Flávio Dino coloca João Alberto no seu devido lugar…

Depois de décadas de espera e da intervenção certeira do governo do Estado, as obras de duplicação da BR-135 foram oficialmente entregues hoje (11) pelo Governo Federal.
Com a presença de ministros, prefeitos, deputados, senadores e do governador Flávio Dino, a entrega, que tinha tudo para ter só a alta temperatura do local como ponto importante, teve durante o discurso de Flávio Dino umas das cenas mais engraçadas de 2018 – até agora.

O ex-juiz federal e professor é conhecido por suas tiradas rápidas e brincadeiras durante os discursos que mesmo, em campo do inimigo, não ficaram de fora do discurso de hoje.
A primeira foi a resposta ao secretário da Presidência da República, Moreira Franco, que fez menção ao peso do Governador em seu discurso e teve que ouvir que a “espera pela duplicação da Br-135 era tão antiga quanto sua militância política durante a ditadura”, uma clara alusão a idade do Secretário e a sua cabeleira grisalha.

Tirando risos da plateia que já tinha vaiado Hildo Rocha e seu destempero, Dino prosseguiu o discurso parabenizando os que “realmente colocaram a mão na massa por essa duplicação”, as dezenas de operários que trabalharam debaixo de chuva e sol para a conclusão da obra.

Quando se referia ao longo tempo de espera da duplicação, Dino confirmou uma fala do próprio Moreira Franco quando disse que era preciso romper os ciclos administrativos.

“Nós rompemos, aqui, o ciclo da falta de estradas, o ciclo da falta de politicas sócias, da falta de escolas”, dizia Dino quando foi interrompido por ofensas proferidas pelo Carcará 90% honesto.
Do alto de sua finesse, o governador Comunista ignorou a investidas raivosas de João Alberto e continuou o discurso alfinetando o PMSbista.
“Rompemos também o ciclo da falta de educação, que é uma coisa importante para se governar bem. É preciso ter educação, ter serenidade e tranquilidade”, completou Dino.
Enquanto isso, Sarney Filho se esquivava das investidas do velho Carcará em inflamar os Sarneysistas de plantão e ria dos devaneios do Senador.

Radar On Line – Neta de João Alberto “Carcará” ganha cargo no Senado…

Veja

Carcará é presidente da Comissão de Ética do Senado

O presidente da Comissão de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA), emplacou sua neta no Ministério das Minas e Energia.

Ana Carolina Simões Piacesi de Souza vai exercer o cargo de Assistente de Assessoria de Comunicação Social do Gabinete do Ministério, com salário de R$ 3.143,27.

Não é a primeira vez que ela ocupa o cargo. Ana trabalhava na função até fevereiro, quando foi demitida. Desde então, tentava voltar ao emprego. Coincidentemente, conseguiu logo após o avô ser reeleito para a presidência.

João Alberto Souza é o mesmo parlamentar que, recentemente, arquivou o processo contra Aécio Neves alegando falta de provas.

(por Alessandra Medina)

Pedido de cassação de Aécio Neves é abortado com votos de Roberto Rocha e Carcará

João Alberto “Carcará” e Roberto Rocha “Asa de Avião”ajudaram a livrar a cara de Aécio Neves

Com informações de O Estado

O Conselho de Ética do Senado confirmou o arquivamento do pedido de cassação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), alvo de representação por quebra de decoro parlamentar por 11 votos a quatro. Desta forma, o tucano não será nem sequer investigado na Casa pelas gravações entre ele e o dono da JBS, Josley Batista. A proeza teve o aval dos senadores maranhenses, Roberto Rocha (PSB) e João Alberto (PMDB).

Para o senador Lasier Martins (PSD-RS), que votou pela admissibilidade do processo, o resultado de hoje é negativo para Aécio. “Não estivemos agora julgando a cassação, e sim a admissibilidade ou não da representação. Sempre defendi que o processo seria saudável para Aécio provar que é inocente. Da maneira que ficou, perdura a dúvida”, avaliou.

Autor da representação, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) declarou que há um acordão entre os grandes partidos para salvar Aécio e blindar outros parlamentares investigados. “Há dois tipos de julgamento, um dos que têm poder político no Senado e outro dos que não têm.”

Randolfe lembrou o caso do ex-senador Delcídio Amaral, que foi cassado no ano passado pelo Conselho após também ter sido gravado em conversas e acusado de tentar obstruir a Justiça. “Acho que hoje o instituto da ética e do decoro parlamentar pode ser sepultado. Não faz mais sentido ter Conselho de Ética desse jeito. Se não há sentido investigar Aécio, por que nós cassamos o mandato do senador Delcídio do Amaral?”, questionou Randolfe.

Já o presidente do Conselho, João Alberto Souza (PMDB-MA), voltou a afirmar que “não há absolutamente nada” para condenar o senador tucano e que a maioria dos integrantes do colegiado concordou que ele tinha razão ao decidir pelo arquivamento. “Um senador que recebeu mais de sete milhões de votos não pode ser jogado assim na opinião pública”, defendeu.

Após o pedido de cassação da Rede e do PSOL contra Aécio, em junho, João Alberto decidiu monocraticamente arquivar a representação, que considerou “improcedente”. Randolfe, apoiado por cinco senadores que integram o Conselho, entrou com um recurso para que o plenário reavaliasse a questão.

Nesta quinta-feira, entretanto, apenas quatro parlamentares votaram pela admissibilidade da denúncia: José Pimentel (PT-CE), Lasier Martins (PSD-RS), João Capiberibe (PSB-AP) e Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). O senador Pedro Chaves (PSC-MS), que havia assinado o recurso, recuou e votou contra o documento que ele mesmo ajudou a validar. Segundo Valadares, houve ameças para que ele mudasse de voto.

Votaram contra a representação os senadores Airton Sandoval (PMDB-SP), Romero Jucá (PMDB-RR), Helio José (PMDB-DF), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Eduardo Amorim (PSDB-SE), Gladson Camelli (PP-AC), Acir Gurgacz (PDT-RO), Telmário Mota (PTB-RR), Pedro Chaves (PSC-MS), Roberto Rocha (PSB-MA) e João Alberto (PMBD-MA), que não precisava votar, mas disse que fazia questão de se manifestar – seu voto, porém, não entrou no placar.

Governo. Durante a discussão, o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR) saiu em defesa de Aécio, dizendo que só há “uma visão dos fatos” até o momento, que seria a do Ministério Público Federal, responsável pela apresentação da denúncia contra o tucano por corrupção passiva e obstrução de Justiça.

“Não estamos determinando paralisação nenhuma de investigação no Supremo Tribunal Federal. Nós estamos aqui dizendo que não vamos comer um processo cru. Querer imputar ao senador Aécio qualquer tipo de penalidade por uma versão do MP é injusto”, disse.

Presidente licenciado do PSDB, Aécio retomou esta semana o mandato parlamentar com um discurso de defesa ao governo. Ele faz parte de uma área minoritária da legenda no Senado que quer que o partido permaneça na base aliada do presidente Michel Temer.

O senador Aécio Neves respondeu, por meio de nota, que considera que a decisão”demonstra a absoluta inexistência de qualquer ato que possa ser interpretado como quebra de decoro parlamentar”. Para o tucano, a decisão demonstra ainda o “caráter estritamente político da iniciativa e impede que o Conselho de Ética do Senado se transforme em cenário de disputas políticas menores.” / COLABOROU PEDRO VENCESLAU

“Carcará” arquiva processo contra Aécio Neves…

Do G1

Carcará livrou a cara de Aécio Neves

O presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA), também conhecido como Carcará, arquivou o pedido de cassação do senador afastado, Aécio Neves (PSDB-MG).

O G1 procurou a assessoria de Aécio e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Mesmo com a decisão de João Alberto de arquivar o processo, qualquer integrante do conselho pode recorrer, em até dois dias úteis, desde que conte com o apoio de cinco parlamentares.

Após as delações da JBS se tornarem públicas, no mês passado, os partidos Rede e PSOL pediram ao conselho que cassasse o mandato de Aécio por quebra de decoro parlamentar.

O tucano está afastado do mandato desde o mês passado, por determinação do Supremo Tribunal Federal.

Segundo o Ministério Público Federal, Aécio Neves agiu em conjunto com o presidente Michel Temer para barrar as investigações da Operação Lava Jato.

Com base nas delações da JBS, o Ministério Público denunciou Aécio pelos crimes de corrupção passiva e obstrução de Justiça.

Máfia de Anajatuba – João Alberto “Carcará” contrata empresa de preso pela PF

Coluna Radar On Line -Revista Veja

Ligado a José Sarney, o senador João Alberto Souza gastou 45 000 reais da cota parlamentar com um instituto cujo dono já foi alvo de operação

João Alberto Carcará contratou empresa de envolvido na Máfia de Anajatuba

O senador maranhense João Alberto Souza, o presidente do Conselho de Ética do Senado, tambem conhecido como Carcará, nunca foi afeito a investigações profundas contra seus pares. Não é à toa que Aécio Neves anda aliviado por saber que o colega peemedebista continua à frente do colegiado.

Basta dizer que, na semana passada, João Alberto declarou publicamente que a Casa não concorda com o afastamento do tucano.

O senador maranhense é ligadíssimo a José Sarney. Os mais ácidos falam numa relação de subserviência política.

Pois recentemente, João Alberto investiu pesado para contratar uma pesquisa qualitativa. Em maio, ele usou 45 000 reais de cota parlamentar – recursos públicos – para obter os serviços do Instituto Escutec. Escolheu a dedo.

A empresa é conhecida no Maranhão por divulgar levantamentos favoráveis ao clã Sarney, de quem o dono da Escutec, Fernando Junior, é amigo. Mas esse detalhe não é o mais constrangedor da biografia do empresário.

Junior já foi preso pela Polícia Federal, em 2015, durante a Operação Attalea, que investigava desvios de dinheiro do Fundeb e do FNDE na prefeitura de Anajatuba (MA).

Pelo visto, na avaliação do parlamentar responsável por resguardar o rigor ético no Senado, gastar dinheiro público numa empresa de um sujeito que se enrolou com a PF não depõe contra ninguém.

Aécio deve ter suas razões para ficar tranquilo.

Aliado de Temer, João Alberto emplaca filho na Furnas com salário de R$ 27 mil

João Alberto Carcará, mais vivo do que nunca

Aliado de primeira hora do presidente da República, Michel Temer (PMDB),  o senador João Alberto (PMDB), também conhecido nos bastidores como “carcará”, conseguiu emplacar o filho, João Manuel Santos Souza, em cargo comissionado na Furnas Centrais Elétricas S.A, ou simplesmente Eletrobrás, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, com um polpudo salário de R$ 27.588,48 mil.

Há poucos meses, Carcará também foi responsável por indicar boa parte dos cargos federais para a região Nordeste e emplacar o aliado, Assis Filho, na Secretaria Nacional de Juventude.

Nos bastidores, comenta-se que a nomeação de João Manuel, assim como de outros aliados de políticos do PMDB, já estaria caracterizando uma nova “lista de Furnas”, o conhecido escândalo de corrupção e lavagem de dinheiro ocorrido nos anos 2000 e que envolvia a empresa estatal e abastecia campanha de políticos do PSDB.

Com informações do Marrapá

Lobão e João Alberto entre os senadores que se beneficiam de supersalários…

João Alberto e Lobão estão entre os senadores que recebem supersalários com proventos de ex-governadores

João Alberto e Lobão estão entre os senadores que recebem supersalários com proventos de ex-governadores

Os senadores maranhenses Edson Lobão (PMDB) e João Alberto (PMDB) estão entre os dez senadores que acumulam proventos, recebendo vencimentos bem acima deste valor de acordo com levantamento do jornal O Globo. A constatação foi feita em meio à discussão sobre a legalidade do pagamento de supersalários nos três poderes que superam o teto constitucional de R$ 33,7 mil mensais. É fato que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), mirou em juízes e procuradores, mas pode acabar atingindo seus próprios colegas.

Além dos maranhenses Lobão e João Alberto, estão neste grupo também os senadores Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), Garibaldi Alves (PMDB-RN), Jorge Viana (PT-AC), José Agripino (DEM-RN), José Maranhão (PMDB-PB), Otto Alencar (PSD-BA), Roberto Requião (PMDB-PR) e Valdir Raupp (PMDB-RO).

O fato de receber acima do teto, inclusive, levou Otto Alencar a abrir mão da presidência da Comissão do Extrateto, criada por Renan, para coibir os supersalários. O senador baiano preferiu não informar o valor total de seus vencimentos. Contou apenas que é aposentado como servidor público estadual e que, por sua condição, e para não ficar constrangido na presidência da comissão, pediu a Renan que indicasse outro senador para o cargo.
Entre os que informaram seus proventos, o valor da remuneração total bruta varia entre R$ 52,7 mil a R$ 67,5 mil. A concessão de aposentadorias a ex-governadores vem sendo discutida há anos no Supremo Tribunal Federal. Os estados agem no vácuo de uma regra federal.

Até 1988, os ex-presidentes da República tinham direito ao recebimento de uma aposentadoria. Os governos estaduais então, replicavam o benefício para os chefes do poder local. A Constituição de 1988 acabou com a aposentadoria para os presidentes, mas não proibiu, explicitamente, a concessão da pensão aos governadores.

AUTONOMIA PARA GASTAR

Alguns estados suspenderam, então, a regalia a partir de 1989, quando refeitas as constituições estaduais. Outros simplesmente ignoraram as mudanças, mantendo o benefício ou, ainda, criaram a aposentadoria ao longo das últimas duas décadas, casos mais recentes do Acre e da Bahia. O entendimento dos estados é que eles têm “autonomia” pela Constituição para decidirem o que quiserem.

Os senadores Antônio Carlos Valadares e José Agripino justificaram sua condição afirmando que obtiveram as aposentadorias antes da Constituição de 1988. Ambos alegam ter direito adquirido. Garibaldi afirmou que sua aposentadoria é do período em que foi deputado estadual, entre 1971 e 1985, situação também anterior à mudança da regra constitucional.

Manifestante diz que foi atropelado por carro de João Alberto em protesto

Metrópolis

Estudante de 25 anos registrou ocorrência na 5ª DP e garante que foi atropelado por carros de parlamentares

Estudante de 25 anos registrou ocorrência na 5ª DP e garante que foi atropelado por carros de parlamentares

Uma manifestação contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC do Teto), em frente ao Palácio da Alvorada na noite de quarta-feira (16/11), virou caso de polícia. Um estudante de 25 anos, que participava do protesto, registrou ocorrência da delegacia alegando que foi atropelado por dois carros oficiais do Senado. Em um deles estava o senador João Alberto (PMDB-MA).

A versão dos agentes de segurança é diferente. De acordo com eles, um manifestante se jogou sobre os veículos para evitar que os automóveis entrassem no local e teve o braço machucado.

O que de fato ocorreu está sendo investigado pela 5ª Delegacia de Polícia (área central). De acordo com o boletim de ocorrência, T.S. (a vítima é identificada dessa forma na ocorrência) contou que foi atropelado duas vezes por carros que supostamente levavam senadores para um jantar entre o presidente Michel Temer (PMDB) e a base de apoio no Congresso Nacional e ministros.
O manifestante relatou à polícia que depois de atingido, se jogou em cima do capô do carros e se segurou para não cair. Disse, ainda, que os seguranças do local jogaram spray de pimenta nos manifestantes e que o atingiram com cassetetes.
A vítima tentou se defender com o braço, que ficou lesionado devido aos golpes. A ocorrência foi registrada como acidente de trânsito com vítima e lesão corporal. O boletim de ocorrência não cita nomes e nem as placas dos veículos envolvidos.

Carro danificado
Por meio de nota, o senador João Alberto disse que “a manifestação de estudantes é legítima quando feita de forma pacífica e ordenada” e que o “estudante se jogou sobre o capô, enquanto outros protestantes cercaram o veículo danificando um carro oficial.”

O texto informa ainda que o gabinete do senador registrou ocorrência na Polícia Legislativa para que sejam apuradas as responsabilidades.

Também em nota, o deputado distrital Chico Vigilante (PT) lamentou o fato: “É um verdadeiro absurdo que um senador da República contrário às manifestações dos estudantes que hoje ocupam universidades em todo o país se ache no direito de cometer um crime desta natureza”.

Cuidado com o Carcará! Ele “pega, mata e come”…

Seguindo os "carcarás", Fábio Câmara poderá estar construindo o seu caminho para o ostracismo político

Seguindo os “carcarás”, Fábio Câmara poderá estar construindo o seu caminho para o ostracismo político

Há de se perguntar o que faz o vereador Fábio Câmara (PMDB), um parlamentar que a priori teria uma fácil reeleição para a Câmara Municipal, arriscar-se, politicamente, em uma disputa pela Prefeitura de São Luís com o apoio da queimada ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) e do improdutivo senador João Alberto (PMDB), mais conhecido, nos bastidores, como “Carcará”, já que tem muito poucas chances de se eleger e tudo piora com os “padrinhos” que se deixou adotar. As últimas pesquisas realizadas o colocam em um patamar de 2% a 3%.

Claro que Fábio Câmara tem potencial de crescimento e ele apostará, sem dúvidas, no discurso duro contra o prefeito Edivaldo Holanda Jr (PDT), candidato à reeleição, para isso. Porém, o vereador precisa atentar para o fato de que, perdendo a eleição, estará sem mandato e à mercê do que decidirem João Alberto,  Roseana Sarney e cia, leia-se o grupo Sarney.

Sem mandato, Fábio Câmara correrá o sério risco de cair no ostracismo. E aí é que precisa lembrar do refrão de uma famosa música cantada pelo compositor maranhense João do Vale: “Carcará, pega, mata e come…Carcará, num vai morrer de fome…”

O ostracismo era uma punição existente em Atenas, no século V a.C, onde o cidadão, geralmente um político era votado para ser banido ou exilado, por um período de dez anos. O ostracismo foi criado por Clístenes, o “Pai da Democracia”.

Como em política, como diz o ex-prefeito João Castelo (PSDB), só ainda não se viu foi “boi voar”, é bom analisar para quem mais interessa o isolamento do vereador Fábio Câmara. Sim, exatamente, ao ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad (PMDB), que pode não estar  assim tão “adversário” dos carcarás.

Pacto entre Câmara e Carcarazinho

Circula nos bastidores  que haveria um pacto entre o vereador e o deputado estadual Roberto Costa (PMDB), mais conhecido como “Carcarizinho” devido à ligação com Carcará, para que ele o apoie na próxima disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa, caso venha sagrar-se vitorioso na eleição para prefeito de Bacabal. Mas aí é uma outra história, já que acordos se rompem e palavras nem sempre se honram. Seria contar com o “ovo no c… da galinha”, como diz o ditado popular.

Se há um pacto entre Fábio Câmara e Roberto Costa, visando à eleição para a Assembleia Legislativa, não dá para entender porque emissários do deputado resolveram lançar, na semana passada, uma falsa notícia de que o PMDB estaria pretendendo lançar a apresentadora Paulinha Lobão para a disputa majoritária em São Luís, esquecendo-se de que a jornalista, mulher do empresário Edinho Lobão, nem mais pertence às fileiras do partido.

Por isso, não é demais alertar! Todo cuidado é pouco em se tratando de Carcará e de sua cria: o “Carcarazinho”. Carcará, pega, mata e come e num vai é morrer de fome, segundo João do Vale. Se eu fosse Fábio, garantiria era minha vaga  na Câmara…