Grupo Sarney trabalha para esvaziar pré-candidatura de Maura Jorge

A primeira ação foi garantir a destituição do suplente de senador, Pastor Bell, do PSDC. A segunda atitude é operar via Edison Lobão (MDB), para que o PRTB, de Márcio Coutinho, não apoie Maura Jorge

O grupo político liderado pelo ex-presidente José Sarney (MDB) parece estar determinado em esvaziar, o máximo possível, a pré-candidatura de Maura Jorge (PSL).

Com o apoio declarado do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), o grupo Sarney estaria temendo que Maura cresça nas pesquisas de intenção de votos, devido à popularidade nas redes sociais de Bolsonaro, ameaçando a pré-candidatura de Roseana.

O temor é que Maura Jorge ganhe a parcela de votos das pessoas que não votam no atual governo e nem em representantes de governos passados, como Roseana.

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A primeira ação foi garantir a destituição do suplente de senador, Pastor Bell, do PSDC. A segunda atitude é operar via Edison Lobão (MDB), para que o PRTB, de Márcio Coutinho, não apoie Maura Jorge, como é o desejo da maioria dos pré-candidatos a deputados.

Por último e bem mais complicado, o grupo Sarney estaria articulando para que o Podemos, partido com maior tempo de TV no arco de possíveis alianças de Maura Jorge, não apoie a pré-candidata e declare voto a Roseana. Para isso, o grupo Sarney argumenta para Aluísio Mendes, presidente do Podemos, que sua eleição de deputado federal em 2014, só foi possível, graças ao apoio de Roseana Sarney.

Esbanjando confiança no seu evento ao lado de Jair Bolsonaro, em São Luís, Maura Jorge pode chegar à convenção com apenas o seu partido e olhar seu sonho de ganhar o Governo do Estado, bem mais longe.

O PT maranhense e sua eterna indecisão…

Com o registro do nome do sindicalista Aníbal Lins para a disputa ao Governo do Estado, o PT divide-se ainda mais e potencializa as vozes dos que querem o partido longe da base do governador Flávio Dino

O diretório maranhense do PT tem a oportunidade de voltar às suas origens, trilhar um campo popular e trabalhar longe dos laços oligárquicos, mas, para isso, precisa alinhar seu discurso internamente.

Com o registro do nome do sindicalista Aníbal Lins para a disputa ao Governo do Estado, o PT divide-se ainda mais e potencializa as vozes dos que querem o partido longe da base do governador Flávio Dino (PCdoB).

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Vale lembrar que, em uma reunião realizada no mês de março, em Brasília, entre a cúpula nacional do PT e dirigentes estaduais maranhenses, o Partido dos Trabalhadores descartou, oficialmente, a possibilidade de uma aliança com o grupo Sarney e uma possível candidatura própria, como defendiam setores também ligados ao clã.

A reunião teve a presença da presidenta nacional do PT, a senadora Gleisi Hoffmann. Além dos membros maranhenses: Marcio Jardim; Augusto Lobato (presidente do diretório estadual); Honorato Fernandes (vereador e presidente do diretório municipal de São Luís); o deputado federal, Zé Carlos; o deputado estadual, Zé Inácio; e Raimundo Monteiro (membro do diretório nacional).

Em 2010, após intervenção da executiva nacional, o PT apoiou a candidatura de Roseana Sarney. Em 2014, parte da militância petista declarou apoio à candidatura de Flávio Dino, a pesar do partido ter formalizado apoio ao candidato Edinho Lobão (MDB).

Para garantir a força dos campos sociais e democráticos, o PT precisa enxergar seu papel e reconhecer que, sem a união dessas forças, o Maranhão pode retroceder e voltar ao passado onde somente o interesse de poucos era lembrado.

Ausência de Sarney Filho em caravana de Roseana Sarney chama atenção

A ausência do deputado federal e pré-candidato ao Senado, Sarney Filho, evidencia que o grupo político não vive um dos melhores momentos

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) iniciou mais uma etapa de sua caravana, que percorre alguns municípios maranhenses na terça-feira (03), mas um detalhe tem chamado atenção.

A ausência do deputado federal e pré-candidato ao Senado, Sarney Filho, evidencia que o grupo político não vive um dos melhores momentos.

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Com a certeza de que o grupo Sarney não elege os dois senadores nesta eleição, Sarney Filho tenta inviabilizar que sua base política no interior apoie o outro pré-candidato do grupo, o senador Edison Lobão.

Fontes ligadas ao grupo Sarney informaram que o deputado federal esperava que Lobão não acompanhasse a caravana de Roseana Sarney nesta nova etapa, igualmente aconteceu na sua visita surpresa a três municípios da Baixada Maranhense.

Com a confirmação da presença de Lobão, Sarney Filho teria decidido boicotar a caravana de sua própria irmã.

O que parecia uma disputa entre o grupo Sarney e outros grupos para a eleição ao Senado se mostra uma corrida interna para saber quem se salva politicamente.

 

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Roseana evita associação com o aliado Michel Temer, reprovado por 90% da população

Após dois anos do golpe e três meses da prisão do ex-presidente Lula (PT), Roseana, ao notar a rejeição de Michel Temer e de seu partido, faz manobras para tentar aliar sua imagem à do ex-presidente Lula

Sem a menor cerimônia, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) passou a esconder seu companheiro de partido e aliado, o presidente mais rejeitado da história brasileira, Michel Temer (MDB).

Após o golpe dado na ex-presidente Dilma Rousseff (MDB), Michel Temer passou a praticar medidas impopulares como a Reforma Trabalhista e o aumento dos impostos sobre os combustíveis e o gás de cozinha.

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Somente agora, após dois anos do golpe e três meses da prisão do ex-presidente Lula (PT), Roseana, ao notar a rejeição de Michel Temer e de seu partido, faz manobras para tentar aliar sua imagem à do ex-presidente Lula, na tentativa de angariar um pouco da sua popularidade no estado, deixando Michel Temer de escanteio.

As últimas atitudes do grupo Sarney deixam o pré-candidato à Presidência da República pelo MDB, o ex-ministro Henrique Meireles, em uma situação complicada. Mesmo patinando na margem de 1% nas pesquisas, ele não pode mais contar com a ajuda do clã Sarney no Maranhão, pois a ex-governadora tenta passar a imagem de ser aliada de Lula e do PT e o deixa à deriva na pré-campanha, juntamente com o companheiro de partido Michel Temer.

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Maranhão! As tentativas de tirar das costas de Temer o peso da crise dos caminhoneiros

Michel Temer

O grupo Sarney está trabalhando, coordenadamente, no Maranhão, para tentar tirar o foco da greve dos caminhoneiros de cima do presidente Michel Temer (PMDB). Eles avaliam que o desgaste do Palácio do Planalto reflete em membros do clã, notadamente, a ex-governadora Roseana e o ex-senador José Sarney, ambos do MDB.

Nos últimos dias, várias fotos de Temer com Roseana e Sarney foram espalhadas nas redes sociais, todas com comentários negativos acerca da política que o presidente vem adotando no Brasil e a que o grupo implantou no Maranhão por 50 anos.

Apesar das tentativas, a população brasileira, e também a maranhense, sabe que a culpa pelo caos instalado no país é única e exclusiva do presidente Michel Temer, aliado de primeira hora do grupo Sarney.

O governo Temer é, cada vez mais, uma ponte para lugar nenhum. A greve dos caminhoneiros permanece com impactos fortíssimos em todo o país e combustível suficiente para causar estragos além das estradas.

A paralisação, que começou contra a alta do diesel, contra a perigosa ciranda que virou a política de combustíveis “regulada pelo preço no mercado internacional”, lembra, pelo caminho das estradas, o início dos protestos de 2013 contra um aumento de 20 centavos nos ônibus e metrôs de São Paulo – e que deram na eclosão de uma série de graves protestos nacionais.

A situação caminha para ficar insustentável!

Seguindo Temer, grupo Sarney também reprime memes…

Grupo Sarney tenta se desvincular do desgaste da imagem de Michel Temer

O grupo Sarney resolveu reprimir a divulgação de memes. O ato lembra algumas páginas de humor na internet que foram notificadas pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República por publicarem piadas utilizando imagens de canais oficiais de comunicação do governo contra o presidente Michel Temer.

Com isso, a ex-governadora Roseana Sarney tenta censurar os conteúdos que se disseminam na internet, principalmente os que tratam de fotos dela com Temer, a quem ela quer esconder dos maranhenses o apoio.

No entanto, o desfecho de Roseana pidera ser o mesmo do presidente Michel Temer. Na ocasião, os internautas declararam uma ‘guerra’ bem-humorada contra o presidente.

Por aqui, a tendência é que não seja diferente. Com certeza, vão chover memes de Temer com Roseana.

PT maranhense tem a oportunidade de voltar às suas origens

PT do Maranhão tem a oportunidade de voltar às suas origens e construir um novo momento distante do grupo Sarney

Em uma reunião realizada em Brasília, entre a cúpula nacional do PT e dirigentes estaduais maranhenses, o Partido dos Trabalhadores descartou, oficialmente, a possibilidade de uma aliança com o grupo Sarney e uma possível candidatura própria, como defendiam setores também ligados ao clã.

Na decisão oficial, os petistas garantiram apoio à reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) e confirmaram que buscarão a indicação de um nome do partido na chapa governista.

A reunião teve a presença da presidenta nacional do PT, a senadora Gleisi Hoffmann. Além dos membros maranhenses: Marcio Jardim; Augusto Lobato (presidente do diretório estadual); Honorato Fernandes (vereador e presidente do diretório municipal de São Luís); o deputado federal, Zé Carlos; o deputado estadual, Zé Inácio; e Raimundo Monteiro (membro do diretório nacional).

Em 2010, após intervenção da executiva nacional, o PT apoiou a candidatura de Roseana Sarney. Em 2014, parte da militância petista declarou apoio à candidatura de Flávio Dino, a pesar do partido ter formalizado apoio ao candidato Edinho Lobão (MDB).

Com essa definição da executiva nacional, com anuência da executiva estadual, o PT do Maranhão tem a oportunidade de voltar às suas origens e construir um novo momento distante do grupo Sarney.

Grupo Sarney lucra com a desistência de Joaquim Barbosa

Mesmo não tendo disputado uma eleição antes, Barbosa já despontava como um dos principais candidatos.

Com a decisão anunciada de não lançar a pré-candidatura à Presidência da República, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa (PSB), reduziu as chances de que um outsider chegue ao comando do país nas eleições de outubro de 2018.

A palavra inglesa outsider é usada, na política, para se referir a candidatos que vêm de fora do mundo partidário tradicional e se apresentam como uma possibilidade de renovação.

Mesmo não tendo disputado uma eleição antes, Barbosa já despontava como um dos principais candidatos. Em diversas pesquisas de intenção de votos, seu nome variava em torno de 10%.

Antigo aliado do governador Flávio Dino (PCdoB), o PSB tinha um pré-candidato honesto e com grandes possibilidades de chegar ao segundo turno, o que acionava o sinal vermelho no grupo Sarney.

Roseana Sarney, que já elogiou o ex-presidente Lula (PT), mesmo tendo apoiado o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), já demonstrou que não quer carregar o nome do presidente Michel Temer (MDB) pelas suas altas taxas de rejeição.

A desistência de candidatos honestos, sem processos na justiça e sem manchas em sua biografia, anima o grupo Sarney, que tenta, de todas as formas, esvaziar a candidatura do governador Flávio Dino, que sonha em voltar ao comando do governo do estado e que já iniciou as práticas do vale tudo para que esse objetivo se concretize.

Governador desabafa contra os ataques do grupo Sarney

O governador disse estar preparado porque sabe que eles nunca deixarão de sabotar o governo e de perseguir todos os dias ele e seus secretários.

Em um evento lotado de médicos, advogados e lideranças políticas em apoio ao secretário de Saúde, Carlos Lula, no Grand Hotel São Luís, o governador Flávio Dino (PCdoB) fez o uso da palavra para rebater os ataques liderados pelo ex-presidente José Sarney (MDB) contra sua administração.

O ato de solidariedade mostrou a sintonia do governo e a firmeza de Flávio Dino para continuar lutando contra as agressões arquitetadas pelo grupo Sarney com o uso diário de matérias veiculadas na TV Mirante e reproduzidas nos jornais nacionais da TV Globo.

Flávio Dino desabafou dizendo que o grupo Sarney está preocupado com seus pequenos espaços de poder, com suas vaidades e privilégios. Que a falta de helicóptero, de lagostas e caviar, pagos com dinheiro público, reflete as baixarias praticadas diariamente contra membros do governo.

O governador disse estar preparado porque sabe que eles nunca deixarão de sabotar o governo e de perseguir todos os dias ele e seus secretários, mas que a verdade vai vencer.