Definidos os comandos da Caixa, do Banco do Brasil e do Ipea

Foram definido os nomes para presidir o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

A equipe econômica do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, definiu os nomes para presidir o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Há pouco, o futuro ministro da economia, Paulo Guedes, divulgou uma nota confirmando a indicação dos três nomes.

Para o Banco do Brasil, foi escolhido o professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Rubem de Freitas Novaes, que é doutor em economia pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, a mesma instituição em que Paulo Guedes concluiu seu doutorado. Novaes também já foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), professor da Fundação Getúlio Vargas e presidente do Sebrae.

A Caixa Econômica Federal será presidida pelo economista Pedro Guimarães. Ele é PhD em Economia pela Universidade de Rochester, com especialização em privatizações, tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, com passagem por diversas instituições – como banco Bozano, Simonsen, banco BTG Pacutal e banco Brasil Plural.

Já o Ipea será comandado por Carlos Von Doellinger, economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que integra a equipe de transição de governo. Pesquisador aposentado do Ipea e economista da UFRJ, von Doellinger foi Secretário do Tesouro Nacional e presidiu o Banco do Estado do Rio de Janeiro (Banerj).

Maranhão reduz homicídios por armas de fogo, mostra Atlas da Violência

Segundo o Atlas – uma das principais referências estatísticas sobre a violência no Brasil –, o Maranhão teve queda de 5,4% nos homicídios por arma de fogo entre 2015 e 2016

Além de reduzir o número geral de homicídios entre 2015 e 2016, o Governo do Maranhão também conseguiu diminuir a taxa de mortes por armas de fogo, de acordo com o Atlas da Violência 2018, elaborado pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Além do Maranhão, apenas sete Estados conseguiram baixar esse índice. As demais 19 unidades federativas tiveram aumento.

Segundo o Atlas – uma das principais referências estatísticas sobre a violência no Brasil –, o Maranhão teve queda de 5,4% nos homicídios por arma de fogo entre 2015 e 2016.

A queda também se verifica quando é levada em conta a taxa de homicídio por arma de fogo por 100 mil habitantes. Esse índice mostra redução de 6,1% entre 2015 e 2016. A taxa passou de 24,9 para 23,4 casos por 100 mil habitantes.

Os reflexos dos investimentos na Segurança Pública e da mudança de estratégia no combate ao crime podem ser verificados em diversos números trazidos pelo Atlas da Violência.

Enquanto a média de homicídios no Nordeste subiu em 2016, a do Maranhão caiu. O Estado foi um dos únicos três da região a registrar queda. E um dos oito Estados no país todo.

A taxa do Nordeste aumentou de 41,84 para 44,15 homicídios por 100 mil habitantes entre 2015 e 2016. Já o índice do Maranhão caiu de 35,3 para 34,6.

Maranhão reduz homicídios pelo segundo ano seguido, mostra Atlas da Violência

O Maranhão fechou 2016, último ano base do levantamento, com a taxa de 34,6 assassinatos por 100 mil habitantes, a terceira menor taxa do Nordeste

Após uma década de aumento absoluto do índice de homicídios, o Maranhão começou a registrar redução desse crime a partir de 2015, conforme apontou o Atlas da Violência 2018, elaborado pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgado nesta terça-feira (06). Com 2.408 assassinatos notificados, o estado fechou 2016, último ano base do levantamento, com a taxa de 34,6 assassinatos por 100 mil habitantes, a terceira menor taxa do Nordeste.  Os dados são do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

Segundo o estudo, em 2014, o Maranhão chegou a ocupar o 4º lugar do país entre os estados com maior crescimento das notificações de homicídios, registrando aumento alarmante de 163,3%, se considerados os anos de 2005 a 2014, sete vezes maior que a média nacional, que era de 22,7%. Se considerados os homicídios por arma de fogo, o aumento chegava a 245% naquele ano.

A partir de 2015, finalmente o estado passou a registrar redução nas taxas, justificada pelos investimentos realizados pelo Governo do Maranhão na segurança pública, que têm impactado diretamente os principais índices de criminalidade no estado, inclusive o aumento na efetividade dos registros policiais de crimes, permitindo ações mais pontuais e resolutivas, a partir da estruturação qualificada das policias.

Hoje, o Maranhão possui o maior efetivo policial da história, com mais de 12 mil profissionais nas ruas, e concursos para nomeação de novos policiais estão em andamento. Além disso, com mais de mil veículos entregues, nos últimos três anos, a frota de viaturas foi quase duplicada e novas unidades policiais construídas, reformadas e instaladas por todo o território estadual.

Apesar do Atlas da Violência ainda não apresentar dados de 2017 e 2018, outros levantamentos têm apontado franca queda das taxas de criminalidade no Maranhão. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, por exemplo, o estado registrou redução de 73% nas ocorrências de assaltos a banco, quando comparados os anos de 2017 e 2014. Já a Região Metropolitana de São Luís fechou o último ano com redução de 40,6% na quantidade de homicídios notificados, no mesmo período.