Maranhão lidera criação de emprego com carteira no Nordeste pelo 2º mês seguido

O Maranhão tem conseguido gerar empregos graças à parceria firmada desde 2015 entre o Governo Flávio Dino e os empresários. Foto: Gilson Teixeira

O Maranhão foi o Estado que mais criou empregos com carteira assinada no mês de julho no Nordeste, de acordo com o Ministério do Trabalho. É o segundo mês seguido em que o Maranhão lidera a geração de postos de trabalho na região.

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado mensalmente pelo Governo Federal. O Maranhão criou 1.853 empregos formais em julho, repetindo o desempenho positivo do mês anterior.

Além disso, o crescimento do Estado na geração de empregos (0,40%) foi maior que a média nacional e a do Nordeste (ambas de 0,12%).

Parceria com os empresários

O Maranhão tem conseguido gerar empregos graças à parceria firmada desde 2015 entre o Governo Flávio Dino e os empresários. Flávio estabeleceu incentivos para criar empregos, o que vem dando resultados concretos, como mostra o Caged.

Isso também tem a ver com o ambiente saudável de negócios que foi criado no Maranhão, com segurança para os investimentos e programas de apoio a áreas estratégicas.

Os empresários se sentem confiantes para investir porque sabem que o Maranhão hoje tem uma solidez econômica muito maior que no passado. O Governo vem pagando em dia – quase sempre antecipando – os salários dos servidores, o que também mostra a saúde fiscal do Estado.

Junto com os programas de geração de trabalho e renda – além das obras tocadas pelo Governo em todas as regiões do Maranhão –, esses fatores vêm estimulando cada vez mais a geração de empregos, mesmo com a crise econômica nacional que vem prejudicando o Brasil.

Taxa de desemprego recua para 12,4% no 2º trimestre, aponta IBGE

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.198 no segundo trimestre

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,4% no segundo trimestre, mas ainda há 12,966 milhões de brasileiros em busca de emprego, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta terça-feira, 31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou perto do piso da mediana (12,60%) das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam uma taxa de desemprego entre 12,30% e 12,80%.

Em igual período de 2017, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 13,0%. No primeiro trimestre, o resultado ficou em 13,1%. No trimestre encerrado em maio, a taxa era de 12,7%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.198 no segundo trimestre. O resultado representa alta de 1,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 195,7 bilhões no segundo trimestre, alta de 2,3% ante igual período do ano anterior.

Há menos 520 mil desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um recuo de 3,9%. O total de ocupados cresceu 1,1% no período de um ano, o equivalente à criação de 1,001 milhão de postos de trabalho. O contingente de inativos avançou 1,9%, 1,228 milhão de pessoas a mais nessa condição.

O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 53,7% no segundo trimestre deste ano, ante 53,6% no primeiro trimestre. No segundo trimestre do ano passado, o nível de ocupação era também de 53,7%.

Medo do desemprego diminui para 65,7 pontos, informa pesquisa da CNI

Maranhão se destacou no crescimento de empregos no Nordeste

O Índice de Medo do Desemprego caiu para 65,7 pontos em dezembro de 2017 e ficou 2 pontos abaixo do registrado em setembro. Mesmo assim, continua muito acima da média histórica, que é de 48,8 pontos. Isso indica que os sinais de recuperação da economia ainda são insuficientes para afastar a insegurança dos brasileiros em relação ao emprego, informa a pesquisa divulgada nesta sexta-feira, 5 de janeiro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“Em comparação com dezembro de 2016, o índice de medo do desemprego apresentou alta de 0,9 ponto, indicando persistência da insegurança em relação à recuperação do mercado de trabalho”, afirma a CNI. “O emprego reage à recuperação da economia de forma defasada. As empresas contratam somente quando têm segurança de que o crescimento será sustentado, pois elas arcam com custos de contratação e treinamento de novos trabalhadores, e com custos de demissão se a recuperação da economia não se sustenta”, explica a economista da CNI Maria Carolina Marques.

“A população percebe essa demora na reação do mercado de trabalho e o medo do desemprego continua elevado. À medida que o crescimento econômico se mostrar sustentado, o resultado no emprego deve aparecer com maior intensidade e o medo do desemprego deve ceder”, completa Maria Carolina.

A pesquisa também mostra que a satisfação com a vida diminuiu entre setembro e dezembro do ano passado. O Índice de Satisfação com a Vida atingiu 65,6 pontos em dezembro, 0,4 ponto menor do que o de setembro e inferior à média histórica, que é de 69,9 pontos.  O indicador ficou 1,2 ponto inferior ao de dezembro de 2016.

O levantamento foi feito entre 7 e 10 de dezembro de 2017 com 2 mil pessoas em 127 municípios.

Oportunidades de emprego no Maranhão, Piauí e Alagoas…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Telefônica e a 55 Soluções, empresa do Grupo Equatorial Energia, estão com vagas em aberto. A primeira oferece vagas para consultores de venda, telemarketing, teleagendamentos, supervisores e agentes de carteira no Maranhão, Piauí e Alagoas. Interessados enviar e-mail para [email protected]

Já a 55 Soluções oferece vagas para função de “Agente Comercial de Campo” nos estados do Pará e Maranhão para cidades como  Abaetetuba, Belém, Chapadinha, São Luís e Barreirinhas.
Requisitos: Ensino médio completo, ter moto regularizada e em bom estado, CNH A; experiência com vendas externas, negociação ou entregas. Interessados enviar currículo para: *[email protected]* com o assunto: “55″.

ARTIGO DE FLÁVIO DINO: Menos juros, mais empregos…

Governador Flávio Dino

Governador Flávio Dino

O Brasil e o mundo vivem uma grave e múltipla crise: política, econômica e também de valores morais. Temos de enfrentá-la com soluções pactuadas, que resgatem o princípio de solidariedade e gerem empregos para melhorar a vida de todos. No caso do Brasil, isso passa essencialmente pela redução de juros – e não pelo corte de serviços públicos.

O rombo fiscal que se anuncia para o ano – de R$ 170 bilhões – não pode ser combatido apenas com o sacrifício dos mais pobres. É o que pretende, por exemplo, a proposta de acabar com os reajustes do salário mínimo e aposentadoria. Há uma imensa parte invisível nessa conta do déficit, que come 50% do orçamento da União: o pagamento de juros da dívida. Um ajuste fiscal que faça jus ao nome deve enfrentar esse, que é o maior dos gastos públicos. Metade dos recursos colhidos de toda a sociedade, por meio de tributos, alimentam uma pequena elite do mercado financeiro, que são os donos dos títulos da dívida pública.

Somente em 2015, foram R$ 367 bilhões em dinheiro público pagos em juros da dívida. Ou seja, só em um ano de juros que o Governo pagou aos bancos e grandes rentistas, os recursos pagariam todo o programa Bolsa Família por 15 anos somados. Não há ajuste fiscal que se realize com juros altos. É injusto socialmente limitar gastos de serviços públicos e manter ganhos estratosféricos de bancos e rentistas. Manter não, melhor dizendo, aumentá-los. Pois com a inflação declinante, em face do brutal e errôneo choque recessivo do ano passado, temos um aumento da taxa de juros em termos reais. Mesmo que o Banco Central não eleve as taxas, elas já estão subindo em termos reais pois está havendo queda da inflação.

Menos juros significaria menos peso também para empresas e famílias, gerando espaço para investimentos e para mais dinamismo no setor de comércio e serviços. Reduzir os juros abriria oportunidades para um novo ciclo de crédito, o que é essencial para o país sair da crise.

É importante sempre destacar que a atual crise econômica é um fenômeno também mundial. Em alguns países gerando efeitos inimagináveis, como a taxa de 50% de desemprego entre jovens na Espanha. Soluções tristemente restritivas já vêm sendo levantadas em todo o mundo. Da expulsão de imigrantes na Europa à proposta de um candidato nos Estados Unidos de aumentar o muro com o México. Essas soluções que não se baseiam no princípio da solidariedade, essencial para vivermos em sociedade, não nos levam a bom termo. A restrição de serviços públicos – portanto, do tecido de solidariedade social – parte também do mesmo princípio individualista de que todos viveríamos melhor no espírito do “cada um por si”. Experiências históricas de quando essas ideias foram levadas ao extremo nos mostram que não é uma boa saída.

No caso brasileiro, nosso maior desafio nesse campo é enfrentar o principal gasto público, que cria desequilíbrio fiscal e trava crescimento. E passar a cobrar tributos de quem realmente pode pagá-los, com a tributação sobre grandes fortunas e sobre bancos. Eles, que lucraram todos esses anos com os períodos de crescimento econômico, é que têm de contribuir mais nesse período de recessão e crise. Os juros altos, associados à paralisação de obras federais e arrecadação em queda, formam uma realidade de sofrimento hoje no país. Reduzir os juros é o primeiro passo para fazer o melhor e mais justo ajuste fiscal.