Vínculo de Lobão com Lava Jato faz Roseana querer tirá-lo de chapa…

Roseana estaria tentando rifar Lobão

A um ano das eleições, a relação entre a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) e o senador Edison Lobão (PMDB) estaria em crise, conforme apontou a coluna Expresso, da Revista Época, na segunda-feira (16). Segundo a publicação, ela não quer o parlamentar em sua chapa na campanha do ano que vem.

O motivo: Roseana não quer sujar sua imagem ao lado de Lobão, alvo em seis inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), três deles relacionados à operação Lava Jato por crimes, supostamente, cometidos pelo parlamentar enquanto o peemedebista esteve à frente do Ministério de Minas e Energia.

Aliados de longa data, essa seria a primeira vez que o clima entre a filha do oligarca José Sarney e o senador maranhense teria ficado insustentável.

Com um péssimo retrospecto como gestora, Roseana sabe que tem poucas chances de retomar o poder no Maranhão. Vincular sua imagem a um político investigado na maior operação de combate a corrupção da história do país complicaria ainda mais a vida da ex-governadora.

Roseana, Youssef e a Lava Jato

Apesar de atualmente rejeitar aliança com o investigado Lobão, Roseana terá que ocultar, durante a campanha, que seu nome foi um dos primeiros a ser citados na Lava Jato. Em 2014, ela foi acusada de receber propina intermediada pelo doleiro Alberto Youssef para pagamento de um precatório de R$ 120 milhões às construtoras UTC/Constran.

Apesar das inúmeras provas e da própria confissão de Youssef – pivô da Lava Jato ao ser detido no Hotel Luzeiros, na capital maranhense, com uma mala de dinheiro de propina – o juiz maranhense Clésio Coelho Cunha, da 3ª Vara Criminal de São Luís, resolveu absolver Roseana e o doleiro das acusações.

Revista IstoÉ mostra o que seria “a rota da propina de Lobão”

Da IstoÉ

Lobão está, cada vez mais, enrolado

Documento obtido por ISTOÉ indica o caminho do dinheiro até o então ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Impressiona a naturalidade com que ele e sua turma interferiram e se beneficiaram de contratos milionários entre multinacionais e a Petrobras

Alvo de inquéritos na Lava Jato, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) se notabilizou em Brasília por ser um profundo conhecedor dos atalhos do poder – e, principalmente, das benesses que a intimidade com o poder proporciona. Natural, portanto, – embora obviamente condenável -, que Lobão se servisse de tão estratégico, por assim dizer, “notório saber” em benefício pessoal. O que não é natural é o desassombro com que ele e sua turma participaram de uma trama para desviar recursos da Petrobras. É o que mostra documento em poder da Polícia Federal, obtido com exclusividade pela ISTOÉ. Ele traça de maneira nítida a trilha da propina até desaguar em Lobão, então ministro de Minas e Energia.

O fluxograma da propina indica ao menos cinco pagamentos ao senador do PMDB. Murilo Barbosa Sobrinho, funcionário da Petrobras apontado como representante dos interesses de Lobão na estatal, era quem recebia os recursos em nome do parlamentar. Há dois repasses realizados diretamente para Lobão, num total de US$ 41 mil. Os outros três pagamentos, de US$ 410 mil, aparecem divididos com outros beneficiários, como o ex-deputado Cândido Vaccarezza e Márcio Aché, ex-funcionário da Petrobras, mas não está especificado quanto foi destinado para cada um deles. Para a Polícia Federal, o apoio político de Lobão era considerado de fundamental importância para garantir contratos entre Sargeant Marine, uma empresa norte-americana de fornecimento de asfalto, e a Petrobras. Um dos acertos nos quais ele se envolveu pessoalmente rendeu à Marine US$ 180 milhões. O esquema é o mesmo que levou Vaccarezza à cadeia. A chancela de Lobão constituiu uma espécie de “seguro” para que não houvesse problemas em negócios futuros com a Petrobras.

Segundo a Polícia Federal, o esquema beneficiou ao menos dez pessoas. No documento também constam pagamentos para o advogado Tiago Cedraz, filho do ministro do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz, e alvo da 45ª fase da Lava Jato. Com seu sócio, Sérgio Tourinho Dantas, Tiago recebeu US$ 90,9 mil. O ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, também levou uma bolada: US$ 270 mil em depósitos fracionados, de valores pequenos, uma estratégia para disfarçar o rastreamento do dinheiro pelas autoridades. Delator da Lava Jato, foi Paulo Roberto Costa quem revelou as articulações para derrubar a empresa que fornecia asfalto para a estatal e transferir o contrato para a Sargeant Marine.

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa
também integrou o esquema: levou US$ 270 mil

O rastreamento do dinheiro pela PF revelou que os repasses eram feitos, principalmente, no exterior por meio de contas na Suíça. O dinheiro saía da Sargeant Marine e de outras empresas do mesmo grupo e ia para empresas offshores de Jorge Luz e do filho dele, Bruno. Eram os dois que distribuíam a propina aos destinatários finais. Alguns valores foram entregues em espécie. De setembro de 2010 a julho de 2012, a empresa norte-americana fez doze pagamentos, num total de US$ 2,1 milhões em propina. Para justificar os repasses, a Sargeant Marine firmou um contrato fictício com a Totaltec Power Solutions, empresa de fachada de Jorge Luz. O contrato foi assinado em junho de 2010 e previa pagamentos de até US$ 2,3 milhões por um estudo sobre o mercado brasileiro de asfalto. ISTOÉ teve acesso ao contrato frio, hoje em poder da PF, assinado por Luiz Eduardo Andrade, representante da Sargeant Marine no Brasil, outro alvo da operação Abate.

Filme sobre a Lava Jato fica em segundo lugar na estreia…

Do R7

O filme “Polícia Federal – A lei é para todos”, que conta a história do surgimento da operação Lava Jato, foi o segundo mais visto nos cinemas do Brasil em sua estreia oficial, no feriado de 7 de setembro. O filme está em 683 salas (540 cinemas) e foi visto por cerca de 138 mil pessoas no Dia da Independência. Perdeu para o terror do palhaço de “IT: A Coisa”, que atraiu 310 mil pessoas em 708 salas (547 cinemas).

Embora a estreia tenha ocorrido em um feriado patriótico, foi difícil concorrer com as histórias da semana protagonizadas por Geddel, Joesley, Palocci e Nuzman, o cineminha da vida real.

Operadores entregam planilhas com repasses a ‘representante’ de Lobão

Estadão

Lobão é um dos políticos mais citados na operação Lava Jato

Em depoimento à Polícia Federal no âmbito da Operação Abate, 44.ª fase da Lava Jato, os operadores de propinas Jorge Luz e Bruno Luz, pai e filho, revelaram pagamentos a um representante do senador Edison Lobão (PMDB-MA) no âmbito de contrato entre a Petrobrás e a empresa americana Sargeant Marine. Os Luz entregaram uma planilha em que a soma dos valores que envolveram o ministro e seu representante na estatal chega aos US$ 450 mil. Segundo eles, os repasses eram feitos a Murilo Barbosa Sobrinho, ligado ao peemedebista.

As declarações foram feitas no âmbito de investigações sobre termo firmado para o fornecimento de asfalto à estatal que teria rendido supostas propinas de US$ 500 mil ao ex-líder dos governos Lula e Dilma na Câmara, Cândido Vaccarezza (ex-PT/SP). Os lobistas confessaram ter intermediado o negócio, além de operacionalizar repasses a um representante de Lobão e ao ex-deputado.

O negócio da Sargeant Marine com a Petrobrás culminou na celebração de doze contratos, entre 2010 e 2013, no valor de aproximadamente US$ 180 milhões. A empresa fornecia asfalto para a estatal e foi citada na delação do ex-diretor de Abastecimento da companhia Paulo Roberto Costa.

Em depoimento, Jorge Luz afirmou ter sido procurado pelo executivo Luiz Eduardo Loureiro Andrade, o Ledu, da Sargeant Marine, que teria relatado dificuldades para obter contratos junto à Petrobrás. Segundo Luz, o executivo teria dito a ele que a  empresa fornecia até mesmo asfalto para a Asphaltos, que era a então contratada pela Petrobrás.

De acordo com o operador, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás  Paulo Roberto Costa disse que, no âmbito do fornecimento de asfalto, tinha um pendência com o Partido Progressista, mas que Luz poderia ‘apadrinhar politicamente o assunto’.

Segundo pai e filho, que confessaram operar propinas em esquemas da Petrobrás, o ministro era padrinho político do ex-gerente da BR distribuidora Raimundo Brandão Pereira. Já Murilo Barbosa Sobrinho, ligado a Edson Lobão recebeu propinas oriundas dos contratos, de acordo com os operadores.

Jorge Luz ainda relata que a ascensão do ex-gerente Marcio Aché na Petrobrás se deve ao suposto representante do peemedebista.

Além de Vaccarezza, Jorge afirmou que o negócio contava contou com o apoio político de Edison Lobão.

O operador afirmou ‘que em relação aos executivos da Sargeant Marine, recorda-se de jantar ocorrido em sua residência com a presença de Harry e Dan Sargeant, no qual restou claro que os executivos ficaram a par de que Paulo Roberto Costa, então Diretor da Petrobras, seria remunerado e que o negócio contava com o apoio político de Cândido Vaccarezza; que apesar de desconhecer o cenário político do Brasil, os executivos tinham conhecimento de que esta era a regra do jogo’.

Já Bruno Luz relatou que na medida em que Edison Lobão passou a ter representação nos assuntos’ entre a estatal e a Sargeant Marine, ‘houve reclamação das demais pessoas do grupo’ envolvido na intervenção no âmbito do fornecimento de cimento, ‘uma vez que a operação já contava com apoio de Paulo Roberto Costa; que, nada obstante, a entrada de Lobão foi imposição de Márcio Aché como uma espécie de “seguro” para que não houvesse futuros problemas nos contratos; que Murilo efetivamente participou de algumas reuniões e até recebeu dinheiro da operação; que Luiz Eduardo Loureiro ANdrade e Márcio Aché atuavam nos repasses de recursos a Murilo; que acreditava que eles indicavam contas no exterior para esse fim’.

COM A PALAVRA, O CRIMINALISTA ANTÔNIO CARLOS DE ALMEIDA CASTRO KAKAY, QUE DEFENDE LOBÃO

“O senador não conhece nem pai nem filho, nunca ouviu falar nesta empresa que eles citam e não tem nenhum tipo de relação e nunca esteve pessoalmente com eles – salvo se participaram de alguma audiência pública.  E, sobre a outra pessoa [Murilo], ele conhece, tem um relacionamento pessoal, mas nunca participou de campanha de arrecadação para ele.”

Segundo depoimento de Lula é marcado para o dia 13 de setembro

Lula foi condenado pelo juiz Sérgio Moro.

O juiz Sérgio Moro marcou para 13 de setembro o segundo depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O depoimento será na 13ª Vara Federal de Curitiba e Lula falará na segunda ação movida pela força-tarefa de Curitiba, na qual é acusado de ter recebido vantagens indevidas da OAS na forma de um prédio para abrigar o Instituto Lula, no valor de R$ 12 milhões, e uma cobertura vizinha ao apartamento onde mora em São Bernardo do Campo (SP).

A pedidos de Moro, o depoimento de Lula será feito por videoconferência, com o ex-presidente comparecendo à Justiça Federal de São Paulo. O juiz afirmou que o primeiro interrogatório de Lula envolveu gastos necessários, mas indesejáveis, com medidas de segurança. Ele deu prazo de cinco dias para que os advogados de Lula se manifestem.

O ex-presidente nega e o Instituto Lula afirma que nunca mudou de endereço. Seus diretores dizem ter visitado vários prédios, entre eles o comprado pela Odebrecht, todos considerados inadequados.

O empresário Marcelo Odebrecht, que irá prestar depoimento no dia 4 de setembro, afirmou que o valor do prédio foi debitado da conta corrente de propina que a empreiteira mantinha para o PT, mais especificamente da subconta “Amigo”, reservada a atender o ex-presidente Lula depois que ele deixou o Palácio do Planalto.

No dia 6 de setembro serão ouvidos o ex-ministro Antônio Palocci Filho, Roberto Teixeira e Glaucos da Costa Marques. Segundo investigações, Palocci e Ricardo Teixeira teriam participado da negociação do imóvel para o Instituto Lula.

Glaucos da Costa Marques é primo do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente e já condenado na Lava-Jato. Está em nome dele a segunda cobertura atribuída a Lula em São Bernardo do Campo e ele recebeu valores repassados pela empreiteira em datas próximas à compra do imóvel.

Os advogados de Lula dizem que a cobertura foi alugada pela família, mas até o momento não foram apresentados comprovantes de pagamento do aluguel.

Barroso autoriza abertura de novo inquérito contra Lobão…

G1

Lobão volta a ser notícia por conta de investigações da Lava Jato

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, autorizou, nesta terça-feira (27), a abertura de inquérito para investigar o suposto envolvimento do senador Edison Lobão (PMDB-MA) em irregularidades envolvendo a Diamond Mountain, nas Ilhas Cayman.

Barroso também autorizou a quebra do sigilo bancário de Lobão entre 1º de janeiro de 2011 e 31 de dezembro de 2012.

Procurada pelo G1, a defesa do senador declarou que as suspeitas contra o peemedebista são “desfundamentadas” e “não há nada que preocupe”. O advogado, Antonio Carlos de Almeida Castro, afirmou, também, avaliar que a defesa deveria ter sido ouvida antes de o inquérito ser aberto.

Lobão é alvo de outros cinco inquéritos no STF, dos quais três relacionados à Lava Jato; um sobre fraudes na usina de Belo Monte; e agora essa nova apuração.

Ao autorizar a abertura das investigações, o ministro Barroso atendeu a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

A suspeita é de crime contra o sistema financeiro e de utilização da holding Diamond Mountain para tentar obter benefícios junto aos fundos de investimentos controlados pelo governo federal, como o Postalis, dos Correios.

Investigações

A apuração sobre a Diamond Mountain começou em julho de 2014 na Justiça Federal de São Paulo mas, após uma testemunha citar o possível envolvimento de Lobão, a juíza Fabiana Alves Rodrigues remeteu o caso para o Supremo.

Nessa decisão, a juíza destacou que o Ministério Público Federal não via indícios para investigar Lobão, mas que, pelo entendimento do Supremo, caberia ao STF decidir o que fazer depois de ouvir a Procuradoria Geral da República.

O procurador-geral, Rodrigo Janot, pediu, em setembro de 2015, coleta de mais informações antes de definir se pediria ou não a abertura do inquérito.

Entre as diligências pedidas, Janot requereu compartilhamento de provas produzidas em investigação sobre Lobão na Operação Lava Jato, como a agenda do peemedebista à época em que ocupou o Ministério de Minas e Energia, para saber se ele se reuniu com pessoas ligadas à holding.

De novo! Janot pede ao STF abertura de mais um inquérito para investigar Lobão

Globo.com

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal abertura de inquérito sobre o suposto envolvimento do senador Edison Lobão (PMDB-MA) com a holding Diamond Mountain, nas Ilhas Cayman.

O procurador também pediu a quebra do sigilo bancário do parlamentar entre 1º de janeiro de 2011 e 31 de dezembro de 2012.

A suspeita é de crime contra o sistema financeiro e de utilização da holding Diamond Mountain para tentar obter benefícios junto aos fundos de investimentos controlados pelo governo federal, entre os quais o Postalis, dos Correios.

Alvo de quatro inquéritos no Supremo (leia mais informações ao final desta reportagem), Lobão nega as acusações. Segundo a defesa, ele nunca teve ligação com a Diamond Mountain.

Os pedidos serão analisados pelo relator, ministro Luís Roberto Barroso, a quem cabe autorizar a investigação.

A apuração sobre a Diamond Mountain começou em julho de 2014 na Justiça Federal de São Paulo mas, diante de uma testemunha ter citado possível envolvimento de Lobão, a juíza Fabiana Alves Rodrigues mandou tudo para o Supremo.

Nessa decisão, a juíza destacou que o Ministério Público Federal não via indícios para investigar Lobão, mas que, pelo entendimento do Supremo, cabe ao STF decidir o que fazer depois de ouvir a Procuradoria Geral da República.

Janot pediu, em setembro de 2015, coleta de mais informações antes de definir se pediria ou não abertura de inquérito.

Entre as diligências pedidas, Janot requereu compartilhamento de provas produzidas em investigação sobre Lobão na Operação Lava Jato, como a agenda de Lobão como ministro de Minas e Energia, para saber se ele se reuniu com pessoas ligadas à holding.

Agora, o procurador disse que a agenda de Lobão confirmou diversas reuniões com representantes da empresa. E que a suspeita é de que ele era sócio-oculto da Diamond. Segundo ele, os dados coletados exigem o aprofundamento das investigações, com abertura de um inquérito.

LAVA JATO – STF prorroga inquérito contra Lobão…

Estadão

Lobão está, cada vez mais, enrolado na Lava Jato

O relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou nesta sexta-feira, 9, a prorrogação por mais 60 dias do inquérito contra o senador Edison Lobão (PMDB-MA). Lobão é acusado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Fachin acatou pedido do procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot, que quer mais dois meses para concluir diligências pendentes na investigação, entre elas o depoimento de Lobão.

A investigação contra o senador foi aberta em março do ano passado. Lobão é acusado de receber dinheiro desviado de contratos da construção da usina de Belo Monte a Lobão, quando era ministro de Minas e Energia, entre 2008 e 2015, durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT.

Sina de traição – Sarney prepara “punhal” para Michel Temer…

 

Sarney e Temer: Abraço de Tamanduá, aquele que te abraça pela frente e te apunhala pelas costas

As articulações para a substituição do presidente Michel Temer (PMDB) evoluíram nas três principais forças políticas do país –PMDB, PSDB e PT– e agora envolvem diretamente três ex-presidentes da República: Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e José Sarney.

Desde a última quinta (18), quando foram divulgados os detalhes da delação da JBS que envolvem Temer, eles têm liderado conversas suprapartidárias em busca de um consenso para a formação de um novo governo, caso o peemedebista seja cassado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Os três caciques, pontos de contato nos diálogos que acontecem reservadamente em Brasília e São Paulo, cuidam para que os debates não ganhem caráter partidário.

As conversas estão pulverizadas, uma vez que, por ora, cada sigla traça caminhos diferentes para o desfecho da crise.

Do lado do PSDB, fiel da balança do governo, FHC se tornou referência e, segundo relatos de tucanos, já abriu contato com parlamentares do PT. Além disso, é o mais importante interlocutor do presidente do TSE, Gilmar Mendes, considerado “peça-chave” para viabilizar a saída institucional de Temer.

Leia a notícia na íntegra na íntegra no site Folha de S.Paulo.