Em carta, Lula pede “todo o apoio possível” dos maranhenses para reeleger Flávio Dino

Lula pediu que os eleitores ajudem Flávio a continuar “governando o Maranhão e ajudando o nosso país a ser mais justo”

O ex-presidente Lula enviou uma carta ao governador Flávio Dino e aos maranhenses falando sobre a disputa eleitoral no Estado. Ele pediu que os eleitores ajudem Flávio a continuar “governando o Maranhão e ajudando o nosso país a ser mais justo”.

Na carta, Lula lembra que esteve no ano passado com Flávio em um ato na Praça Dom Pedro II, em São Luís. “Confirmo o que disse a vocês: Flávio Dino faz um governo sério, com trabalho firme em favor dos mais pobres e das causas sociais”, afirma o petista.

Lula diz que o governador sempre lutou contra a prisão dele. “Flávio Dino também tem demonstrado muita coragem para defender a democracia, lutando contra a violência de que eu tenho sido vítima.”

“Por isso, me dirijo carinhosamente a vocês pedindo todo o apoio possível para que o companheiro Flávio Dino continue governando o Maranhão e ajudando o nosso país a ser mais justo”, acrescenta Lula.

Veja a íntegra da carta de Lula:

Amigos e amigas do Maranhão,

Estive recentemente aí, quando finalizei a nossa Caravana pelo Nordeste com um belo Ato Político na Praça Pedro II. Confirmo o que disse a vocês: Flávio Dino faz um governo sério, com trabalho firme em favor dos mais pobres e das causas sociais.

Mas não é só isso: Flávio Dino também tem demonstrado muita coragem para defender a democracia, lutando contra a violência de que eu tenho sido vítima.

Por isso, me dirijo carinhosamente a vocês pedindo todo o apoio possível para que o companheiro Flávio Dino continue governando o Maranhão e ajudando o nosso país a ser mais justo.

Abraço do Lula

Segundo Ibope, Haddad lidera no Maranhão; Bolsonaro é o segundo

O movimento observado nos números da nova pesquisa Ibope, mostra o força política de transferência de votos do ex-presidente Lula

Após ser oficialmente apresentado e ter seu nome registrado pelo PT no Tribunal Superior Eleitoral, o ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, teve um crescimento considerável no Maranhão. É o que aponta a nova pesquisa Ibope, divulgada nesta quarta-feira (19).

Fernando Haddad saiu da quinta colocação com 4% dos votos, para 36% na nova pesquisa, um crescimento de 32 pontos percentuais, que já o deixa como líder na disputa aqui no Maranhão.

Jair Bolsonaro (PSL) aparece em segundo lugar com 18%; Ciro Gomes (PDT), com 13%; Marina Silva (Rede), com 6% e Geraldo Alckmin (PSDB), com 5%.

O movimento observado nos números da nova pesquisa Ibope, mostra o força política de transferência de votos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Maranhão. Assim como em todo o Nordeste, Lula tem forte influência política num parcela do eleitorado que foi beneficiada com suas políticas sociais, o que reflete nos números das pesquisas eleitorais.

Vamos crescer ainda mais e vencer a eleição, diz Haddad após Datafolha

O petista comemorou o desempenho que teve na pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira

Em cima da carroceria de uma uma camionete, Fernando Haddad (PT) segura as mãos do governador da Bahia Rui Costa e candidato à reeleição (PT) e arrisca uns passos do jingle de campanha em ritmo de pagode.

Em sua primeira agenda eleitoral como candidato à Presidência da República no Nordeste, foi recebido por uma multidão estimada nas ruas de Vitória da Conquista, terceira maior cidade da Bahia.

O petista comemorou o desempenho que teve na pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (14) na qual ele aparece em segundo lugar, numericamente empatado com Ciro Gomes (PDT), com 13% das intenções de voto.

“Vamos crescer ainda mais, agora que estamos oficialmente na campanha, e vencer essa eleição”, afirmou Haddad em rápida entrevista concedida à imprensa.

Para o petista, a definição de seu nome como candidato à Presidência em substituição ao ex-presidente Lula, declarado inelegível pela Justiça Eleitoral, fez com que a campanha ganhasse corpo nas ruas e com que o eleitor assimilasse seu nome como candidato.

“O certo é que estaremos todos juntos, lutando pela libertação de Lula e contra as injustiças desse país” disse Haddad, que estava acompanhado de sua candidata a vice-presidente Manuela D’Ávila (PC do B).

Ainda desconhecido de grande parcela do eleitorado, Haddad escorou-se na popularidade do governador Rui Costa, que lidera a corrida pelo governo da Bahia com 50% das intenções de voto, segundo o Ibope.

Mesmo assim, teve o seu nome confundido por eleitores que o chamaram de “Andrade” na cidade baiana, que é considerada um dos maiores redutos do PT no Brasil —foram 20 anos de gestões petistas em Vitória da Conquista entre 1997 e 2016.

“Andrade’ é o candidato de Lula, tamo junto com ele”, gritava Firmino de Sousa Oliveira, 45, pouco antes de o candidato petista chegar ao ato de campanha.

Ao ser informado sobre o nome correto do ex-prefeito de São Paulo, Oliveira deu de ombros: “Não importa se é Andrade ou Haddad, o importante é que vamos votar nele porque ele representa Lula e o povo do Nordeste”.

O mesmo pensa a estudante do ensino médio Silvia Cássia de Lima, 19, moradora de Poções, cidade vizinha a Vitória da Conquista, que disse estar ainda se acostumando à ideia de Fernando Haddad como candidato —mas garantiu que votará no petista.

Lobão mostra elogio de Lula no programa eleitoral

Com a imagem de Lula em sua campanha, Lobão, certamente, mantém seu favoritismo na corrida ao Senado Federal

O senador Edison Lobão (MDB) mostrou, em sua propaganda eleitoral desta sexta-feira (14), uma fala do ex-presidente Lula (PT), que reconhece o trabalho que ele desenvolveu no Ministério das Minas e Energias, quando foi responsável por levar energia a milhões de maranhenses e brasileiros que viviam no escuro.

Edison Lobão foi homem forte de Lula e responsável pela reestruturação do setor energético, após longos anos de instabilidade e constantes apagões que amedrontaram o povo brasileiro.

“Eu quero dizer de público, Lobão, que foi um orgulho para mim, ter você, como ministro de Minas e Energias”, declarou o ex-presidente Lula.

Com a imagem de Lula em sua campanha, Lobão, certamente, mantém seu favoritismo na corrida ao Senado Federal.

Roseana tenta colocar Lula no programa do MDB de Temer

Roseana Sarney foi a coordenadora do impeachment de Dilma Rousseff

Para a ex-governadora Roseana Sarney, pouco importa se a prisão do ex-presidente Lula tem relação com o impeachment da presidente Dilma Rousseff, golpe político que elevou o MDB de Michel Temer ao Planalto. A peemedebista quer mesmo é tirar uma casquinha da popularidade do petista para se eleger no dia 7 de outubro.

Candidata ao governo pelo partido de Temer, Roseana briga na Justiça para usar a imagem do petista em sua propaganda eleitoral.

O problema é que Roseana esconde, nessas eleições, sua participação na manobra. Em 2016, ela rodou por Brasília em busca de votos para derrubar a ex-presidente Dilma Rousseff. Ela foi vista na festa de comemoração do impeachment onde teria dito que “apostou no cavalo certo” e que foi “coordenadora do impeachment”.

A estratégia é cooptar os votos que Lula tem no Maranhão. Roseana até conseguiu um despacho para manter a imagem do petista em seus programas enquanto o caso não é julgado, mas ela segue com um entrave: nem com Lula, Roseana cresce nas intenções de votos.

Em ato na Grande SP, Haddad vira “Luiz Fernando Haddad Lula da Silva”

Haddad encara o desafio de se tornar conhecido da maior parte do eleitorado como o candidato de Lula a tempo do primeiro turno

Em seu primeiro corpo a corpo com eleitores depois de formalizado como candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad virou “Luiz Fernando Haddad Lula da Silva” durante ato nesta quinta-feira (13) em Carapicuíba, na Grande São Paulo.

A união dos nomes foi promovida pelo locutor do ato, reforçando a tônica da campanha petista, que busca a todo custo convencer o eleitorado que Lula e Haddad são uma coisa só.

Vestindo uma camisa vermelha com o rosto de Lula estampado, Haddad caminhou por um calçadão de Carapicuíba vazio, apesar do horário comercial. O candidato parou em algumas lojas para cumprimentar eleitores, sempre cercado por militantes e candidatos do PT e do PCdoB.

De lá, Haddad seguiu para o calçadão da vizinha Osasco, onde a recepção foi mais numerosa e calorosa, despertando a curiosidade dos trabalhadores do comércio local. Ao lado de Manuela D’Ávila (PCdoB), candidata a vice; do ex-prefeito de Osasco Emídio de Souza (PT), candidato a deputado estadual; e do presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Vagner Freitas, protagonizou uma cena típica de campanha eleitoral na rua: parou para comer em uma das inúmeras barracas de cachorro-quente do calçadão.

Alguns metros adiante, nova parada, desta vez para cantar “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga, ao lado de uma dupla de sanfoneiros e puxar um coro em apoio a Lula.

Ao longo da caminhada, militantes reclamaram de não conseguir chegar perto para tirar fotos com o candidato, que andou o tempo todo cercado por um cordão humano de seguranças.

“Eu quero ver quem é esse Haddad”, disse em voz alta uma senhora que passava pelo calçadão, de celular em punho.

A presença de seguranças em torno de Haddad foi mais ostensiva do que em compromissos públicos realizados pelo petista antes de ele ser confirmado como candidato do partido, o que aconteceu na terça (11). No fim do percurso, quando parou para falar com a imprensa, Haddad foi perguntado se vestia um colete à prova de balas.

“Quer que eu mostre minha barriga tanquinho para você?”, respondeu, em tom de brincadeira.

Haddad discursou nas duas cidades, deixando clara a estratégia de convencimento do eleitorado: lembrar que foi escolhido por Lula como candidato; que foi ministro da Educação de Lula; e que falta pouco tempo para o primeiro turno.

“Lula disse: toma a tocha na tua mão e diz pro povo que você me representa, e eu represento você”, disse Haddad de cima de um trio elétrico em Carapicuíba, onde também falou de creches construídas na cidade com apoio do Ministério da Educação na sua gestão.

Nas duas cidades, o candidato foi apresentado por ex-prefeitos que agora disputam vagas de deputado estadual, Sérgio Ribeiro (Carapicuíba) e Emídio de Souza (Osasco). Os dois locais já foram fortes redutos petistas. Ribeiro teve dois mandatos como prefeito (2009-2016), assim como Emídio (2005-2012) — desempenho que não se repetiu nas duas últimas eleições municipais, em 2016.

Nas eleições presidenciais de 2014, Dilma perdeu para Aécio Neves (PSDB) no segundo turno em Osasco e Carapicuíba, ao contrário de 2010, quando superou José Serra (PSDB).

Haddad encara o desafio de se tornar conhecido da maior parte do eleitorado como o candidato de Lula a tempo do primeiro turno. No Ibope de terça (11), ele teve 8% das intenções de voto, embolado com mais três candidatos no segundo lugar.

Amanhã, o concorrente petista faz campanha no Centro do Rio e dá entrevista ao “Jornal Nacional”, da TV Globo. No sábado, visita as cidades de Vitória da Conquista e Jequié, ambas no interior da Bahia, ao lado do governador baiano Rui Costa, candidato à reeleição.

PT anuncia candidatura de Fernando Haddad à Presidência no lugar de Lula

O anúncio foi feito em Curitiba, onde Lula está preso desde 7 de abril

O Partido dos Trabalhadores (PT) anunciou nesta terça-feira (11) que Fernando Haddadconcorrerá à Presidência da República pela legenda no lugar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve o registro de candidatura rejeitado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O prazo dado pelo TSE para o partido apresentar à Justiça Eleitoral o substituto de Lula terminava às 19h desta terça-feira. Na chapa original, Haddad era o vice de Lula. Na nova formação, a candidata à vice-presidência será Manuela D’Ávila, do PCdoB.

O anúncio foi feito em Curitiba, onde Lula está preso desde 7 de abril, cumprindo pena de 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso da Lava Jato envolvendo o triplex em Guarujá (SP).

Pela manhã, a executiva nacional do partido se reuniu em um hotel na capital paranaense. Haddad participou do encontro e chegou à Superintendência da PF, onde Lula está preso, às 15h30.

Após se reunir com o ex-presidente, Haddad deixou o prédio da PF por volta das 17h15 e falou para a militância que esperava do lado de fora. Subiram o palanque com ele a candidata a vice Manuela D’Ávila, a ex-presidente Dilma Rousseff, a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffman e outros membros do partido.

Gleisi apresentou Haddad como candidato a presidente pelo PT e “representante de Lula” na eleição e Manuela como vice. Segundo Gleisi, Lula afirmou que “o PT, mesmo sem ele, deveria apresentar um candidato à presidente da República”. Luiz Eduardo Greenhalgh, um dos fundadores do partido, leu uma carta de Lula.

Prazo

Os ministros do TSE rejeitaram a candidatura Lula em 1º de setembro e deram 10 dias para o PT substituir o candidato – prazo que terminava nesta terça.

Na segunda (10), a defesa do ex-presidente havia recorrido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ampliar o prazo até 17 de setembro. O recurso, entretanto, não chegou a ser analisado até esta terça, e o partido acabou decidindo por anunciar a substituição de Lula por Haddad.

Os advogados tinham feito o mesmo pedido ao TSE, que foi rejeitado pela presidente do tribunal, ministra Rosa Weber.

Caso o partido não apresentasse o substituto na chapa, de acordo com entendimento da Justiça Eleitoral, ficaria de fora da corrida presidencial, e o tempo de propaganda na TV seria redistribuído entre os demais partidos.

Perfil de Haddad

Filho de comerciantes do Bom Retiro, na região central de São Paulo, aos 18 anos Haddad entrou para a faculdade de direito da Universidade de São Paulo (USP), no Largo de São Francisco. Formou-se bacharel em 1985.

Também pela USP, tornou-se mestre em Economia com especialização em economia política, em 1990, e doutor em Filosofia em 1996.

Foi professor de Teoria Política Contemporânea no Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Sociais da USP, analista de investimento do Unibanco e consultor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Em 2001, assumiu a chefia de gabinete da secretaria municipal de Finanças de São Paulo na gestão da prefeita Marta Suplicy. Dois anos depois, se tornou assessor especial do ministro do Planejamento, Guido Mantega. Depois, foi secretário Executivo do Ministério da Educação e se tornou ministro da pasta durante a gestão Lula.

Em 2012, deixou o cargo para disputar as eleições municipais de São Paulo. Foi prefeito da capital paulista de 2012 a 2016, e candidato do PT à reeleição, mas perdeu para o tucano João Doria.

Roseana será multada em R$ 15 mil caso use a imagem de Lula em seu programa eleitoral

Vale lembrar que o PT íntegra a coligação do governador Flávio Dino (PCdoB)

A Justiça Eleitoral determinou que a candidata Roseana Sarney (MDB) deixe de veicular em sua propaganda eleitoral a imagem do ex-presidente Lula (PT). De acordo com a decisao, a prática de conduta da coligação “Maranhão quer Mais” é contrária à legislação estadual.

Roseana Sarney usou em sua propaganda a imagem de Lula e a imagem do PT, não integrantes da sua coligação, deturpando as normas eleitorais, já que em âmbito regional o candidato não poderá se utilizar da imagem ou voz de candidato ou militante de partido que integre coligação diversa na esfera nacional.

Vale lembrar que o PT íntegra a coligação do governador Flávio Dino (PCdoB) e já teve a declaração de apoio formal do presidente Lula e do vice de sua chapa, o ex-prefeito Fernando Haddad (PT).

Caso seja descumprida a decisão, Roseana Sarney ser a multada em R$ 15 mil reais a cada exibição.

Candidato de Lula, Haddad lidera no Maranhão com 47%

Caso a candidatura do ex-presidente seja impugnada, Fernando Haddad assume em seu lugar e a deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila (PCdoB), será a candidata a vice.

Pesquisa Exata contratada pelo Jornal Pequeno revela que o ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação, Fernando Haddad (PT), é o favorito entre os maranhenses na disputa presidencial, com 47% das intenções de votos.

Haddad é candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Luís Inácio Lula da Silva (PT) até o trâmite final da homologação da candidatura de Lula na Justiça Eleitoral. Caso a candidatura do ex-presidente seja impugnada, Haddad assume em seu lugar e a deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila (PCdoB), será a candidata a vice.

Segundo o Exata/JP, para o eleitorado maranhense o candidato apoiado por Lula, Fernando Haddad, venceria as eleições no primeiro turno com uma diferença de 30 pontos percentuais em relação ao segundo colocado, Jair Bolsonaro (PSL), preferido para 17% dos entrevistados.

Em seguida, aparecem os candidatos Marina Silva (Rede), com 8%; Ciro Gomes (PDT), com 6% e Geraldo Alckmin (PSDB), com 2%. Álvaro Dias (Podemos), Vera Lúcia (PSTU) e Henrique Meirelles (MDB) figuram no estudo com 1% cada um. Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoêdo (Novo), João Goulart Filho (PPL) e José Maria Eymael (DC) não pontuaram. Brancos e nulos somaram 13% e 4% disseram não saber ou não responderam.

Lula candidato

O Instituto Exata projetou ainda cenário onde Lula é candidato. Se as eleições fossem hoje e a candidatura de Lula seja deferida, o petista venceria a disputa também no primeiro turno com 67% das intenções de votos, mais de 50 pontos à frente de Jair Bolsonaro, que nesse panorama somou 15%.

Logo atrás aparece Marina Silva, com 4% e Ciro Gomes, com 3%. Álvaro Dias, Geraldo Alckmin e Cabo Daciolo figuram com 1% cada. João Amoêdo, Henrique Meirelles, Vera Lúcia, Eymael, Guilherme Boulos e João Goulart Filho não pontuaram nesse contexto.

Registrada no TSE sob o número MA-07422/2018, a pesquisa Exata/JP ouviu a opinião de eleitores de todo o Maranhão entre os dias 19 e 23 de agosto. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.