Roseana está “gripada” desde 2010…

, a rejeição popular contraída por Roseana seria a causa da “gripe” na peemedebista

A ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) disse em entrevista ao jornal O Imparcial que ainda não começou sua pré-campanha nos interiores maranhenses por “estar gripada”. Sem popularidade para sair às ruas, Roseana está sem percorrer municípios do interior desde as eleições de 2010.

Em quase duas décadas de governos marcados por escândalos de corrupção e omissão com o Maranhão, a rejeição popular contraída por Roseana seria a causa da “gripe” na peemedebista.

Mas Roseana talvez sofra do “vírus da impopularidade” desde 2006. Naquele ele ano ela perdeu pela primeira vez as eleições, derrotada por Jackson Lago. Na época ela não dispunha da máquina estadual para “melhorar” sua imagem junto aos eleitores. Nas eleições de 2018 o cenário se repete, e só o apoio do governo Temer pode salvar Roseana de uma campanha desastrosa.

Governo Dilma tem a maior desaprovação desde 1986…

UOL

Já a aprovação do governo Dilma chegou a 10%, segundo a pesquisa

Já a aprovação do governo Dilma chegou a 10%, segundo a pesquisa

A desaprovação do governo da presidente Dilma Rousseff chegou a 69% segundo pesquisa Ibope encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). O índice é o maior já registrado pelo instituto desde que a pesquisa começou a ser realizada, em 1986. Em julho deste ano, o índice era de 68%.

Como a pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, não é possível dizer que a desaprovação do governo subiu. O levantamento entrevistou 2.002 pessoas em 140 municípios e tem um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 21 de setembro.

Já a aprovação do governo Dilma chegou a 10%. Na pesquisa anterior, o índice era de 9%. Para 21%, o governo é regular, e 1% não souberam ou não quiseram opinar. A soma dá mais de 100% devido a arredondamentos.

O índice de aprovação é medido pelo percentual de entrevistados que avaliam o governo como “ótimo” ou “bom”. A reprovação é medida pelo percentual de entrevistados que avaliam o governo como “ruim” ou “péssimo”.

O índice de aprovação mais baixo já registrado pela pesquisa foi de 7%, durante o governo de José Sarney, entre os meses de junho e julho de 1989.

A pesquisa CNI/Ibope também pesquisou o índice de aprovação da maneira de governar da presidente Dilma. Em julho, 15% dos entrevistados aprovaram a maneira como a presidente governa. Em setembro, este índice ficou em 14%. Já os que reprovam a forma de governar de Dilma, esse índice saiu de 83% em julho para 82% em setembro.

O índice de confiança na presidente Dilma variou um ponto percentual. Em julho, 78% dos entrevistados afirmavam não confiar na presidente. Em setembro, esse número chegou a 77%. Já o índice de entrevistados que afirmam confiar na presidente se manteve em 20% entre julho e setembro.

Crise no governo Dilma
Os baixos índices de popularidade da presidente Dilma são registrados em um momento em que ela encontra dificuldades no campo econômico e político. Na última terça-feira (29), o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que a taxa de desemprego no último trimestre chegou a 8,6%, maior índice para o período desde 2012.

No último dia 9, o governo ainda viu a agência de risco Standard & Poor’s rebaixar a nota e tirar o chamado “grau de investimento”.

No campo político, a presidente enfrenta dificuldades em aprovar as medidas do chamado ajuste fiscal como a criação de tributos como a CPMF. Para manter o apoio do PMDB, principal aliado do governo, Dilma deverá anunciar nos próximos dias uma reforma ministerial que tende a abrigar mais ministros do partido do vice-presidente Michel Temer (PMDB).

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deve começar a análise de pedidos de abertura de processo de impeachment contra Dilma.

SE NEM ELE AGUENTA MAIS! Depois de ter criado Dilma, Lula a destroi…

Ricardo Noblat

meme dilma

A oposição foi incapaz de produzir um diagnóstico tão devastador do governo da presidente Dilma e da situação do PT. Todo o mérito cabe a Lula, segundo reportagem de Tatiana Farah e Julianna Granjeia publicada, hoje, em O Globo. Durante encontro com religiosos, Lula não poupou sequer ele mesmo.

Sua frase “Dilma e eu estamos no volume morto. O PT está abaixo do volume morto”, entrará certamente para a História da política recente do país como a mais emblemática do período de 12 anos e seis meses do PT no poder. Como Lula é um bom frasista, não se descarte a possibilidade de ele cometer ainda uma frase melhor.

A reunião de Lula com religiosos aconteceu anteontem, no Instituto Lula, em São Paulo. Contou com a presença de Gilberto Carvalho, ex-secretário da presidência da República no primeiro governo Dilma. Ligado aos chamados movimentos sociais, foi Gilberto que levou os religiosos para conversar com o ex-presidente.

Por sinal, a essa altura, depois da prisão dos presidentes das empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez, as duas maiores do país, e de novas revelações trazidas pelas edições de fim de semana das revistas VEJA e ÉPOCA, é possível que Lula viesse a admitir que não somente o PT está abaixo do “volume morto”, mas ele também.

O desabafo de Lula deve ter sido gravado. O que sugere isso é a citação de tantas frases com começo, meio e fim, além do colorido da fala costumeira de Lula. Ficará difícil para ele desmentir o que lhe foi atribuído. Quanto a Dilma… Só lhe restará o silêncio. E a indignação com o que disse seu criador.

Um dos momentos mais constrangedores para Dilma no desabafo de Lula é este, quase ao final do encontro do ex-presidente com os religiosos:

– Tem uma frase da companheira Dilma que é sagrada: “Eu não mexo no direito dos trabalhadores nem que a vaca tussa”. E mexeu. Tem outra frase, Gilberto, que é marcante, que é a frase que diz o seguinte: “Eu não vou fazer ajuste, ajuste é coisa de tucano”. E fez. E os tucanos sabiamente colocaram Dilma falando isso (no programa de TV do partido) e dizendo que ela mente. Era uma coisa muito forte. E fiquei muito preocupado.

Ou seja: Lula endossou a crítica mais frequente feita pela oposição à Dilma. Reconheceu que ela mexeu no direito dos trabalhadores. E que mentiu ao dizer que não faria ajuste fiscal. De resto, batizou o governo Dilma de “governo de mudos”. E censurou “a companheira” por não viajar para defender seu governo. Injustiça! Dilma tem viajado muito.

Para ilustrar as dificuldades enfrentadas pelo PT e por ele, Lula citou uma pesquisa de opinião pública aplicada em parte do ABC paulista, justamente onde o PT nasceu.

– Acabamos de fazer uma pesquisa em Santo André e São Bernardo, e a nossa rejeição chega a 75%. Entreguei a pesquisa para Dilma, em que nós só temos 7% de bom e ótimo — comentou Lula.

Lula relembrou uma recente conversa que teve com Dilma – e ao fazê-lo diante de pouco mais de 30 pessoas, foi, no mínimo, desleal com Dilma. Não se revela conversa com presidente.

– Eu fiz essa pergunta para Dilma: “Companheira, você lembra qual foi a última notícia boa que demos ao Brasil?”. E ela não lembrava. Como nenhum ministro lembrava. Como eu tinha estado com seis senadores, e eles não lembravam. Como eu tinha estado com 16 deputados federais, e eles não lembravam. Como eu estive com a CUT, e ninguém lembrava.

Lula deu um tiro de bazuca no governo de sua companheira. Ele a criou. Ele a destrói.

Aprovação do governo Dilma despenca para 12%, diz CNI/Ibope

Segundo pesquisa, 64% consideram o governo ruim ou péssimo; confiança na presidente e aprovação da maneira de governar também caíram.

Medidas impopulares de Dilma e as revelações da Lava jato fazem popularidade de Dilma cair, drasticamente, no país

Medidas impopulares de Dilma e as revelações da Lava Jato fazem popularidade de Dilma cair, drasticamente, no país

TERRA – A aprovação do governo Dilma Rousseff caiu para 12%, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (01). Encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o levantamento indica que o governo é desaprovado por 64% da população.

Em dezembro do ano passado, a pesquisa, que é realizada a cada três meses, apontava uma aprovação do governo Dilma era de 40%. Esse percentual, dos brasileiros que consideram o governo ótimo e bom, caiu 28 pontos percentuais em três meses, chegando aos 12%. O percentual do ruim e péssimo subiu de 27% para 64%, 37 pontos percentuais. O regular passou de 32% para 23%.

O índice de aprovação do governo é o pior registrado na série histórica desde o primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, em 1995. O tucano chegou a registrar 22% no mesmo período de 1999, depois de sua reeleição, índice que chegou a 16% e 17% no mesmo ano, em um período de desvalorização do Real.

A aprovação da maneira de governar e a confiança na presidente Dilma Rousseff também despencaram, segundo a pesquisa. O percentual dos que aprovavam o desempenho da petista passou de 52% para 19%, enquanto a desaprovação foi de 42% para 78%. A confiança passou de 51% para 24%, enquanto os que não confiam subiu 30 pontos percentuais para 74%.

Segundo a pesquisa, a queda de popularidade da presidente Dilma Rousseff foi mais acentuada entre os grupos onde a petista costumava ser melhor avaliada. Em dezembro, 53% dos eleitores com até quarta série do ensino fundamental consideravam o governo ótimo e bom. Esse percentual passou para 18%.

A popularidade também teve queda entre os mais jovens. Apenas 8% dos eleitores entre 25 e 34 anos avaliam o governo como ótimo ou bom, percentual que era de 36% em dezembro. O governo Dilma teve a maior queda de aprovação na região Sul, passando de 40% para 8%.

Para 76% dos entrevistados, o segundo governo da presidente Dilma é pior, atualmente, que o primeiro. Dos entrevistados, apenas 14% acreditam que o segundo mandato pode ser ótimo ou bom.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 21 e 25 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Inflação e impostos

Especificado por áreas de atuação, 84% dos eleitores disseram que desaprovam o governo no combate à inflação e 90% falaram o mesmo em relação aos impostos. Os índices de reprovação também foram elevados quando os entrevistados foram questionados sobre saúde (85%), segurança (81%) e combate ao desemprego (79%).

As políticas de combate à fome, que costumam apresentar índices positivos desde 2011, são desaprovadas por 64% ante 33% dos entrevistados.

Cenário pós-eleitoral

Para o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, a pesquisa revela uma decepção entre os eleitores da presidente Dilma. A petista era aprovada por 63% dos que votaram nela em dezembro e esse índice passou para 22%. Entre os eleitores de Aécio Neves (PSDB), só 2% consideram o governo ótimo ou bom.

“O que a gente percebe é essa decepção. O que explica essa queda forte são os eleitores de Dilma que, com o quadro atual de intensificação da crise, desemprego aumentando, e medidas de ajuste fiscal, geraram essa maior insatisfação. As questões econômicas passam a ser as mais criticadas pelo governo”, disse.

A confiança na presidente também caiu de 80% para 42% entre as pessoas que declararam ter votado nela. A aprovação da maneira de governar também caiu: de 80% para 34%.