Fakenews do grupo Sarney são denunciadas à Polícia Federal

Com esta denúncia, a Polícia Federal deve acompanhar de perto até amanhã as atuações que tentam confundir o eleitorado maranhense

Advogados da coligação “Todos pelo Maranhão“ protocolararam há pouco denúncia na Polícia Federal para proibir continuidade de divulgação de Fake News pelo grupo Sarney.

Rádios e TVs ligadas ao grupo Sarney, Lobão e Murad têm se aproveitado dos últimos minutos para tentar diminuir a vantagem de Flavio Dino, que deve vencer as eleições em primeiro turno. O grupo vislumbra também a possibilidade alta de perder a hegemonia no Senado.

Com esta denúncia, a Polícia Federal deve acompanhar de perto até amanhã as atuações que tentam confundir o eleitorado maranhense.

Segundo a coordenação da Coligação, as notícias falsas são fruto do desespero da oligarquia de, mais uma vez, perder a eleição. Neste domingo, todos poderão votar livre e democraticamente.

Nota do PCdoB sobre nova fake news

1. A decisão sobre os embargos não altera a decisão original da juíza, portanto, não tem nenhum efeito sobre o processo eleitoral em curso.

2. A ação movida por Ricardo Murad, coordenador de campanha de Roseana Sarney, visa apenas desestabilizar o processo eleitoral e reflete o desespero de quem está atrás nas pesquisas.

3. Os embargantes estão recorrendo nas instâncias superiores e tem certeza da nulidade da decisão, pois não tem nenhum valor jurídico.

4. Lamentamos o uso de decisões judiciais para tentar criar factóides a fim de interferir na livre decisão do eleitor.

Três suspeitos foram detidos com materiais difamatórios contra Weverton Rocha e Eliziane Gama

Os candidatos Weverton Rocha e Eliziane Gama em coletiva de imprensa na tarde de hoje (1°)

Três pessoas foram detidas, na manhã desta segunda-feira (1°), pela Polícia Civil, ao distribuírem panfletos apócrifos contra os candidatos ao Senado Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS). Eles foram detidos no Terminal da Praia Grande e levados para a sede da Polícia Federal, em São Luís.

Os jornais com fake news contra Weverton e Eliziane apreendidos hoje, foram produzidos na Gráfica Escolar, mesma responsável por imprimir o jornal O Estado do Maranhão. Em depoimento à Polícia Federal, um dos envolvidos informou que o material foi pego por ele dentro da sede da gráfica, que fica no mesmo local da sede do Sistema Mirante.

Os advogados da Coligação ‘Todos Pelo Maranhão’, protocolaram na Procuradoria Regional Eleitoral um pedido de busca e apreensão na sede da gráfica para evitar que novos panfletos apócrifos sejam produzidos.

Após toda a polêmica levantada pelos meios de comunicação, o candidato a deputado estadual Paulo Roberto Pinto, o Carioca (PRTB), confessou que foi ele quem mandou produzir o material.

Os candidatos ao Senado Weverton Rocha e Eliziane Gama atribuíram ao Sistema Mirante a produção dos jornais.

“Esse jornal foi rodado dentro da Mirante, 500 mil exemplares. E foi apresentada uma nota fiscal de R$ 27 mil. Isso não roda meio milhão de jornais de quatro páginas”, disse Weverton, denunciando a incompatibilidade do valor pago para fazer todo o material de 500 mil jornais.

“A gráfica usada para rodar o jornal é do Estado do Maranhão. Não é uma gráfica comercial que faz outro tipo de material. Abriu uma exceção para um material de calúnia e difamação da nossa candidatura”, afirmou Eliziane.

Ex de Ciro Gomes, Patrícia Pillar rebate fake news e diz que nunca foi agredida por ele

A notícia falsa fez com que a própria atriz viesse a público para afirmar que nunca disse isso e que também nunca foi agredida pelo ex-marido

As eleições estão chegando e uma série de fake news tem aparecido em redes sociais e em grupos de WhatsApp. Uma delas envolve a atriz Patrícia Pillar, que foi casada com Ciro Gomes, candidato à Presidência da República pelo PDT, por 21 anos.

A imagem conta com uma fala falsa atribuída a Patrícia Pillar. A declaração diz: “Gente, eu nunca fui casada com o Bolsonaro. Quem me batia era o Ciro Gomes”.

A notícia falsa fez com que a própria atriz viesse a público para afirmar que nunca disse isso e que também nunca foi agredida pelo ex-marido.

“Estou aqui para dizer que estão usando minha imagem para divulgar notícias falsas, favorecendo um candidado que jamais seria o meu”, afirma Patrícia Pillar.

“Nunca sofri nenhum tipo de violência de parte de ninguém. Isso é totalmente falso”, completa a atriz. Em sequência, ela ainda declara voto a Ciro Gomes na eleição presidencial deste ano.

Livro citado por Bolsonaro no Jornal Nacional não foi distribuído em escola

Em entrevistsa ao Jornal Nacional, Bolsonaro mostra o livro ‘Aparelho sexual e cia’ – Reprodução / TV Globo

O livro “Aparelho Sexual e Cia” não fez parte de qualquer kitescolar, ao contrário do que afirmou o candidato à Presidência JairBolsonaro (PSL) em entrevista concedida ao Jornal Nacional na noite de terça-feira. A informação foi desmentida pela editora e pelo Ministério da Educação. Além disso, diferentemente do apontado pelo deputado, o livro não fez parte do material contido no que ele chama de “kit gay”, que por sua vez era parte de um programa do governo chamado “Escola Sem Homofobia” e que nunca chegou a ser posto em prática.

O livro, publicado em 2007 no Brasil, foi escrito pela francesa Hélène Bruner e desenhado pelo seu então marido, o cartunista suíço Zep, que utilizou personagens de sua famosa série de quadrinhos “Titeuf”. Editado originalmente na França, a obra vendeu mais de 1,5 milhão de exemplares no mundo e chegou a ser base de uma exposição educativa no museu da Ciência e Indústria de Paris. Segundo a editora, ao contrário do afirmado por Bolsonaro, o volume nunca foi indicado ao público infantil, e sim a alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, ou seja, adolescentes dos 11 aos 15 anos.

Ainda de acordo com a editora, o livro trata de assuntos como “paixão, as mudanças da puberdade, a contracepção, doenças sexualmente transmissíveis, pedofilia e incesto” com “sólida base pedagógica e rigor científico”. A Companhia das Letras também informou que está em negociação para renovação dos direitos da obra para “disponibilizá-la novamente ao público brasileiro”.

Já o Ministério da Educação, assim como a editora, negou que tenha comprado ou sugerido o livro em qualquer situação para as escolas brasileiras. Em nota, disse que “o livro não foi distribuído nem esteve em programas vinculados ao MEC”, Ao contrário do que afirmou Bolsonaro, o livro não foi enviado a nenhuma biblioteca de colégios públicos pelo Ministério. O MEC disse, porém, que não tem “como afirmar se uma obra qualquer foi ou não distribuída para escolas, alunos ou professores” pois a educação básica é de competência dos governos municipais e estaduais.

Na verdade, segundo a editora, 28 exemplares foram compradas em 2011 pelo Ministério da Cultura (Minc), e não pelo MEC, e colocadas à disposição da população em geral em bilbiotecas públicas.

Clayton Noleto desmente Roseana Sarney

Prefeito de Imperatriz, Assis Ramos, em visita ao governador Flávio Dino

O secretário de Estado da Infraestrutura, Clayton Noleto, manifestou-se sobre as acusações da ex-governadora Roseana Sarney (MDB), de que o atual governo perseguiria o prefeito de Imperatriz, Assis Ramos (MDB). Clayton citou as diversas obras na cidade de Imperatriz e em toda a região Tocantina, além das ações do programa Mais Asfalto que foi executado em parceria com a prefeitura municipal. Veja a nota:

A candidata ao governo do Maranhão, proprietária de uma rede de comunicação afiliada à Globo, empresa que propaga aos quatro ventos o combate ao Fake News, se especializou mesmo em fabricá-los, não importa o tamanhão e a dimensão da “enganação”.

Uma das inverdades que recebe o carimbo Fake News, entre as muitas ditas na sabatina de O Estado, foi a suposta perseguição ao prefeito de Imperatriz, que antes da campanha dava entrevistas emocionado sobre a importância de ter um governo estadual atuante na melhoria das condições de vida da população. Pois bem, vamos agora rememorá-los e carimbar a fábrica de mentiras da candidata empresária do Fake News.

Em Infraestrutura o governo Flávio Dino entregou a lendária Estrada do Arroz que liga Imperatriz à Cidelândia, um sonho da Região Tocantina, foram mais de 80 km pavimentados com o Programa Mais Asfalto garantindo o direito de ir e vir das pessoas com comodidade e segurança e a Avenida Pedro Neiva de Santana totalmente iluminada com led, sinalizada e com a instalação dos pardais que ajudaram a reduzir os acidentes. As rodovias que interligam a região recebem o programa contínuo de conservação e manutenção promovendo o desenvolvimento regional.

Na Saúde o Hospital Macrorregional de Imperatriz ajuda a desafogar o atendimento na rede municipal com serviços de referência, exames, consultas e cirurgias. Temos a entrega de mais uma etapa da reforma do Hospital Materno Infantil, a instalação do serviço de radioterapia e a unidade oncológica pediátrica.

No Esporte e Lazer temos a entrega da Avenida Beira Rio, o maior espaço público de lazer do Maranhão, a revitalização da Praça da Bíblia, a construção dos ginásios das escolas Governador Archer e Nascimento de Moraes, a reforma do Estádio Frei Epifânio e da Praça Mané Garrincha, a requalificação do Centro de Artesanato e a Feirinha da Beira Rio, mais uma opção de lazer e cultura aos imperatrizenses e a requalificação de mais três praças.

O governo perseguiu, perseguiu e conseguiu executar o maior pacote de obras com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população. E não parou por aí, tem mais carimbo para os fake News da fábrica de mentiras.

Na segurança temos a reforma e modernização do 3º e 14º Batalhões de Polícia Militar, a entrega do Comando de Policiamento da Área do Interior 5 e 6 e as Unidades de Segurança Comunitária no Sanharol e Lagoa Verde.

Na educação reformamos os Centros de Ensino União, Vespasiano Ramos, Newton Barjonas Lobão, Tancredo Neves, criamos a UEMASUL, reformamos o campus do centro e estamos construindo o novo campus da instituição.

O governo do Maranhão também investiu na ampliação da rede de distribuição de água e coleta de esgotos, no incentivo e apoio aos eventos esportivos, culturais, do comércio e do campo, nos no Viva, no Restaurante Universitário e Cidadão. O governo do Maranhão, assim, continua combatendo os Fake News com a verdade.

Clayton Noleto

Roseana Sarney quer se apropriar até das escolas dignas de Flávio Dino

Ciente do sucesso que são os programas de Flávio Dino na área da educação, sobretudo o Escola Digna, agora, com o oportunismo que lhe é peculiar, Roseana quer pegar carona nas melhorias feitas nos últimos três anos e meio

Mesmo tendo governado o Maranhão por 14 anos, a ex-governadora Roseana Sarney, candidata ao quinto mandato, não consegue vocalizar o que deixou de herança positiva para o Maranhão. Em matéria no seu jornal – O Estado do Maranhão – ela tenta se apropriar das escolas dignas que são a marca do governo Flávio Dino.

As cinco décadas de regime oligárquico que o Maranhão viveu foram marcadas por fome, miséria e escolas de barro e taipa. Talvez por isso, a estratégia de Roseana Sarney seja tentar pegar carona no programa educacional mais vigoroso em curso no Brasil, o Escola Digna, implementado por Dino nos últimos três anos.

Segundo Roseana, em matéria divulgada no pasquim da oligarquia, ela teria deixado recursos para melhoria na educação. Pura balela! Por que então ela mesma não fez as melhorias necessárias ao longo dos seus 14 anos à frente do governo do Maranhão?

O Escola Digna, na verdade, expõe o descaso da oligarquia com a área no estado. Além das escolas e taipa e barro, várias outras unidades estavam sem receber uma reforma sequer há mais de 20 anos. Essas escolas tiveram que ser completamente reconstruídas durante o atual governo.

Ciente do sucesso que são os programas de Flávio Dino na área da educação, sobretudo o Escola Digna, agora, com o oportunismo que lhe é peculiar, Roseana quer pegar carona nas melhorias feitas nos últimos três anos e meio e que eram aguardadas há séculos.

Mas o povo não cai mais no conto do vigário sarneyzista.

Roseana Sarney “caindo de ponte” viraliza na Internet

O meme é na verdade uma brincadeira com a filha do ex-senador José Sarney; e o episódio ocorreu, de fato, em abril deste ano nas Filipinas

A candidata ao governo do Maranhão pelo PMDB, Roseana Sarney, deve ter ficado revoltada com um vídeo que circula nas redes sociais, no qual ela e aliados, supostamente, aparecem caindo de uma ponte enquanto pediam votos na periferia de São Luís.

O meme é na verdade uma brincadeira com a filha do ex-senador José Sarney; e o episódio ocorreu, de fato, em abril deste ano nas Filipinas.

Certo é que o vídeo teve mais de 100 mil visualizações só no Twitter e acabou indo parar na página ‘Fato ou Fake’, criada pelo G1 para checar a veracidade de publicações que viralizam nas redes.

O site do grupo Globo, controlado no Maranhão pelo Sistema Mirante do grupo Sarney, tratou de desmentir o vídeo falso contra Roseana para evitar maior desgaste na candidatura da ex-governadora, que anda com dificuldades em atrair adeptos ao seu projeto eleitoral.

A campanha começa, oficialmente, a partir da próxima quinta-feira (16) e pelo visto Roseana vai ter que aguentar 45 dias de muita piada contra sua candidatura. Afinal, a família Sarney é vista nacionalmente como símbolo do atraso político e não é de hoje que ela é impopular na Internet.

Twitter divulga medidas para evitar fake news nas eleições

Na nota, a empresa afirmou que tem como objetivo “promover um ambiente cada vez mais saudável na plataforma”. Um dos focos será a verificação de contas de candidatos e partidos

O Twitter divulgou nesta semana um comunicado com as medidas para as eleições deste ano. A plataforma, assim como Facebook, Google, Instagram e Whatsapp, vem buscando respostas em razão de preocupações com possíveis problemas e influências negativas no debate público, como a disseminação das chamadas notícias falsas ou de mensagens de ódio.

Na nota, a empresa afirmou que tem como objetivo “promover um ambiente cada vez mais saudável na plataforma”. Um dos focos será a verificação de contas de candidatos e partidos, de modo a coibir perfis falsos que possam divulgar informações e causar confusão nos eleitores.

Além dessa verificação, a própria rede social irá organizar sessões de perguntas e respostas com os candidatos, com o intuito de “facilitar o contato direto entre os candidatos e seus eleitores”. A companhia anunciou que firmou parceria com alguns veículos de mídia – como Band, RedeTV, Estadão, Rádio Jovem Pan, Revista Istoé e Catraca Livre – para a transmissão pela plataforma dos debates com os concorrentes à Presidência da República e aos governos de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Uma das medidas destacadas pela empresa é o combate ao que a empresa chama de “contas automatizadas mal-intencionadas e/ou que disseminam spam”, perfis falsos ou os chamados robôs (ou bots, no termo em inglês popularizado). Os robôs são vistos como um dos meios de disseminação de notícias falsas e um dos problemas na rede social, embora estudo recente do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) tenha apontado o grau de difusão de fake news por essas contas semelhante ao de humanos

Segundo a assessoria de empresa, também foram realizadas ações como o aprimoramento do processo de abertura de contas, auditorias em contas já existentes e a expansão de detecção de “comportamento mal-intencionado”. O número de contas contestadas mensalmente subiu de 2,5 milhões em setembro de 2017 para 10 milhões em maio de 2018. A média de denúncias de spam recebidas pela plataforma diminuiu de aproximadamente 25 mil por dia em março para cerca de 17 mil por dia em maio.

Segundo levantamento realizado pela empresa com seus usuários, 70% dos mais de dois mil entrevistados disseram usar a plataforma para se informar sobre política nessas eleições. Deste universo, 47% afirmaram fazê-lo frequentemente e 22% de vez em quando.

Mais de 60% avaliaram que a divulgação de mensagens pelos candidatos em seus perfis será importante para a decisão do voto. Entre os indecisos, 79% comentaram que vão conhecer as ideias dos concorrentes por suas contas para definir sua escolha.

Diferentemente do Facebook e do Google, o Twitter não irá veicular anúncio eleitoral. Este será o primeiro ano em que este tipo de propaganda eleitoral será permitida. A empresa anunciou a decisão em maio e justificou-a pelo fato de não ter os meios tecnológicos para atender às exigências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).