Partidos da base de sustentação de Flávio Dino farão grande Convenção no próximo dia 28

Na Convenção, serão oficializadas a candidatura à reeleição de Flávio Dino para o Governo do Estado, de Weverton Rocha e Eliziane Gama para o Senado Federal, de candidatos à Câmara Federal e para a Assembleia Legislativa do Maranhão

Partidos que fazem parte da base de sustentação do governo Flávio Dino (PCdoB) farão uma Convenção conjunta com objetivo de oficializar as candidaturas para as próximas eleições.

Em reunião realizada na segunda-feira (02), representantes de pelo menos 11 partidos decidiram que a grande Convenção será realizada às 16h, no dia 28 de julho, em um local ainda a ser definido.

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Estiveram na reunião os presidentes partidários: Márcio Jerry (PCdoB); Weverton Rocha (PDT); Eliziane Gama (PPS); Augusto Lobato (PT); Gastão Vieira (PROS); Josimar de Maranhãozinho (PR); Luciano Leitoa (PSB); André Fufuca (PP); Jota Pinto (Patriotas); Simplício Araújo (Solidariedade) e Pedro Lucas Fernandes, representando o PTB.

Na Convenção, serão oficializadas a candidatura à reeleição de Flávio Dino para o Governo do Estado, de Weverton Rocha e Eliziane Gama para o Senado Federal, de candidatos à Câmara Federal e para a Assembleia Legislativa do Maranhão.

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Gastão Vieira não crê em possibilidade de terceira via ao governo do Maranhão…

Gastão Vieira disse que os chamados candidatos da terceira via têm poucas chances

Com a experiência de quem já ocupou espaço nos dois pólos mais fortes da política maranhense, o ex-ministro do Turismo, Gastão Vieira, disse que os candidatos que buscam ser uma possível terceira têm poucas chances reais na disputa para o governo do Maranhão.

Em entrevista a O Imparcial, o político, que é pré-candidato a deputado federal na base do governador Flávio Dino (PCdoB), afirmou que não acredita que alguém possa disputar uma eleição majoritária se não for suficientemente conhecido do eleitorado.

Na lógica de Gastão Vieira, as candidaturas de Maura Jorge (Podemos) e Eduardo Braide (PMN), além de incertas são frágeis. Na visão dele, a falta de conhecimento em nível estadual é mortal para qualquer pretensão de candidatos que têm apelo apenas local.

Durante evento em Vargem Grande, Gastão Vieira oficializa apoio a Flávio Dino

“Mudei minha posição política porque achei que será melhor para o meu eleitor”, disse Gastão Vieira ao elencar todos os avanços que o estado conquistou nos três últimos anos.

Em 2014, o ex-deputado federal Zé Vieira, mesmo com todas as investidas do grupo Sarney, conseguia levar o recém fundado Partido Republicano da Ordem Social (PROS) para a coligação do candidato Flávio Dino ao governo do estado. Em uma convenção lotada de militantes no município de Bacabal, Flávio Dino recebia o apoio do casal Zé Vieira e Patrícia Vieira.

As eleições se passaram, Zé Vieira decidiu não disputar a reeleição para o Congresso Federal e sua esposa, Patrícia Vieira, amargou uma derrota na corrida para a Assembleia Legislativa, o que significou a perda do partido pouco tempo depois.

O então candidato derrotado ao senado, Gastão Vieira, num processo de oxigenação, decidiu afastar-se das bases do grupo Sarney e assumiu o PROS no Maranhão. Gastão  assumiu o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o que contribuiu na aproximação com o governador Flávio Dino.

Após muitas especulações, Gastão Vieira declarou sua entrada no grupo governista no final do ano passado e, nesta sexta-feira (26), reafirmou que estará com o governador Flávio Dino, em um evento na cidade de Vargem Grande: “mudei minha posição política porque achei que será melhor para o meu eleitor”, disse Gastão ao elencar todos os avanços que o estado conquistou nos últimos três anos.

Gastão Vieira é mais uma perda significativa para o grupo Sarney, por seu histórico e seu trabalho desempenhado ao longo da sua vida pública. E o PROS soma-se a outras legendas de peso numa coligação governista que pode chegar a 15 partidos.

Saída de Gastão Viera do FNDE foi precedida de “queda de braço” entre ACM Neto e o clã Sarney

No cargo, Gastão Vieira era ligado ao grupo Sarney

O  prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), e a bancada baiana do DEM na Câmara dos Deputados venceu uma longa e árdua batalha com o clã do ex-senador José Sarney (MA) e conseguiram exonerar o ex-deputado federal Gastão Vieira (PMDB) da pasta. O ex-secretário municipal de Urbanismo e ex-coordenador de campanha do “alcaide” foi emplacado na presidência do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Em seu perfil do Facebook, Gastão Vieira, despediu-se da presidência do FNDE e disse que enfrentou uma guerra política para se manter no cargo, mas que o DEM pediu o cargo para o governo Temer. Segundo ele, “o jogo político é duro”.

“O jogo político é duro, meus amigos. E, muitas vezes, o que se leva em consideração não é exatamente aquilo que importa. Enfrentei muitas guerras à frente desta autarquia e, infelizmente, alguns daqueles que deveriam apoiar minha permanência por aqui, para que nosso estado do Maranhão tivesse maior representatividade em Brasília, foram os primeiros a tentar me apear do cargo. Contra esses, resisti. A duras penas resisti e sobrevivi os últimos meses”, disse em sua página no Facebook.

No cargo, Gastão Vieira era ligado ao grupo Sarney. O novo presidente do FNDE, provavelmente, terá boas relações com o governo Flávio Dino (PCdoB), haja vista a proximidade do comunista  com o prefeito baiano ACM Neto, via deputado federal Juscelino Filho (DEM).

Então, analistas políticos arriscam o palpite de que a mudança no FNDE foi também uma vitória do grupo ligado ao governador Flávio Dino. A unanimidade acredita que a exoneração de Gastão Vieira foi uma grande derrota para o grupo Sarney que “arrotava”  muita força no governo Temer.

Desabafo de Gastão Vieira no Facebook:

Agora é muito fácil “romper” com Sarney!

Gastão Vieira enfrenta problemas com suplentes irregulares e agora investigação de abuso de poder

Alimentado e sustentado no sarneysismo, Gastão Vieira agora resolveu cuspir no prato em que comeu para tentar chamar atenção do  governador Flávio Dino

Após declínio do grupo Sarney, Gil Cutrim procura qualquer partido que não tenha conexão com Sarney

Após declínio do grupo, Gil Cutrim procura qualquer partido que não tenha conexão com Sarney

Sarneysistas de carteirinha  não param de acenar, a todo instante, ao novo governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). E fazem isso ainda, pasmem, “cuspindo no prato em que comeram” por longos anos ao exemplo do ex-ministro, ex-tudo Gastão Vieira (PMDB), que já anunciou, inclusive, saída do partido para qualquer outro que não tenha qualquer relação com o clã Sarney que declinou nas eleições estaduais passadas.

Age da mesma forma o prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim (PMDB), que também já está, desde dezembro, à procura de um novo partido que não tenha nenhuma conotação sarneysista. Do mesmo modo que Gastão, o presidente da Federação das Associações dos Municípios do Maranhão (Famem) também descobriu agora, de repente, após a derrota do grupo Sarney e a saída do pai, Edmar Cutrim, do Tribunal de Contas (TCE), que o antigo ninho de tantos carnavais foi cruel com o Estado.

Descobertas impressionantes

São “descobertas impressionantes” de políticos e figuras públicas que resolveram “cuspir no prato em que comeram” por longos anos só para tentar chamar a atenção do grupo de Flávio Dino que ascendeu nas últimas eleições, mandando, literalmente, para o espaço sideral o clã que comandava a política do Estado há mais de cinco décadas. Perfeitos oportunistas de plantão, apenas querendo tirar uma boa “casca” do novo governo.

Agora, nesse momento, é muito fácil dizer que “rompeu com Sarney”, após o declínio do grupo no Maranhão. E por que não fizeram isso bem antes das eleições, muitos anos antes? Claro, porque não sabem viver sem governo. Além dos citados, outras centenas de “raposas” estão de olho bem comprido para o governo Flávio Dino como verdadeiros “urubus em cima da carniça”.

Muitas dessas “viúvas” ou muitos desses “órfãos” ainda vão bradar, denunciar e crucificar, por bastante tempo, o grupo Sarney, após o seu declínio, para tentar chamar a atenção do novo comando do Palácio dos Leões. Governador, fique atento!

Segundo DataM, Roberto Rocha vencerá eleição para o Senado

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A última pesquisa do Instituto DataM prevê a vitória do candidato do PSB ao Senado, Roberto Rocha, com ampla vantagem sobre o segundo colocado, Gastão Vieira (PMDB). Considerados apenas os votos válidos, Rocha deve vencer nas urnas com 52,5% dos votos contra 42,2% do candidato do grupo Sarney.

O Instituto DataM possui o melhor histórico de acertos em eleições no Maranhão, confirmado nos últimos pleitos. Na série histórica para o Senado a vantagem de Roberto Rocha sobre Gastão manteve-se desde antes do início do horário eleitoral, com algumas oscilações.

Outro ponto de destaque é o quadro de rejeição dos candidatos que mostra quase o dobro para Gastão Vieira (21,4%) comparado a Roberto Rocha (11,1%). Esse cenário torna mais difícil uma reação do candidato do PMDB nas urnas.

A pesquisa DataM foi realizada entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro com amostra de 2 mil entrevistas e margem de erro de 3%. Foi a maior pesquisa realizada pelo Instituto, alcançando 70 municípios, com valor estatístico de representação para todo o estado do Maranhão. O registro no TSE é o MA00066/2014.

Gastão Vieira e as broncas da campanha…

Gastão Vieira enfrenta problemas com suplentes irregulares e agora investigação de abuso de poder

Gastão Vieira enfrenta problemas com suplentes irregulares e agora com investigação de abuso de poder

Às vésperas das eleições, Gastão Vieira continua envolto em polêmicas que podem comprometer sua candidatura ao Senado. Além de problemas com irregularidades de suplentes, o candidato apoiado por Edinho Lobão (PMDB) está agora sob investigação de abuso de poder político.

Desde o começo das eleições, o candidato da família Sarney vem sofrendo com denúncias e impugnação. A primeira bomba em relação a Gastão surgiu no mês passado, quando seu primeiro suplente, Raimundo Monteiro, teve sua candidatura indeferida pelo Superior Tribunal Eleitoral (TSE), baseado na Lei da Ficha Limpa.

Por coincidência, a impugnação de Monteiro se deu em razão de auditorias no ano de 2006 por indicação do próprio Gastão Vieira. Quando o ex-suplente era superintendente do Incra, foram auditados vários convênios do órgão com o MST, a Fetaema, a Sociedade de Direitos Humanos, o Centro de Cultura do Trabalhador Rural e a Fundação Sousândrade, e constatadas diversas irregularidades.

Além do primeiro suplente, Gastão também tem problemas com o segundo, o presidente estadual do PMDB, Remi Ribeiro. O segundo suplente não se desincompatibilizou do cargo de assessor especial da Casa Civil do governo Roseana, onde foi nomeado em 2011, o que o torna inelegível para o cargo pleiteado e derruba a eleição do candidato do clã Sarney ao Senado Federal.

Como se trata de ausência de desincompatibilização, em momento posterior ao registro de candidatura, caso Gastão Vieira vença o pleito, qualquer questionamento à sua eleição pode ser reconhecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Investigação de abuso de poder

Na última quinta-feira,2, mais uma denúncia caiu como uma bomba nas pretensões do candidato da oligarquia. A coligação “Todos pelo Maranhão” deu entrada em uma investigação pela Justiça Eleitoral sobre abuso de poder político que pode estar sendo praticado por Roseana Sarney, Lobão Filho, Gastão Vieira e Arnaldo Melo.

A base da denúncia foi um áudio em que secretários de Governo, em reunião realizada no Palácio dos Leões, definem estratégias para tentar reverter o baixo índice de Lobão Filho e Gastão Vieira nas pesquisas. Em trecho do áudio, a secretária-adjunta de Educação, Conceição Andrade, enfatiza que é preciso concentrar esforços para a eleição do senador.

Gastão Vieira usa estrutura de gabinete da Câmara como candidato a senador

Candidato ao Senado utilizou estrutura da Câmara dos Deputados para enviar ofício justificando a ausência no debate promovido pela Câmara Municipal

Gastão encaminhou documento oficial da Câmara para justifica ausência em debate por conta de campanha política

Gastão encaminhou documento oficial da Câmara para justifica ausência em debate por conta de campanha política

Parece que o deputado federal e candidato ao Senado pela coligação “Pra frente, Maranhão”, Gastão Vieira (PMDB), perdeu as estribeiras ou está mesmo muito mal assessorado. Ao que tudo indica, o representante do grupo Sarney cometeu um crime eleitoral ao utilizar a estrutura da Câmara dos deputados, em Brasília, para justificar sua ausência no debate promovido pela Câmara Municipal de São Luís, na última segunda-feira, 22.

No ofício nº 033/2014, em papel timbrado da Câmara Federal, datado no dia 17 de setembro e encaminhado ao presidente da Câmara de São Luís, vereador Isaías Pereirinha (PSL), o candidato alegou a sua ausência no debate por conta de compromissos de campanha. O mais grave é que Gastão Vieira assinou de próprio punho, não podendo portanto alegar descuido de sua assessoria. Ele foi o autor assumido da conduta vedada.

O que Gastão Vieira esqueceu é que o ato promovido pelos vereadores de São Luís, atendendo ao requerimento do vereador Professor Lisboa (PCdoB), foi eleitoral e o convite foi destinado ao candidato ao Senado e não ao deputado federal. Portanto, o fato demonstra uma conduta inadequada do candidato ao utilizar o seu gabinete da Câmara dos deputados na campanha eleitoral.

A lei é clara, o candidato é terminantemente proibido de fazer uso da máquina administrativa do Estado. Entre as práticas vedadas estão o uso de carros ou prédios de órgãos públicos para fins de campanha e o uso de material ou serviço custeado pela administração pública, como impressora ou outros equipamentos.

 E agora, candidato?

Maranhão precisa de um senador que o represente, diz Roberto Rocha

Roberto Rocha participou de  promovido por Edivaldo Jr

Roberto Rocha participou de promovido por Edivaldo Jr

O candidato a senador pela coligação ” Todos pelo Maranhão”, Roberto Rocha (PSB), disse, durante evento político no Espaço Mil, que o Estado precisa de um senador que o represente realmente. Segundo ele, os que têm passado pelo Congresso Nacional não têm feito o que deveriam, ou seja, não realizaram nada de relevante e não representam, de fato, o povo.

De fato, Roberto Rocha tem suas razões.  Não sei se por falta de comunicação,  mas, por exemplo, não se sabe o que o senador Epitácio  Cafeteira (PTB) fez pelo Maranhão nesse tempo todo em que frequentou o Congresso Nacional.  Assim outros tantos como o próprio Lobão Filho (PMDB), o Lobão pai, Roseana Sarney, João Alberto, José Sarney, todos do PMDB, passaram pelo Senado sem fazer nada ou muito pouco pelo Estado.

Na verdade, os senadores têm sido eleitos por uma grande quantidade de votos. Após as eleições, eles se isolam em Brasília, atrelam-se ao governo, votam contra o povo, não lutam por recursos para o Estado, têm oito anos de mandato, um gabinete robusto e o povo continua na mesma.

Segundo Roberto Rocha, o candidato do grupo Sarney,  Gastão Vieira (PMDB),  não é diferente do que têm se visto no Maranhão em relação aos senadores.

“O Maranhão precisa de  um senador que o represente de fato.  O Estado tem que saber o que  um senador pode fazer pelo seu povo”, disse Roberto Rocha em evento político, promovido pelo prefeito de São Luís,  Edivaldo Holanda Jr (PTC), no Espaço Mil, na noite de segunda (15).