Os detalhes do esquema do PMDB que desviou R$ 864 milhões…

O Jornal Nacional repercutiu, na noite de sábado (09), as falcatruas do grupo que ficou conhecido como “quadrilhão do PMDB”, partido dos maranhenses José Sarney e Edison Lobão.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF) sete membros do partido do presidente Michel Temer por integrarem organização criminosa que desviou recursos públicos e obteve vantagens indevidas, sobretudo no âmbito da administração pública e do Senado Federal.

Além de José Sarney e Edison Lobão, foram denunciados os senadores Jader Barbalho, Renan Calheiros, Romero Jucá e Valdir Raupp e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, todos acusados de receberem propina de R$ 864 milhões e gerarem prejuízo de R$ 5,5 bilhões aos cofres da Petrobras e de R$ 113 milhões aos da Transpetro. Esta é a 34ª denúncia oferecida pela PGR no âmbito da Operação Lava Jato no STF.

Ferrovia Norte Sul – Prisão de Juquinha deixa grupo Sarney em polvorosa…

Com informações de R7

Juquinha foi condenado a dez anos de prisão e pode pedir benefício da delação premiada

A Polícia Federal prendeu, nesta sexta-feira (2), o ex-presidente da Valec, José Francisco das Neves, o Juquinha, em desdobramento da Operação de Volta aos Trilhos. A investigação é focada no recebimento de propina nas obras da Ferrovia Norte-Sul. A notícia deixou em polvorosa o grupo Sarney. O temor de uma delação premiada é grande, já que o empreendimento teve seu auge no governo do ex-presidente José Sarney.

A prisão havia sido pedida pelo Ministério Público Federal, em Goiás, na Operação De Volta aos Trilhos e negada pela Justiça. Após a deflagração da operação, em 25 de maio, a Procuradoria solicitou a prisão novamente e a Justiça atendeu.

Um dos investigados na operação afirmou que Juquinha “sempre esteve pessoalmente presente e diretamente atuante em todos os atos de ocultação e dissimulação do patrimônio ilicitamente amealhado”.

A De Volta aos Trilhos, que é um desdobramento das investigações da Operação Lava Jato e nova etapa das Operações O Recebedor e Tabela Periódica, baseia-se em acordos de colaboração premiada assinados com a Procuradoria pelos executivos das construtoras Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez, que confessaram o pagamento de propina ao então presidente da VALEC, José Francisco das Neves, o Juquinha, bem como em investigações da Polícia Federal em Goiás, que levaram à identificação e à localização de parte do patrimônio ilícito mantido oculto em nome de terceiros (laranjas).
Condenação

Juquinha e seu filho já foram condenados na ação penal nº 18.114-41.2013.4.01.3500 (Operação O Trem Pagador) a, respectivamente, 10 e 7 anos de reclusão, por PF prende Juquinha das Neves, já provenientes da prática de crimes de cartel, fraudes em licitações, peculato e corrupção nas obras de construção da Ferrovia Norte-Sul, praticados por Juquinha quando presidiu a empresa pública Valec. Ambos aguardavam o julgamento de seus recursos em liberdade.

“De Volta aos Trilhos”

A expressão é popularmente usada para significar o retorno das coisas ao seu devido lugar, à normalidade. O nome da operação é uma alusão a um dos seus principais objetivos, que é o de trazer de volta parte dos recursos desviados da ferrovia Norte-Sul em forma de propina.

Escândalo envolvendo Temer atinge em cheio os planos do grupo Sarney no Maranhão…

Escândalo e possível cassação ou impeachment de Temer caíram como uma bomba no grupo Sarney. Na foto, Roseana e Sarney com o presidente ameaçado de queda

Sarney foi um dos articuladores da ascensão de Michel Temer

O Brasil está à beira de uma eleição direta com os ventos que sopram para uma possível cassação do presidente da República, Michel Temer (PMDB), após bombástica delação premiada de um dirigente do frigorífico JBS, que apresentou gravação do peemedebista dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). No Maranhão, a notícia caiu como uma bomba nos planos do grupo Sarney que contava com a estrutura da presidência para tentar retomar o poder perdido no Estado, nas eleições de 2018, com a suposta candidatura de Roseana ao governo do Estado e do deputado federal Sarney Filho (PV) ao Senado.

Esperto, o grupo Sarney se articulou com Michel Temer traindo o PT, inclusive, na manobra pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff de quem também se beneficiou por vários anos. A oligarquia procurou buscar forças, sustentando-se em cargos políticos, ao exemplo do deputado federal Sarney Filho (PV) que virou ministro do Meio Ambiente no governo do peemedebista.

Após a traição a Dilma e ao PT, o grupo Sarney grudou, oportunamente, em Michel Temer igual carrapato na tentativa de conseguir fôlego político. A possível cassação ou impeachment de Michel Temer, hoje primeiro aliado da família, é vista, nos bastidores, como a pá de cal que faltava para “enterrar”, de vez, a oligarquia no Maranhão que estava se articulando para retomar o governo e assegurar vagas no Senado.

Nesta quinta-feira, o desenrolar do escândalo voltou a incomodar o grupo Sarney. O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de inquérito para investigar Michel Temer. O pedido de investigação foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Com a decisão de Fachin, Temer passa formalmente à condição de investigado na Operação Lava Jato. Ainda não há detalhes sobre a decisão, que foi confirmado pela TV Globo.
O pedido de abertura de inquérito foi feito após um dos donos do grupo JBS, Joesley Batista, dizer em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR) que, em março deste ano, gravou o presidente dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A informação foi divulgada pelo jornal “O Globo”.
A delação de Joesley e de seu irmão, Wesley Batista, foi homologada por Fachin, informou o Supremo nesta quinta-feira.
Pela Constituição, o presidente da República só pode ser investigado por atos cometidos durante o exercício do mandato e com autorização do STF.
Assim, o presidente poderá ser investigado porque os fatos narrados por Joesley Batista na delação teriam sido cometidos em março deste ano, quando Temer já ocupava a Presidência.

 

“NÃO RENUNCIAREI”, DIZ MICHEL TEMER EM PRONUNCIAMENTO

Michel Temer fez um pronunciamento na tarde desta quinta-feira

O presidente Michel Temer afirmou, na tarde desta quinta-feira (18), no Palácio do Planalto, que não teme delação e que não renunciará. Ele fez um pronunciamento motivado pela delação premiada dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS. As delações já foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, autorizou a abertura de inquérito para investigar o presidente.
“No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei. Repito: não renunciarei. Sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena e muito rápida para os esclarecimentos ao povo brasileiro. Essa situação de dubiedade e de dúvida não pode persistir por muito tempo”, declarou.
Reportagem publicada no site do jornal “O Globo” nesta quarta (17) informou que Joesley Batista entregou ao Ministério Público gravação de conversa na qual ele e Temer falaram sobre a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato.
“Não temo nenhuma delação, nada tenho a esconder”, disse Temer. “Nunca autorizei que se utilizasse meu nome”, declarou o presidente.
Ele afirmou que nunca autorizou que se pagasse a alguém para ficar calado. “Em nenhum momento autorizei que pagasse a quem quer que seja para ficar calado. Não comprei o silêncio de ninguém”, declarou.

Sarney deve perpetuar controle sobre a Funasa no Maranhão

Marrapá

Sarney controla Funasa no Maranhão

O ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Arnaldo Melo, balança na diretoria executiva da Fundação Nacional de Saúde. Mas não deve cair. Melo é substituto do presidente da Funasa, Henrique Pires, que tem a vaga reivindicada pelo PTN. Quatro dos seis cargos de chefias estariam sendo devolvidos ao presidente Temer para que este atendesse aos aliados famintos, mas mantendo Pires no comando.
Melo é da cota do grupo político do ex-senador José Sarney que controla o órgão no estado do Maranhão desde seus primeiros dias de criação, quando deixou de ser Sucam. É um feudo intocável do grupo com tentáculos em 200 municípios maranhenses, com população de menos de 50 mil habitantes. Historicamente, o deputado Sarney Filho, hoje no ministério do Meio Ambiente, e mais recentemente, o senador João Alberto (PMDB), são grandes manipuladores dos recursos do órgão do Ministério da Saúde em favor de votos para seus respectivos mandatos.
Além de Melo, os Sarney mantém os advogados Márcio Endles, em posto de direção nacional, e André Campos, na superintendência regional da Funasa , prontos para servir ao grupo. Endles circula com o deputado federal Aluísio Mendes, padrinho da indicação, prometendo benesses para os prefeitos alinhados com o projeto de retorno ao poder do grupo no Maranhão.

DEU NO ESTADÃO: Maranhão troca clã Sarney por comunistas

Sob o comando do governador Flávio Dino, PCdoB amplia de 5 para 46 prefeitos no Estado

Estadão

Flávio Dino eleito governador do Maranhão em 2014, é filiado ao PCdoB

Flávio Dino eleito governador do Maranhão em 2014, é filiado ao PCdoB

O Estado do Maranhão terminou as eleições municipais deste ano mais “comunista” do que nunca. Por influência do governador Flávio Dino, o PC do B pulou de 5 prefeitos eleitos em 2012 para 46 na disputa deste ano.
O número, longe de transformar o Estado num reduto da revolução comunista no País, consagra Dino como o único representante da esquerda brasileira que conseguiu um resultado expressivo nas urnas nestas eleições e, principalmente, demonstra o enfraquecimento do grupo político do ex-presidente José Sarney (PMDB).
Das 217 cidades, Dino e seus aliados ganharam em 153 – cerca de 70% do total. Já o PMDB venceu em apenas 22 municípios, contra os 48 prefeitos eleitos em 2012, quando o Estado era governado pela filha do ex-presidente, Roseana Sarney.
Prova da força de Dino na disputa eleitoral é o que aconteceu na região metropolitana de São Luís. Dos oito municípios que compõem a Grande Ilha, quatro vão ser governados pelos vermelhos.
Dois desses municípios conquistados pelo PCdoB – Paço do Lumiar e Raposa – foram historicamente governados por aliados do grupo Sarney e ainda possuem as marcas desse tempo, seja pelas escolas que levam nomes do membros do clã ou as ruas esburacadas.
Em Paço do Lumiar, o candidato apoiado pelo PMDB, Gilberto Aroso (PRB), começou como favorito, mas sofreu um revés nas urnas para Domingos Dutra (PCdoB), tradicional adversário do grupo de Sarney no Estado. Enquanto Aroso nega ter sido apoiado pelos Sarney, Dutra não esconde a satisfação de ter tido Dino ao seu lado durante a campanha.
Em Raposa, outro município limítrofe a São Luís, onde a família Sarney tem um ilha para chamar de sua e passar o verão, a jovem Talita Laci (PCdoB), também apoiada pelo governador, venceu aliados do grupo do peemedebista que estavam no poder desde 1994.
Críticas. Em comum entre os eleitores desses dois municípios está a crítica ao desempenho das atuais gestões e o desconhecimento sobre a ideologia do partido que abriga os futuros prefeitos.
“Comunista é aquele que não gosta de religiões?”, questiona a moradora de Paço do Lumiar Sharlene Oliveira, de 30 anos, que votou no candidato apoiado por Dino.
“O PCdoB é aquele partido que quer dominar o mundo através da força? Eles são autoritários, né?”, questiona o pescador João do Carmo, de 49 anos, que é de Raposa e ajudou a eleger a adversária do grupo Sarney.
Confusão. O presidente do PC do B do Maranhão, Márcio Jerry, minimiza a confusão em relação à ideologia defendida pelo partido e repete o mantra que Dino usou na campanha ao governo de 2014, quando afirmava que a sua intenção não era transformar o Maranhão num Estado comunista, mas, sim, realizar as conquistas capitalistas que não foram feitas pela família Sarney.
“Nós precisamos sair da idade média do patrimonialismo, da corrupção e do coronelismo, para ter uma política arejada, com participação popular e transparência, e, principalmente, com políticas públicas voltadas a melhorar os indicadores sociais do Maranhão”, disse.

Para Jerry, o sucesso do PCdoB nas urnas se deve aos bons resultados obtidos por Dino e à ampla aliança feita no Estado, que engloba partidos que vão desde o PT até o PSDB. “O que o PCdoB tem conseguido exercitar de maneira bem-sucedida é a capacidade de um partido de esquerda de ter visão ampla, não ser sectário, ser democrático e conseguir aglutinar pessoas, partidos e movimentos sociais em torno de bandeiras concretas e comuns.”
Para ele, a “unidade política” entre os 46 prefeitos eleitos pelo PCdoB no Estado não está no fato de eles terem lido ou não o Manifesto Comunista escrito por Karl Marx e Friedrich Engels, mas, sim, porque compartilham o objetivo de fazer mudanças efetivas no Maranhão.

Edinho Lobão: “Braide procurou o meu apoio”

Em 2015, Eduardo Braide apoiou o então candidato a governador, Edison Lobinho

Em 2014, Eduardo Braide apoiou o então candidato a governador Edison Lobinho. Registro de Braide na foto de apoiadores do peemedebista

Em entrevista exclusiva ao blog do John Cutrim, o empresário e suplente de senador, Lobão Filho, confirmou que o candidato Eduardo Braide fez de tudo para ter o PMDB ao seu lado. De acordo com Edinho, Braide, que nega, em horário eleitoral, qualquer contato com a chamada “velha política”, procurou o suplente de senador para ter o partido na sua campanha.

“Eu mesmo o recebi na Difusora em busca de tal apoio. (…) Estava ele buscando desesperadamente coligar com o PMDB”, afirma Lobinho.

O empresário conta que Eduardo Braide buscou o apoio de todo o grupo Sarney. “É absolutamente verdadeiro que o candidato Eduardo Braide procurou a todos nós. (…) Muito legítimo da parte dele, já que ele sempre fez parte do meu grupo político”, declara Edinho Lobão.

O filho do senador Edson Lobão diz ainda que o caminho natural do PMDB seria apoiar Eduardo Briade, caso a legenda não tivesse optado pela candidatura própria contra a sua vontade e da ex-governadora Roseana Sarney. “Poderíamos, sim, ter apoiado Eduardo Braide. Seria algo natural”, assinala Edinho Lobão.

Lembrando que, em 2014, Braide foi um dos apoiadores da campanha de Lobinho ao governo do Estado, que era o candidato do grupo Sarney.

MENTIRA TEM PERNAS CURTAS! Adriano Sarney desmascara Eduardo Braide e diz que candidato buscou sim apoio de seu grupo

O deputado estadual Adriano Sarney (PV) foi à tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão desta terça-feira (18), e disse que o candidato do PMN à Prefeitura de São Luís, Eduardo Braide, mente, no horário eleitoral, ao dizer que nunca buscou o apoio da família Sarney ou de outros partidos, tentando-se passar por “independente”.

“O meu compromisso não é com aqueles que querem se dar bem passando para o público, passando para aqueles que votam e que decidem quem vai governar o nosso município, a capital deste Estado. E que mente ao dizer que é independente, que nunca buscou o apoio de nenhum partido político, de nenhum grupo político’.

Segundo o parlamentar, no primeiro turno, Eduardo Braide foi à casa da ex-governadora Roseana Sarney, pessoalmente, pedir-lhe apoio, assim como se dirigiu ao presidente do PMDB, João Alberto, para o mesmo. Mas, agora, de acordo com Adriano Sarney, por oportunismo eleitoral, o candidato quer passar a imagem de que nunca procurou se aliar com ninguém.  Segundo o deputado, há provas, vídeos e testemunhas para isso.

“É importante que as pessoas, principalmente os candidatos mantenham a coerência, é importante que nós não faltemos com a verdade, principalmente se nós temos um cargo público, um cargo eletivo como o cargo de deputado estadual. É com este compromisso com a verdade que subo a esta tribuna para rebater algumas atitudes que temos observado do candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide”, comentou o neto de Sarney na tribuna.

Adriano reiterou  que, no primeiro turno, Braide  o procurou, buscou o apoio do grupo Sarney,  do PMDB e foi até a sede do PMDB, no São Francisco, pediu apoio direto do presidente estadual do PMDB, senador João Alberto, diante de testemunhas e câmeras que filmaram tudo. “Não achando suficiente, o deputado, hoje candidato ao governo municipal de São Luís, foi até a casa da ex-governadora Roseana Sarney e pediu o apoio dela e do PMDB no primeiro turno. Eu estou aqui porque o meu compromisso é com a verdade”, revelou.

Grupo Sarney se divide entre Eliziane, Wellington e Fábio Câmara

Edilázio Jr é genro de Nelma Sarney

Edilázio Jr é genro de Nelma Sarney e é filiado ao PV, comandado por Adriano Sarney e Sarney Filho

Apesar de pertencer ao PV, partido comandado pelo deputado estadual Adriano Sarney, que decidiu abraçar a campanha da candidata do PPS à Prefeitura de São Luís, Eliziane Gama, o deputado estadual  Edilázio Júnior – genro da desembargadora Nelma Sarney – rachou com o partido e declarou apoio ao candidato do PP, Wellington do Curso, durante a sessão desta terça-feira (16), na Assembleia Legislativa do Maranhão.

Na verdade, o candidato oficial do grupo Sarney é o vereador Fábio Câmara (PMDB), porém nem todo o PMDB está com ele. Por exemplo, a família Lobão já declarou apoio a Eliziane Gama.

O PV é outro  partido comandado pela família Sarney. O deputado Adriano Sarney decidiu levar o partido para a chapa de Eliziane Gama, porém hoje (16) Edilázio Júnior resolver divergir da decisão da sigla, declarando apoio a Wellington do Curso

Um dos expoentes do grupo Sarney, na Assembleia Legislativa, Edilázio Júnior disse que analisou os candidatos e que se identificou mais com Wellington do Curso, alegando que tanto Edivaldo Holanda Júnior (PDT) quanto Eliziane teriam o “apoio” do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

No entanto, o peso do apoio de Edilázio em São Luís não soma muita coisa na campanha de Wellington do Curso, talvez até atrapalhe, devido a rejeição que tem o grupo Sarney ainda na capital maranhense.

Wellington, por sua vez, aceitou o apoio e justificou o ato, alegando que as dicotomias “Deus/Diabo”, “inferno/céu”, “Sarney/antisarney”, “oligarquia/antioligarquia” são coisas do passado. Veja no vídeo acima.