PMN desiste de lançar ex-apresentadora do Jornal Nacional Valéria Monteiro

Sem um representante competitivo na corrida presidencial, o PMN dificilmente passará pela Cláusula de Barreira, imposta pela última reforma eleitoral

O Partido da Mobilização Nacional decidiu abrir mão da corrida presidencial. A jornalista Valéria Monteiro, ex-apresentadora do Jornal Nacional, era, até então, a principal aposta. Porém, a hipótese foi descartada ao não atingir 3% das intenções de voto nas pesquisas realizadas pelo partido.

A presidência do PMN informou que a baixa popularidade de Monteiro e a atual estrutura do partido influenciaram na decisão.

A jornalista afirmou que, ao se filiar, o acordo era atingir, no mínimo, 1,5% das intenções de voto. Afirmou ainda que a direção do partido nunca fez o lançamento oficial de sua pré-candidatura, tampouco comunicou seu nome aos institutos de pesquisa.

O PMN elegeu, em 2014, apenas três representantes na Câmara Federal e é considerado um dos partidos nanicos. Tem pouco tempo de TV no horário eleitoral gratuito e pouca participação no Fundo Partidário.

Sem um representante competitivo na corrida presidencial, o PMN dificilmente passará pela Cláusula de Barreira, imposta pela última reforma eleitoral.

Roseana não inicia segunda etapa de caravanas e demonstra fragilidade…

A segunda etapa da ‘Caravana da Guerreira’, prometida para iniciar dia 04 de junho e com o objetivo de percorrer 50 cidades, não aconteceu, pelo menos, até agora

Passados 21 dias do lançamento oficial da pré-candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) ao Governo do Maranhão, a ex-governadora sumiu novamente deixando seu grupo político ainda mais aflito.

A segunda etapa da ‘Caravana da Guerreira’, prometida para iniciar dia 04 de junho e com o objetivo de percorrer 50 cidades, não aconteceu, pelo menos, até agora. A primeira etapa foi considerada um fiasco para muitos analistas políticos. Roseana reuniu poucas pessoas em varandas de residências, mostrando fragilidade política com poucos apoios.

Segunda colocada nas pesquisas eleitorais e com 30 pontos percentuais a menos que o governador Flávio Dino (PCdoB), Roseana perdeu o apoio de vários partidos políticos, o que reflete na desmotivação da ex-governadora.

Há quem acredite que a pré-candidatura de Roseana é uma imposição do seu pai, o ex-presidente José Sarney (MDB). Alguns familiares mais próximos, como seu esposo Jorge Murad, não querem que Roseana dispute, pela quinta vez, o governo do estado pelo desgaste gerado.

Nome de Chiquinho Escórcio não agrada no grupo Sarney para vice de Roseana

Muitas lideranças não veem em Chiquinho um nome que possa agregar uma determinada base política ou grupo de indecisos

A notícia do nome do ex-deputado federal Chiquinho Escórcio para a vaga de candidato a vice da ex-governadora Roseana Sarney não agradou nem mesmo os aliados do grupo Sarney.

Muitas lideranças não veem em Chiquinho um nome que possa agregar uma determinada base política ou grupo de indecisos.

Líderes do MDB desconfiam também que Escórcio não tem capital político para a chapa de Roseana. Chiquinho disputou as eleições de 2014 para o mandato de deputado federal, mas foi o 22° colocado.

Faltando pouco mais de um mês para as convenções partidárias, Roseana segue com dificuldades de fechar sua chapa.

Disputa para o governo do Maranhão já conta com cinco nomes

O nome do engenheiro Odívio Neto foi anunciado como pré-candidato a governador pelo PSOL

A eleição majoritária de 2018 para o governo do Maranhão se encaminha para ter, por enquanto, cinco candidatos.

O nome do engenheiro Odívio Neto foi anunciado como pré-candidato a governador pelo PSOL. A chapa ficou fechada com a indicação da professora Helena como pré-candidata a vice, pelo PCB.

Já estão confirmados o nome do senador Roberto Rocha (PSDB), que teve sua candidatura anunciada em evento com o presença do ex-governador Geraldo Alckmin.

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) também teve seu nome lançado no mês passado. Roseana que nos últimos anos perdeu o apoio de vários partidos, ainda não divulgou o nome de seu vice.

A ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, já lançou seu nome ao governo do Maranhão ainda no Podemos. Depois de filiada ao PSL, espera a vinda do pré-candidato à Presidência, Jair Bolsonaro, no próximo dia 14, para ter sua pré-candidatura oficializada.

O governador Flávio Dino (PCdoB) também já iniciou sua pré-candidatura com a realização dos ‘Diálogos pelo Maranhão’. Flávio conta com o apoio de 14 partidos e tem a sua chapa fechada com a indicação de Carlos Brandão (PRB) para a vice.

Flávio Dino diz que bloco liderado por Lula tem tudo para vencer a eleição

Lula aparece com 30% das intenções de voto e, quando sai do cenário, o percentual de eleitores sem candidato atinge 33%

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB-MA), usou as redes sociais para comentar a pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (10) que aponta o ex-presidente Lula com 30% das intenções de voto.

Em seu post, Dino ressalta a força de Lula. ” A Pesquisa DataFolha mostra que o bloco nacional e popular, liderado por Lula, tem tudo para levar um candidato ao 2º turno e vencer. Ou ele próprio, ou quem ele indicar. Fundamental é a união, como a Frente Ampla do Uruguai ensina”, salienta o governador.

Nova pesquisa Datafolha, realizada na semana passada e divulgada neste domingo (10), mostra que adversários do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial ainda não conquistaram a preferência dos eleitores. Lula aparece com 30% das intenções de voto e, quando sai do cenário, o percentual de eleitores sem candidato atinge 33%.

Michel Temer bate próprio recorde de impopularidade

Apenas 3% dos brasileiros consideram o governo Temer ótimo ou bom, segundo o levantamento. Outros 14%, consideram regular a gestão dele

O presidente Michel Temer bateu o próprio recorde de impopularidade na pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo. De acordo com o levantamento, 82% consideram o governo do emedebista ruim ou péssimo. A taxa de reprovação aumentou 12 pontos percentuais em relação ao ultimo levantamento em abril. Segundo o instituto de pesquisa, Temer é o presidente mais impopular desde a redemocratização do país.

A pesquisa é a primeira feita após a paralisação dos caminhoneiros que parou o país e acontece dois meses após a prisão de Lula. O instituto entrevistou 2.824 eleitores, na quarta e na quinta-feira da semana passada.

Apenas 3% dos brasileiros consideram o governo Temer ótimo ou bom, segundo o levantamento. Outros 14%, consideram regular a gestão dele.

O estudo mostra ainda que as Forças Armadas são a instituição que tem mais a confiança da população, apesar da queda no índice a aprovação. Disseram confiar muito nos militares 37% dos entrevistados. Outros 41% disseram confiar um pouco, e 20% não confiam.

Os partidos políticos, o Congresso e a Presidência apresentaram os menores índices de confiança da população: 68%, 67% e 64%, respectivamente, não confiam nessas instituições.

O Datafolha mostra ainda que 14% confiam muito e 43% confiam um pouco no Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto 39% não confiam na Corte.
A imprensa tem a confiança total de 16% dos entrevistados. Outros 45% dizem confiar pouco e 37% não confiam.

Datafolha mostra Lula com 30%, Bolsonaro com 17% e Marina com 10%

Lula aparece com 30% das intenções de voto e, quando sai do cenário, o percentual de eleitores sem candidato atinge 33%

Nova pesquisa Datafolha, realizada na semana passada e divulgada neste domingo (10), mostra que adversários do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial ainda não conquistaram a preferência dos eleitores. Lula aparece com 30% das intenções de voto e, quando sai do cenário, o percentual de eleitores sem candidato atinge 33%.

Com o líder petista na disputa, o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) fica com o segundo lugar, com 17% da preferência, e a ex-senadora Marina Silva (Rede) aparece com 10% das intenções de voto. Sem Lula, Bolsonaro sobre para 19% e Marina, para 15% da preferência dos eleitores. Bolsonaro, que apoiou o início da recente greve dos caminhoneiros, lidera todos os cenários sem a participação do ex-presidente, sempre com 19%. Já Marina se mantém em segundo lugar, com percentuais entre 14% e 15% da preferência.

Lula está há dois meses preso em Curitiba, onde cumpre pena por corrupção e lavagem de dinheiro, e deve ser impedido de concorrer pela Justiça Eleitoral. O líder petista tem o segundo maior percentual de rejeição (36%), só perdendo para Fernando Collor de Mello (PTC), que tem 39%.

Vistos como possíveis substitutos do ex-presidente na disputa pela presidência, o ex-prefeito Fernando Haddad (SP) e o ex-governador Jaques Wagner (BA), têm apenas 1% das intenções de voto na pesquisa. Outro que só atinge 1% das preferências é o ex-ministro Henrique Meirelles (MDB), que lançou sua pré-candidatura com apoio do presidente Michel Temer.

A pesquisa mostrou empate técnico entre o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), que oscila entre 10% e 11%, e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tem 7%. Em função da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, a real diferença entre eles pode ser menor.

Já na pesquisa espontânea, em que o eleitor responde sem ver uma lista de candidatos, Lula perde espaço para Bolsonaro: o petista tem 10% enquanto o deputado federal atinge 12% das intenções de voto. Neste cenário sobe para 46% o percentual de pesquisados que não sabe em quem votar.

O Datafolha ouviu 2.824 eleitores de 174 municípios na quarta (6) e na quinta (7). A pesquisa é a primeira feita pelo Datafolha após a paralisação dos caminhoneiros, movimento que causou desabastecimento em todo o país, abalando a economia e deixando o governo Temer no centro de uma crise. Os cenários pesquisados pelo Datafolha na semana passada são diferentes dos que foram considerados pelo estudo anterior, feito em abril, e por isso os resultados dos dois levantamentos não são perfeitamente comparáveis.

Para o segundo turno da eleição, o levantamento do Datafolha mostra vitória de Lula em vários cenários. O petista atingiria índices de 46% a 49% sobre os principais adversários. Mas a pesquisa também indica que a maior parte dos eleitores fica sem alternativa com eventual ausência de Lula.

Em Minas, PT lança pré-candidatura de Lula à Presidência da República

Durante o evento, a ex-presidente Dilma Rousseff leu uma carta escrita por Lula chamada de Manifesto ao Povo Brasileiro

O Partido dos Trabalhadores (PT) lançou na noite desta sexta-feira (8) a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. O ato foi realizado em um hotel de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Durante o evento, a ex-presidente Dilma Rousseff leu uma carta escrita por Lula chamada de Manifesto ao Povo Brasileiro. Preso há dois meses, após condenação em segunda instância, Lula pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa, o que inviabilizaria sua candidatura à presidência. Mesmo assim, ele aparece como o melhor posicionado nas pesquisas de intenção de voto.

“Assumo esta missão porque tenho uma grande responsabilidade com o Brasil e porque os brasileiros têm o direito de votar livremente num projeto de país mais solidário, mais justo e soberano, perseverando no projeto de integração latino-americana.”, afirmou na carta.

De acordo com a legenda, 2 mil pessoas participaram do evento, que teve as presenças da presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmann, do ex-prefeito e coordenador do programa de governo, Fernando Haddad e governadores e parlamentares.

Lula está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde o dia 7 de abril, por determinação do juiz Sérgio Moro, que ordenou a execução provisória da pena de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do triplex em Guarujá (SP). Na ordem de prisão, o magistrado disse que o trâmite do processo na segunda instância já havia se encerrado.

Chiquinho Escórcio deve ser consagrado vice de Roseana

A escolha de Chiquinho teria passado pelo aval do presidente Michel Temer (MDB)

As várias especulações sobre a indicação do vice na chapa da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) parecem ter chegado ao fim. Nas últimas horas, o nome do ex-deputado federal, Chiquinho Escórcio (MDB), ganharam corpo e tudo indica que o grupo Sarney vai para a disputa com uma chapa “puro sangue”.

O nome de Chiquinho virou notícia na coluna da jornalista Denise Rothenburg, do Jornal Correio Brasiliense. O ex-deputado, fiel escudeiro do ex-presidente José Sarney (MDB), já estaria sendo tratado pelo Palácio do Planalto como o candidato a vice da chapa de Roseana Sarney. A escolha de Chiquinho teria passado pelo aval do presidente Michel Temer (MDB).

A ex-governadora Roseana Sarney teve muita dificuldade em escolher seu vice. Nem mesmo a garantia da vaga e de uma estrutura num possível governo fez com que Roseana fechasse um acordo com outra legenda. Os grandes partidos não se interessaram em indicar o nome para o cargo, tal é a rejeição do grupo Sarney.

Muito se especulava pela escolha do senador João Alberto (MDB) para a vaga, mas seu nome sofre muita resistência da própria Roseana.

A ex-governadora Roseana também não tem mais o PT para indicar seu vice. O partido garantiu, nas últimas eleições, um bom tempo de TV para o grupo Sarney, mas hoje já faz parte da base de apoio do governador Flávio Dino. Sem o vice “ideal”, a única saída será ter que escolher Chiquinho Escórcio.