Candidatos “laranjas” ganham guarida na mídia sarneysista…

Roberto Rocha é dos pré-candidatos do chamado “laranjal” do grupo Sarney

Os pré-candidatos ao governo do Maranhão, Roberto Rocha, Maura Jorge e Eduardo Braide, integrantes do “laranjal” da oligarquia Sarney para levar Roseana ao segundo turno contra o governador Flávio Dino nas eleições de 2018, estão sendo figuras diárias nos meios de comunicação ligados ao clã Sarney.

Palavras elogiosas a eles, repercussão de ataques ao atual governo e, até, visitas que eles fazem Maranhão à fora estão sendo repercutidas, maciçamente, pelos asseclas da oligarquia Sarney na internet e pelo jornal O Estado do Maranhão.

A estratégia tem dois objetivos. Um, garantir que eles continuem a trabalhar pelo projeto maior de conseguir levar a ex-governadora Roseana Sarney ao segundo turno. Dois, repercutir o máximo possível os ataques diários que todos eles fazem visando macular a imagem ilibada do governador Flávio Dino.

O consórcio formado para tentar interromper o projeto de mudanças no Maranhão, aparentemente, está contando com forte apoio da mídia sarneysista. Mesmo com todo o esforço, a debandada de entusiastas da campanha de Roseana está sendo geral, muito em função do imobilismo da ex-governadora em disputar uma eleição.

Os únicos que ainda estão dando um caldo – ou um suco – são os integrantes do laranjal dos Sarneys. Além, é claro, da mídia tresloucada e desesperada que vive em função de maquinar, mentir e caluniar o atual governo desde o dia 1º de janeiro de 2015.

BATE-BOCA! Rogério Cafeteira encurrala Wellington e acocha Braide sobre “postura” em relação à CPI da Saúde passada…

Veja os vídeos

Rogério X Braide

Baride X Rogério

 

A sessão desta segunda-feira (19) foi marcada por um duelo verbal entre o líder do governo na Assembleia Legislativa, Rogério Cafeteira (PSB), e o deputado estadual Eduardo Braide (PMN). O embate somente teve  fim quando o presidente em exercício, Othelino Neto (PCdoB), resolveu encerrar os trabalhos por conta dos ânimos acirrados, clima tenso e pouco saudável, provocado pelo bate-boca e troca de acusações públicas entre os dois primeiros parlamentares.

Ao se irritar com palavras de Braide, fora do microfone, durante o pronunciamento de resposta ao oposicionista, Rogério Cafeteira insinuou e apontou que o ex-candidato a prefeito de São Luís teria feito corpo mole para ocultar ou abafar a Comissão Parlamentar de Inquérito da Saúde, aberta em 2015 e que nada produziu ou concluiu sobre desvios e irregularidades na gestão do ex-secretário Ricardo Murad (PMDB), apesar de ele ter assinado a mesma.

“Está me ameaçando? Desde quando eu preciso de perdão? Me respeita, rapaz. Só falta agora eu ser ameaçado por uma figura como a sua. Se Vossa Excelência é homem e honra as calças que veste diga qual foi a sua postura na CPI da Saúde. Vossa Excelência não teve nem coragem de fazer parte, disse que estava muito cansado e ocupado para não fazer parte. Eu não preciso de perdão seu (em relação às denúncias divulgadas durante a campanha eleitoral em São Luís) e nem tenho telhado de vidro como Vossa Excelência”, devolveu Cafeteira a Braide quando este último passou a vociferar nos bastidores de seu pronunciamento.

Os dois terminaram “lavando roupa suja”, com Braide fazendo menção a um determinado agiota a quem relacionou Rogério Cafeteira. O clima ficou tenso e o líder do governo passou a lembrar o escândalo da máfia de Anajatuba que envolveria o oposicionista e os dois continuaram a bater boca. “Eu só vou à Polícia Federal ver questão de passaporte porque não sou investigado ao contrário de Vossa Excelência”, provocou o governista ao se referir às acusações que explodiram contra o ex-prefeito de São Luís.

Cafeteira: “Wellington retirou assinatura de emenda impositiva; Deixe de se colocar como aproveitador”

Cafeteira X Wellington

Antes de ir para o forte embate com Eduardo Braide, Rogério Cafeteira também cutucou e criticou o que classificou de postura dúbia do deputado estadual Wellington do Curso em relação a um projeto de emenda impositiva no ano passado. Segundo o líder do governo, WC colocou assinatura e depois tirou por interesses políticos.

“Vossa Excelência só assinou a CPI da Saúde passada por orientação minha. Eu não retiro assinatura de onde eu coloco. Já Vossa Excelência colocou assinatura em emenda impositiva e depois tirou. Me respeite. Vossa Excelência tem dificuldade até de entender o que é escola municipal e estadual. Deixe de se colocar como aproveitador. Vossa Excelência faz parte do bloco do deputado Eduardo Braide, pergunte a ele sobre a CPI anterior”, mandou para cima de Wellington do Curso que veio cobrar postura do parlamento diante de uma nova CPI, puxada também pelo ex-candidato a prefeito de São Luís.

Resposta de Wellington do Curso

Wellington X Cafeteira

FIASCO TOTAL! Fracassa movimento sarneysista da oposição contra Flávio Dino…

Sete “gatinhos pingados” compareceram à manifestação que foi divulgada em massa pela mídia miranteana

Um movimento, que estava sendo articulado pela oposição, nesta quinta-feira (22), leia-se patrocinado pelos deputados Adriano Sarney (PMDB), Eduardo Braide (PMN), Wellington do Curso (PP), etc, que foi amplamente divulgado na mídia sarneysista – fracassou e foi um verdadeiro fiasco, digno de muitas gargalhadas.

A manifestação – que estava sendo chamada pelos seus mentores de súper, mega – foi marcada para a avenida Litorânea, mas só apareceram alguns “gatinhos pingados” como mostram as fotos. Eles tinham a intenção de protestar contra a aprovação, na Assembleia Legislativa, do aumento das alíquotas de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias), mas quebraram a cara.

Segundo os próprios organizadores, teriam comparecido 14 pessoas ao movimento. Mas, de acordo com a Polícia Militar, eram apenas sete seres humanos, ou seja, sete “gatinhos pingados” e, entre eles, ainda foi identificada uma assessora de Adriano Sarney.

Os organizadores haviam divulgado nos blogs e mídias sarneysistas que o movimento iria ser gigante, um “bafão” com adesão de internautas, populares, apitaço, buzinaço, camisas padronizadas, parari, parará. E na hora, nem os patrocinadores tiveram coragem de aparecer ao saberem do fracasso.

Esse fiasco mostra ainda que Flávio Dino está com a popularidade alta em São Luís. Enquanto isso, a oposição “pagou o mico” do ano.

Marcelo Tavares desmente Adriano Sarney e Eduardo Braide sobre responsabilidade fiscal do governo Roseana

O chefe da Casa Civil do Governo Flávio Dino ainda denunciou outras irresponsabilidades praticadas por Roseana Sarney enquanto governadora

Ao defender os ajustes nas alíquotas do ICMS, propostos pelo governo do Maranhão à Assembleia Legislativa, o secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, desconstruiu o recente discurso adotado pelos deputados estaduais Adriano Sarney (PV) e Eduardo Braide (PMN). Segundo os parlamentares, o Estado foi entregue com as contas em dia pela gestão Sarney ao governador Flávio Dino (PCdoB). “É uma mentira dizer que recebemos o Estado equilibrado. É uma mentira afirmar isso, uma vez que a nossa gestão recebeu o governo com R$ 24 milhões em caixa e, apenas em energia elétrica, a dívida era de R$ 32 milhões”, afirmou Tavares.

O chefe da Casa Civil do Governo Flávio Dino ainda denunciou outras irresponsabilidades praticadas por Roseana Sarney enquanto governadora, como a assinatura de R$ 700 milhões em convênios com municípios maranhenses sem nenhum repasse efetivado. “Como afirmar que a ex-governadora entregou o Estado equilibrado quando mais de R$ 100 milhões foram recolhidos dos servidores públicos em empréstimos consignados, valor esse que não foi repassado aos agentes financeiros? ”, indagou Marcelo.

Questionado sobre empréstimos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), realizados também na gestão passada, Marcelo Tavares fez questão de explicar que o montante não fica disponível no caixa do governo. “Os valores são liberados de forma parcelada, conforme solicitação. No primeiro ano da gestão do governador Flávio Dino, o Estado recebeu algo em torno de R$ 400 milhões, mas pagou R$ 300 milhões. Recebemos, mas pagamos, diferente da gestão anterior”, frisou.

Ainda sobre os pleitos para aquisição de empréstimos, o secretário-chefe da Casa Civil destacou a responsabilidade do Estado na aplicação dos recursos. “Está tramitando na Assembleia Legislativa uma proposta para a implantação do projeto ‘Caminhos da Produção’, onde o governador Flávio quer equipar os municípios para cuidar de suas estradas vicinais e garantir o escoamento da produção, principalmente da agricultura familiar”.

Para Tavares, o governo do Estado está preocupado em quitar a dívida social com o povo do Maranhão. “Nossos propósitos são diferentes. Queremos minimizar o problema de abastecimento de água, uma questão severa. Buscamos recursos para garantir a execução do ‘Escola Digna’, que acabará com as escolas de taipa, além de implantar mais escolas de tempo integral. Esta gestão trabalha e investe para modificar o Maranhão nos anos futuros”, concluiu.

Ajustes no ICMS

Marcelo Tavares classificou os ajustes às alíquotas do Imposto sobre as Operações de Circulação de Mercadorias e Serviços de Transportes e Comunicação (ICMS) como medida de garantir o funcionamento da máquina pública e novos investimentos no Maranhão. “Esta medida, reunida a outros esforços do governador Flávio Dino, garantirão, por exemplo, que 1.000 novos policiais estejam nas ruas em janeiro  e que tenhamos também a certeza que a folha de pagamento do Estado não será comprometida em todo o ano de 2017”, anunciou o secretário da Casa Civil.

O projeto de lei que altera as alíquotas do ICMS foi enviado para a Assembleia Legislativa na última terça-feira (13) e propõe um alinhamento menor que a maioria dos Estados. “A iniciativa do governo é um gesto responsável e visa garantir que o Maranhão não siga o exemplo de estados maiores, como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, que são maiores e passam por grande dificuldade econômica”, frisou Marcelo Tavares.

ACABOU! Edivaldo Holanda Jr é reeleito prefeito de São Luís

Edivaldo Holanda Jr vence eleição em São Luís no segundo turno

Edivaldo Holanda Jr vence eleição em São Luís no segundo turno

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PDT), foi reeleito neste domingo (30), após vencer, nas urnas, o candidato do PMN, Eduardo Braide, no segundo turno, por uma diferença de mais de 40 mil votos. Ele acompanhou a apuração de casa ao lado de familiares, amigos e correligionários.

Desde o primeiro turno, Edivaldo fez um programa sem ataques aos adversários, adotou a linha da prestação de contas e apresentação de propostas. Viu contra si todos os candidatos unidos no propósito de derrubá-lo para, assim, tentarem chegar ao Palácio La Ravardiére.

Eduardo Braide acompanhou a apuração de casa, ao lado de familiares e de alguns assessores mais próximos. Ele foi para o segundo turno e passou a fazer uma campanha de críticas e ataques ao prefeito Edivaldo Jr.

Votado como “bom moço”, pois a massa de eleitores não o conhecia, o deputado foi desmascarado, no decorrer da campanha, e contra ele veio à tona até investigação da Polícia Federal, no caso da Máfia de Anajatuba, que desviou milhões de reais dos cofres públicos de um município pequeno e pobre, além de denúncias da sua prática parlamentar, incluindo emprego de funcionários fantasmas, etc.

Outro entrave do candidato do PMN foi a sua própria arrogância. Braide, tentando se passar por “novo”, renegou aliados antigos da “velha política” que ficaram ressentidos com a atitude do deputado. Não foi cordial com a imprensa, foi temperamental e até grosseiro com determinados jornalistas, radialistas e blogueiros

Terminada a eleição do segundo turno, resta saber se Eduardo Braide vai aceitar o resultado ou se vai espernear, chorar,  bem ao seu estilo arrogante e agressivo de ser

Em sete dias, 10 pesquisas apontam vitória de Edivaldo com média superior a nove pontos

Raimundo Garrone

Todas as pesquisas indicaram vitória de Edivaldo Holanda Jr

Todas as pesquisas indicaram vitória de Edivaldo Holanda Jr

Há pelo menos uma semana, todas as pesquisas realizadas em São Luís apontam a vitória do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT). Algumas com diferença superior a dez pontos, outras menos. O fato é que a reeleição do pedetista é quase uma certeza segundo os institutos eleitorais.

No domingo passado (23), a Escutec, notadamente ligado a “Máfia de Anajatuba”, começou a mostrar o crescimento de Edivaldo ao admitir um empate técnico entre os dois candidatos, 45% a 45%.

Dois dias depois (25), o Jornal Pequeno mostrava os números do levantamento da Econométrica, com Edivaldo vencendo por uma diferença de 13 pontos percentuais. O resultado da pesquisa estimulada marcou 52% a 39,4%.

Na quarta-feira (26) foi à vez da pesquisa Exata contratada pela TV Guará, a porta-voz e produtora da candidatura de Braide. Os números davam ao prefeito 8% de vantagem. No cenário induzido, Edivaldo marcou 49% e Braide 41%.

Quinta-feira, dia 27, a Rádio São Luís publicou a primeira pesquisa Data Ilha em São Luís. O pedetista marcou 47,6% contra 41% do candidato do PMN, diferença de 6,6%. O jornal “O Imparcial” e seu próprio instituto (Impar) decretavam a vitória de Edivaldo por 52,6% contra 37,4%. Até o inesperado Ibope da TV Mirante se rendeu aos fatos, no mesmo dia divulgou Holandinha com quatro pontos acima de Braide (52% contra 48%).

Ontem foram três pesquisas. A Econométrica do Jornal Pequeno registrou a maior diferença desde o início do segundo turno, 17 pontos e o placar 58,9% a 41,1%. A Data M, da TV Difusora, mostrou o pedetista dez pontos à frente, 52% a 42%. A Exata, da TV Guará, marcou 51% Edivaldo e 32% para Eduardo, vantagem de 13%.

Hoje (29), a Escutec também confirmou a disparada do prefeito Edivaldo Holanda Júnior. O resultado apontou 49% das intenções de voto contra 42% de Eduardo Braide.

Fazendo um cálculo para descobrir a vantagem do prefeito sobre o adversário, a média da diferença é de 9,36% em dez pesquisas nesta semana. Diferença confortável e difícil de ser alcança faltando menos de 24 horas para o início da votação.

Eduardo Braide: Arrogância, telhado de vidro, muitos ataques e poucas propostas…

Braide ficou marcado, no segundo turno, pela arrogância, revelações de que é investigado pela Polícia Federal, poucas propostas e muitos ataques

Braide ficou marcado, no segundo turno, pela arrogância, revelações de que é investigado pela Polícia Federal, poucas propostas e muitos ataques

O candidato do PMN, Eduardo Braide, termina o segundo turno da eleição em São Luís com a imagem de um político arrogante, que tentou se desvincular de velhos aliados por oportunismo, que quis se passar pelo “novo”, que mentiu sobre acenos a conhecidas raposas, e criou desentendimentos dentro do seu próprio grupo, onde se lançou e se reelegeu parlamentar,  pois já se achava eleito prefeito sem precisar de ninguém. O deputado ficou marcado também como aquele que somente ataca o adversário e propõe muito pouco, tanto é que pediu para reduzir o tempo de propaganda no rádio e na TV de 20 para dez minutos.

As revelações – dando conta que o deputado é investigado pela Polícia Federal por conta de suposto envolvimento com a máfia de Anajatuba, acusada de desviar milhões de recursos públicos de um município pequeno e pobre; que recentemente teve o sigilo bancário quebrado; que mantinha laranjas em seu gabinete, etc – desequilibraram o candidato e fizeram-no cair nas pesquisas. A rejeição de Braide, que tem telhado de vidro, cresceu bastante, de acordo com todos os institutos de pesquisa, resultado dos diversos fatos que vieram à tona e o colocaram como líder nesse quesito.

O debate da TV Mirante também revelou Braide como um candidato bom de lábia, por ser parlamentar e ter experiência nos embates de tribuna, porém fraco em conhecimentos de gestão pública, apenas um político de gogó. Na Assembleia Legislativa, só lembrou de destinar emendas para São Luís neste ano de 2016, porque pretendia disputar a Prefeitura de São Luís.

Poucas propostas, muitos ataques

E de propostas? Braide apresentou um programa de governo, se é que se pode chamar assim, sem detalhamentos de como e com que recursos iria fazer ou implantar suas propostas. O que ele chama de plano, resume-se a um panfleto fino com poucas ideias soltas e perdidas, coisa que mais parece um improviso de quem não achava que passaria para o segundo turno.

A proposta mais relevante de Eduardo Braide parece que foi mesmo “atacar o adversário”. Os programas do candidato do PMN foram marcados pela arrogância e por ataques ao prefeito Edivaldo Holanda Jr, que disputa a reeleição. Ele, que se queixava de ter tido apenas dez segundos de tempo de programa eleitoral, no primeiro turno, não soube aproveitar o espaço do segundo turno ou não conseguiu elementos suficientes para apresentar a seu favor.

Edivaldo vence debate, encurrala Braide e mostra que o candidato é investigado pela Polícia Federal

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O debate da TV Mirante entre os candidatos a prefeito, Edivaldo Holanda Jr (PDT) e Eduardo Braide (PMN), bateu recorde de audiência nesta sexta-feira (28) em São Luís. O confronto terminou evidenciando a podridão da chamada “máfia de Anajatuba”, investigada por arruinar os cofres públicos de uma cidade pequena e muito pobre do Maranhão, que envolve o deputado estadual e postulante à Prefeitura, de acordo com documento da Polícia Federal.

Edivaldo Holanda Jr reagiu ao ataque do adversário e desmascarou Braide, logo no primeiro bloco. O deputado, como de costume, apelou para a agressividade, arrogância e não esperava encontrar um prefeito disposto a contra-atacar com aquela força.

Olhando nos olhos de Braide, Edivaldo perguntou sobre o envolvimento dele na chamada máfia de Anajatuba e sobre a investigação da Polícia Federal em curso para apurar o caso. Desnorteado, o candidato do PMN deixou de responder, não soube o que dizer.

Braide ainda tentou bater naquele velho discurso de certidões negativas quando Edivaldo pediu à sua assessoria que  publicasse no Facebook o documento da Polícia Federal, provando que o mesmo está sendo investigando por envolvimento com a máfia de Anajatuba que desviou recursos públicos de um município pobre e pequeno.

Braide mentiu

O documento da Polícia Federal revelando a investigação contra Braide evidencia também que o candidato do PMN estava mentindo ao se vacinar como um “político puritano” por causa de certidões que tirou para poder disputar a eleição.

“Eu não sou bandido”, disse Edivaldo encarando e apontando para Eduardo Braide. A frase marcou o debate, já que o pedetista não tem contra si uma investigação de  corrupção, ao contrário do adversário que é investigado pela Polícia Federal.

Gestão pública X Caema

No geral, Braide também deixou de responder perguntas técnicas sobre gestão pública, como as relacionadas à assistência social e previdência, e revelou o seu lado despreparado para a gestão pública. O candidato do PMN decepcionou também no que diz respeito às resposta sobre sua gestão na Caema, pouco disse, nada explicou.

Braide foi eloquente, em alguns momentos, por conta da lábia adquirida com a experiência de advogado e deputado, mas pouco apresentou propostas, preferiu a linha de ataques, característica de seus programas eleitorais. Revelou que sabe apenas falar bonito, mas não sabe como fazer. Nada mais que isso.

Pesquisa Exata/TV Guará: Edivaldo cresce e tem 57%; Braide despenca e está com 43%

John Cutrim

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Pesquisa Exata contratada pela TV Guará e divulgada nesta sexta-feira (28) mostra uma vantagem de quatorze pontos percentuais de Edivaldo Holanda Júnior (PDT) sobre Eduardo Braide (PMN).

De acordo com o levantamento, Edivaldo tem 57% dos votos válidos, contra 43% de Braide.

A pesquisa Exata/TV Guará ouviu 800 pessoas entre os dias 25 e 27 de outubro e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número nº MA-04457/2016. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos e o grau de confiabilidade é de 95%.

Rejeição

A pesquisa Exata/TV Guará apontou o candidato Eduardo Braide como o mais rejeitado pelo eleitor. 42% dos entrevistados disseram que não votariam de jeito nenhum em Braide. Já 34% declararam não votar em Edivaldo Holanda Júnior.

Aprovação

Ainda de acordo com a Exata/TV Guará, o governo Flávio Dino continua bem avaliado em São Luís, sendo aprovado por 60% da população.