Começa o credenciamento de imprensa para Passarela do Samba de São Luís

Passarela do samba está sendo preparada para os desfiles das escolas de samba, blocos e outras agremiações na capital.

Por meio da Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), a Prefeitura de São Luís está realizando o credenciamento da imprensa para cobertura do carnaval no circuito Passarela do Samba, na capital.

As solicitações de credencial serão recebidas até o dia 5 de fevereiro. Os interessados devem enviar e-mail para o endereço [email protected] com nome da emissora/veículo, tipo de veículo (site, jornal, TV, rádio) data(s) da cobertura, quantitativo de profissionais a serem cadastrados e suas respectivas funções por dia de evento. A programação na passarela, coordenada pela Secretaria Municipal de Cultura (Secult), acontece de 9 a 13 de fevereiro, das 17h às 3h.

Jornais, revistas, rádios, agências de notícias e sites terão direito a, no máximo, duas credenciais. As TVs poderão credenciar até três profissionais. Os credenciamentos para profissionais de imprensa free-lancers serão analisados individualmente. Apenas serão credenciados como imprensa os profissionais que atuam como repórteres, fotógrafos, produtores, cinegrafistas, redatores, editores, assistentes de produção/câmera e assessores de imprensa.

A credencial dará acesso à pista onde acontecem os desfiles e ao palco principal de shows, não sendo permitida a entrada nos camarotes, frisas e QG institucional. A entrega das credenciais será no dia 9 de fevereiro, na sede da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), localizada na Rua do Mocambo nº 253 – Centro, a partir das 9h.

TV Assembleia estreia série sobre a história da imprensa maranhense…

As polêmicas e a saga dos pioneiros da imprensa no Maranhão estão sendo contadas no programa Documento Especial, que estreou no último domingo (6), na TV Assembleia (canal aberto 51.2 / 17 TVN). São quase 200 anos de história relatadas por jornalistas e pesquisadores da Comunicação maranhense. A apresentação é dos jornalistas Ismael Gama e Márcia Carvalho.

O programa traz histórias, fatos curiosos e momentos importantes, como o surgimento dos primeiros jornais impressos, além do advento do rádio e da televisão no Maranhão. É a primeira vez que uma emissora maranhense relata a história daqueles que fizeram e ainda fazem a notícia no estado.

“O objetivo é contar a história da imprensa do Maranhão desde os primeiros jornais, como ela se desenvolveu ao longo das décadas e como cada um desses personagens contribuiu para a formação do nosso estado. A nossa proposta é relatar um pouco dessa história, trazendo essa informação aos nossos telespectadores”, explicou a jornalista Márcia Carvalho.

O primeiro episódio da série traz como entrevistado Sebastião Jorge, professor emérito da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), um dos fundadores do curso de Jornalismo da UFMA, autor de oito livros e Imortal da Academia Maranhense de Letras (AML). Ele faz um resgate dos primeiros jornais que circularam no Maranhão no período do Império e a saga dos primeiros jornalistas maranhenses.

O próximo programa, que deve ir ao ar no mês de setembro, retratará o jornalismo maranhense nas décadas de 50, 60 e 70. Entre os entrevistados, José Ferreira Júnior, pesquisador da UFMA; Helena Heluy, ex-deputada e uma das primeiras mulheres a trabalhar em redação de jornal impresso no Maranhão; Reginaldo Teles, braço direito de Neiva Moreira, fundador do Jornal do Povo; e Benedito Buzar, presidente da AML.

O Documento Especial vai ao ar as segundas e quartas, às 11h30, as terças, às 18h30, e aos sábados, às 15h30. A íntegra do programa também está disponível em www.al.ma.leg.br/tv e, também, na página da TV e Rádio Assembleia Maranhão no Facebook. Assista!

Equipe de reportagem da TV Cidade é hostilizada em Zé Doca durante evento político

Uma equipe de reportagem da TV Cidade foi hostilizada e censurada, durante convenção da irmã do deputado estadual Josimar do Maranhãozinho, Josinha Cunha (PR), que é candidata a prefeita em Zé Doca. No vídeo, os profissionais relatam a violência que sofreram no evento político, ocorrido na sexta-feira (05).

Segundo os profissionais, que foram hostilizados, eles tiveram equipamentos tomados e um cartão de memória roubado durante a violência sofrida. Eles disseram que ninguém podia filmar nada e que foram, covardemente, expulsos do local.

Lamentavelmente, em dias de hoje, ainda se vê brutalidades como essas no intento de censurar a imprensa. Pior de tudo é a violência! Veja o vídeo!

Comitê de Imprensa da Assembleia elege nova diretoria nesta quarta

Profissionais da Imprensa votarão para escolher a nova diretoria do Comitê

Profissionais da Imprensa votarão para escolher a nova diretoria do Comitê

Jornalistas, radialistas, blogueiros e assessores, que cobrem os acontecimentos da Assembleia Legislativa, escolhem, na manhã desta quarta-feira (25), o novo comando do Comitê de Imprensa da Casa. O prazo de inscrições se encerrou às 13h desta terça-feira (24) e somente a chapa “Construindo a Unidade”, encabeçada por Jorge Vieira, Sílvia Tereza e Herberth Morais, registrou-se.

A única chapa inscrita tem como candidatos: Jorge Vieira presidente, Sílvia Tereza vice-presidente e Herberth Morais secretário para um mandato de dois anos. O Conselho é formado por Cunha Santos, Álvaro Luís e Raimundo Garrone.

Uma outra chapa “puro sangue” do Complexo de Comunicação tentou se inscrever, mas já havia passado o prazo. A direção do Comitê explicou que, pelo regimento, é estabelecido um período de  registro dos nomes que não pode ser ultrapassado.

O Comitê de Imprensa estava sendo presidido pelo jornalista e poeta Cunha Santos, que tinha como vice-presidente o radialista Rogério Silva e como secretário o jornalista e blogueiro Gilberto Leda.

A urna de votação estará à disposição dos profissionais a partir das 9:00h na Sala de Imprensa, ao lado da agência do Banco do Brasil, no hall de entrada da Assembleia Legislativa.

A direção é apenas representativa e nenhum de seus membros é remunerado por isso.

TSE lança Guia das Eleições 2014 voltado para jornalistas

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Já está disponível na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o Guia das Eleições 2014, voltado para orientar os profissionais de imprensa na organização da cobertura das eleições do próximo dia 5 de outubro.

Além de trazer as principais datas do Calendário Eleitoral, a publicação faz um histórico da urna eletrônica, da votação com biometria no país, e contém as ementas das resoluções que orientam o processo eleitoral, entre outros dados úteis aos jornalistas.

Também é possível folhear a versão eletrônica em formato SWF. No último capítulo há informações básicas como o endereço e telefone dos gabinetes dos ministros do TSE, bem como o endereço eletrônico do tribunal nas redes sociais como facebook, twitter e youtube.

Os jornalistas também encontrarão textos explicativos sobre a função dos ministros auxiliares, por exemplo, que durante as eleições são responsáveis por julgar as representações e pedidos de direito de resposta na propaganda eleitoral para o cargo de presidente da República. Eles atuam durante todo o período eleitoral até a diplomação dos candidatos.

A publicação também traz texto explicativo sobre a importância do voto, considerado um exercício fundamental para a democracia de um país.

Fonte: TSE

07 de abril – Dia do Jornalista Profissional…

A imagem satírica do verdadeiro jornalista antenado

A imagem satírica do verdadeiro jornalista antenado

A imprensa brasileira completa 206 anos neste ano de 2014. Essa importante data se deve ao trabalho e dedicação de todos os jornalistas, que administram a informação com profissionalismo, dividindo conhecimentos, gerando debates e formando opiniões.

Na prática, a imprensa livre garante aos cidadãos a fiscalização sistemática da democracia e o consequente cumprimento de seus direitos. Neste contexto, o jornalista funciona como um “ombudsman social”, reunindo, descobrindo, apurando, divulgando e analisando notícias que, eventualmente, não chegariam às pessoas.

Diariamente, instintivamente, o cidadão procura se informar, desde o amanhecer, sobre as notícias, os acontecimentos do dia-a-dia. Acessa blogs, liga o rádio, a televisão no noticiário ou lê o jornal acompanhado do famoso cafezinho sem, muitas das vezes, pensar sobre como aquela informação chegou até os veículos de comunicação.

Por tudo isso, não podemos negar que o trabalho do profissional jornalista é essencial no mundo em que vivemos. A informação depende exclusivamente do empenho deste que faz o possível, quase sempre na correria, para buscar a informação mais completa e verossímil possível, muitas vezes passando por situações perigosas como fazer a cobertura de manifestações que acabam em conflito por exemplo. Ainda devemos aqui ressaltar as agressões físicas e verbais sem falar da pressão psicológica, várias delas no próprio lugar de trabalho.

Hoje o jornalista trabalha em média até doze horas diárias no mesmo emprego, quando a legislação prevê uma jornada de cinco horas com acréscimo de no máximo duas horas-extras.

Mas há casos de profissionais multimídias que afirmam trabalhar até 18 horas direto, o que acaba acarretando doenças ao profissional, como gastrite, estresse, depressão, etc.

Liberdade de expressão e de imprensa

Cabe ao jornalista medir também a diferença entre liberdade de expressão e liberdade de imprensa. Pois, conforme o artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos, “toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”.

No entanto, a “liberdade de expressão” não implica no ato de difamar, caluniar e injuriar pessoas ou instituições. Para formar opinião, é necessário ter fontes fidedignas, investigação e, em caso de análises, apresentar argumentos baseados em fatos concretos e apurados.

Aos meus colegas de profissão, desejo um feliz Dia do Jornalista!

Cinco profissionais de imprensa assassinados neste mês

Comunique-se

Jornalistas fizeram ato em memória de Santiago Andrade, da Band

Jornalistas fizeram ato em memória de Santiago Andrade, da Band

Fevereiro de 2014 ainda nem acabou, mas já conta com ao menos cinco profissionais de imprensa assassinados no Brasil: o cinegrafista Santiago Andrade, da Band; o radialista Edy Wilson da Silva Dias, da Rádio Explosão Jovem (ES); Pedro Palma, dono do jornal Panorama Regional (RJ); o também cinegrafista José Lacerda da Silva, da TV Cabo Mossoró (RN); e Carlos Dias, locutor da Rádio Juventude (RN). Desses casos, quatro mortes ainda não foram esclarecidas e podem ter relação com o exercício da profissão.

De acordo com levantamento da organização internacional Repórteres Sem Fronteiras, o Brasil tornou-se o país mais perigoso das Américas para jornalistas. Diante de um quadro tão grave, o Comunique-se entrou em contato com entidades jornalísticas e fez a pergunta que não quer calar: O que precisa ser feito? Como as organizações se movimentam para combater a violência e como cobram ações das autoridades?

Para a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), combater a impunidade é um excelente começo. De acordo com o secretário-executivo da instituição, Guilherme Alpendre, o trabalho da entidade é “manter aceso o debate sobre questões de segurança tanto na imprensa quanto em instâncias governamentais que têm mandato para obrigar ao cumprimento de medidas de proteção”.

A vice-presidente da Federação Nacional do Jornalistas (Fenaj), Maria José Braga, defende a criação de uma política pública específica para garantir a integridade física dos jornalistas e demais trabalhadores da comunicação. Como exemplo, ela cita o “estabelecimento de normas para a atuação das polícias em manifestações públicas”. No mesmo âmbito, tem trabalhado a Associação Nacional dos Jornais (ANJ), segundo seu diretor, Ricardo Pedreira, que estuda a possibilidade da criação, junto ao Congresso, de um protocolo padrão de atuação para os agentes em atos públicos.

Com o objetivo de promover práticas para colaborar com a segurança de seus associados, a Abraji já apoiou treinamentos de jornalistas, assim como a ANJ cogita a recomendação de cursos para os veículos que representa, que somam mais de 90 por cento da circulação brasileira de jornais.

Medidas de combate à violência

Após denúncias públicas com envio de documentos, a Fenaj conseguiu fazer com que a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República criasse um grupo de trabalho para estudar possíveis medidas de combate à violência contra jornalistas, que agora está em fase de finalizar seu relatório. Dentre os temas propostos pela Federação, estão a obrigatoriedade do fornecimento de equipamentos de proteção individual e um seguro de vida diferenciado para profissionais que são submetidos a situações de risco.

Em busca de apoio junto às autoridades, Pedreira afirma que uma comissão da ANJ já esteve reunida duas vezes com o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (PT), nos últimos 15 dias. Atualmente, a Abraji trabalha na realização de um guia de segurança para jornalistas que desejam cobrir manifestações no Brasil e, para desencorajar novos crimes, a entidade torna públicas agressões e homicídios, contribuindo para maior visibilidade dos casos.

Ciente das responsabilidades dos empregadores, a Fenaj afirma que está cobrando há muito tempo, desde a morte de Tim Lopes, medidas para atenuar riscos, elaborando uma logística para proteger o profissional. No entanto, de acordo com a organização, “até hoje nada foi feito ou foi feito muito pouco, tão pouco que nós nem mesmo sabemos”.

Todas as instituições consultadas concordam com a importância da severidade da Justiça para combater a impunidade. “Se os criminosos, executores e mandantes, forem identificados e punidos, haverá certamente uma diminuição do número de casos”, argumenta Maria José.