do contrato, R$ 7,4 milhões, com a correção do mesmo índice, subiria para R$ 9,4 milhões.

A mesma empresa mantinha ainda outros dois contratos: um com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), no valor mensal de R$ 385 mil, e outro com a Secretaria de Estado da Saúde (SES), de R$ 495 mil (sem correção). Se for atualizado pelo IGPM, o valor global anual que foi pago pelos serviços prestados à SES subiria para R$ 6,2 milhões por mês.

O governo realizou uma nova licitação em julho de 2017 e a Heringer Táxi Aéreo apresentou mais uma vez os menores preços. Nesta última contratação, os valores ficaram ainda mais baixos e o estado irá economizar 5% em relação ao contrato que terminou em junho deste ano. O valor do contrato anual, que tem vigência de 12 meses, para oferecer os mesmos serviços passou de R$ 11, 7 milhões para R$ 9,9 milhões.

Investimentos devem gerar mais de R$ 18 bi para o Maranhão

Pierre Januário, titular da Secretaria de Programas Especiais (SEPE).

Rearticulada pelo governador Flávio Dino em 2015, a Secretaria Extraordinária de Programas Especiais (SEPE) tem desempenhado ações para captação de investimentos que devem gerar no Maranhão mais de R$ 18 bilhões nos próximos anos.
Ao coordenar e gerenciar políticas, diretrizes e estratégias para o desenvolvimento de programas de interesse do Governo do Estado, a SEPE está diretamente envolvida em seis grandes programas, além de coordenar ações de cooperação técnica com outros países nas áreas de tecnologia, energia solar, refinaria, agronegócio, além de diálogo com organismos multilaterais de fomento e desenvolvimento.
Um dos programas em estado avançado de negociações para garantia de recursos, é a reconstrução de 650 quilômetros da MA 006, importante corredor de escoamento da produção de grãos do estado.
O governo negocia investimentos de R$ 600 milhões na requalificação de trechos da rodovia entre o município maranhense de Alto Parnaíba e o Entroncamento com a BR-222 na região do município de Buriticupu, além da pavimentação de suas vias alimentadoras.
A obra tem uma importância estratégica para o desenvolvimento do Estado na evolução da logística de escoamento da produção agrícola do Sul do Maranhão e estados vizinhos, em direção ao Porto do Itaqui.
Programas
Entre os principais programas em andamento na SEPE está a ampliação de ações do Plano Mais IDH, com garantia de investimentos de R$ 150 milhões para abastecimento de água à população em situação de vulnerabilidade social, com a construção de cisternas, kits sanitários, banheiros ecológicos, capacitação de agricultores, planos de recursos hídricos, construção de cisternas, captação de águas fluviais.
Outro programa em andamento é o de Revitalização da Bacia do Rio Itapecuru que prevê ampliação da capacidade de vazão, e segurança hídrica da Região Metropolitana da Grande São Luís e 52 municípios localizados na sua bacia hidrográfica. A SEPE estabelece tratativas com organização de financiamento para investimentos de R$ 650 milhões.
A SEPE estabelece, ainda, tratativas para ampliação de infraestrutura rodoviária, segurança pública, mobilidade urbana, turismo, além da obra de transposição do Rio Parnaíba, da represa de Boa Esperança para a Bacia do Rio Itapecuru, tendo como receptor o Riacho Balseiro. São de R$ 7,69 milhões em investimentos para estudos e projetos.

Grupo Excellence Buffet anuncia expansão dos negócios em São Luís…

O empresário da marca garante que o Prime Excellence, no Olho D’Agua, impulsionará na geração de novos empregos em São Luís

No buffet está localizado no Olho D’água

Enquanto a economia brasileira registra números negativos em relação a diversos segmentos de mercado, o setor de festas tende a crescer e a cada ano vem somando novos ganhos. Exemplo, a expansão dos negócios do Grupo Excellence Bufett que anuncia a inauguração do mais novo empreendimento, o Prime Excellence, no Olho d’Agua.

Atualmente, o empresário e administrador do Grupo Excellence, Antonio Oliveira, comanda negócios nos seguintes locais: Excellence Buffet, Cohama, Excellence Araçagi, e o mais novo empreendimento da empresa, o Prime Excellence, no Olho d’Agua.
Antonio Oliveira Júnior, um dos mais conhecidos de São Luís e que está de portas abertas há 16 anos, afirma que o sucesso do negócio é acreditar que é possível trabalhar independente da crise, focando em atender cada vez melhor o cliente. “Nunca fiquei distante da empresa e me mantenho ciente de tudo, desde o preparo dos pratos da cozinha, da parte administrativa e da limpeza, até a organização da festa”, revela o
empresário.
A expansão dos negócios, segundo o empresário, é resultado de muito trabalho. Tanto que mais uma casa de festa será inaugurada, mas que já está sendo realizada eventos por lá. O espaço climatizado, com jardim e piscina, vai se chamar Prime Excellence.

Ao longo de mais de uma década, o Buffet Excellence é um dos mais cotados para eventos diversos, como formaturas, casamentos, festas de fim de ano, quinze anos, bodas, eventos empresariais, entre outros. “As pessoas, por exemplo, nunca deixam de
comemorar ocasiões como aniversário de 15 anos. E aí o nosso trabalho também não para. Mas é preciso investir constantemente e inovar, surpreender”, destaca.
Segundo o empresário, os eventos de casamento, formaturas garantem a maior fatia dos contratos. “A cada evento que realizamos, sabemos que estamos contribuindo para transformar sonhos em realidade e isso é uma responsabilidade grande para nós, pois
participamos de um momento muito especial de quem nos procura”, afirma o empresário, que também tem realizado eventos corporativos com foco em motivação de equipes.
O empresário afirma que, apesar de tudo, o setor não pode ignorar a crise. “Não é porque a crise está aí que vamos ignorá-la. Os bons ventos sopram a favor do mercado de ventos, entre outras coisas, ganham força com um trabalho de negociação junto ao cliente e de estruturação de firmas, fornecedores, enfim”, finaliza, Antonio Oliveira.

Maranhão tem a 2ª melhor situação fiscal do Brasil, diz Federação das Indústrias do Rio

Um estudo divulgado, nesta semana, pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) mostra que o Maranhão tem a segunda melhor situação fiscal em todo o Brasil. Isso significa que as contas do Estado estão em ordem num momento em que o país atravessa uma crise econômica e muitos  atrasam ou não fazem os pagamentos obrigatórios.

De acordo com a pesquisa ‘A situação fiscal dos estados’, que consolida os dados de 2016, o Maranhão tem desempenho de destaque no que se refere a gastos com pessoal, dívida e investimentos. O estado aparece bem acima da média em todos os critérios analisados.

O estudo também mostra que a Dívida Consolidada Líquida de 2016 ficou bem abaixo do limite legal. Isso quer dizer que o Maranhão tem a dívida sob controle.

Ainda de acordo com o estudo, o Maranhão tem, proporcionalmente, a melhor disponibilidade de caixa entre todos os Estados. “Destaque positivo para Maranhão e Tocantins, estados em que os recursos em caixa são suficientes para cobrir as despesas postergadas e ainda resultam em um crédito que supera 60% da RCL (Receita Corrente Líquida)”, afirma o estudo. O Maranhão também se destaca no ranking de investimentos.

“Os cinco estados em melhor situação fiscal combinaram gasto com pessoal e dívida baixos”, acrescenta o levantamento.

A pesquisa foi feita com dados oficiais disponibilizados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Foram analisadas quatro variáveis fundamentais ao equilíbrio de um ente público: Dívida, Despesa com Pessoal (ativo e inativo), Disponibilidade de Caixa e Investimentos.

Com novas regras, juros de cartões de crédito podem cair pela metade do preço

Com a nova regra que limita a utilização do rotativo do cartão de crédito, a economia do consumidor poderá chegar a quase 50% em 12 meses. Essa é a diferença que o cliente deixará de pagar ao migrar dos juros mais caros do crédito rotativo para as taxas mais baixas do crédito parcelado.

A partir de abril, conforme decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN), as administradoras de cartão de crédito não poderão mais financiar o saldo devedor dos clientes pelo crédito rotativo por mais de um mês. De acordo com o levantamento mais recente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), os juros médios do crédito rotativo, cobrado de quem não paga a totalidade da fatura do cartão de crédito, chegavam a 15,33% ao mês no fim de dezembro. Para o crédito parcelado, a taxa média estava em 8% ao mês.

A diferença é maior quanto mais longo o tempo dos financiamentos. Uma dívida de R$ 1 mil na fatura do cartão sobe para R$ 1.534 no crédito rotativo ao fim de três meses. Com a nova regra, pela qual a taxa mais alta, de 15,33% ao mês, incide nos primeiros 30 dias e a taxa de 8% ao mês incide nos dois meses restantes, a dívida aumenta para R$ 1.345,20, diferença de 12,3%.

Ao final de 12 meses, a disparidade é ainda maior. Uma dívida de R$ 1 mil na fatura chegará a R$ 5.537,42 ao fim do período no sistema atual, financiada por meio do crédito rotativo. Pela nova regra, a mesma dívida seria corrigida para R$ 2.689,07, diferença de 51,4%. O cálculo leva em conta as taxas médias de juros cobradas no fim de dezembro. A economia efetiva pode variar porque os bancos personalizam as taxas para cada consumidor no rotativo e no crédito parcelado. Os juros finais podem variar em função do histórico e da capacidade de pagamento do cliente.

Inadimplência
Ao anunciar as novas regras, o diretor de Regulação do Banco Central, Otávio Damaso, explicou que as altas taxas de juros no crédito rotativo estão relacionadas à elevada inadimplência nessa modalidade. Segundo a autoridade monetária, a inadimplência no rotativo do cartão de crédito estava em 37% para as pessoas físicas e em 59% para as empresas no fim de dezembro.