“Vamos comparar se mudou ou não mudou”, diz governador

Governador Flávio Dino

Em meio às especulações sobre a possível candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) nas eleições de 2018, em entrevista à TV Difusora, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) acredita que um “debate franco e direto entre modelos que são bem diferentes de governar” é mais importante do que os nomes que se lançarão na corrida eleitoral do próximo ano.

“Não sei quem será o representante deles, mas nós faremos esse debate com muita tranquilidade. Quem tem a verdade e quem tem resultados enfrenta qualquer adversário”, assegurou o governador.

Para Dino, a estratégia para 2018 será “continuar mudando” e lançar à população as diferenças entre a sua gestão e os governos do passado.

“O campo da mudança não pode ser julgado por um período curto e não pode ser julgado sem que você compare as coisas. Vamos comparar?! Quantas unidades do Viva tinha antes e quantas tem hoje? Quantas unidades do Procon tinha antes e quantas tem hoje? Restaurantes populares, leitos hospitalares, policiais, viaturas, ambulâncias. Vamos comparar? Hoje a resposta é: nós temos mais ambulâncias, mais policiais, mais viaturas, mais hospitais, mais Restaurantes Populares, mais Viva’s, mais Procon’s, mais Ciretran’s, mais serviços públicos, mais políticas sociais, escolas de tempo integral. Vamos comparar se de fato mudou ou não mudou”, provoca Dino.

Uma semana antes da entrevista na Difusora, Flávio Dino já havia citado as diferenças entre o seu governo e a gestão Roseana no artigo “Basta comparar”. No texto, o governador elenca detalhes da “herança maldita” que recebeu assim que assumiu o governo.

“O Maranhão que recebi era o estado das rebeliões em Pedrinhas, das cabeças cortadas em cadeia nacional e dos toques de recolher, todos os meses, na cidade de São Luís”, frisa o artigo.

Com 81% dos brasileiros a favor de investigação, deputados temem votar em Temer

Situação de Michel Temer ficou insustentável

A dois dias da sessão na Câmara Federal pelo prosseguimento ou não da denúncia de corrupção feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer (PMDB), os deputados que até então sinalizavam voto a favor do pmdebista estão receosos com os efeitos que essa votação pode causar nas eleições do próximo ano. Os parlamentares temem que, ao votar pelo arquivamento da denúncia, eles caiam em impopularidade e compliquem suas possibilidades de eleição ou reeleição em 2018.

Segundo pesquisa realizada pelo Ibope às vésperas da votação, 81% dos brasileiros desejam que o processo seja aberto e o peemedebista investigado, e 79% da população concordam com a afirmação: “acho que a denúncia é correta e o deputado que votar contra a abertura do processo é cúmplice da corrupção”.

Para a afirmação “ficarei indignado se os deputados votarem contra a abertura do processo no STF”, 70% concordam, 26% discordam e 4% não sabem ou não responderam.

A pesquisa revela ainda que para 73% dos brasileiros, os parlamentares que votarem pela rejeição da denúncia não merecem ser reeleitos em 2018.

O levantamento indica que a maioria da população quer saber a verdade sobre o presidente e acredita no teor das denúncias do Ministério Público, que acusa Temer pelo crime de corrupção passiva com base na delação premiada de executivos da J&F, controladora da JBS.

A sessão de votação está marcada para quarta-feira (2). Os parlamentares que se posicionarem a favor do presidente terão que aguentar nas urnas, em 2018, as consequências de um voto contra o que deseja a grande maioria dos brasileiros.

Flávio Dino entregará a APA do Itapiracó neste sábado

Uma vasta programação cultural e atividades de entretenimento marcarão, neste sábado (29), a inauguração da Área de Proteção Ambiental do Itapiracó (APA), no Turu. A reserva foi totalmente revitalizada pelo Governo do Estado e beneficiada com a inclusão de equipamentos para lazer, construção de espaços de entretenimento e cultura e recuperação de áreas verdes. A solenidade de entrega da nova reserva será a partir das 8h, com a presença do governador Flávio Dino e demais autoridades.

Iniciando as atividades, acontecerá a apresentação da Banda Militar recepcionando o público, às 8h, na Praça do Atleta. O espaço terá ainda aulas de zumba, do projeto ‘Alonga Vida’, apresentações sobre o evento e após, às 9h, inauguração oficial da APA. Em seguida, a companhia de dança ‘Encantar’ fecha a programação na praça com uma mostra de espetáculo ao público, às 10h.

Áreas de esporte e lazer ganharam destaque com a requalificação da APA Itapiracó.

A programação terá continuidade à tarde, com apresentação da Banda Militar, de grupo de Bumba Boi, show da banda Mix Brasil, na Tenda Principal; na Tenda Infantil, das 16h às 18h a criançada se diverte com mágicos, personagens, pinturas de rosto e atividades lúdicas, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Sectur). Na Tenda da Sedel, apresentação de ginástica artística com prática para a comunidade; ações do projeto ‘Tapete Criativo’ e ‘Brincando com Liberdade e demonstração de basquete em quadras de areia; e fechando a programação, na Praça da Família, skate, tênis de mesa e jogos de tabuleiros e capoeira. Em cada praça terá ainda dois pula pulas.

Estrutura
Com as obras, a Área de Proteção Ambiental do Itapiracó (APA) ganhou três praças – Praça do Atleta, Praça da Criança e Praça da Família, – com campos de futebol, quadra poliesportiva coberta, parquinhos infantis, circuito de skate, áreas para futebol de areia e futevôlei.

A APA conta ainda com calçadão para comodidade do público, três estacionamentos com capacidade para 250 veículos e segurança 24 horas. A reserva faz parte da Unidade de Conservação (UC) Estadual de Uso Sustentável e foi criada por meio do Decreto Estadual n° 15.618 de 23 de junho de 1997. São 322 hectares e circundada por diversos bairros.

Roberto Rocha garante intenção em concorrer ao governo do Maranhão e é repreendido por internautas

Após a divulgação de matérias em que o senador Roberto Rocha declara ser candidato ao governo do Maranhão, centenas de seguidores e ativistas sociais expuseram comentários indignados contra o senador, que até o momento tem se apresentado como pré-candidato ao governo do Maranhão em 2018.

Achando que iria ser destaque, quebrou a cara. Rocha acabou sendo repreendido por vários internautas, inclusive eleitores, que manifestaram repúdio e arrependimento no voto ao senador, que vem seguindo à risca todas as manobras do esfacelado governo Temer, como por exemplo, votar a favor da Reforma Trabalhista, contra a Lava Jato e contra as denúncias a Temer, de quem é um dos principais apoiadores no Senado.

A intenção de Roberto Rocha em manter Temer na Presidência é bem clara: solitário e esquecido politicamente no Maranhão, Rocha espera contar pelo menos com o apoio de Temer na sua candidatura ao governo em 2018, quando ele terá que enfrentar a boa popularidade do governador Flávio Dino (PCdoB), principal responsável por conduzi-lo ao Senado.

Veja abaixo, alguns comentários:

“Até os paralelepípedos da Praia Grande sabem o quanto Sarney é vingativo e perseguidor”, dispara Márcio Jerry

O secretário de Comunicação e Articulação Política do Maranhão, Márcio Jerry, fez duras críticas, por meio do Twitter, ao artigo escrito por José Sarney e publicado, na edição deste sábado, no jornal O Estado.

De acordo com Márcio Jerry, o oligarca Sarney expele a baixeza que o caracteriza como sendo dos adversários e o secretário faz referência, ainda, à baixa política de vingança e perseguição que, segundo ele, Sarney insiste em cometer.

“Até os paralelepípedos da Praia Grande sabem o quanto Sarney é vingativo, perseguidor, contumaz agressor da verdade, entre outras ‘qualidades'”, disparou.

Pesquisa aponta Roseana com 51% de rejeição em Imperatriz

Roseana Sarney tem receios de entrar na disputa pelo governo por conta do cenário político que ainda lhe é desfavorável.

A pesquisa Exata, realizada em Imperatriz no final de junho, também analisou a rejeição dos possíveis candidatos ao Governo do Estado para as eleições do próximo ano.

Sem surpresa, a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) aparece como a mais rejeitada. Dos cinco nomes analisados, mais da metade dos imperatrizenses (51%) disse não votar de jeito nenhum na herdeira predileta de José Sarney.

O senador Roberto Rocha (PSB), mesmo sem nunca ter exercido cargo majoritário, é o segundo menos popular, com 26% de rejeição, seguido da ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge (Podemos), que também segue o mesmo caminho.

Caminhando para a reeleição garantida, Flávio Dino (PCdoB) tem apenas 22% de desaprovação.

Desconhecido para além do Estreito dos Mosquitos, Eduardo Braide consegue chegar a 16% de rejeição.

Votaria em todos, 5%, e não votaria em nenhum, 14%.

Maranhão tem o 2º maior saldo de empregos formais do Nordeste

Em junho deste ano, o Maranhão teve a segunda maior geração de empregos formais entre os estados do Nordeste. Levando-se em consideração todo o país, foi o quinto melhor resultado.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em junho foram criadas 1.531 vagas com carteira assinada no Maranhão. Foi o segundo mês seguido de resultado positivo no Estado.

O setor de Serviços já começou a reagir. Foram 768 novas contratações no semestre, com destaque para São Luís, Paço do Lumiar, Campestre do Maranhão e Balsas. A Agropecuária também tem tido desempenho positivo.

Para reduzir os efeitos negativos da crise nacional, o Maranhão vem adotando programas para garantir a criação de trabalho e renda, como o Mais Empregos, o Juros Zero e diversas ações de atração de investimento.

Grupo Sarney prepara chapa “puro sangue” para 2018…

Zequinha Sarney deve disputar o Senado

Como publicou o blog do jornalista Gilberto Lima, tudo indica que o grupo Sarney deve bater o martelo, nos próximos meses, para definir uma chapa prioritária para as eleições do próximo ano. Como analistas políticos vêm especulando, a oligarquia deve lançar Roseana Sarney (PMDB) para o governo do Estado e Sarney Filho (PV) para o Senado em 2018.

Os dois devem ter ainda a companhia do fiel aliado Edison Lobão (PMDB), provável candidato à reeleição, para exercer o quinto mandato como senador, em uma chapa genuinamente “sarneysista”.

O objetivo da oligarquia é tentar retomar o poder no Maranhão. Esfacelado, o grupo vê essa chapa como cartada final para a difícil reestruturação do clã, que perdeu forças após a vitória do governador Flávio Dino (PCdoB) em 2014, e cresceu em impopularidade com a série de escândalos de corrupção relacionados a membros do grupo político.

Blogueiros ligados ao grupo Sarney têm afirmado que o próprio patriarca da família, o ex-senador José Sarney, teria definido que sua filha sairá candidata ao governo, já que para o velho oligarca apenas a ex-governadora poderia salvar o clã do limbo político.

Roseana não terá uma tarefa fácil. A ex-governadora, que já exerceu o cargo por três mandatos – sendo um deles pela metade, após ter operado a cassação do mandato do saudoso Jackson Lago – vai ter que enfrentar a forte aceitação popular de Flávio Dino e o bom currículo que o atual gestor vem acumulando à frente do poder executivo estadual.

A candidatura de Roseana ao governo amenizou o conflito interno com seu irmão Zequinha, como também é conhecido o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho. Preterido pela sua família, finalmente o grupo Sarney autorizou o lançamento da candidatura de Zequinha ao Senado, depois de muita discórdia e indecisão de Roseana, que não sabia se sairia para o Senado ou para o governo.

Na chapa puro sangue, formada por esses “dinossauros” da oligarquia, sobrou espaço para o senador Edison Lobão. Apesar de ser alvo de cinco inquéritos ligados à Lava Jato por suspeita de crimes de corrupção, o clã Sarney acredita na sagacidade política do ex-ministro Lobão para o clã ganhar novo fôlego em 2018.

A missão mais difícil da oligarquia será mesmo a de convencer o eleitorado maranhense a votar em nomes já gastos e marcados por falcatruas políticas. Após quase meio século de dominação e desmando em terras maranhenses, é pouco provável que o povo do Maranhão dê um passo para trás na história e reconduza membros do elitista grupo Sarney ao poder.

A disputa pré-eleitoral pelo governo do Maranhão…

Um dos complicadores para Roseana é a alta rejeição

Flávio Dino vem fazendo um governo popular e tem dito que vai disputar a reeleição

A quase um ano do início da campanha, visando ao governo do Maranhão em 2018, é possível avaliar o cenário das pré-candidaturas que já se apresentam ao pleito. Nomes conhecidos como o governador Flávio Dino (PCdoB), a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB), o senador Roberto Rocha (PSB), o deputado estadual Eduardo Braide (PMN) e a ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge (PODEMOS), já aparecem nas pesquisas iniciais.

Flávio Dino é franco candidato à reeleição, faltando, claro, apenas a convenção para confirmar e homologar a candidatura. Tem feito um governo bastante popular, voltado, sobretudo, para melhorar a qualidade de vida da população do Estado e ganhou projeção nacional pela sua ideologia, capacidade de articulação e pela forma como se posiciona diante das questões do país, chegando a ser indicado até para vice numa possível chapa do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) à presidência da República.

Já a ex-governadora Roseana Sarney não tem ela própria certeza de sua candidatura, pois o grupo a que pertence dominou a política do Maranhão por mais de quatro décadas, mas não consegue se levantar diante de uma série de fatos que surgem, pondo em xeque os governos oligárquicos, da impopularidade e da falta de articulação e entendimentos mesmo.

Na avaliação do blog, Roseana só entraria na disputa pelo governo, mesmo, se tiver chances reais de vencer e se alguém ou o grupo se disponibilizar em financiar ou buscar recursos para a campanha. Ela não tiraria do “bolso” ou do patrimônio para arriscar no processo eleitoral. Outro complicador para a ex-governadora é a alta rejeição.

Roseana também precisa garantir imunidade para se proteger e não vai arriscar ficar sem mandato por mais anos. Pelo andar da carruagem, talvez, disputará uma vaga na Câmara Federal no próximo ano.

Eduardo Braide somente tem votos em São Luís, pois disputou, recentemente, a eleição municipal para prefeito e apresentou bom desempenho. Tem apoio e simpatizantes em Anajatuba, onde seu grupo político reinou. Mas, no entanto, se entrar na disputa pelo governo, corre sérios riscos de ficar sem mandato. Na avaliação do blog, ele não se arriscará. Caminho mais certo para ele é concorrer a uma cadeira de deputado federal para brigar pela Prefeitura de São Luís em 2020.

Já o senador Roberto Rocha não tem o que perder, aparentemente, entrando na disputa pelo governo. Porém, nas primeiras pesquisas já divulgadas, ele não consegue atingir nem dois dígitos. Deverá ser candidato sim, mas o maior risco para ele é evidenciar para o Maranhão o tamanho que realmente é, já que foi eleito pelo grupo político  Flávio Dino (PCdoB), que lhe garantiu o sucesso nas urnas, mas resolveu romper com o governador e companhia.

No Senado, Roberto Rocha  vem decepcionando bastante os eleitores, basta observar os comentários de internautas em suas constantes postagens nas redes sociais a exemplo das manifestações por conta do voto favorável à Reforma Trabalhista do presidente Michel Temer (PMDB) que tira uma série de direitos dos trabalhadores.

A ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, talvez, seja a candidata com menos expressão e mais vazia nessa disputa pré-eleitoral. Nas sondagens realizadas, ela aparece, timidamente, e não deve avançar muito, pois tem uma base pequena e pouca bagagem política para entrar na briga.