Agências bancárias voltam a funcionar nesta quarta

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as contas de consumo que venceram no dia 12 ou 13 poderão ser pagas sem acréscimo nesta Quarta-Feira.

Após o Carnaval, os bancos começaram a funcionar, nesta quarta-feira de Cinzas (14), a partir das 12h. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as contas de consumo, que venceram no dia 12 ou 13, poderão ser pagas sem acréscimo nesta quarta-Feira.

De acordo com a Federação, os tributos já vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados nacionais, estaduais e municipais. Caso isso não tenha ocorrido no documento de arrecadação e o pagamento não tenha sido antecipado pelo cliente, ele ainda pode ser feito hoje.

Os pagamentos também poderão ser feitos por canais eletrônicos, como pelo site do banco ou aplicativo. Os tributos que possuem código de barras podem ter o seu pagamento agendado nos caixas eletrônicos, no internet banking e pelo atendimento telefônico do banco.

Durante o carnaval, funcionamento do comércio será alterado em São Luís

As lojas devem funcionar no sábado (10) até as 14h e no domingo retornam às atividades normais.

Durante o feriado de carnaval, o funcionamento do comércio de São Luís sofrerá algumas alterações. As atividades comerciais devem retornar à normalidade somente na quarta-feira de Cinzas (14).

Segundo a Associação Comercial do Maranhão (ACM), as lojas devem funcionar no sábado (10) até as 14h e no domingo retornam às atividades normais.

As agências bancárias não funcionam na segunda e terça, somente na quarta, a partir das 14h, enquanto os supermercados atendem segunda e terça-feira em horário normal, somente na quarta será a partir das 14h.

Durante todos os dias de carnaval, os shoppings da capital maranhense funcionarão no sábado de 10h às 22h, e na quarta-feira das 14h às 20h. As praças de alimentação funcionam das 12h as 22h.

Repasses para funcionamento de hospitais foram suspensos pelo governo Roseana

Roseana apresentou hospitais como "revolução" na Saúde

Roseana apresentou hospitais como “revolução” na Saúde

Do Jornal Pequeno

Apresentados como a revolução da Saúde no Maranhão pela ex-governadora Roseana Sarney, os hospitais de 20 leitos espalhados de forma aleatória em diversas cidades no interior do Estado enfrentam dificuldade para a manutenção por parte das prefeituras. O corte de repasses da ordem de R$ 100 mil por município foi feito desde o mês de outubro de 2014 pelo então secretário de Saúde Ricardo Murad, cunhado da governadora.

Na cidade de Davinópolis, o prefeito Paiva Barbosa afirmou que vai devolver o hospital de 20 leitos construído no município para o governo do Estado, alegando falta de recursos para a mantê-lo funcionando. O Secretário Estadual de Saúde, Marcos Pacheco afirma que esta situação é similar a enfrentadas por todas as outras cidades, onde foram construídos hospitais de 20 leitos.

Ele ressalta que dos 64 hospitais anunciados apenas metade foi entregue e todos tiveram o repasse para manutenção suspenso pelo governo Roseana Sarney em outubro de 2014. “ A nossa orientação para os prefeitos onde existem hospitais de 20 leitos é que deixem funcionando os serviços básicos e isto garantiria o retorno do repasse de recursos que ficará estimado em até R$ 70 mil reais por mês”, afirmou Marcos Pacheco.

O secretário acrescenta ainda que a falta de critérios para a construção dos hospitais, situados em cidades muito pequenas agravou a situação encontrada pela atual  gestão. Existem casos de hospitais construídos em cidades muito próximas, o que mostra a falta de critério na escolha dos municípios. “Desde a década de 1990 não são realizadas mais construções de hospitais de 20 leitos, que acabam se tornando fonte de problemas. Nós vamos manter os hospitais funcionando, mas desde que sigam as sugestões que estamos fazendo aos prefeitos” comentou.

Marcos Pacheco explica que a  construção destes hospitais de 20 leitos, em cidades de pequeno porte que são responsáveis apenas por atendimentos na área de Atenção Básica, é o motivo que gerou todos estes problemas, pois não houve nenhum critério no processo de escolha destas cidades e logo depois das eleições de 2014, o corte de repasses feita pela gestão anterior transformou tais hospitais em elefantes brancos criando problemas para a atual gestão. “Vamos construir os hospitais de 150 leitos em cidades pólos importantes e readequar o sistema de saúde do Estado, para evitar que problemas como este ocorram”, afirmou.