Deputado Marcelo Álvaro Antonio será o novo ministro do Turismo de Bolsonaro

Esse é o segundo nome do partido do futuro presidente Jair Bolsonaro que é confirmado para uma pasta. Gustavo Bebianno, ex-presidente do partido, será ministro da Secretaria-Geral

Estadão

O deputado Onyx Lorenzoni, futuro ministro da Casa Civil, anunciou durante coletiva nesta quarta-feira, 28, o deputado federal Marcelo Álvaro Antonio, do PSL mineiro, como o novo ministro do Turismo.

Esse é o segundo nome do partido do futuro presidente Jair Bolsonaro que é confirmado para uma pasta. Gustavo Bebianno, ex-presidente do partido, será ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Marcelo foi reeleito para o cargo de deputado federal na eleição deste ano. Ele está na Câmara desde 2014, onde integrou as comissões de Minas e Energia, Finanças e Tributação, Viação e Transportes, além de comissões externas sobre o Zika vírus e a situação hídrica dos municípios de Minas Gerais.

Marcelo foi eleito vereador por Belo Horizonte em 2012. O futuro ministro não completou a graduação em Engenharia Civil pela UniBH.

PF prende Joesley e vice-governador de MG em desdobramento da Lava Jato

Ao todo, são 62 mandados de busca e apreensão nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso

Veja

A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta sexta-feira 9, o empresário Joesley Batista, do grupo J&F, e o vice-governador de Minas Gerais, Antônio Andrade (MDB). Ao todo, são dezenove alvos de mandados de prisão temporária, com previsão inicial de cinco dias, na Operação Capitu, realizada em parceria com a Receita Federal. Outros dois delatores da J&F, Ricardo Saud e Demilton Castro, também foram presos.

Trata-se de um desdobramento da Operação Lava Jato que, com base em delação premiada do doleiro Lúcio Funaro, investiga suspeitas de corrupção no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Andrade foi ministro da Agricultura durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), antes de ser eleito vice na chapa do governador Fernando Pimentel (PT) em 2014. Seu sucessor na pasta, o deputado estadual eleito Neri Geller (PP-MT), também foi alvo da operação.

“Esse grupo dependia de normatizações e licenciamentos do Mapa e teria passado a pagar propina a funcionários do alto escalão do ministério em troca de atos de ofício, que proporcionariam ao grupo a eliminação da concorrência e de entraves à atividade econômica, possibilitando a constituição de um monopólio de mercado”, diz nota da PF. De acordo com as investigações, redes de supermercados e escritórios de advocacia teriam sido utilizados para a lavagem de dinheiro do esquema.

Ao todo, são 62 mandados de busca e apreensão nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso.

O órgão cita a participação de um deputado federal, que intermediava as relações entre Joesley Batista e as lideranças do Ministério. Em delação premiada em 2017, Joesley confessou ter pago propina a servidores da área através do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), preso desde 2016.

As investigações da PF apontam que parte dos valores, cerca de 30 milhões de reais, foram utilizados em campanha para a Presidência da Câmara, sendo que, desse total, 15 milhões teriam sido direcionadas para a bancada mineira. Também em sua colaboração, Joesley relatou ter repassado esse dinheiro para a vitória de Cunha em 2015, que o teria repassado para subornar outros parlamentares em troca de apoio.

Pelo menos 1,5 milhão de servidores estaduais do RJ, RS, RN e MG correm o risco de ficar sem 13º

Servidores de Minas fizeram protesto em junho por salários atrasados Foto: Fernando Moreno

Estadão

Pelo terceiro ano consecutivo, ao menos 1,5 milhão de servidores estaduais correm o risco de não receber o 13.º salário até o fim do ano. Os governos de Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte ainda não têm dinheiro em caixa para o pagamento dos funcionários, embora afirmem estar tentando arrumar verbas para cumprir o compromisso.

O Estado procurou todos os governos estaduais e o Distrito Federal para saber se o 13.º salário está garantido neste ano. Do total, 16 responderam e disseram quais estratégias estão usando para contornar a crise. Entre os casos mais graves, estão aqueles que ainda não conseguiram quitar nem o benefício de 2017. O Rio Grande do Sul pagou, no mês passado, a décima parcela (de um total de 12) do 13.º do ano passado e já avisou que não tem dinheiro para o benefício de 2018. Até o salário de outubro, que deveria ter entrado no dia 31, ainda não caiu na conta dos servidores.

Também em situação fiscal delicada, o Rio Grande do Norte ainda não conseguiu pagar o 13.º de 2017 para quem ganha acima de R$ 5 mil. Para quem recebe menos, a remuneração foi paga ao longo do ano até setembro. Sobre o pagamento de 2018, não há nenhuma posição do governo estadual.

Em Minas, o governo afirma que a questão será discutida entre representantes do governo estadual e dos sindicatos dos servidores públicos do Poder Executivo – a data para a reunião não foi definida até agora. Já faz dois anos e meio, no entanto, que os funcionários do Estado recebem seus salários de forma parcelada todos os meses. Neste ano, os atrasos também passaram a ser mais rotineiros. Em 2017, o 13.º teve de ser parcelado em quatro vezes.

Minas tem hoje uma das maiores folhas de pagamento do País, de R$ 2,1 bilhões. São, ao todo, 609 mil funcionários, dos quais 42% são aposentados.

O Rio de Janeiro, que fechou acordo de ajuda financeira com o governo federal no fim do ano passado, diz que está trabalhando para efetuar o pagamento do 13.º salário dentro do prazo legal, que é dezembro. Mas fontes ouvidas pelo Estado afirmam que não há garantia de que haja dinheiro suficiente para fazer todos os pagamentos. Desde 2016, o Rio não consegue pagar a remuneração no mesmo ano. O de 2016 foi debitado em dezembro do ano passado e o de 2017, em janeiro e abril de 2018.

Depois do acordo com o governo federal, o Rio tem conseguido, ao menos, pagar os salários em dia. O mesmo não ocorre no Rio Grande do Norte, onde os servidores não sabem que dia terão os salários depositados. A coordenadora do Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta (Sinai-RN), Zilta Nunes de Oliveira, conta que o Estado criou uma escala priorizando algumas secretarias, e servidores de outras áreas ficam sem saber quando vão receber. “Tem mês que o salário é depositado dia 10, em outros, dia 11. Não há programação.” Segundo ela, o sindicato fez uma reunião com o governo na quarta-feira passada pedindo a regularização do calendário. Sobre o pagamento do 13.º, ninguém falou nada.

Dilma é surpreendida por recado em seu prato, em restaurante

No final de junho, Dilma confirmou que vai se candidatar ao Senado por Minas Gerais, Estado onde nasceu

A ex-presidente cassada Dilma Rousseff (PT) recebeu um recado inusitado ao fazer uma refeição em um restaurante. A petista recebeu sua sobremesa em um prato que trazia a frase “sempre nossa presidenta” escrita na louça.

No final de junho, Dilma confirmou que vai se candidatar ao Senado por Minas Gerais, Estado onde nasceu. “Eu não vou me furtar a participar de uma luta do ponto de vista eleitoral”, explicou a petista, fazendo menção à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado e preso pela Operação Lava Jato, e ao processo de impeachment que ela sofreu em 2016.

 

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Eleição para o Senado em Minas pode reeditar disputa presidencial de 2014

A situação de Aécio é mais complicada. Réu no Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva e obstrução de Justiça e alvo de outros sete inquéritos na Corte, o senador enfrenta dificuldade para encontrar apoio de aliados

O Estado de S.Paulo

A disputa pelas duas vagas mineiras no Senado na eleição deste ano poderá ser uma reedição do segundo turno da campanha presidencial de 2014 e colocar, quatro anos depois, a presidente cassada Dilma Rousseff (PT) e o senador Aécio Neves (PSDB) novamente em campos opostos de uma disputa eleitoral. Nenhum dos dois, nem seus partidos e interlocutores, entretanto, bate o martelo sobre uma eventual candidatura.

A situação de Aécio é mais complicada. Réu no Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva e obstrução de Justiça e alvo de outros sete inquéritos na Corte, o senador enfrenta dificuldade para encontrar apoio de aliados. No PSDB mineiro, há quem defenda que Aécio tente uma vaga na Câmara ou, numa situação extrema, deixe de concorrer a um cargo eletivo este ano.

O PSDB não tem nenhum pré-candidato declarado ao Senado. As lideranças do partido pretendem utilizar as duas cadeiras para negociar possíveis coligações. O líder tucano na Assembleia Legislativa, Gustavo Valadares, afirma que a sigla tem conversado com diversos partidos e chegou a avaliar alguns nomes, mas sem definição.

Assim como Aécio, o outro senador por Minas que termina o mandato neste ano, Zezé Perrella (MDB), não deverá concorrer à reeleição. De acordo com uma fonte ouvida pelo Estado, a entrada de Perrella no MDB não teria agradado a algumas alas do partido, e seu nome nem sequer foi cogitado para integrar as candidaturas próprias da sigla.

Já o PT diz que Dilma poderá se candidatar ao Senado mas faz a ressalva de que cabe exclusivamente à ex-presidente confirmar qual seria sua participação nas eleições de outubro.

Somente a notícia de que Dilma havia transferido o domicílio eleitoral para Minas causou turbulência no cenário político do Estado. Esse furor seria, segundo analistas, o que convenceu o presidente da Assembleia Legislativa, Adalclever Lopes (MDB), a aceitar o pedido de abertura do processo de impeachment do governador Fernando Pimentel (PT).

Outro grupo que se ressentiu com a possibilidade da entrada de Dilma na disputa eleitoral mineira para o Senado foi o PCdoB. Tradicional aliado do PT no Estado, o PCdoB está decidido a lançar a candidatura da deputada Jô Moraes. Uma fonte próxima afirmou que o PCdoB tinha planos de campanha para Jô e Dilma, que formariam coligação sob o slogan “agora é que são elas”, com a intenção de atrair o eleitorado feminino.

Com a recusa do PT em apoiar Jô, o PCdoB se reuniu com o pré-candidato ao governo Marcio Lacerda (PSB), ex-prefeito de Belo Horizonte, e tem negociado a formação de uma coligação.

Governo do Maranhão é elogiado durante evento realizado em Minas Gerais

 
O Governo do Maranhão foi bastante aplaudido por participantes do encontro anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) no campus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. O motivo da manifestação foram as ações desenvolvidas pelo Governo do Estado para uma ciência cidadã, apresentadas pelo secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Jhonatan Almada, que falou de programas como a Rede Iema de educação profissionalizante, o Aulão do Enem, o Luminar: Caravana da Ciência e o Centro de Educação Científica (CEC).
Ao abordar o tema “Como atrair jovens talentos para a ciência brasileira – a experiência do Maranhão”, Jhonatan Almada mostrou na capital mineira o esforço genuíno do Governo Flávio Dino de fazer com que a ciência contribua para o desenvolvimento do Estado.
Para boa parte dos participantes da SBPC, o trabalho liderado pelo governador – seus programas e ações que dialogam diretamente com a inclusão da juventude a partir da ciência – ultrapassou as fronteiras do Nordeste e já é reconhecido em todo o Brasil.
Na opinião do secretário Jhonatan Almada, o Maranhão ilumina caminhos para o Brasil retomar o seu rumo. Para o titular da Secti, o Governo do Maranhão está trabalhando fortemente para dar fim a um conjunto de privilégios que existiam no estado e para democratizar o maior número de direitos ao povo.

Após perder licitação em Minas, dono da Primor quer barrar certame em São Luís

Empresários tentam boicotar licitação do transporte público em São Luís

Empresários tentam boicotar licitação do transporte público em São Luís

Marrapá

O empresário Romeo Aguiar Carvalho, sócio da empresa Viação Primor (Grupo Primor/ TCM) aqui no Maranhão, é também dono da empresa Rodopass em Minas Gerais. Em São Luís, a Primor mantém linhas de ônibus nos bairros da Cohama, Cohab e Cohatrac (I, II, II, IV e V).

O dono da Primor, Romeo Aguiar Carvalho, é contra a licitação do transporte coletivo de São Luís. Por ser contra, juntou-se às empresas 1001 Expresso (do seu primo Hermes Carvalho) e Ratrans (Gilson Gonçalves) e recorreu à Justiça para barrar a licitação que moderniza e melhora a qualidade dos serviços de transporte coletivos de São Luís, proposta pelo governo Edivaldo Holanda Júnior.

Mas sabe por que o dono da Primor, Romeo Carvalho, é contra? É porque em Belo Horizonte (MG) ele tem a empresa Rodopass e lá disputou uma licitação feita pela Prefeitura e perdeu. Ele e sua empresa perderam em Belo Horizonte e agora não querem que aconteça o mesmo em São Luís.

Depois de ter perdido a concessão em Belo Horizonte para Auto Omnibus, Romeo Aguiar da empresa Primor não quer que a Prefeitura de São Luís faça a licitação. E por isso foi à Justiça.

O dono da Primor – que faz linhas nos bairros da Cohama, Cohab e Cohatrac (I, II, II, IV e V) – também não quer que os usuários do transporte coletivo tenham ônibus novos, com ar-condicionado, com acessibilidade, com a recarga embarcada e o Bilhete Único.

Na Câmara de São Luís, o dono da Primor já foi acusado de pôr para rodar em São Luís, ônibus que já rodava em Belo Horizonte pela Rodopass.

Segundo a denúncia dos vereadores, Romeo Carvalho pintou os ônibus que já tinham quatro anos de uso na capital mineira e os trouxe para rodarem em São Luís. É por isso que o dono da Primor recorreu à Justiça para barrar a licitação do transporte coletivo de São Luís.

A Justiça não julgará apenas ação da Viação Primor, das empresas 1001 Expresso, Ratrans e do SET. O juiz julgará se é a favor ou contra o povo de São Luís.

Réveillon do Maranhão em Belo Horizonte…

Para este ano, já está programada a “Primeira Feijoada do Maranhão” em Miami, nos Estados Unidos

Confira no slide alguns momentos do “Réveillon do Maranhão” em BH

Uma das mais badaladas festas da virada do ano em Belo Horizonte é, sem dúvidas, o “Réveillon do Maranhão”, festa tradicional e de sucesso, já em seu sexto ano, realizada pelo empresário e repórter fotográfico maranhense Valdez Maranhão, na mega estrutura do restaurante Churrasquinho da Lagoa, em frente à famosa Lagoa da Pampulha.

Na virada deste ano, o “Réveillon do Maranhão 2015”, que contou com três ambientes, ofereceu ao seu público de, aproximadamente, mil pessoas queima de fogos, atrações como a banda mineira Ty Kerê e o Dj Gordinho. A tradicional festa é open food e open bar. No cardápio, delícias da culinária brasileira.

Valdez Maranhão, natural do município de Bacabal – MA, é proprietário do tradicional Buteco do Maranhão, localizado no badalado bairro de Lourdes em BH. Há 37 anos, ele saiu de seu Estado de origem, conquistou seu espaço na capital mineira como repórter fotográfico e empresário e se consagrou na realização de grandes eventos como feijoadas, festas de Carnaval e de Réveillon. Ganhou o segundo nome, na capital mineira, por ser maranhense.

Consagrado por seus eventos na terceira maior cidade brasileira, Valdez pretende ousar em 2015. Já está programada a Primeira “Feijoada do Maranhão” em Miami, nos Estados Unidos. Em São Luís, capital maranhense, já foram realizadas três edições deste mesmo evento em hoteis de referência como Pestana e Luzeiros.

O maior mineiro dos nordestinos

Maranhense, ele não deixa de apresentar aos frequentadores do buteco e de seus eventos também um pouco da culinária do Estado de origem. O tempero do Maranhão faz sucesso também na bela BH.

Valdez é considerado em Belo Horizonte “o maior mineiro dos nordestinos” que moram no Estado. Na capital de Minas Gerais, ele coleciona títulos como o de “Honra ao Mérito” e de “Cidadão Honorário”. É atualmente vice-presidente  da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos de MG (Arfoc).

Em Belo Horizonte…

belo-horizonte

Caros leitores, até o dia primeiro de janeiro, encontro-me em Belo Horizonte de recesso e, ao mesmo tempo, para rever amigos e acompanhar a virada do ano na capital mineira. E um pedacinho do meu Estado está aqui no “Réveillon do Maranhão 2015”, festa tradicional e de sucesso, já em seu sexto ano, realizada pelo empresário e repórter fotográfico maranhense Valdez Maranhão, na badalada Lagoa da Pampulha.

Nesse período, estarei atualizando o blog na medida do possível, mas sempre bem atenta aos movimentos políticos e cotidianos da nossa capital maranhense.

Valdez Maranhão é proprietário do tradicional Buteco do Maranhão, localizado no bairro de Lourdes em BH. Há 37 anos, ele saiu de seu Estado de origem, conquistou seu espaço na capital mineira e se consagrou na realização de grandes eventos culturais e gastronômicos.

Maranhense, ele não deixa de apresentar aos frequentadores do buteco e de seus eventos também um pouco da culinária do Estado de origem. O tempero do Maranhão, conhecido em Minas Gerais, faz sucesso na bela BH.