Saque das contas inativas do PIS/Pasep começa no dia 18; confira quem tem direito

O cronograma prevê saques até 28 de setembro, com períodos de retiradas definidos de acordo com as idades dos beneficiários

O presidente Michel Temer sancionou, na manhã desta quarta-feira (13), a lei que permite a trabalhadores de qualquer idade o saque de fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). E a consulta, pela internet, está liberada desde 4 de junho. Ela pode ser feita nos sites da Caixa e do Banco do Brasil.

Para realizar as consultas, basta ter em mãos o número do PIS (para servidores do setor privado) ou do Pasep (para funcionários públicos) ou o CPF e data de nascimento do cotista. Os saques começam na próxima segunda-feira (18). Na quarta-feira, o site da Caixa para consultas apresentou lentidão, mas nesta quinta-feira (14), o sistema está normalizado.

O cronograma prevê saques até 28 de setembro, com períodos de retiradas definidos de acordo com as idades dos beneficiários.

Para saber se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites relativos ao PIS (trabalhadores do setor privado) ou ao Pasep (trabalhadores do setor público).

Beneficiários com idades entre 57 e 59 anos poderão sacar o dinheiro entre segunda-feira (18) e 29 de junho. O pagamento para todas as idades ocorrerá entre 14 de agosto e 28 de setembro. Para quem tem conta na Caixa ou no Banco do Brasil, o depósito será em 8 de agosto para qualquer idade.

Desde a criação do PIS/Pasep, em 1971, o saque total só podia ser feito quando o trabalhador completasse 70 anos, se aposentasse ou tivesse doença grave ou invalidez. No segundo semestre do ano passado, o governo tinha enviado ao Congresso duas MPs reduzindo a idade para o saque, sem alterar as demais hipóteses de acesso a esses recursos. Com a aprovação da medida mais recente, cotistas de todas as idades ou seus herdeiros poderão sacar os recursos de contas inativas do PIS/Pasep.

Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988,  entre 1971 e 1988 . Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Michel Temer bate próprio recorde de impopularidade

Apenas 3% dos brasileiros consideram o governo Temer ótimo ou bom, segundo o levantamento. Outros 14%, consideram regular a gestão dele

O presidente Michel Temer bateu o próprio recorde de impopularidade na pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo. De acordo com o levantamento, 82% consideram o governo do emedebista ruim ou péssimo. A taxa de reprovação aumentou 12 pontos percentuais em relação ao ultimo levantamento em abril. Segundo o instituto de pesquisa, Temer é o presidente mais impopular desde a redemocratização do país.

A pesquisa é a primeira feita após a paralisação dos caminhoneiros que parou o país e acontece dois meses após a prisão de Lula. O instituto entrevistou 2.824 eleitores, na quarta e na quinta-feira da semana passada.

Apenas 3% dos brasileiros consideram o governo Temer ótimo ou bom, segundo o levantamento. Outros 14%, consideram regular a gestão dele.

O estudo mostra ainda que as Forças Armadas são a instituição que tem mais a confiança da população, apesar da queda no índice a aprovação. Disseram confiar muito nos militares 37% dos entrevistados. Outros 41% disseram confiar um pouco, e 20% não confiam.

Os partidos políticos, o Congresso e a Presidência apresentaram os menores índices de confiança da população: 68%, 67% e 64%, respectivamente, não confiam nessas instituições.

O Datafolha mostra ainda que 14% confiam muito e 43% confiam um pouco no Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto 39% não confiam na Corte.
A imprensa tem a confiança total de 16% dos entrevistados. Outros 45% dizem confiar pouco e 37% não confiam.

Chiquinho Escórcio deve ser consagrado vice de Roseana

A escolha de Chiquinho teria passado pelo aval do presidente Michel Temer (MDB)

As várias especulações sobre a indicação do vice na chapa da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) parecem ter chegado ao fim. Nas últimas horas, o nome do ex-deputado federal, Chiquinho Escórcio (MDB), ganharam corpo e tudo indica que o grupo Sarney vai para a disputa com uma chapa “puro sangue”.

O nome de Chiquinho virou notícia na coluna da jornalista Denise Rothenburg, do Jornal Correio Brasiliense. O ex-deputado, fiel escudeiro do ex-presidente José Sarney (MDB), já estaria sendo tratado pelo Palácio do Planalto como o candidato a vice da chapa de Roseana Sarney. A escolha de Chiquinho teria passado pelo aval do presidente Michel Temer (MDB).

A ex-governadora Roseana Sarney teve muita dificuldade em escolher seu vice. Nem mesmo a garantia da vaga e de uma estrutura num possível governo fez com que Roseana fechasse um acordo com outra legenda. Os grandes partidos não se interessaram em indicar o nome para o cargo, tal é a rejeição do grupo Sarney.

Muito se especulava pela escolha do senador João Alberto (MDB) para a vaga, mas seu nome sofre muita resistência da própria Roseana.

A ex-governadora Roseana também não tem mais o PT para indicar seu vice. O partido garantiu, nas últimas eleições, um bom tempo de TV para o grupo Sarney, mas hoje já faz parte da base de apoio do governador Flávio Dino. Sem o vice “ideal”, a única saída será ter que escolher Chiquinho Escórcio.

Seis meses após aprovação da Reforma Trabalhista, arrecadação de sindicatos desaba 88%

Os sindicatos querem contornar o baque se mostrando mais atuantes junto aos trabalhadores e tentam compensar parte da queda de receita com a conquista de novos associados Foto: Roberto Parizotti/ CUT

O “ ajuste fiscal” chegou também para os sindicatos. Depois da entrada em vigor da reforma trabalhista, proposta pelo presidente Michel Temer (MDB), que acabou com o imposto sindical, as entidades viram sua arrecadação despencar 88% nos quatro primeiros meses do ano, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Enxutos, os sindicatos querem contornar o baque se mostrando mais atuantes junto aos trabalhadores e tentam compensar parte da queda de receita com a conquista de novos associados.

As mudanças nas leis trabalhistas drenaram recursos dos sindicatos. Apenas em abril, o volume total arrecadado pelas associações que representam trabalhadores foi de R$ 102,5 milhões – uma queda de 90% em relação ao mesmo mês de 2017.

Isso porque, com a nova legislação, em vigor há mais de seis meses, a cessão obrigatória do equivalente a um dia de trabalho, que era destinada a sindicatos, centrais e federações que representam as categorias, foi extinta. A contribuição ainda existe, mas agora é voluntária, e a empresa só pode fazer o desconto com uma autorização, por escrito, do funcionário.

O desemprego elevado também colabora para a escassez de recursos. Sem uma vaga formal, o trabalhador não se filia e nem contribui às entidades. Com menos dinheiro, os sindicatos se viram obrigados a cortar despesas para sobreviver: demitiram funcionários, fecharam subsedes, venderam carros, alugaram imóveis e reformularam os serviços prestados aos associados. A tendência, segundo dirigentes, é que as entidades se acostumem a operar com menos recursos em caixa.

Um dos efeitos percebidos após a reforma trabalhista é a volta dos sindicatos para ações de rua, seja com mais mobilizações nas portas de fábricas ou no maior esforço direcionado a aumentar a quantidade de sindicalizados. A maior parte das entidades diz ter reforçado as equipes de campo, mesmo com um quadro mais enxuto. Funcionários que antes só exerciam atividades internas foram deslocados.

Pai de santo que benzeu Michel Temer se converte e quer evangelizar terreiro

Pretendo distribuir Bíblias para o presidente e os ministros. Quero salvar a alma de Michel Temer

Roberval Batista Uzêda, de 53 anos, conhecido como “Pai Uzêda” assumiu essa semana o posto de assessor da coordenadoria de Diversidade Religiosa da Secretaria municipal de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos da prefeitura do Rio de Janeiro.

Mas essa não foi a única mudança recente na vida do homem que ficou nacionalmente conhecido por ter “benzido” o presidente Michel Temer, em Brasília, no fim do ano passado.

Segundo o jornal O Globo a quem concedeu entrevista, seu desejo agora é outro: “Pretendo distribuir Bíblias para o presidente e os ministros. Quero salvar a alma de Michel Temer”.

Nos últimos meses, ele passou a frequentar a filial da igreja pentecostal Anabatista, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. “Os espíritas não são unidos. Eu estava me sentindo infeliz. Mas em toda a minha vida, nunca tive uma opção. Sou filho de uma mãe de santo, conhecida como Mãe Luiza de Salvador. Ela me teve em pleno terreiro de Mãe Menininha do Gantois. Sempre estive emocionalmente ligado ao candomblé. Agora como evangélico quero chegar à felicidade plena”, testemunha Uzêda.

Como era esperado, sua mãe não ficou contente com a decisão dele. O ex-pai de santo revela sua intenção de transformar o terreiro baiano de Mãe Luiza em uma igreja evangélica. O local é frequentado pelos cerca de 3,5 mil seguidores dela, que seriam evangelizados por Uzêda, que almeja se tornar bispo.

 

Maranhão! As tentativas de tirar das costas de Temer o peso da crise dos caminhoneiros

Michel Temer

O grupo Sarney está trabalhando, coordenadamente, no Maranhão, para tentar tirar o foco da greve dos caminhoneiros de cima do presidente Michel Temer (PMDB). Eles avaliam que o desgaste do Palácio do Planalto reflete em membros do clã, notadamente, a ex-governadora Roseana e o ex-senador José Sarney, ambos do MDB.

Nos últimos dias, várias fotos de Temer com Roseana e Sarney foram espalhadas nas redes sociais, todas com comentários negativos acerca da política que o presidente vem adotando no Brasil e a que o grupo implantou no Maranhão por 50 anos.

Apesar das tentativas, a população brasileira, e também a maranhense, sabe que a culpa pelo caos instalado no país é única e exclusiva do presidente Michel Temer, aliado de primeira hora do grupo Sarney.

O governo Temer é, cada vez mais, uma ponte para lugar nenhum. A greve dos caminhoneiros permanece com impactos fortíssimos em todo o país e combustível suficiente para causar estragos além das estradas.

A paralisação, que começou contra a alta do diesel, contra a perigosa ciranda que virou a política de combustíveis “regulada pelo preço no mercado internacional”, lembra, pelo caminho das estradas, o início dos protestos de 2013 contra um aumento de 20 centavos nos ônibus e metrôs de São Paulo – e que deram na eclosão de uma série de graves protestos nacionais.

A situação caminha para ficar insustentável!

Michel Temer anuncia redução de R$ 0,46 no litro do diesel por 60 dias

A R$ 0,46 no preço do diesel custará ao governo R$ 10 bilhões e que os recursos serão cobertos pelo Tesouro Nacional

O presidente da República, Michel Temer, anunciou neste domingo (27) novas medidas para a redução no valor do diesel, em mais uma tentativa de por fim à paralisação dos caminhoneiros que já dura 7 dias e provoca desabastecimento em várias partes do país.

Entre as medidas anunciadas está a redução de R$ 0,46 no preço do litro do diesel por 60 dias, e a isenção de pegamento de pedágio para eixos suspensos de caminhões vazios.

Após o pronunciamento de Temer, o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) afirmou que essa redução de R$ 0,46 no preço do diesel custará ao governo R$ 10 bilhões e que os recursos serão cobertos pelo Tesouro via crédito extraordinário.

Na quinta (24), o governo já havia anunciado uma série de medidas para atender às reivindicações dos caminhoneiros e colocar fim à paralisação. Entre as propostas estava a redução a zero da alíquota da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), em 2018, sobre o óleo diesel; e a manutenção, por 30 dias, de uma redução de 10% no valor do diesel nas refinarias, que havia sido anunciada pela Petrobras, redução pela qual a empresa seria ressarcida pela União.

O movimento do governo, porém, não surtiu efeito, e os caminhoneiros mantiveram a paralisação. Diante disso, Temer autorizou o uso das Forças Armadas para desbloquear as estradas e editou um decreto permitindo ao governo assumir o controle de caminhões.

De acordo com o presidente, a redução de R$ 0,46 no litro do diesel terá validade por 60 dias. A partir daí, os reajustes no valor do combustível serão feitos a cada 30 dias, decisão que, segundo Temer, visa dar mais “previsibilidade” aos motoristas. O presidente informou que o corte de R$ 0,46 se dará com a redução a zero das alíquotas do PIS-Cofins e da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) sobre o diesel.

O ministro Carlos Marun disse que o Procon vai fiscalizar se a redução anunciada por Temer cheguerá às bombas. “A redução vai chegar às bombas. O Procon está, inclusive, editando medida e vai fazer fiscalização no sentido de que o nosso objetivo, de que essa redução chegue ao tanque do caminhoneiro, se torne realidade”, afirmou.

Temer também anunciou que vai editar três medidas provisórias para atender a outras demandas dos grevistas. As MPs vão prever:
1. Isenção da cobrança de pedágio para eixo suspenso de caminhões vazios, em rodovias federais, estaduais e municipais;
2. Determinação para que 30% dos fretes da Conab sejam feitos por caminhoneiros autônimos;
3. Estabelecendo de tabela mínima dos fretes.

Durante o pronunciamento, o presidente afirmou que os pontos do acordo negociado na semana passada seguem valendo, entre eles o que tira o setor de transporte rodoviário de carga da chamada reoneração da folha.

A proposta, que na prática eleva a arrecadação federal, já foi aprovada pela Câmara e ainda depende de análise do Senado. Vários setores que haviam sido atendidos com a desoneração perderão o benefício. Segundo Temer, o setor dos caminhoneiros não estará entre esses setores.

Michel Temer diz que governo acionou Forças Federais para desbloquear estradas

Os militares poderão entrar em caminhões, se for o caso, para retirá-los da via. Os caminhões poderão ser apreendidos e os motoristas, presos

O presidente Michel Temer disse nesta sexta-feira (25), em pronunciamento no Palácio do Planalto, que acionou forças federais para desbloquear estradas, ocupadas por caminhoneiros em greve.

Temer optou por acionar as forças federais depois de se reunir com ministros para uma avaliação de segurança no país, já que a greve dos caminhoneiros continuou, apesar do acordo firmado entre governo e representantes da categoria na noite de quinta (24).

Em razão da paralisação, faltam alimentos em supermercados e combustível em postos de gasolina. O transporte coletivo em diversas cidades foi afetado, indústrias pararam atividades e voos começaram a ser cancelados por falta de combustível nos aeroportos.

Segundo a assessoria do Ministério da Segurança Pública, as forças federais incluem Exército, Marinha, Aeronáutica, Força Nacional de Segurança e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Temer disse que tomou a decisão para evitar que a população fique sem produtos de primeira necessidade. “Não vamos permitir que a população fique sem gêneros de primeira necessidade. Não vamos permitir que os hospitais fiquem sem insumos para salvar vidas. Não vamos permitir que crianças sejam prejudicadas pelo fechamento de escolas. Como não vamos permitir que produtores tenham seu trabalho mais afetado”, afirmou Temer.

Ainda de acordo com a assessoria, as rodovias devem ser totalmente liberadas. Com isso, caminhoneiros manifestantes não poderão ficar nem no acostamento. Os militares vão poder entrar em caminhões, se for o caso, para retirá-los da via. Os caminhões poderão ser apreendidos e os motoristas, presos.

O governo informou que já entrou em contato com governadores, para que as polícias militares também sejam utilizadas na operação para desbloquear rodovias estaduais.

Seguindo Temer, grupo Sarney também reprime memes…

Grupo Sarney tenta se desvincular do desgaste da imagem de Michel Temer

O grupo Sarney resolveu reprimir a divulgação de memes. O ato lembra algumas páginas de humor na internet que foram notificadas pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República por publicarem piadas utilizando imagens de canais oficiais de comunicação do governo contra o presidente Michel Temer.

Com isso, a ex-governadora Roseana Sarney tenta censurar os conteúdos que se disseminam na internet, principalmente os que tratam de fotos dela com Temer, a quem ela quer esconder dos maranhenses o apoio.

No entanto, o desfecho de Roseana pidera ser o mesmo do presidente Michel Temer. Na ocasião, os internautas declararam uma ‘guerra’ bem-humorada contra o presidente.

Por aqui, a tendência é que não seja diferente. Com certeza, vão chover memes de Temer com Roseana.