Irmãs de Mariana Costa reagem à entrevista de mãe do assassino Lucas Porto…

As irmãs Juliana e Carolina Costa, esta última ex-esposa de Lucas Porto, assassino confesso da publicitária Mariana Costa, morta, brutalmente, em novembro do ano passado, por estupro, reagiram, em suas redes sociais, contra entrevista concedida pela mãe do agressor, Heliane Porto, à jornalista Jacieny Dias, quando afirmou que teria havido um caso de adultério entre a vítima e o seu filho.

Lucas Porto, assassino confesso de Mariana, estuprou a jovem e, em seguida, matou-a em seu próprio apartamento com a ajuda de  um travesseiro no dia 23 de novembro  do ano passado. Ele está em processo de julgamento pelo crime que cometeu e sua defesa tem alegado que ele tem problemas mentais.

As duas classificaram as palavras da mãe de Lucas Porto de mentirosas e falsas e não concebem a tentativa da família Porto em querer manchar a honra de Mariana Costa para, assim, conseguir amenizar as coisas para o lado do assassino confesso.

Mariana Costa era sobrinha-neta do ex-senador José Sarney (PMDB). O caso chocou a sociedade maranhense e ganhou repercussão nacional no final do ano passado.

Desabafo de Juliana Costa no Facebook

Ninguém mais busca a verdade do que a minha família.

Se teve alguém massacrado nessa vida são meus pais, minhas quatro sobrinhas, minha família no geral, amigos e a sociedade que até hoje chora a ausência da nossa doce e inocente Mariana.

Minha Irmã foi assassinada brutalmente por Lucas que já confessou o crime e deixou bem claro que nunca teve nada com ela e agora além de arrancar a vida dela do nosso convívio; querem matar a moral dela dessa forma?

Família Porto, vocês podem ir visitar o assassino toda semana e nós que nunca mais vamos poder dar um abraço ou trocar uma palavra de carinho com a nossa querida Mariana. Vocês não sabem o que é realmente sofrer e o que é realmente perder.
E hoje ele tá no lugar que escolheu, e como a mãe mesmo disse: “o mundo aqui fora é hostil e que lá é mais quieto para ele”, então que ele passe o resto da vida lá pagando por todo mal que fez e continua fazendo a sociedade.

É ridículo mesmo, você querer vitimizar seu filho e querer justificar um ato cruel desse. Ele vai pagar por todos os crimes que cometeu e a HONRA de Marina não será manchada por calúnias.

Podemos vê que esse assassino é sim produto do meio…tentar justificar o injustificável dessa forma é desumano.

Chega de MENTIRAS, o médico deixou bem claro na audiência que Lucas não tem problema mental nenhum e dizer que minha irmã traia seu marido… tenha vergonha!!!

Por fim, precisamos entender que nós mulheres não somos objetos de desejo desses homens que acham q podem td… sei que nada trará nossa Mariana de volta, mas a máxima condenação desse assassino, vai nos trazer um pouco de paz é assim estaremos fazendo nossa parte p mudar esse quadro de vê criminosos como ele, ter regalias e conseguir deslizar as leis, simplesmente por ter dinheiro. #justicanacausademariana #portodasmariana #Deusnocontrole

“A entrevista é uma farsa”, diz ex-mulher de Lucas Porto

Carol Costa no Facebook

A “entrevista” é uma grande farsa. Depois do que aconteceu com Mariana e a forma que a família conduziu e continua agindo posso dizer que espero TUDO. Estamos prontos. Eles vem contra nós com MENTIRAS e vamos com a VERDADE.

Minha vida não é novela então me reservo em ficar em silêncio dos fatos que tenho vivido mas não posso ficar calada quando ela diz” foi um adultério consensual”. Isso é demais, cruel, perversão e também é crime.

Primeiramente se você assistiu a entrevista, pode constatar que ela deixa claro que ele não tem distúrbio nenhum.

No momento em que fala em Adultério para uma jornalista, entendo que a mesma está ofendendo a honra da minha irmã, o que é crime de calúnia com responsabilidades criminais e cíveis.
O que me causa dor é essa senhora saber a VERDADE e usar de MENTIRAS para apenas livrar o seu filho. O seu amor de não lhe dá esse direito. Tudo na vida tem consequências e ainda assim mesmo depois de um crime hediondo pedir para ser divulgada tamanha mentira e blasfêmia é no mínimo insensato.Será que a dor da minha família não basta?

Ela deixou bem claro seu objetivo, porém a Sra. Heliene não tem esse direito. Isso não é defender um filho. Isso é desespero pois sabem que não existe outra saída além do Júri e “eles” tentam a todo custo manchar a memória da minha irmã, como forma de mexer com a opinião pública. Isso é TUDO menos AMOR de mãe ! Amor não é enganoso.
Isso é perversidade com minha família. E o fato de não demostrar nenhum remorso com a morte da minha irmã é no mínimo sem comentários.

Eu também vi um sentido provocativo, como se quisesse desestabilizar a minha família.
Não conseguiu e nem vai pois esperamos confiantemente.

Na vida a lei da semeadura não falha” o que se planta, se colhe”. #Faça o Bem e Aparte-se do mal.

Caso Mariana – Assassino de sobrinha de Sarney começa a ser julgado…

Lucas Porto foi flagrado pelas câmeras do condomínio de Mariana no momento do crime

Teve início o julgamento de Lucas Porto, assassino confesso da sobrinha-neta do  ex-senador José Sarney, Mariana Costa. As audiências acontecem na 4ª Vara de Tribunal do Júri, no Fórum Desembargador Sarney Costa, no Calhau, em São Luís.

Neste primeiro momento, foram arroladas 16 testemunhas. A jovem foi estuprada e morta em seu próprio apartamento, em caso que teve repercussão nacional, em novembro do ano passado. O juiz que preside a sessão é José Ribamar Goulart Heluy Júnior.

Segundo informações,  Lucas Porto deverá ser o último a prestar depoimento.  Antes do início dos depoimentos,  amigos e familiares da vítima fizeram uma manifestação, em frente ao fórum, para pedir justiça e punição ao assassino confesso. Há de se considerar a celeridade do julgamento do crime que ocorreu há poucos meses e envolve a família de um ex-presidente da República.

A primeira testemunha a depor foi o delegado Lúcio Rogério, da Superitendência de Homicídios e Proteção a Pessoa (SHPP).  Foi ele quem efetuou a prisão do acusado, horas depois do crime.

O crime

O assassino confesso foi indiciado por homicídio triplamente qualificado. Ele responde por três crimes: estupro, homicídio e feminicídio. Os laudos periciais confirmaram o estupro.

Mariana estaria dormindo e despida quando o assassino confesso chegou ao local do crime, em novembro do ano passado.  Lucas Porto tinha informações de como entrar no apartamento da cunhada e sabia que ela estaria sozinha naquele momento.

Segundo a acusação, após a consumação dos crimes, Lucas Porto modificou o ambiente tentando dar uma aparência de normalidade, por isso gastou tempo arrumando o quarto da vítima para sugerir que teria sido suicídio ou outra coisa que não os crimes cometidos por ele.

As circunstâncias

Lucas Porto confessou ao Sistema de Segurança Pública do Estado a autoria do assassinato da publicitária Mariana Costa. O assassino confesso disse que nutria desejo, “paixão incontida” pela jovem e não resistiu ao encontrá-la nua (ela saía do banho nesse momento, quando foi surpreendida pelo cunhado).

Lucas Porto era cunhado da vítima. Segundo o assassino confesso, a motivação teria sido uma “atração muito forte” que ele tinha por Mariana. Contou aos delegados que, ao chegar ao apartamento, encontrou a porta aberta e foi ao quarto, quando surpreendeu a cunhada sem roupa. Diante disso, segundo ele, resolveu consumar seu “desejo sexual”.

O assassino confesso negou que houvesse qualquer tipo de relacionamento amoroso entre ele e a vítima. Disse que o desejo e a paixão eram unilaterais, ou seja, partiam apenas dele.

Pelo relato do assassino, Mariana reagiu ao ato de violência sexual e o agressor a matou por asfixia. Segundo os delegados, em entrevista coletiva, teria havido violência de natureza sexual.

Polícia confirma conjunção carnal no caso do estupro da sobrinha-neta de Sarney

Novos resultados foram divulgados na manhã desta sexta-feira (16).
Conjunção carnal foi negada pelo assassino Lucas Porto durante confissão.

G1

Mariana Costa é sobrinha-neta de Sarney e filha de Sarney Neto

Uma coletiva, realizada na manhã desta sexta-feira (16), na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP), mostrou que houve conjunção carnal no estupro sofrido por Mariana Costa pelo seu cunhado Lucas Porto. Os resultados constavam em laudos periciais que reforçam as investigações. O empresário confessou o homicídio. A vítima é filha do ex-deputado estadual Sarney Neto e sobrinha-neta do ex-presidente da República e senador José Sarney.

De acordo com o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, o assassino confesso Lucas Porto havia negado a conjunção carnal e afirmou que ejaculou fora do corpo da vítima, versão contrariada pelos últimos resultados divulgados. O crime aconteceu no dia 14 de novembro no apartamento da vítima que fica no bairro Turu, em São Luís.

Caminhada por Justiça
Familiares e amigos da publicitária Mariana Costa realizam uma caminhada por Justiça no caso de Mariana, por Paz e pela luta contra a violência às mulheres. A caminhada será no próximo sábado (17), às 16h, na Avenida Litorânea, com concentração na Praça do Pescador. Os participantes deverão vestir camisa branca.
Morte de Mariana
Mariana Menezes de Araújo Costa Pinto, de 33 anos, foi encontrada morta na noite do último dia 13 de novembro, em seu apartamento, no nono andar de um condomínio, na Avenida São Luís Rei de França, no Turu, em São Luís (MA). Ela é filha do ex-deputado estadual Sarney Neto e sobrinha-neta do ex-presidente da República e senador José Sarney.
O empresário Lucas Porto, de 37 anos, confessou que matou a sobrinha-neta de Sarney, a publicitária Mariana Costa, 33 anos. Porto era cunhado da vítima. A motivação seria uma atração que ele tinha por Mariana. As informações foram divulgadas pelo secretário de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, em entrevista coletiva, em São Luís (MA).
A Polícia Civil do Maranhão concluiu que o empresário Lucas Porto, de 37 anos, estuprou e matou por asfixia a cunhada, a publicitária Mariana Costa, de 33, que é filha do ex-deputado estadual Sarney Neto e sobrinha-neta do ex-presidente e ex-senador José Sarney.
A apresentação dos resultados dos laudos periciais foi na manhã do dia 23 de novembro, na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA), em São Luís. O assassino confesso vai responder por três crimes: estupro, homicídio e feminicídio.

Os mistérios em torno da morte da sobrinha-neta de Sarney

Por OSWALDO VIVIANI

Lucas Porto foi  flagrado pelas câmeras do condomínio de Mariana no momento do crime

Lucas Porto foi flagrado pelas câmeras do condomínio de Mariana no momento do crime

A polícia do Maranhão aguarda os resultados dos laudos periciais (a serem divulgados na próxima terça-feira, 22) e a reconstituição do crime (sem data para ocorrer, mas já confirmada) para elucidar definitivamente o homicídio que teve como vítima a publicitária Mariana Menezes de Araújo Costa Pinto, de 33 anos (filha do ex-deputado estadual Sarney Neto e sobrinha-neta do ex-presidente José Sarney).

Mariana foi encontrada morta asfixiada no fim da tarde de domingo (13), em seu quarto, no Condomínio Garvey Park, no Turu. Estava despida, com um travesseiro sobre o rosto e tinha sinais de que havia sofrido esganadura e provável violência sexual. Não há mais nada a investigar sobre a autoria do crime – o empresário do ramo da construção civil Lucas Leite Ribeiro Porto, 37, cunhado de Mariana (casado com a irmã da vítima, Carolina) – confessou o assassinato em depoimento espontâneo à polícia, que começou na terça-feira (15) e varou a madrugada de quarta (16). A motivação foi uma “atração incontida” pela cunhada, e que resolveu consumar seu desejo sexual na tarde do domingo (13), ao ir até seu apartamento (segundo o acusado, em princípio para “conversar sobre assuntos familiares”) e encontrá-la sem roupa.

O que falta determinar são algumas circunstâncias do homicídio e a dinâmica dos fatos criminosos. “É fundamental entender o que aconteceu no apartamento, até para embasar o processo e a dosimetria da pena”, disse o secretário de Segurança, Jefferson Portela, ao informar que a polícia vai fazer a reprodução simulada dos fatos (reconstituição).

QUESTÕES NÃO ESCLARECIDAS

Por ser o assassinato que mais repercutiu no Maranhão neste ano, além de chamar a atenção da mídia nacional, e por envolver a chamada “gente graúda” – famílias abastadas do estado –, a polícia não quer deixar brechas na investigação. Está disposta a responder, após receber os resultados dos exames periciais e realizar a reconstituição do crime, a questões ainda não devidamente esclarecidas, tais como:

Qual o conteúdo das mensagens e ligações telefônicas (inclusive as apagadas, agora provavelmente recuperadas pela polícia por meio de um programa especial de computador) que estavam nos celulares de Lucas Porto e Mariana Costa no dia do crime e nos dias imediatamente anteriores?

Lucas Porto tinha livre acesso ao apartamento de Mariana? Quem abriu a porta do apartamento quando ele voltou ao Garvey Park, no domingo? (a mesma era acostumada a deixar a porta  sem chaves quando as crianças banhavam na piscina) Há imagens das câmeras desse momento? Qual a dinâmica dos fatos a partir do momento em que Lucas já estava no interior do apartamento?

Houve tentativa de estupro ou estupro consumado da vítima? Isso ocorreu quando Mariana ainda estava consciente ou já desfalecida?

Com quem Lucas se comunicou (por telefone ou mensagens), após cometer o assassinato, já que a polícia tem imagens dele falando com alguém ao telefone? Ele falou com o pai ou com alguém da família?

Lucas já entregou as imagens das câmeras de segurança do prédio em que mora e é sindico (edifício San Juan, na Ponta d’Areia)? O Instituto Médico Legal (IML), o Instituto de Criminalística e Medicina Legal (Icrim) e o Instituto de Genética Forense estão trabalhando na perícia técnica do material recolhido.

Além do secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, e do delegado-geral Lawrence Mello, participam das investigações do “caso Mariana Costa” o delegado Leonardo Diniz, da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP); o delegado Miguel Alves, da Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC); e o delegado Lúcio Reis, chefe do Departamento de Homicídios da Capital. Lucas Porto está preso preventivamente (sem prazo para ser solto) na Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) 4, em Pedrinhas. A prisão preventiva foi homologada no dia 14 pela juíza Andréa Cysne Frota Maia, da Central de Inquéritos.

Caso Mariana – Trabalho de peritos foi fundamental para elucidar crime; Inquérito será concluído na próxima quarta

Lucas Porto foi flagrado pelas câmeras do condomínio de Mariana no momento do crime

Lucas Porto foi flagrado pelas câmeras do condomínio de Mariana no momento do crime

O trabalho da perícia técnica foi fundamental para a elucidação do assassinato da publicitária  Mariana Costa, sobrinha-neta do ex-senador José Sarney, morta pelo cunhado, Lucas Porto, em um ato brutal de violência sexual que culminou com o seu falecimento no último domingo (13). O inquérito do crime deve ser concluído até a próxima quarta-feira (23) e, posteriormente, será encaminhado à Justiça do Maranhão. Na terça-feira (22) saem os resultados das perícias retantes para fechar o caso.

Na noite de domingo (13), após o corpo ter sido retirado, os peritos criminais, Hailton Brito e Délio Sobral, dirigiram-se até o apartamento da vítima, na avenida São Luís Rei de Franca, e realizaram os exames de impressões digitais, coletaram vestígios de sangue, fios de cabelo, pêlos, etc, que foram peças fundamentais para a elucidação do crime.

Nesta quinta-feira (17), a família entregou as roupas de Lucas Porto que estavam escondidas em um outro apartamento. De acordo com as investigações policiais, depois de sair da casa de Mariana Costa, ele trocou de roupa e voltou para junto da família para demonstrar apoio.

Lucas Porto chegou a levar uma psicóloga para as filhas da vítima e, antes de conseguir sair novamente do condomínio no Turu, foi impedido pelos policiais, ainda na noite de domingo (13), dia do crime, quando foi preso em flagrante após suspeita da Polícia, diante de indícios, como imagens do circuito interno do condomínio de Mariana e impressões digitais .
“As roupas se somam a todo o conjunto probatório. Serão periciadas em busca de vestígios. Os exames periciais realizados também tem grande importância na formação da convicção jurídica dos fatos”, disse o delegado Lawrence Melo .
Segundo o delegado-geral, ainda que há possibilidade de que haja reconstituição dos fatos do dia do crime. “Depende da avaliação que os delegados, que presidem o inquérito, farão sobre a análise de todas as provas”, concluiu Lawrence Melo.

Parentes entregam roupas usadas por assassino da sobrinha-neta de Sarney

Roupas estavam em apartamento no mesmo condomínio de Lucas. Prazo para concluir o inquérito vai até a próxima quarta-feira (23).

Lucas escondeu roupas em outro apartamento

Lucas escondeu roupas em outro apartamento

G1

As roupas usadas pelo empresário Lucas Porto, 37 anos, no dia do homicídio contra a sobrinha-neta de Sarney, a publicitária Mariana Costa, 33 anos, foram entregues, na tarde dessa quarta-feira (16), à Polícia Civil do Maranhão pelos próprios parentes do assassino confesso. Desde segunda-feira (14), os policias estavam à procura deste material para reforçar as provas na investigação. Ele é cunhado da vítima.
Mariana Costa, 33 anos, foi encontrada morta na tarde de domingo (13) no quarto de seu apartamento, no bairro Turu, em São Luís. Ela ainda chegou a ser socorrida e levada para um hospital, mas não resistiu e morreu. A filha do ex-deputado estadual Sarney Neto e sobrinha-neta do ex-presidente da República e senador José Sarney foi morta asfixiada com um travesseiro. Principal suspeito do caso, Lucas Porto foi preso logo depois do crime. Logo no início das investigações, ele negou ser o autor do crime. No entanto, acabou confessando na quarta-feira (16) em depoimento na Superintendência de Homicídio e Proteção a Pessoa (SHPP). A motivação seria uma atração que ele tinha por Mariana.
As peças, uma camisa branca e uma calça jeans azul, estavam no próprio condomínio onde Lucas Porto mora e é o síndico, no bairro Ponta d’Areia, em São Luís (MA). Desde segunda-feira os policiais buscavam as roupas, mas sem sucesso. Parentes de Lucas Porto disseram que as encontraram em um apartamento que não está sendo utilizado e pertence ao pai do acusado.
“A própria atitude do Lucas em esconder as roupas demonstra sua culpabilidade. Ele escondeu as roupas num apartamento que pertence a sua família e que ficava no andar superior ao que ele reside. Esse imóvel estava desocupado”, explicou o delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Lawrence Melo.

Caso Mariana Costa – Lucas Porto confessa crime e diz que tinha desejo e “paixão incontida” por cunhada

Polícia continuará investigando outras possibilidades para apurar se a versão apresentada pelo assassino confesso tem procedência. Outros laudos  e também relatos de testemunhas também são esperados para a confirmação do depoimento de Lucas Porto.

Lucas Porto foi flagrado pelas câmeras do condomínio de Mariana no momento do crime

Lucas Porto foi flagrado pelas câmeras do condomínio de Mariana no momento do crime

Mariana Costa teria sido vítima de violência sexual, segundo confessou o assassino

Mariana Costa teria sido vítima de violência sexual, segundo confessou o assassino

O empresário Lucas Porto (37) confessou ao Sistema de Segurança Pública do Estado a autoria do assassinato da publicitária Mariana Costa (33), sobrinha-neta do ex-senador José Sarney, morta por asfixia no último domingo (13). O fato foi revelado, na manhã desta quarta-feira (16), pelos delegados que investigam o caso. O assassino confesso disse que nutria desejo, “paixão incontida” pela jovem e não resistiu ao encontrá-la nua (ela saía do banho nesse momento, quando foi surpreendida pelo cunhado).

Lucas Porto era cunhado da vítima. Segundo o assassino confesso, a motivação teria sido uma “atração muito forte” que ele tinha por Mariana. Contou aos delegados  que, ao chegar ao apartamento, encontrou a porta aberta e foi ao quarto, quando surpreendeu a cunhada sem roupa. Diante disso, segundo ele, resolveu consumar seu “desejo sexual”.

O assassino confesso negou que houvesse qualquer tipo de relacionamento amoroso entre ele e a vítima. Disse que o desejo e a paixão eram unilaterais, ou seja, partiam apenas dele.

Pelo relato do assassino, Mariana reagiu ao ato de violência sexual e o agressor a matou por asfixia. Segundo os delegados, em entrevista coletiva, teria havido violência de natureza sexual.

Investigações continuam

Apesar da confissão nesta linha de violência sexual, os delegados disseram que as investigações continuam para apurar se o depoimento de Lucas Porto tem procedência. A Polícia trabalhava ainda com mais duas hipóteses: A de que a vítima teria descoberto um relacionamento homossexual do assassino e a de que eles teriam um envolvimento e que a mesma poderia ter terminado, gerando o ato.

Nas primeiras horas, Lucas Porto negou a autoria do crime. Mariana fora encontrada morta, dentro do próprio apartamento, localizado na Avenida São Luís Rei de França. O principal suspeito,  cunhado da vítima (era casado com sua irmã), que foi preso e levado para Pedrinhas, apresentou lesões no pulso, tórax e face que evidenciaram que o mesmo teve uma luta corporal com a jovem.

Foram encontrados ainda pelos sobre a cama e marcas de sangue que estão sendo analisados. Imagens de câmeras do condomínio, onde Mariana morava, mostram que Lucas Porto foi o único adulto a entrar e sair do apartamento no momento do evento.

A vítima foi encontrada morta, completamente nua, e com um travesseiro sob o rosto, evidenciando o crime por asfixia. A Polícia não teve dúvidas de que houve um homicídio. Tanto o suspeito quanto a vítima passaram por exames de conjunção carnal para saber se houve ou não estupro. No entanto, o resultado do laudo médico ainda não foi divulgado.

O delegado que investiga o caso, Lawrence Melo, disse, em entrevista à Imprensa, que Lucas Portos procurou destruir provas contra si, tipo a roupa que usava no dia do crime e registros de ligações no telefone celular, por exemplo. O suspeito também se negou a entregar as imagens do condomínio no qual ele é sindico e reside para apuração do horário em que chegou em casa.

“O fato é que a investigação aponta que ele não foi diretamente para o seu apartamento. Ele foi para a sauna do condomínio onde ele reside, como se tentasse limpar e apagar, mais uma vez, evidências aí que ligam ele a esse evento trágico”, contou Lawrence Melo.

Luta corporal

Quanto às lesões identificadas no corpo de Lucas, o delegado disse que isso demonstra que ele esteve envolvido em uma luta corporal, supostamente, com a vítima. As feridas, características de unhadas, são apontadas pela perícia como “lesões de defesa”. “A vítima, ao tentar se defender, pode ter lesionado o suspeito e ele não deu nenhum esclarecimento para explicar o motivo dessas marcas”, afirmou o delegado na primeira entrevista.

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que a sobrinha-neta do ex-presidente da República e senador José Sarney, Mariana Costa, foi vítima de uma tentativa de estrangulamento e morreu por asfixia. Segundo a Polícia, ela  foi sufocada pelo assassino com a ajuda de um travesseiro.

As imagens mostram Lucas chegando e, posteriormente, descendo do nono andar pelas as escadas. Ele não utiliza o elevador. Ele desce correndo e tem uma aparência de estar transtornado com algum evento grave que teria acontecido. Ao chegar no térreo, passa a mão no rosto e faz uma ligação. Essa ligação, posteriormente, ele nega.

Adriano Sarney reconhece trabalho da Polícia do Maranhão no caso Mariana Costa

O deputado estadual Adriano Sarney (PV) foi à tribuna, na sessão desta segunda-feira (14), para falar sobre o caso da jovem Mariana Costa, que foi brutalmente assassinada no domingo (13), com a qual tem parentesco (a mesma é sobrinha-neta do ex-senador José Sarney). Ele disse que está consternado com o assassinato e elogiou o trabalho da Polícia do Maranhão nas investigações e prisão do principal suspeito, o cunhado da vítima, Lucas Porto, que já se encontra  em Pedrinhas.

Adriano disse que Mariana era uma líder muito querida da Igreja Batista do Olho D’Água (Iboa), tinha muitos valores, mãe de família respeitada, pessoa séria na comunidade, prestava um serviço fundamental à congregação e foi assassinada de forma cruel. O deputado afirmou que o Brasil todo está de queixo caído com o crime.

“Toda a imprensa está noticiando esse caso, porque é um caso de cunho familiar que envolveu o marido da sua irmã, que está preso como principal suspeito. Situações como essa que a gente só vê em filme de terror. Não se sabe ainda o que ocorreu, mas pelo relato da Polícia estadual que, aliás, fez um excelente trabalho desvendando esse crime horroroso, constatou-se que o Lucas Porto, que é o principal suspeito dessa atrocidade, foi três vezes até a residência da Mariana. Da última vez, saiu muito preocupado. Preocupado com o que poderia acontecer se alguém o visse naquele local com ferimentos. A roupa que ele estava no corpo sumiu, ninguém sabe onde está”, comentou Adriano Sarney.

Caso Mariana – Principal suspeito tem ferimentos no corpo como se tivesse tido luta corporal com vítima

Mariana era evangélica, frequentava a Igreja Batista, e foi morta por asfixia dentro do próprio apartamento. Era casada e mãe de duas filhas

Mariana era evangélica, frequentava a Igreja Batista, e foi morta por asfixia dentro do próprio apartamento. Era casada e mãe de duas filhas

Lucas Porto nega crime, mas câmeras mostraram que ele foi o único adulto a entrar e sair do apartamento no momento do crime. Ele tem ferimentos pelo corpo, os quais não explicou

Lucas Porto nega crime, mas câmeras mostraram que ele foi o único adulto a entrar e sair do apartamento no momento do crime. Ele tem ferimentos pelo corpo, os quais não explicou

Mistério e perplexidade marcam as primeiras investigações do caso do assassinato da sobrinha-neta do ex-senador José Sarney, Mariana Costa, 33 anos, morta por asfixia na noite de domingo (13), dentro do próprio apartamento, localizado na Avenida São Luís Rei de França. O principal suspeito, Lucas Porto, cunhado da vítima, que se encontra preso em Pedrinhas, tem lesões no pulso, tórax e face que evidenciam que o mesmo pode ter tido uma luta corporal com a jovem.

Foram encontrados ainda pelos sobre a cama e marcas de sangue que vão ser analisados. Imagens de câmeras do condomínio, onde Mariana morava, mostram que Lucas Porto foi o único adulto a entrar e sair do apartamento no momento do evento.

A vítima foi encontrada morta, completamente nua, e com um travesseiro sob o rosto, evidenciando o crime por asfixia. A Polícia não tem dúvidas de que houve um homicídio e agora vai partir para a linha de investigação que evidencie as motivações do crime. Tanto o suspeito quanto a vítima passaram por exames de conjunção carnal para saber se houve ou não estupro. No entanto, o resultado do laudo médico ainda não foi divulgado.

O delegado que investiga o caso, Lawrence Melo, disse, em entrevista à Imprensa, que Lucas Portos procurou destruir provas contra si, tipo a roupa que usava no dia do crime e registros de ligações no telefone celular, por exemplo. O suspeito também se negou a entregar as imagens do condomínio no qual ele é sindico e reside para apuração do horário em que chegou em casa.

“O fato é que a investigação aponta que ele não foi diretamente para o seu apartamento. Ele foi para a sauna do condomínio onde ele reside, como se tentasse limpar e apagar, mais uma vez, evidências aí que ligam ele a esse evento trágico”, contou Lawrence Melo.

Luta corporal

Quanto às lesões identificadas no corpo de Lucas, o delegado disse que isso demonstra que ele esteve envolvido em uma luta corporal, supostamente, com a vítima. As feridas, características de unhadas, são apontadas pela perícia como “lesões de defesa”. “A vítima, ao tentar se defender, pode ter lesionado o suspeito e ele não deu nenhum esclarecimento para explicar o motivo dessas marcas”, afirmou.

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que a sobrinha-neta do ex-presidente da República e senador José Sarney, Mariana Costa, foi vítima de uma tentativa de estrangulamento e morreu por asfixia. Segundo a Polícia, ela sofreu estrangulamento e foi sufocada pelo assassino com a ajuda de um travesseiro.
Imagens do circuito interno do condomínio também estão sendo utilizadas na investigação e, segundo a Polícia, demonstram o suspeito bastante nervoso, o que leva crer a sua participação na morte de Mariana.

As imagens mostram Lucas chegando e, posteriormente, descendo do nono andar pelas as escadas. Ele não utiliza o elevador. Ele desce correndo e tem uma aparência de estar transtornado com algum evento grave que teria acontecido. Ao chegar no térreo, passa a mão no rosto e faz uma ligação. Essa ligação, posteriormente, ele nega.
Defesa de Lucas Porto
O advogado Jonilton Santos Lemos Júnior, que defende o suspeito de matar Mariana Costa, disse que Lucas Porto nega, veementemente, o crime. “Bom, essa é a chave da questão nesse caso. Até agora, a Secretaria de Segurança não apresentou qual teria sido a motivação desse crime. O Lucas nega, veementemente, que tenha assassinado a vítima. Ele não teria nenhum motivo para isso. É preciso que não se descarte outras linhas de investigação”, comentou.
O advogado disse ainda não ter tido acesso às imagens do circuito interno do condomínio onde Mariana morava.