Flávio Dino para o grupo Sarney: “turma do quanto pior, melhor”

Alvo de ataques desesperados diários do grupo Sarney, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), resolveu reagir e emparedar os adversários. Por meio das redes sociais, ele escancarou como o clã, que dominou o estado nos últimos 50 anos, tem se comportado na oposição.

“O grupo Sarney não cansa de trabalhar CONTRA o Maranhão. Impressionante a maldade. Só querem governar o Maranhão para seus interesses pessoais e de pequenos grupos”, disparou Dino.

“O grupo Sarney é contra qualquer coisa boa que acontece no Maranhão apenas porque não estão no governo. Turma do quanto pior, melhor. Não estão preocupados com o interesse da coletividade”, continuou.

O governo Flávio Dino vem sendo, constantemente, boicotado pelo presidente Michel Temer a mando do grupo Sarney. Dois exemplos crassos disso foram a demissão do ex-deputado Gastão Vieira do Governo Federal – por ele ter destinado ônibus escolares para os municípios maranhenses – e o veto ao nome do deputado Pedro Fernandes no Ministério do Trabalho, ordem da oligarquia maranhense.

Por isso, a indignação de Flávio Dino com o clã Sarney. Lamentável!

Os claros sinais da desistência de Roseana Sarney na disputa pelo Governo do Estado

Sem conseguir agregar apoios, a ex-governadora só tem recebido em sua casa lideranças levadas por deputados que tentam estimulá-la, sem sucesso até o momento.

Blog do Garrone

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) tem deixado, cada vez mais claros, os sinais de desistência na disputa ao governo do Estado. Apesar da pressão de aliados e de políticos que dependem do seu lastro eleitoral, ela não parece disposta em ir ao sacrifício para beneficiar quem quer que seja, nem seu irmão Sarney Filho, que vislumbra o Senado.

Os sintomas de abdicação de uma disputa contra o governador Flávio Dino (PCdoB) estão mais nítidos a cada dia, sobretudo pelas lamúrias emitidas pelos próprios entusiastas da candidatura de Roseana. Sem conseguir agregar apoios, a ex-governadora só tem recebido em sua casa lideranças levadas por deputados que tentam estimulá-la, sem sucesso até o momento.

O sonho de Roseana, na verdade, é disputar o Senado, onde há duas vagas, mas lá está a postulação do irmão Sarney Filho, preterido por José Sarney desde a adolescência. O ministro  sabe que é sua última chance de tentar o Senado, pois as pesquisas são amplamente favoráveis a Flávio Dino, candidato popular e com destaque nacional, mesmo diante da grave conjuntura de crise.

Outro fator que pesa para a decisão de desistência de Roseana é a diminuição do seu grupo político. De quando era governadora, só sobraram os fiéis João Alberto e Edison Lobão. Todas as outras grandes lideranças e presidentes de partido não acreditam que o sarneísmo fará bem ao Maranhão.

Diante de todos os fatos, talvez a principal razão para a desistência de Roseana seja a distância do poder. A família Sarney já provou que só sabe fazer eleição com muito dinheiro, dos outros, é claro, mas ao que se vê, parece que a ajuda prometida por Michel Temer não vai acontecer.

Indefinição de cenário político pode atrapalhar planos de Sarney Filho ao Senado

A indefinição do atual cenário para a disputa ao Senado tem incomodado o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho.

A indefinição do atual cenário para a disputa ao Senado tem incomodado o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, que finalmente foi cotado pelo clã Sarney a disputar um cargo mais alto após anos como deputado.

Momentaneamente, o senador João Alberto foi convencido a não sair candidato à reeleição. Atendendo aos planos da família Sarney, ele deverá ser candidato a vice-governador na chapa de Roseana Sarney, o que também não resolveria a crise interna que se instalou na disputa senatorial do clã.

Raposas velhas da política, o grupo Sarney sabe quanto pesa a candidatura de governador para a disputa de senador, a exemplo do governador Flávio Dino (PCdoB), que, além de estar bem nas pesquisas, controla a máquina estatal e permanece com uma grande força política, tendo até retirado fortes lideranças do grupo da oposição.

Diante disso, Sarney Filho sabe que se fizer um senador, o clã elege apenas um de sua chapa e, com a possibilidade do seu grupo político eleger apenas um, seria importante ter um segundo nome mais fraco na chapa.

Hoje, o senador Edison Lobão está decidido a ser candidato novamente. Garantiria um último mandato e, provavelmente, deixaria o cargo antes do final para seu filho Edinho Lobão, que sempre é seu suplente.

Por ter significativa consolidação de densidade eleitoral, é incontestável que, nesta chapa, Lobão teria mais votos que o filho de Sarney, que poderá ficar sem mandato e acabar de vez com seu sonho de voos mais altos na carreira política, enfraquecendo, mais ainda, o grupo.

Disputa interna pode desestabilizar grupo Sarney


A indefinição dos candidatos do grupo Sarney está criando enorme embaraço. Após sair do último pleito com seu grupo desestabilizado, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) viu antigos aliados aderirem ao grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) e seu poder dentro do Estado diminuir drasticamente.

Partidos como: PTB, PP, DEM, PR, PRB e PROS já anunciaram apoio ao governador Flávio Dino, diminuindo o tempo de TV, tão fundamental para o grupo sarneísta. Roseana, que chegou a ensaiar uma possível candidatura ao governo do Estado, olha, cada vez mais distante, uma possível vitória e já dá claros sinais de desistência.

A ex-governadora enxerga que a candidatura ao Senado seria mais viável e garantiria o foro privilegiado que tanto deseja.priblema é que essa candidatura abriria, de vez, o racha do grupo Sarney.

Seu irmão, Sarney Filho (PV), após nove mandatos como deputado federal, anunciou sua candidatura ao Senado Federal em 2017.

Oracha interno já estava declarado com o escanteio do senador João Alberto (MDB), que teve de ser deixado de lado para a candidatura de Sarney Filho. Ocorre que, com o desejo de Roseana em disputar a outra cadeira ao Senado, mais um aliado pode sofrer um duro golpe, ou seu irmão ser obrigado, mais uma vez, a disputar um cargo de deputado federal.

Tempos obscuros pairaram sobre o grupo Sarney e, talvez, nem mesmo o ex-presidente possa resolver essa situação de controlar a vontade de poder de seus antigos aliados e nem a disputa acirrada de seus filhos.

A “dor de cotovelo” do grupo Sarney após avaliação de Flávio Dino no G1….

Os últimos dias mostraram o quanto o grupo Sarney ficou incomodado e irritado com o reconhecimento nacional feito pelo site G1 ao governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), por ele estar cumprindo, fielmente, o programa de governo, com índice de 92%, o maior do país. O sistema intensificou um bombardeio contra o governo, sinalizando total “dor de cotovelo” e porque não dizer  “inveja”. Tentou descarregar, nas costas da atual gestão, a responsabilidade pela pobreza no Maranhão, construída, sobretudo, nos anos comandados pela própria oligarquia.

“Há 62 anos no poder, o senador Sarney descobriu agora que há pobreza no Maranhão. Foi deputado, governador, presidente da República, presidente do Senado por três vezes. E agora ele cobra que eu resolva suas omissões em apenas três anos. Oposição irresponsável”, disparou Flávio Dino em suas redes sociais ao reagir aos ataques do grupo adversário.

Segundo Flávio Dino, durante essas décadas no poder, o coronelismo maranhense jamais criou as condições para a nossa educação se desenvolver e agora reclama de pobreza. “Basta ver que me entregaram Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) de 2,8 e em queda. Um escândalo”, frisou Dino.

Flávio Dino lembrou que o grupo sempre governou para poucos. Para os que têm sobrenome Sarney/Murad/Lobão. Sempre vetaram e perseguiram quem pensava diferente. E, segundo ele, nunca usaram o poder federal em favor dos 99% da população que tanto precisam de políticas públicas.

“A maior política de combate à pobreza está na educação. Temos ações desde a educação infantil à pos-graduação. Já fizemos obras de manutenção, reforma ou construção em 700 Escolas. E atualmente temos um Ideb em crescimento. Basta comparar”, afirmou o governador.

Em texto no Facebook, Flávio disse que os ataques do império midiático do coronelismo se voltam até contra empresas associadas ao próprio grupo, no caso o site G1. Tudo porque o site reconheceu que ele está cumprindo, fielmente, o programa de governo, com índice de 92%, o maior do país.

“A nossa resposta para tanta injustiça e perseguição é a de sempre: muito trabalho para concluir essa etapa e a apresentação de um novo programa de governo para impulsionar ainda mais o Maranhão”, disse.

Sarneysistas provam que não gostam de investimentos em educação…

Com esses argumentos, os sarneysistas, mais uma vez, provam que educação não é e nunca será prioridade deles

Os meios de comunicação ligados à família Sarney deram bastante destaque para o empréstimo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social), contraído ainda no governo passado e que só não foi queimado para farra de convênios no período eleitoral devido a boa manobra da oposição à época.

Segundo os sarneysistas, Flávio Dino desvirtuou as obras que já estavam listradas e avalizadas pelo banco de fomento. Intervenções como alças nos viadutos da Cohab e Cohama, que foram construídos por Roseana. Ao aprovar essa obra, estaria ela dando seu próprio atestado de incompetência? Parece que sim.

Os asseclas do clã latem por mais outras duas obras de mobilidade em São Luís. O que eles não contam é que esse dinheiro está sendo distribuído por todo o Maranhão, pois Flávio Dino propôs um governo para todos, em obras muito mais importantes: a construção de escolas.

Não há no mundo um país que não tenha evoluído sem investimentos em educação. Muitos são os exemplos ao redor do planeta. E é isso que Flávio Dino está fazendo com o dinheiro que seria para fazer convênios eleitoreiros com prefeituras e alças em viadutos mal construídos. Escolas Dignas estão surgindo nas mais longínquas localidade para tirar o Maranhão das trevas, para que os maranhenses possam enxergar a vida por outro prisma.

Com esses argumentos, os sarneysistas, mais uma vez, provam que educação não é e nunca será prioridade deles. Por conta da velha política arcaica de usar o povo como massa de manobra.

Ainda bem que essa política mudou!

Três anos da derrota permanente de Sarney e de dignidade política no Maranhão…

Por JM Cunha Santos 

Há três anos, o grupo do oligarca era derrotado, no Maranhão, nas urnas

Dizia o poeta João Alexandre Júnior que, ao contrário do que se pensa, “Quem faz revolução é a classe média, porque é a única que tem costumes pobres e aspirações ricas”. E a sociedade maranhense tem imposto consecutivas derrotas aos Sarneys e seus sicários desde que Flávio Dino venceu a eleição de 2014. Derrota que, conforme a futurologia estatística, se repetirá em 2018 com o mesmo governador vencendo a pugna eleitoral ainda no 1 turno.

E não há dúvidas de que acontece aqui uma mudança nos costumes políticos a partir do ideário de um “governo de todos”, substituindo os governos de grupos e governos familiares com parentes e aderentes de Sarney ocupando todos os cargos estaduais e federais e solapando a identidade social das instituições públicas.

A classe média, orientada pelo novo engenho político que aqui se instalou a partir de 2015, despreza os projetos oligárquicos, desfaz de todas as pretensões de poder de Sarney, até como forma de revide ao pesadelo institucional que viveu durante 50 anos.

As mudanças são inconfundíveis e incontestáveis. No foro administrativo, no relacionamento do governo com toda a gente, na imprensa oficial tangida a golpes de liberdade pela Rádio Timbira, na prioridade das obras sociais e cumprimento dos compromissos de campanha. Mudança de método, mudança de olhar, como nos olhares que se voltam para a Casa Ninar, os que observam a presença do Estado no erigir de um novo Sistema Estadual de Agricultura, ou os que enxergam a mais moderna e estratégica pulsação de uma nova ordem no Sistema de Segurança Pública.

Mas a revolução mesmo se dá contra o arbítrio da mentalidade corporativa, na nova mentalidade política que irrompe em todos os quadrantes do Maranhão. Não há notícias de superfaturamento nas obras quase diárias do governo Flávio Dino, há três anos o maranhense não mais consome notícias horárias sobre licitações fraudulentas, nem sobre hóspedes suspeitos carregando propina nos hotéis. A agiotagem, a pistolagem e o crime organizado foram disparar em outra freguesia e o Maranhão que se desenha agora assemelha-se a uma jurisdição quase solitária de honestidade e transparência no trato com a coisa pública neste país.

Troca-se a vergonha pelo orgulho de ser maranhense, a dubiedade patrimonialista por certezas sociais, a corretagem das leis e o tráfico de influência por sentenças imparciais, a sordidez do abuso de poder econômico pelo valor inestimável da opinião pública e a fugacidade dos banquetes faraônicos por pão e esperança nas mesas do Maranhão.

Assim, isolam-se os barões no casulo dos intocáveis, sem espaço para mais impunidades, sem crer que só foram necessários três anos para o alvorecer de uma revolução ética no estado. Três anos para que Nelmas poderosas e Sarneys inimputáveis sucumbissem ao estado de Direito e à realidade de que o Maranhão envergonhado que governaram é hoje um exemplo de justiça social e dignidade política para todo o Brasil.

Temer articula com Roseana Sarney e ministros saída para abafar denúncia contra ele na Câmara

Com informações de Andrea Sadi

Michel Temer trama com aliados do grupo Sarney forma de banir denúncias

O presidente Michel Temer chamou, neste domingo (01), no Palácio do Jaburu, a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB-MA) e ministros do governo para discutir o cenário político e a denúncia contra ele na Câmara dos Deputados.

Passaram pela residência oficial neste domingo, além de Roseana, os ministros Moreira Franco (Secretaria-Geral), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo).

A reunião discutiu a pauta do Congresso, além das estratégias de defesa do presidente sobre a segunda denúncia por obstrução de Justiça e organização criminosa.

Um dos ministros de Temer disse ao blog que foi feita uma avaliação sobre a defesa do presidente na Câmara e sobre o perfil do relator do caso, deputado Bonifacio de Andrada (PSDB-MG).

Segundo relato obtido pelo blog, o ministro Imbassahy, que é do mesmo partido de Bonifácio, disse a Temer que o relator “é muito robusto e não cede à pressão”.

“Ele vai fazer o que ele pensa”, disse um ministro à reportagem, sobre a expectativa em relação ao posicionamento do relator na CCJ.

Sobre a defesa do presidente, a ideia de Temer é não usar o prazo de dez sessões a que o presidente tem direito para entregar a sua argumentação.

“O presidente vai trabalhar para entregar antes do dia 6 de outubro, tentar antecipar”, disse esse ministro.

Os detalhes do esquema do PMDB que desviou R$ 864 milhões…

O Jornal Nacional repercutiu, na noite de sábado (09), as falcatruas do grupo que ficou conhecido como “quadrilhão do PMDB”, partido dos maranhenses José Sarney e Edison Lobão.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF) sete membros do partido do presidente Michel Temer por integrarem organização criminosa que desviou recursos públicos e obteve vantagens indevidas, sobretudo no âmbito da administração pública e do Senado Federal.

Além de José Sarney e Edison Lobão, foram denunciados os senadores Jader Barbalho, Renan Calheiros, Romero Jucá e Valdir Raupp e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, todos acusados de receberem propina de R$ 864 milhões e gerarem prejuízo de R$ 5,5 bilhões aos cofres da Petrobras e de R$ 113 milhões aos da Transpetro. Esta é a 34ª denúncia oferecida pela PGR no âmbito da Operação Lava Jato no STF.