Declaração de Roseana sobre Lula irrita petistas maranhenses

Passados quase três meses da prisão de Lula, somente agora, Roseana mostra sua solidariedade ao ex-presidente, evidenciando seu oportunismo

Causou revolta entre a militância do PT e simpatizantes do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a declaração da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) sobre sua “solidariedade” a Lula.

Com a frase “O Maranhão está com Lula, eu também estou”, Roseana parece brincar com a inteligência dos maranhenses, admiradores do trabalho de Lula e tenta buscar na popularidade do ex-presidente formas de subir nas pesquisas de intenções de voto e voltar ao Governo do Estado.

Em abril de 2016, durante uma festa na casa do deputado Heráclito Fortes, logo após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Roseana se referiu ao golpe dado em Dilma como uma corrida de cavalos e afirmou ao jornal O Globo que apostou “no cavalo certo” referindo-se ao apoio dado a Michel Temer.

“Meu pai disse que apostei no cavalo certo. Como pode tudo isso? Fui duas vezes coordenadora do impeachment”, completou Roseana.

Roseana viajou para Brasília e por lá ficou por vários dias, encarregando-se de conseguir apoio dos deputados federais maranhenses para o impeachment de Dilma Rousseff, consequentemente, um ato contra Lula. A ex-governadora apostou que, com a chegada do MDB ao Governo Federal, suas chances de derrotar o governador Flávio Dino (PCdoB) fossem potencializadas.

Mas o destino mostrou que Roseana estava errada. Passados dois anos do golpe, a ex-governadora vê a popularidade de seu companheiro de partido, Michel Temer, despencar e ser considerado o governo mais impopular da história.

Passados quase três meses da prisão de Lula, somente agora, Roseana mostra sua solidariedade ao ex-presidente, evidenciando seu oportunismo.

Incerteza sobre Waldir Maranhão gera receio de ‘paralisia’ da Câmara

Waldir Maranhão já afirmou que não renuncia “de jeito nenhum”

Waldir Maranhão já afirmou que não renuncia “de jeito nenhum”

G1

Deputados ouvidos pelo G1 temem que a primeira semana de trabalhos da Câmara com Michel Temer como presidente da República em exercício seja de “paralisia” devido à incerteza sobre quem será o líder do novo governo na Casa e aos questionamentos em relação à permanência do deputado Waldir Maranhão (PP-MA) na presidência da Casa.
Os líderes partidários se reúnem na tarde desta terça-feira (17) para definir como as sessões do plenário serão conduzidas.
Waldir Maranhão já afirmou que não renuncia “de jeito nenhum”, mas partidos da base de Temer avaliam que ele não terá condições de conduzir as votações.
Maranhão gerou revolta entre os deputados ao tentar anular a aprovação pela Câmara da continuidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Posteriormente, ele voltou atrás e cancelou a própria decisão.
Diante do impasse, o líder do PSD, deputado Rogério Rosso (DF), convidou líderes partidários para uma reunião na manhã desta terça (15) para discutir uma forma de possibilitar votações no plenário.
“Se ele [Maranhão] presidir a sessão, não sei o que pode acontecer naquele plenário. Mas legitimado [para ser o presidente em exercício] ele está. Vou chamar todos os líderes da base para fazer uma leitura dos cenários e percepções”, disse Rosso.
O líder do PSDB, Antonio Imbassahy (BA), defendeu um “esforço coletivo” dos partidos que apoiam Temer, para evitar a paralisia do plenário.
Para o tucano, a Câmara precisa votar medidas provisórias editadas pela presidente afastada, Dilma Rousseff, para “limpar” a pauta e permitir que as futuras propostas de ajuste fiscal do novo governo sejam apreciadas.
“Não podemos fazer nenhum tipo de paralisação. Temos que votar as medidas provisórias, limpar essa pauta, na expectativa do envio dos projetos do novo governo. Acho que tem que ter um esforço coletivo. Até porque as medidas [de ajuste fiscal] vão precisar de profundo debate. Não pode misturar problema que é da nossa natureza, a presidência da Câmara, e obstruir a pauta”, afirmou ao G1.
Presidência da Câmara
Diante da avaliação de que Maranhão não terá condições de presidir sessões do plenário e viabilizar votações, partidos avaliam a possibilidade de um entendimento com o presidente em exercício para que o primeiro-secretário, Beto Mansur (PRB-SP), conduza as sessões. “Eu estou disposto a ajudar”, disse Mansur.
Se ele [Maranhão] presidir a sessão, não sei o que pode acontecer naquele plenário. Mas legitimado [para ser o presidente em exercício] ele está.”

Por sua vez, o líder do DEM na Câmara, deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), afirmou que vai apresentar nesta terça uma questão de ordem a Waldir Maranhão pedindo que seja declarado vago o cargo de presidente da Casa, diante da suspensão do mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pelo Supremo Tribunal Federal.
No caso de vacância, seriam realizadas novas eleições para o cargo de presidente da Câmara. A expectativa é que Maranhão negue o pedido do DEM e, nesse caso, o partido recorrerá à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
“Vou contestar a presidência mesmo que interina do senhor Waldir Maranhão. Ele não tem condição de conduzir a sessão da Câmara dos Deputados depois do papelão que promoveu na semana passada. A sessão que vier a ser conduzida por ele vai causar celeuma e confusão. Não o queremos presidindo nenhuma sessão”, disse Pauderney.
Mas o primeiro-secretário da Câmara, Beto Mansur (PRB-SP), avalia que, apesar do risco de paralisia no plenário, não há possibilidade jurídica de tirar Maranhão da presidência.
“Ponderei que a gente deveria dar 15 dias [para ver o que acontece com Maranhão na presidência]. Ele [Eduardo Cunha] está liminarmente afastado. É difícil declarar vago um cargo de alguém [Cunha] que está eleito. São coisas que seriam judicializadas. Isso é ruim para a Casa. Se não começarmos a votar em plenário amanhã, a população começa a ver de longe e contestar”, disse.
O líder do PSD também avalia que não é possível tirar Maranhão da presidência em exercício da Câmara.
“O mundo jurídico não aceita essa tese de vacância. Só poderia haver vacância por morte, perda do mandato ou renúncia. Não tem hipótese regimental para isso”, disse Rogério Rosso.

Waldir Maranhão recebeu salário como ‘professor fantasma’ até 2015

EM

Waldir Maranhão se expôs para a Imprensa brasileira com nulidade do processo de impeachment de Dilma

Waldir Maranhão se expôs para a Imprensa brasileira com a nulidade do processo de impeachment de Dilma. Agora, virou saco de pancada e piada ao mesmo tempo no país

São Luís (MA) – Waldir Maranhão saiu do meio acadêmico para se tornar deputado federal, mas o meio acadêmico não saiu dele. Ao menos de sua conta bancária. Nos dois últimos anos o presidente interino da Câmara atuou paralelamente como “professor fantasma” da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), recebendo salários mensais de cerca de R$ 16 mil, tudo de forma absolutamente irregular. Os pagamentos, realizados entre fevereiro de 2014 e dezembro de 2015, somaram R$ 368.140,09.

Por lei, qualquer servidor público que assume mandato de deputado tem que pedir o afastamento imediato de sua função inicial para, então, exercer seu cargo e ser remunerado exclusivamente por ele.
O deputado Waldir Maranhão (PP-MA) sabia disso. Tanto que, em 2006, quando foi eleito pela primeira vez, deixou a universidade estadual, onde foi professor e reitor por 21 anos, e teve salário automaticamente cortado. A situação permaneceu assim durante sua primeira legislatura, mas não chegaria ao fim da segunda, iniciada em 2010, quando foi reeleito: Maranhão voltou a figurar na lista de professores ativos da Uema.

Em fevereiro de 2014, o hoje presidente interino da Câmara voltou a receber seus vencimentos por serviços acadêmicos que não prestava. Quando foi eleito para o terceiro mandato, iniciado em janeiro de 2015, o deputado teve nova oportunidade de esclarecer que estava recebendo salários de forma irregular, mas não o fez.

Os salários só deixaram de ser pagos em dezembro, após uma auditoria interna da universidade. “Foi quando vimos que o nome do professor Waldir Maranhão estava lá, realmente de forma irregular”, disse o reitor da Uema, Gustavo Costa, que assumiu o comando da instituição em janeiro de 2015.

A Uema, segundo Costa, notificou Waldir Maranhão para que devolva aos cofres do governo, com juros e correção monetária, tudo o que recebeu de forma irregular. “Meu entendimento é de que ele realmente teria que ter comunicado que recebia os salários. Houve dano financeiro”, afirmou Costa.

Questionado pela reportagem sobre as irregularidades, o presidente interino da Câmara não se manifestou até o final da noite de terça-feira, 10.

“Discordo, mas respeito”, avalia Flávio Dino sobre recuo de Waldir Maranhão

G1

flaviodinomateria

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), voltou a usar as redes sociais, na manhã desta terça-feira (10), para se posicionar sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Desta vez, ele afirma que, apesar de discordar, respeita a medida tomada na madrugada pelo presidente em exercício da Câmara dos Deputados e aliado político, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), de revogar a própria decisão que proferiu ao tentar anular a sessão da Câmara que aprovou a abertura do processo.
“Em face da decisão do Senado, o deputado Waldir Maranhão revogou sua decisão sobre o recurso da Advocacia Geral da União. Discordo, mas respeito. O deputado Waldir Maranhão teve a coragem que poucos tiveram: votou NÃO ao golpe e tentou conter a marcha da insensatez. Tem o meu respeito”, escreveu em seus perfis nas redes sociais.

O governador do Maranhão acrescentou que se orgulha em ‘defender a Constituição, a Democracia e o Estado de Direito’. “Muito difícil discordar e se manter firme diante dessa onda avassaladora e ‘consensual’. Foi assim em 1964 e está sendo assim novamente. Orgulho-me de defender a Constituição, a Democracia e o Estado de Direito, princípios que estão muito acima de conjunturas difíceis. Lembro-me sempre do deputado Tancredo Neves se opondo a Auro Moura Andrade em noite tenebrosa e ‘consensual’ no Congresso em abril de 1964”, completa.
Flávio Dino é um dos principais defensores de que não há motivos para o impeachment de Dilma Rousseff. Na publicação desta terça-feira, ele garante que seguirá na ‘luta em defesa do mais longo ciclo democrático da vida institucional brasileira’. “Parabenizo o grande jurista José Eduardo Cardoso, irreparável na defesa competente e séria do mandato constitucional da presidenta Dilma. E segue a luta em defesa do mais longo ciclo democrático da vida institucional brasileira. Estamos diante de um absurdo político e jurídico”, escreveu.

Para apoiar seu argumento, o governador do Maranhão relembra as manifestações de juristas brasileiros e da posição do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, e do presidente da Corte Interamericana, Roberto Caldas, que manifestaram “preocupação” com o impasse político em torno do caso.
Relembre
Na segunda-feira (9), o governador Flávio Dino havia utilizado as redes sociais para se posicionar favorável à decisão de presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, de anular a votação que aprovou o processo de impeachment, dizendo ser ‘natural’ o deputado, sendo do mesmo Estado, pedir a ‘opinião sobre temas relevantes’.

“Natural que o deputado Waldir Maranhão, sendo do meu Estado, peça minha opinião sobre temas relevantes. Como eu peço a ele também. Juridicamente, a decisão do deputado Waldir Maranhão é centenas de vezes mais consistente do que o pedido do tal “impeachment”. Realmente fico perplexo como alguém pode inventar essa tese de “pedaladas” e meia dúzia de decretos orçamentários como causa de impeachment”, escreveu Dino nas redes sociais.

Após carta em que diz ser “menosprezado” por Dilma, Temer se aproxima de defensores do impeachment

IstoÉ

Crise entre Dilma e Temmer aumentou após carta vazada

Crise entre Dilma e Temer aumentou após carta vazada

O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, foi acionado para apaziguar os ânimos entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e seu vice, Michel Temer (PMDB), após carta pessoal que foi vazada à imprensa (leia abaixo). Adams chegou à residência oficial da vice-presidência pouco antes da meia noite desta segunda-feira, onde Temer já se reunia com outros nomes que têm sido vinculados a conspirações ou abertamente favoráveis impeachment da presidente.

Adams teria telefonado para Michel Temer pouco após o vazamento da carta que o vice-presidente escreveu à Dilma Rousseff, pontuando situações em que ela e o governo desconfiaram da lealdade dele e do PMDB. Temer, que já se reunia com outros peemedebistas no Palácio do Jaburu, em Brasília, aceitou receber também o advogado-geral. A tarefa de Adams era tentar acalmar os ânimos e retomar o diálogo entre o vice e a presidente.

Temer, que havia chegado a Brasília por volta das 21h, se reunia com os também peemedebistas e ex-ministros da Aviação Civil, Eliseu Padilha e Moreira Franco. Padilha, que sucedeu Moreira Franco, havia oficializado sua demissão da pasta também nesta segunda-feira. Considerado um dos nomes mais próximos do vice-presidente, sua saída aumentou os rumores de conspiração contra Dilma Rousseff. Por volta de 1h da madrugada, os peemedebistas ainda não haviam deixado a residência oficial.

Participaram da reunião outros nomes entusiastas do impeachment, como o deputado Lucio Vieira Lima (PMDB-BA), ligado à ala mais rebelde do partido e favorável ao afastamento de Dilma. O presidente do PSC, Pastor Everaldo, que deu sinal verde à bancada para votar pelo impeachment na comissão especial que será instaurada na Câmara, também foi visto deixando o Palácio do Jaburu.

Leia a carta de Temer a Dilma

Senhora Presidente,

“Verba volant, scripta manent” (As palavras voam, os escritos permanecem)

Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio.

Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.

Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos.

Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. À minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.

Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo.

Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição à Vice.

Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido. Isso tudo não gerou confiança em mim, Gera desconfiança e menosprezo do governo.
Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.

1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.

2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.

3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.

4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas “desfeitas”, culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC. Alardeou-se a) que fora retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta “conspiração”.

5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de lideres e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.

6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado.

7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar.

8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice Presidente Joe Biden – com quem construí boa amizade – sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da “espionagem” americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;

9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.

10. Até o programa “Uma Ponte para o Futuro”, aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.

11. PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso. A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silencio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.

Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.

Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção.

Respeitosamente,
\ L TEMER
A Sua Excelência a Senhora
Doutora DILMA ROUSSEFF
DO. Presidente da República do Brasil
Palácio do Planalto

CARAS PINTADAS DE VOLTA! Milhares vão às ruas pedir impeachment de Dilma no Brasil

Movimento do Impeachment reuniu grande número de pessoas na Litorânea

Em São Luís, Movimento do Impeachment reuniu grande número de pessoas na Litorânea

Protestos em Brasília

Protestos em Brasília

Em São Paulo, o movimento impachement foi gigante

Protestos condenam corrupção na Petrobras

m São Paulo, o movimento impachement foi gigante

Em São Paulo, o movimento impachement foi gigante

ASSISTA VÍDEO DO PROTESTO EM SÃO LUÍS

Caras pintadas querem impeachment de Dilma e protestam contra corrupção

Caras pintadas querem impeachment de Dilma e protestam contra corrupção

Com faixas, camisetas verde-amarelo, bandeiras do país, apitaço, criatividade e caras pintadas, milhares de brasileiros foram às ruas, em diversas capitais brasileiras, no Distrito Federal e no exterior, neste domingo (15), para pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff, fim da corrupção, ampliação da Operação Lava-Jato, menos juros, menos inflação, menos aumentos, etc. Em São Luís, o protesto aconteceu na avenida Litorânea (vide vídeo e foto).

O verde e amarelo são as cores predominantes da manifestação. Muitas pessoas protestam com a camisa da seleção e enroladas em bandeiras do Brasil, que são vendidas por ambulantes. Todas as emissoras de  TV do país dão flashs, a todo momento, de um dos maiores protestos, contra um governo presidencial, já realizado no país.

Dos carros de som ecoam falas contra a corrupção e contra o PT, como “Lula Mentiroso” e “Fora, Dilma”. Também são feitos pedidos para “salvar o Brasil”. Os brasileiros confessam que estão envergonhados com o “mar de corrupção” na Petrobras, empresa pública que só tem servido para lavagem de dinheiro e pagamento de propina para políticos do esquema.

No Rio de Janeiro, uma multidão foi protestar em Copacabana

No Rio de Janeiro, uma multidão foi protestar em Copacabana

Movimento na internet

Desde a madrugada desta domingo, 15, primeiras horas do dia, já era grande a movimentação para o protesto contra a atuação do governo da presidente Dilma Rousseff nas redes sociais. As hashtags #VemPraRua15deMarco e #ForaDilma estão entre as mais usadas pelos internautas, que convocaram a população brasileira para ir às ruas.

Ao menos 32 cidades brasileiras, além de Boston, nos Estados Unidos, e Sydney, na Austrália, realizam protestos, contra o governo da presidente Dilma.