Bolsonaro e Alckmin trocam ataques no Twitter

A troca de ofensas entre os candidatos teve início na tarde desta sexta-feira, 21

Terra

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, revidou o ataque do concorrente Geraldo Alckmin (PSDB) ao afirmar via Twitter que desrespeitoso com os pobres é “deixar as crianças sem merenda nas escolas”, em relação às suspeitas de fraude na compra de alimentos para escolas por políticos tucanos.

A troca de ofensas entre os candidatos teve início na tarde desta sexta-feira, 21, após o presidenciável do PSL classificar, em entrevista à Folha de S.Paulo, como “covardia” os ataques que a campanha de Alckmin faz contra ele em propagandas de rádio e TV.

Pelo Twitter, no início da noite de sábado, Alckmin afirmou que “covardia é desrespeitar mulheres, negros e pobres”.

O ataque a Bolsonaro faz parte da estratégia tucana para desconstruir o candidato, faltando duas semanas para o primeiro turno. O militar lidera as intenções de voto, seguido do candidato petista, Fernando Haddad. Alckmin vem em quarto lugar.

‘Alckmin não é confiável. Não tem chance’, diz Arthur Virgílio, do PSDB

Arthur Virgílio Neto (PSDB), prefeito de Manaus. Foto: Pedro França

Um dos fundadores do PSDB, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, disse nesta quarta-feira, 19, que o ex-governador Geraldo Alckmin, presidenciável da sigla, “não é uma pessoa bem vinda” no Amazonas. “Não vejo nenhuma chance de vitória dele. Não tenho como apoiá-lo. Alckmin não é uma pessoa confiável aos olhos do eleitor do Amazonas”, afirmou Virgílio.

O prefeito de Manaus tornou-se desafeto do ex-governador quando desafiou Alckmin a disputar prévias para escolher o candidato do PSDB ao Palácio do Planalto nas eleições 2018, o que acabou não acontecendo.

Após o início da campanha, emissários de Alckmin tentaram uma aproximação com Virgílio para abrir um palanque no Amazonas, mas não obtiveram sucesso.

Segundo Virgílio, o PSDB ameaçou não repassar recursos do fundo partidário se ele não se engajasse na campanha de Alckmin. “Fizeram uma pressão enorme para eu adotar mais a campanha dele. Mandaram um comissário, o João Almeida (diretor de gestão corporativa do PSDB), com quem falei durante 4 horas. Me senti o colonizado diante do colonizador”, afirmou o prefeito.

Virgílio também afirmou que não vê “ninguém” no PSDB satisfeito com a campanha de Alckmin e relatou que anunciou seu rompimento diante de 6 mil pessoas em um comício ontem em Manaus.

Segundo o diretor de gestão corporativa do PSDB, João Almeida, Alckmin deu diversas declarações de apoio à Zona Franca de Manaus, várias delas pessoalmente ao próprio prefeito de Manaus. “Além das palavras, concretamente, Geraldo, quando governador, fez um entendimento decisivo em 2014 com o governador Melo para a fixação do pólo de informática na Zona Franca”, disse em nota. “E mais, é uma outra mentira a afirmação de que foi ameaçado de não receber apoio financeiro do partido. Arthur Virgilio está buscando uma boia para evitar o seu iminente naufrágio político no Amazonas.”

Segundo Ibope, Haddad lidera no Maranhão; Bolsonaro é o segundo

O movimento observado nos números da nova pesquisa Ibope, mostra o força política de transferência de votos do ex-presidente Lula

Após ser oficialmente apresentado e ter seu nome registrado pelo PT no Tribunal Superior Eleitoral, o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, teve um crescimento considerável no Maranhão. É o que aponta a nova pesquisa Ibope, divulgada nesta quarta-feira (19).

Fernando Haddad saiu da quinta colocação com 4% dos votos, para 36% na nova pesquisa, um crescimento de 32 pontos percentuais, que já o deixa como líder na disputa aqui no Maranhão.

Jair Bolsonaro (PSL) aparece em segundo lugar com 18%; Ciro Gomes (PDT), com 13%; Marina Silva (Rede), com 6% e Geraldo Alckmin (PSDB), com 5%.

O movimento observado nos números da nova pesquisa Ibope, mostra o força política de transferência de votos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Maranhão. Assim como em todo o Nordeste, Lula tem forte influência política num parcela do eleitorado que foi beneficiada com suas políticas sociais, o que reflete nos números das pesquisas eleitorais.

Alckmin tenta impedir debandada do Centrão

Apesar de ter o maior tempo no horário eleitoral no rádio e na TV, Alckmin continua estagnado nas pesquisas

A campanha do ex-governador Geraldo Alckmin, presidenciável do PSDB nas eleições 2018, tenta evitar uma debandada de aliados e quer reforçar a visibilidade do tucano em São Paulo nas três semanas que restam antes do primeiro turno. Ainda sem contar com o engajamento dos partidos do Centrão, Alckmin pretende investir no próprio quintal para evitar o triunfo do voto casado no candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e no nome tucano para o Palácio dos Bandeirantes, João Doria. A ideia é impedir a consolidação do chamado voto “bolsodoria” no maior colégio eleitoral do País.

Apesar de ter o maior tempo no horário eleitoral no rádio e na TV, Alckmin continua estagnado nas pesquisas. Oficialmente, integrantes do bloco formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade pedem mudanças no tom da campanha, mas, nos bastidores, já procuram candidatos que consideram mais viáveis para o segundo turno.

Os líderes do Centrão foram convocados pelo prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), coordenador político da campanha, para uma reunião de emergência hoje na capital paulista. Porém, já há sinais de abandono na aliança tucana. O coordenador da campanha de Bolsonaro em São Paulo, deputado Major Olímpio (PSL-SP), disse nesta segunda-feira, 17, que líderes do Centrão estão se aproximando do presidenciável do PSL.

No Solidariedade, partido ligado à Força Sindical, a preferência é pelo candidato do PDT, Ciro Gomes. Já o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), que concorre à reeleição, não esconde o apoio ao PT. Sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no páreo por causa da Lei da Ficha Limpa, o senador pretende se juntar à campanha do petista Fernando Haddad. Alega, para tanto, questões regionais.

Um dos integrantes do bloco disse ao Estado que, na prática, não há como desfazer a coligação com Alckmin. Mas observou que, mesmo nas fileiras do PSDB, o tucano está sendo “cristianizado”, termo usado na política para se referir a candidato abandonado por seus pares.

Embora considere “dificílima” a hipótese de o tucano deslanchar, a maior parte do Centrão acha que é preciso concentrar o ataque em Bolsonaro e pregar o voto útil com mais vigor, deixando a artilharia pesada contra Haddad para o final. Há, no entanto, quem defenda críticas já ao petista.

Na avaliação de integrantes do bloco ouvidos pelo Estado, além de desconstruir Bolsonaro, o ex-governador de São Paulo precisa destacar os riscos da volta do PT ao poder e se descolar do presidente Michel Temer, bastante impopular.

Distanciamento

Até o momento, as campanhas de França e Doria têm ignorado Alckmin na propaganda de rádio e TV. O ex-prefeito tem feito agendas pontuais com o ex-governador, mas sua campanha adotou um discurso com forte enfoque na segurança pública para atrair o eleitorado de Bolsonaro. Doria também tem poupado Bolsonaro em entrevistas e sabatinas.

Em Pernambuco, o PSDB compõe a aliança do senador e candidato ao governo Armando Monteiro (PTB), principal chapa de oposição ao governador Paulo Câmara (PSB), mas o petebista declarou voto em Lula, quando o ex-presidente, preso e condenado na Lava Jato, ainda figurava como presidenciável do PT. Monteiro reúne em sua chapa os deputados Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM), ambos de partidos que compõem o Centrão.

No Rio Grande do Sul, a candidatura do presidenciável tucano enfrenta um racha no PP, partido de Ana Amélia, que integra a chapa como candidata a vice-presidente. O candidato ao Senado pela sigla, deputado federal Luis Carlos Heinze, anunciou que irá apoiar o presidenciável Jair Bolsonaro. Heinze também afirmou que não subirá em palanques com Alckmin e que usará seu tempo de TV para apresentar seu voto e fazer campanha para Bolsonaro.

Datafolha: Haddad cresce e empata com Ciro em segundo. Bolsonaro vai a 26%

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) segue liderando a pesquisa, mas agora com 26%, graças à oscilação positiva de dois pontos, dentro da margem de erro da pesquisa

Agora cabeça de chapa do PT na candidatura à Presidência da República, Fernando Haddad é o candidato com maior crescimento nesta semana na pesquisa Datafolha. A pesquisa divulgada nesta sexta-feira mostra que Haddad, que foi apresentado oficialmente como candidato petista na terça-feira, cresceu quatro pontos, de 9% para 13%. Na pesquisa de agosto, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda era tratado como o candidato petista apesar de preso, seu sucessor tinha apenas 4%. Com o crescimento repentino, Haddad empata em 13% com Ciro Gomes (PDT), que estancou nesta pesquisa em relação à anterior.

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) segue liderando a pesquisa, mas agora com 26%, graças à oscilação positiva de dois pontos, dentro da margem de erro da pesquisa. Em agosto, antes de ser vítima do atentado a faca em Juiz de Fora (MG), ele tinha 22%. Ou seja, segue em tendência de crescimento. Ainda segundo a pesquisa, apenas 2% dos eleitores mudaram seu voto por conta do ataque — mas 72% se disseram um pouco ou muito comovidos pelo episódio. Outra tendência que se confirma nesta pesquisa é a de queda para Marina Silva (Rede), que desce de 11% para 8% — em agosto, ela tinha 16%. Já Geraldo Alckmin (PSDB) oscilou dentro da margem de erro, mas para baixo, ao contrário da pesquisa anterior, e foi de 10% para 9%.

Os demais candidatos praticamente não variaram, assim como os votos brancos e nulos, que foram de 15% para 13%, e a quantidade de eleitores que não responderam em quem pretendem votar, que oscilou de 7% para 6%. A rejeição dos principais candidatos da corrida presidencial também não variou consideravelmente. Bolsonaro segue sendo o mais rejeitado, por 44% dos 2.820 entrevistados em 187 cidades. Marina segue como a segunda mais rejeitada, com 30%. Já Haddad passou a ocupar o terceiro lugar na rejeição, com 26%, logo à frente de Alckmin (25%). Ciro oscilou de 20% para 21% no índice de rejeição.

Nas projeções de cenários para o segundo turno, Bolsonaro melhorou seu desempenho contra todos os candidatos com que é comparado. Antes, perdia para Marina por 43% a 37%; agora, a derrota seria por 43% a 39%. No confronto contra Alckmin, a distância também caiu, de 43% a 34% em favor do tucano para 41% a 37%. Quando enfrenta Ciro, Bolsonaro perde por 45% a 38%, antes era 45% a 35%. No cenário com Haddad, antes o capitão reformado do Exército empatava tecnicamente com 38% contra 39% do petista; agora permanece o empate, mas Bolsonaro aparece com 41% e Haddad, com 40%.

Os principais números da pesquisa

Intenção de voto

(Entre parênteses o índice de cada candidato na pesquisa anterior, aplicada no dia 10/09)

Jair Bolsonaro (PSL): 26% (24%)

Ciro Gomes (PDT): 13% (13%)

Fernando Haddad (PT): 13% (9%)

Geraldo Alckmin (PSDB): 9% (10%)

Marina Silva (Rede): 8% (11%)

Alvaro Dias (Podemos): 3% (3%)

João Amoêdo (Novo): 3% (3%)

Henrique Meirelles (MDB): 3% (3%)

Guilherme Boulos (PSOL): 1% (1%)

Cabo Daciolo (Patriota): 1% (1%)

Vera (PSTU): 1% (1%)

João Goulart Filho (PPL): 0% (0%)

Eymael (DC): 0% (0%)

Brancos/nulos: 13% (15%)

Não responderam: 6% (7%)

Rejeição dos candidatos

Jair Bolsonaro (PSL): 44% (43%)

Marina Silva (Rede): 30% (29%)

Fernando Haddad (PT): 26% (22%)

Geraldo Alckmin (PSDB): 25% (24%)

Ciro Gomes (PDT): 21% (20%)

Rejeita todos/não votaria em nenhum: 4% (5%)

Poderia votar em todos: 2% (1%)

Não sabe/não respondeu: 5% (10%)

Pesquisa Ibope: Bolsonaro amplia liderança e chega a 26% das intenções de voto

Jair Bolsonaro (PSL) subiu quatro pontos porcentuais na primeira pesquisa nacional do Ibope feita depois de o candidato ter sido esfaqueado em um ato de campanha. Ele tem agora 26% das intenções de voto. Disputam o segundo lugar, embolados, Ciro Gomes (PDT, 11%), Marina Silva (Rede, 9%), Geraldo Alckmin (PSDB, 9%) e Fernando Haddad(PT, 8%).

Na pesquisa divulgada há uma semana, antes do ataque, Bolsonaro tinha 22% das preferências. Ele foi ferido na quinta-feira passada, enquanto participava de uma agenda eleitoral em Juiz de Fora (MG). Os entrevistadores do Ibope foram a campo entre o sábado e a segunda-feira, período que coincidiu com um aumento expressivo da exposição do candidato do PSL nos meios de comunicação.

Na pesquisa espontânea, na qual os eleitores manifestam sua preferência antes de ler a lista com os nomes dos candidatos, Bolsonaro subiu seis pontos porcentuais, de 17% para 23%.

Além do crescimento das intenções de voto, ele teve um recuo na taxa de rejeição. A parcela do eleitorado que não votaria de jeito nenhum em Bolsonaro passou de 44% para 41%. O candidato do PSL continua, porém, líder disparado no ranking dos candidatos rejeitados.

Nesse quesito, a taxa de Marina oscilou dois pontos para baixo, de 26% para 24%. A rejeição a Ciro caiu três pontos, de 20% para 17%. Haddad se manteve em 23%. A taxa de Alckmin teve queda de três pontos porcentuais, de 22% para 19%.

O levantamento captou os efeitos de pouco mais de uma semana de exibição do horário eleitoral gratuito. Apesar de ser o detentor de quase metade do tempo de propaganda no rádio e na TV, Alckmin não cresceu em relação à pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada em 5 de setembro, permanecendo com 9%. No mesmo período, Ciro oscilou um ponto porcentual para baixo, de 12% para 11%. Marina teve queda de três pontos, de 12% para 9%.

Anunciado nesta terça-feira, 11, como substituto de Luiz Inácio Lula da Silva – condenado e preso na Operação Lava Jato – na chapa presidencial do PT, Haddad oscilou dois pontos para cima, de 6% para 8%. O petista apresenta tendência de crescimento, já que tinha apenas 4% na primeira pesquisa da série.

Alvaro Dias (Podemos), João Amoêdo(Novo) e Henrique Meirelles (MDB) alcançaram o mesmo resultado: 3%. Cabo Daciolo (Patriota) e Vera Lúcia (PSTU) ficaram com 1%, e Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram.

A taxa de votos brancos ou nulos apresenta tendência de queda. Era de 29% no levantamento de 20 de agosto, passou para 21% no início de setembro e agora chegou a 19%. Os indecisos são 7%.

Datafolha: Bolsonaro lidera com 24%, seguido de Ciro 13%, Marina 11%, Alckmin 10% e Haddad 9%

O nível de confiança da pesquisa é de 95%

O Datafolha divulgou nesta segunda-feira (10) uma nova pesquisa de intenções de voto para presidente da República. É o primeiro levantamento do instituto desde que o Tribunal Superior Eleitoral rejeitou a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência.

O Datafolha pesquisou o cenário em que o nome de Fernando Haddad, candidato a vice-presidente pelo PT, aparece como possível substituto de Lula na chapa.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Vamos aos números:

Jair Bolsonaro (PSL): 24%

Ciro Gomes (PDT): 13%

Marina Silva (Rede): 11%

Geraldo Alckmin (PSDB): 10%

Fernando Haddad (PT): 9%

Alvaro Dias (Podemos): 3%

João Amoêdo (Novo): 3%

Henrique Meirelles (MDB): 3%

Guilherme Boulos (PSOL): 1%

Vera Lúcia (PSTU): 1%

Cabo Daciolo (Patriota): 1%

João Goulart Filho (PPL): 0%

Eymael (DC): 0%

Branco/nulos: 15%

Não sabe/não respondeu: 7%

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado em 21 de agosto:

Jair Bolsonaro oscilou, dentro da margem de erro, de 22% para 24%(com a margem de erro, tem de 22% a 26%);

Ciro Gomes tinha 10%, agora tem 13% (pela margem de erro, de 11% a 15%);

Marina Silva estava com 16%, agora caiu para 11% (com a margem de erro, tem de 9% a 13%);

Geraldo Alckmin tinha 9%, agora, 10% (com a margem de erro, de 8% a 12%);

Ciro, Marina e Alckmin estão tecnicamente empatados.

Fernando Haddad tinha 4%, agora cresceu para 9% (com a margem de erro, tem de 7% a 11%);

Fernando Haddad também está tecnicamente empatado, no limite da margem de erro, com Ciro, Marina e Alckmin

Álvaro Dias tinha 4%, agora tem 3%(com a margem de erro, de 1% a 5%);

João Amoêdo tinha 2%, agora, 3%(com a margem de erro, de 1% a 5%);

Henrique Meirelles também tinha 2%, agora 3% (com a margem de erro, de 1% a 5%);

Os três (Dias, Amoêdo e Meirelles) estão empatados.

Guilherme Boulos, Vera Lúcia e Cabo Daciolo tinham 1% cada um e mantiveram 1% (com a margem de erro, têm de 0% a 3%);

João Goulart Filho tinha 1%, agora, 0% (com a margem de erro, tem de 0% a 2%);

Eymael não pontuou em nenhuma das duas pesquisas.

Votos brancos e nulos somavam 22%, agora, 15%.

Não responderam ou não quiseram opinar eram 6%, agora, 7%.

Ciro Gomes vai para 2º turno com Bolsonaro, diz BTG Pactual

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

Nova pesquisa eleitoral do BTG Pactual divulgada hoje (10) mostra Jair Bolsonaro e Ciro Gomes indo para o segundo turno das eleições 2018. Bolsonaro (PSL) tem 30% das intenções de voto, enquanto Ciro (PDT) tem 12%.

Atrás deles, vêm três empatados: Marina Silva, Geraldo Alckmin e Fernando Haddad, cada um com 8% de intenção de voto.

A pesquisa foi feita nos dias 8 e 9 de setembro (após Bolsonaro ser esfaqueado, portanto). Na última pesquisa do BTG, do dia 3, Bolsonaro aparecia com 26%.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa já exclui o ex-presidente Lula, preso em Curitiba, de se apresentar como candidato do PT. Antes, Lula e Haddad ainda eram citados em diferentes cenários apresentados aos entrevistados. Agora, só o nome de Haddad aparece.

No 1º turno

Jair Bolsonaro – 30%

Ciro Gomes – 12%

Marina Silva – 8%

Geraldo Alckmin – 8%

Fernando Haddad – 8%

João Amoêdo – 3%

Alvaro Dias – 3%

Henrique Meirelles – 3%

Guilherme Boulos – 1%

Presidenciáveis cancelam agendas de campanha no feriado de 7 de Setembro após atentado contra Bolsonaro

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, após levar facada em um ato político em Juiz de Fora (MG) (Foto: Raysa Leite)

Candidatos à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoêdo (Novo) e Marina Silva (Rede) cancelaram as agendas de campanha nesta sexta-feira (7), feriado da Independência, em solidariedade ao presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, que sofreu um atentado a faca nesta quinta (6) em Juiz de Fora, na zona da mata de Minas Gerais.

Ciro Gomes cancelou compromissos agendados para esta sexta-feira em São Luís, mas tem previsão de agenda no Ceará no final do dia.

O candidato a vice na chapa presidencial do PT, Fernando Haddad, também anunciou a suspensão das atividades de campanha neste feriado de 7 de Setembro por conta do ataque a Bolsonaro.

O ataque ao capitão do Exército durante um ato de campanha no interior de Minas Gerais foi repudiado pelos próprios adversários de Bolsonaro.

O atentado contra Bolsonaro ocoorreu na tarde desta quinta-feira durante uma caminhada com apoiadores em uma das ruas do centro de Juiz de Fora enquanto ele era carregado nos ombros por um apoiador.

O suspeito de ser o responsável pela facada, Adélio Bispo de Oliveira, 40 anos, foi preso pela Polícia Militar de Minas Gerais após a ataque. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso.