Pesquisa DataIlha aponta que Lula lidera corrida presidencial no Maranhão com 67,09%

Realizada com 2.037 maranhenses em 36 cidades entre os dias 4 e 6 de agosto desse ano, a pesquisa DataIlha/Difusora foi registrada no TSE sob o número MA-03307/2018

A pesquisa do Instituto DataIlha/TV Difusora, divulgada nesta quarta-feira (15), também analisou as intenções de voto para a disputa presidencial. O ex-presidente Lula (PT) é o favorito entre os maranhenses, com 67,09%, seguido de Jair Bolsonaro (PSL), com 19,51%.

O candidato Ciro Gomes (PDT), aparece com 5,70%; Marina Silva (Rede), com 4,75%; Geraldo Alckmin (PSDB), com 1,42%; Henrique Meirelles (PMDB), com 0,74 %. Alvaro Dias (Podemos) e Guilherme Boulos (PSOL) aparecem cada um com 0,21 % e João Amoêdo (Novo) aparece em último lugar, com 0,16%.

A deputada gaúcha Manuela D’Ávila (PCdoB) apareceu na pesquisa com 0,21% dos votos, a pesquisa foi realizada antes de Manuela abdicar da candidatura para apoiar o PT.

Realizada com 2.037 maranhenses em 36 cidades entre os dias 4 e 6 de agosto desse ano, a pesquisa DataIlha/Difusora foi registrada no TSE sob o número MA-03307/2018. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

PT registra candidatura de Lula à Presidência no TSE

A Presidente Nacional do PT, Senadora Gleisi Hoffmann, mostra Papel do registro da candidatura de Lula no TSE. Foto: Ailton de Freitas

O Partido dos Trabalhadores (PT) protocolou nesta quarta-feira (15) o pedido de registro de candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.

Fernando Haddad, indicado como vice, Manuela D’Avila, do PCdoB, a ex-presidente Dilma Rousseff e a presidente da legenda, Gleisi Hoffmann, estiveram no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para deixar a documentação e fazer um gesto em defesa do ex-presidente. Antes de entrar na sala, ao ser questionada sobre a possibilidade de indeferimento do registro de candidatura, Gleisi afirmou que “vai lutar até as últimas consequências, e Lula será o candidato do PT”.

Desde a manhã desta quarta-feira, petistas realizaram várias atividades políticas para exaltar o ex-presidente. Uma marcha pelas ruas de Brasília, organizada pelo MST e outros movimentos sociais, teve como destino o TSE. Segundo A Polícia Militar, cerca de 10 mil pessoas seguiram em caminhada pela Esplanada dos Ministérios.
Pela manhã, Haddad visitou militantes que fazem greve de fome em protesto à prisão de Lula. Depois, participou do lançamento do livro “Caravana da Esperança: Lula pelo Nordeste”, onde criticou a prisão de Lula, ao lado de Gleisi.

No Senado, depois do evento com Haddad, Gleisi anunciou que o PT irá chamar para falar ao Congresso o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, o desembargador do Tribunal Regional Federal da Quarta Região Thompson Flores e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro. Ao todo, os petistas protocolaram nove requerimentos pedindo esclarecimentos sobre o dia 8 de julho, quando uma série de decisões conflitantes sobre a liberdade de Lula foram expedidas pela Justiça.

Condenado em segunda instância no caso do tríplex, Lula cumpre os requisitos para ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa. Como está preso em Curitiba, coube a Fernando Haddad, formalizado como candidato a vice, a tarefa de entregar no TSE os documentos do petista.

Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estão empenhados em definir ainda em agosto a situação da candidatura do ex-presidente. O objetivo é evitar que o horário eleitoral gratuito no rádio e na TV, que começa no dia 31 deste mês, tenha início com o quadro de candidatos indefinido. A tendência da Corte é negar o registro. No entanto, existe uma série de prazos na lei a serem cumpridos em caso de alguém contestar a candidatura. Por isso, os ministros estão dispostos a dar prioridade ao caso.

Durante a posse de Rosa Weber na presidência do TSE na noite de terça-feira, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, criticou o uso de dinheiro público por pessoas “inelegíveis”. Segundo ela, só quem cumpre a lei pode concorrer. A procuradora-geral já avisou anteriormente que poderá pedir que Lula devolva aos cofres públicos o dinheiro eventualmente gasto em campanha.

Notas rápidas sobre as Eleições 2018

Ciro e PSB unidos também no Rio de Janeiro

Alckmin confunde Angélica com Eliana

Geraldo Alckmin cometeu uma gafe na sabatina com os presidenciáveis realizada no encerramento o GovTech. Ao agradecer à organização do evento, mediado pelo apresentador Luciano Huck, quis cumprimentar a mulher do global. E mandou um cumprimento à apresentadora Eliana, que namorou Huck bem antes de ele se casar com Angélica, que estava na plateia.

MBL tenta novamente impedir candidatura de Lula

O MBL entrou com um pedido no TSE para barrar a candidatura do ex-presidente Lula. O movimento quer que a Corte declare o petista impedido de registrar sua candidatura e, portanto, proibido de praticar atos de campanha, “uma vez que evidentemente inelegível”. O caso está nas mãos do ministro Adhemar Gonzaga.

Dilma pede ajuda para sua ‘vaquinha’

Oficialmente candidata ao Senado por Minas Gerais, Dilma Rousseff está pedindo contribuições para sua “vaquinha” na internet. Em vídeo divulgado no Youtube, a ex-presidente explica que saiu do Estado por causa da perseguição da ditadura, mas que devido ao “golpe” de 2016 terá que continuar a lutar. “E nenhum lugar melhor do que Minas para lutar”, explica.

Páginas da direita limitadas no Twitter

Depois da polêmica com a exclusão de páginas e perfis pelo Facebook, agora parece que a discussão migrou para o Twitter. Diversos integrantes da direita no País estão reclamando que o Twitter está restringindo o alcance de suas páginas e o acesso a elas, acrescentando a hashtag #DireitaAmordaçada no final dos posts. Entre os perfis que estariam sofrendo restrições, incluem-se Conexão Política e Reaçonaria, dedicados à divulgação de notícias, e os dos ativistas Bernardo Küster e Allan dos Santos, que entrevistaram Jair Bolsonaro na semana passada com transmissão ao vivo pelo Facebook

Ciro e PSB unidos também no Rio

A aliança com o PT com o PSB deixou o PDT isolado no plano nacional, mas em vários Estados os dois partidos devem caminhar juntos. Na segunda-feira, 6, foi a vez de o Rio de Janeiro anunciar uma aliança entre o PSB e o PDT, que deverá beneficiar Ciro Gomes na campanha presidencial. O PSB indicou o deputado estadual Dr. Julianelli para vice do pedetista Pedro Fernandes ao Palácio Guanabara. O objetivo da coligação é abrir espaço para Ciro na propaganda de TV e rádio dos candidatos ao governo do Estado, Senado e Câmara dos Deputados.

Bolsonaro: ‘Sei que serei metralhado no debate’

O deputado Jair Bolsonaro reconhece que será alvo de todos os adversários no primeiro debate presidencial, que será feito pela Band, nesta quinta. “Eu sei que vai vir todo mundo para cima de mim. Sei que vou ser metralhado. Mas vou falar o que acho que tenho de falar”, disse o deputado do PSL hoje no Congresso.

União entre PT e PCdoB fortalece Flávio Dino no campo da esquerda

A união eleva a imagem do governador no campo da esquerda. Flávio Dino foi um dos maiores defensores para que as forças sociais e progressistas se unissem para derrotar forças da direita extremista

O PCdoB fechou questão e anunciou, na noite de domingo (05), apoio à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A retirada do nome da deputada estadual Manuela D’Ávila da corrida ao Palácio do Planalto fortalece o campo democrático da esquerda.

Os reflexos da união entre PT e PCdoB em nível nacional fortalece o nome do governador Flávio Dino (PCdoB), candidato à reeleição. Aliados desde as eleições de 1989 em nível nacional, PT e PCdoB marcarão finalmente unidos no Maranhão.

A união eleva a imagem do governador no campo da esquerda. Flávio Dino foi um dos maiores defensores para que as forças sociais e progressistas se unissem para derrotar forças da direita extremista.

Flávio Dino também foi um dos maiores defensores da manutenção do mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), pela defesa do ex-presidente Lula e soltura após a injusta prisão.

Roseana Sarney, José Sarney e Edison Lobão vinham dando, ultimamente, declarações em apoio a Lula, tentando surfar na popularidade do ex-presidente no estado. A manobra visava ludibriar o eleitor maranhense e esconder que o MDB foi o maior fiador do impeachment de Dilma e que Roseana Sarney foi a coordenadora do golpe.

Finalmente unidos na esfera federal e estadual, o PT e PCdoB trabalharão para que a esquerda saia ainda maior após as eleições do dia 07 de outubro.

Respeitado por vários partidos, movimentos sociais e atores do campo da esquerda a nível nacional, Flávio Dino sairá bem mais fortalecido com essa união.

100 dias de Lula na prisão

Mais magro do que estava quando chegou de helicóptero, na noite de 7 de abril, o petista, mesmo preso, ainda dita as regras no partido e de seus principais aliados na campanha presidencial

Condenado na Operação Lava-Jato a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa hoje 100 dias preso na sede da Polícia Federal, em Curitiba. Mais magro do que estava quando chegou de helicóptero, na noite de 7 de abril, o petista, mesmo preso, ainda dita as regras no partido e de seus principais aliados na campanha presidencial. E mantém o PT imobilizado na definição de uma alternativa eleitoral. Às vésperas da convenção partidária e a um mês do prazo final para o registro das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) –, o prazo é 15 de agosto –, o mais importante preso da Lava-Jato transformou sua cela em comitê político e eleitoral, numa espécie de campanha via porta-vozes.

Desde que foram autorizadas as visitas de amigos, o ex-presidente já esteve com 16 pessoas em 11 datas. A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, é quem mais o visitou. É ela a responsável por avisar o partido, governadores e líderes políticos sobre as decisões de Lula – que, segundo a sigla, tem a palavra final.

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Na sexta-feira, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad esteve com o ex-presidente pela primeira vez como advogado, com procuração para atuar no processo da execução penal. Coordenador do programa de governo do PT e apontado como possível “plano B” do partido, Haddad havia estado com Lula em sua cela duas vezes, desde que foram liberadas pela Justiça visitas de amigos nas quintas-feiras, pelo período de uma hora. Como advogado, o petista pode agora ver o ex-presidente em qualquer dia da semana.

A intenção do grupo diretamente ligado a Lula é arrastar até o momento final a definição da candidatura e tentar reverter a situação em benefício eleitoral para o nome que for escolhido como candidato do partido, já que Lula está potencialmente impedido de concorrer com base na Lei da Ficha Limpa. O PT avalia que o bom desempenho do ex-presidente nas pesquisas, mesmo depois de preso, é um trunfo eleitoral importante para as composições estaduais. E assim, busca manter Lula candidato durante o máximo de tempo possível e fazer a troca só depois que a Justiça decidir se aceita o registro da candidatura.

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Lula acompanha o cenário eleitoral e político do país pelos canais da TV aberta – a que assiste boa parte dos dias – e pelos relatos de amigos, familiares e advogados. No início de junho, o PT pediu à Justiça o direito de Lula participar de “atos de pré-campanha e, posteriormente, de campanha”, de comparecer ou participar por vídeo da Convenção Partidária Nacional do PT, marcada para o dia 28. Além disso, o partido pleiteava que Lula pudesse participar de debates e sabatinas realizadas pela imprensa.

Na última semana, porém, a juíza federal Carolina Lebbos, responsável pelo processo da execução provisória da pena de Lula, negou o pedido. Para a Justiça, o status do ex-presidente é de inelegível, em decorrência da condenação em segunda instância – a 8ª Turma do TRF-4 confirmou sentença de Moro em janeiro e elevou a pena. A decisão de negar direitos especiais a Lula saiu dois dias depois de o desembargador de plantão do TRF-4, Rogério Favreto – que tem histórico de ligações com o PT – conceder liberdade ao ex-presidente no último dia 8. A ação foi revertida no mesmo dia pelo relator da Lava Jato, desembargador João Pedro Gebran Neto, e pelo presidente da corte, Carlos Eduardo Thompson Flores.

Depois de 100 dias da prisão, o número de manifestantes que mantêm a vigília “Lula Livre” no entorno do prédio da PF caiu de quase 2 mil por dia para 200 pessoas por semana. De acordo com a direção do PT, ao todo, cerca de 100 mil pessoas já passaram pelo local.

 

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Flávio Dino aponta que Moro e Gebran não têm poder para impedir liberdade de Lula

“Em 28 anos de atuação profissional jamais vi coisa igual”, escreveu Flávio Dino

Aprovado em primeiro lugar no mesmo concurso prestado por Sergio Moro, o governador maranhense Flávio Dino explica, de forma didática, como a perseguição ao ex-presidente cria uma anarquia jurídica e um vale-tudo judicial. Ele também explica por que tanto Moro como João Pedro Gebran estão agindo de forma ilegal ao impedir a liberdade de Lula.

“No tempo em que havia alguma consistência e coerência no Direito praticado no Brasil, somente órgão colegiado do TRF 4ª Região poderia revogar ordem de Habeas Corpus deferida por desembargador.

Com a ultrapolitização da Justiça, aí temos esse vale-tudo deplorável”, diz ele. “Nesse mesmo tempo passado, um juiz de 1º grau não impedia cumprimento de decisão de Tribunal de 2º grau. Qualquer que fosse ela, certa ou errada.

Em 28 anos de atuação profissional jamais vi coisa igual. Nesse mesmo tempo passado, só havia um desembargador de plantão, previamente designado e mediante publicação antecipada. Agora vale-tudo e prevalece a lei do mais forte, mesmo que isso seja a morte do Direito.

Consequências políticas desse amontoado de casuísmos: baixa credibilidade nas instituições; quebra da legitimidade do poder do Estado; esvaziamento das eleições; acirramento dos conflitos sociais. Basta ler as pesquisas de opinião para constatar.”

Entenda hora a hora o “vaivém” de decisões sobre a libertação de Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores, tomou decisão monocrática (individual) cujo resultado será, na prática, a manutenção da prisão do ex-presidente Lula. O despacho, no começo da noite deste domingo, ocorre após a terceira decisão do desembargador plantonista, Rogerio Favreto, determinando a soltura de Lula.

SEXTA, 6

19h32 – Os deputados petistas Paulo Teixeira, Wadih Damous e Paulo Pimenta protocolam um pedido de libertação do ex-presidente Lula no TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região). Outras solicitações foram feitas às 19h43 e às 19h59. Como nesse horário já havia começado o plantão da corte, os pedidos vão para o juiz plantonista Rogerio Favreto, e não para o relator da Lava Jato no tribunal.

DOMINGO, 8

9h05 – O juiz Rogério Favreto, plantonista do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, determina em despacho a soltura do ex-presidente Lula. Entre os argumentos, está a falta de fundamentação da ordem de prisão, de abril, que não especifica os motivos para o petista ser preso. Também cita, como “fato novo”, a condição de pré-candidato à Presidência dele.

11h49 – Petistas protocolam petição reclamando da demora para o cumprimento da decisão de soltura e da ausência de delegado na sede da PF.

12h05 – Sérgio Moro, que condenou Lula em primeira instância, escreve em despacho que Favreto é “autoridade absolutamente incompetente” para determinar a soltura de Lula. Se a polícia seguir a ordem, diz o juiz paranaense, estará descumprindo decisão da turma do TRF-4 que ordenou a prisão.

12h44 – Favreto reitera, em despacho, a ordem de soltura afirmando que qualquer agente pode liberar o ex-presidente. Também afirma que o descumprimento acarreta em “responsabilização de descumprimento de ordem judicial”

14h13 – Relator da Lava Jato no TRF-4, João Pedro Gebran Neto, que votou pela condenação de Lula em janeiro e pela prisão assim que não houvesse mais recursos no caso do tríplex na corte, publica despacho determinando que a PF não solte o ex-presidente. “A decisão proferida em caráter de plantão poderia ser revista por mim, juiz natural para este processo, em qualquer momento”, escreveu.

16h12 – Favreto expede nova ordem, determinando a soltura de Lula no prazo de uma hora e contestando o documento de Gebran. Ele escreveu ainda que vai levar o caso de Moro ao Conselho Nacional de Justiça.

19h30 – O presidente do TRF-4, Carlos Thompson Flores, dá a palavra final no caso: Gebran, como relator da Lava Jato no tribunal, tem a prerrogativa de decidir sobre o assunto, ainda que a situação tenha ocorrido em um plantão. Com isso, Lula permanece na prisão.

União entre PDT e PSB potencializa candidatura de Flávio Dino no Maranhão

PSB oferece três nomes para compor a chapa do pré-candidato, Ciro Gomes. Foto: Jornal Pequeno

Após a desistência do ex-ministro Joaquim Barbosa de concorrer à Presidência da República nas eleições de 2018, o PSB ofereceu, na última quarta-feira (16), três nomes para compor a chapa do pré-candidato, Ciro Gomes (PDT).

Os indicados foram o deputado federal mineiro Júlio Delgado; o ex-prefeito de Belo Horizonte (2009 a 2016), Márcio Lacerda; e o deputado federal paranaense, Luciano Ducci, que também foi prefeito de Curitiba entre 2010 e 2012, após renúncia de Beto Richa para concorrer ao governo estadual.

Os nomes foram apresentados pela cúpula do PSB em reunião com lideranças pedetistas, na casa do líder do partido na Câmara, Wewerton Rocha (MA). A maioria da bancada do PSB aprova a coligação com o ex-governador cearense.

A união entre PDT e PSB potencializa a candidatura à reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão. A coligação dos dois partidos de esquerda fortalece a disputa para que Ciro Gomes esteja no segundo turno das eleições, brigando diretamente com a candidatura apoiada pelo MDB, presidente Michel Temer, ex-senador José Sarney e cia.

Muito amigo do governador Flávio Dino, Ciro Gomes aparece, na última pesquisa CNT/MDA, com 9% das intenções de voto e é tido por muitos analistas como o principal herdeiro dos votos do ex-presidente Lula (PT), caso este seja impossibilitado pela Justiça de concorrer.

Ambos os partidos também fazem da base de sustentação do governador Flávio Dino.

PT reafirma pré-candidatura de Lula à presidência da República

O Diretório Nacional do PT se reuniu, nesta segunda-feira (23), em Curitiba (PR) para definir as próximas ações do partido.

Em nota, foi reiterada a inocência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o registro oficial da candidatura dele em 15 de agosto. Antes, o PT indicará, em 28 de julho, o nome de Lula como o candidato da legenda para as eleições presidenciais de outubro.

O ex-presidente está detido na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba, desde o último dia 7. Ele foi condenado a 12 anos e um mês por corrupção e lavagem de dinheiro.

De acordo com o PT, mesmo preso, Lula será candidato. O partido pretende conclamar várias frentes em defesa da candidatura do ex-presidente. Paralelamente, serão lançadas ações nas redes sociais e nas ruas. Também serão mantidos o acampamento e a vigília, na capital paranaense, denominados Lula Livre em Curitiba.