Marco Aurélio detona críticas da oposição: “desespero”

Ele criticou o fato da oposição sarneysista querer criminalizar tudo, até mesmo coisas que são absolutamente legais

O deputado estadual Marco Aurélio (PCdoB) foi direto ao ponto após críticas, completamente, absurdas da deputada Andréa Murad sobre a presença de servidores na Conferência Estadual do PCdoB, na última sexta-feira (20). “Talvez o maior desespero deles, ao ver a grandiosa conferência do PCdoB, as milhares de pessoas lá, foi ver partidos que historicamente marcharam com eles e agora já disseram ‘não’, porque agora vão com Flávio Dino para a reeleição”, destacou o parlamentar.

Em seu pronunciamento na Assembleia Legislativa rebatendo o discurso tresloucado de Andrea, Marco Aurélio citou os casos do PR e PRB, que até pouco tempo estavam no campo oligárquico e que escolheram marchar em Flávio Dino em 2018.

“Isso dá um desespero danado. Vão procurar achar algum defeito. Faça um exame de consciência, oposição. O grupo da oligarquia de fato, de direito, está perdendo. Está perdendo, primeiro, pela ineficiência, pelo que deixaram de fazer. Em segundo lugar, pela liderança do Governador Flávio Dino. Em terceiro lugar, o povo não quer mais voltar mais ao atraso. O povo quer dias melhores e, assim, terá”, enfatizou.

Marco Aurélio desmontou o discurso de Andrea Murad, que criticou o fato de na Conferência haver vários servidores públicos. “O evento não era expediente de trabalho, o evento era à noite, logo todos podiam ir: cargo comissionado ou não, efetivos ou não, ali tinham milhares, centenas de professores, por exemplo, com cargos efetivos e estavam lá por livre espontânea vontade. Quem estava lá estava por livre e espontânea vontade”, defendeu.

Ele criticou o fato da oposição sarneysista querer criminalizar tudo, até mesmo coisas que são absolutamente legais. “Eles vão porque acreditam no Governo para que eles estão trabalhando. Eles acreditam de fato. Eles não estão ali por acaso. Eles acreditam de fato que o Governador Flávio Dino está fazendo um trabalho revolucionário e que esse grupo que antes dominou e tanto massacrou o Maranhão não volta nunca mais”, explicou Marco Aurélio.

Para membros da oligarquia que detonou o estado durante 50 anos, realmente é difícil entender que as pessoas trabalhando, com amor, por um projeto que está transformando o Maranhão. É por isso que estrebucham tanto!

Três anos da derrota permanente de Sarney e de dignidade política no Maranhão…

Por JM Cunha Santos 

Há três anos, o grupo do oligarca era derrotado, no Maranhão, nas urnas

Dizia o poeta João Alexandre Júnior que, ao contrário do que se pensa, “Quem faz revolução é a classe média, porque é a única que tem costumes pobres e aspirações ricas”. E a sociedade maranhense tem imposto consecutivas derrotas aos Sarneys e seus sicários desde que Flávio Dino venceu a eleição de 2014. Derrota que, conforme a futurologia estatística, se repetirá em 2018 com o mesmo governador vencendo a pugna eleitoral ainda no 1 turno.

E não há dúvidas de que acontece aqui uma mudança nos costumes políticos a partir do ideário de um “governo de todos”, substituindo os governos de grupos e governos familiares com parentes e aderentes de Sarney ocupando todos os cargos estaduais e federais e solapando a identidade social das instituições públicas.

A classe média, orientada pelo novo engenho político que aqui se instalou a partir de 2015, despreza os projetos oligárquicos, desfaz de todas as pretensões de poder de Sarney, até como forma de revide ao pesadelo institucional que viveu durante 50 anos.

As mudanças são inconfundíveis e incontestáveis. No foro administrativo, no relacionamento do governo com toda a gente, na imprensa oficial tangida a golpes de liberdade pela Rádio Timbira, na prioridade das obras sociais e cumprimento dos compromissos de campanha. Mudança de método, mudança de olhar, como nos olhares que se voltam para a Casa Ninar, os que observam a presença do Estado no erigir de um novo Sistema Estadual de Agricultura, ou os que enxergam a mais moderna e estratégica pulsação de uma nova ordem no Sistema de Segurança Pública.

Mas a revolução mesmo se dá contra o arbítrio da mentalidade corporativa, na nova mentalidade política que irrompe em todos os quadrantes do Maranhão. Não há notícias de superfaturamento nas obras quase diárias do governo Flávio Dino, há três anos o maranhense não mais consome notícias horárias sobre licitações fraudulentas, nem sobre hóspedes suspeitos carregando propina nos hotéis. A agiotagem, a pistolagem e o crime organizado foram disparar em outra freguesia e o Maranhão que se desenha agora assemelha-se a uma jurisdição quase solitária de honestidade e transparência no trato com a coisa pública neste país.

Troca-se a vergonha pelo orgulho de ser maranhense, a dubiedade patrimonialista por certezas sociais, a corretagem das leis e o tráfico de influência por sentenças imparciais, a sordidez do abuso de poder econômico pelo valor inestimável da opinião pública e a fugacidade dos banquetes faraônicos por pão e esperança nas mesas do Maranhão.

Assim, isolam-se os barões no casulo dos intocáveis, sem espaço para mais impunidades, sem crer que só foram necessários três anos para o alvorecer de uma revolução ética no estado. Três anos para que Nelmas poderosas e Sarneys inimputáveis sucumbissem ao estado de Direito e à realidade de que o Maranhão envergonhado que governaram é hoje um exemplo de justiça social e dignidade política para todo o Brasil.

Flávio Dino: Oligarquia tem estranha obsessão de ver praias de São Luís poluídas

 

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), reagiu, por meio de sua página no Facebook, às investidas do grupo Sarney e cia que insistem em tentam pregar a falsa ideia de que as praias de São Luís, pautados em uma maldosa interpretação de matéria da Folha de São Paulo. Ele disse que é “estranha” a obsessão da oligarquia de ver praias de São Luís poluídas. “Coisa de gente que tem ilha privada para seu lazer, sem se “misturar”, alfinetou.

No desabafo, Flávio Dino diz que “essa gente”, o grupo Sarney, nunca se preocupou com as praias e que o atual governo está trabalhando e avançando para consertar mais esse erro deles

“Deturpando dados sobre as praias, eles acham que atrapalham o Governo. Mas atrapalham de verdade o turismo, bares, restaurantes, etc”, afirmou Flávio Dino.

Flávio disse que foi à praia, no final de semana,e o que viu foi o povo se divertindo no mar. “Só os donos de ilha privada estão chateados”, cutucou a família Sarney.

Flávio Dino reforçou que o governo vem divulgando boletins semanais que mostram, claramente, os parâmetros melhores ou piores nas praias com transparência.

Sobre as praias de São Luís

Com apenas 4% dos esgotos tratados até o governo anterior, o quadro das praias de São Luís passou décadas em situação vergonhosa, o que afastou o turista e diminuiu o ritmo da economia do turismo. Desde que assumiu o Estado, tem sido uma das marcas do governador  o investimento em saneamento básico, fator que incide diretamente na balneabilidade das praias.

Dados divulgados neste domingo pelo site da Folha de São Paulo referentes ao ano de 2016 classificam as praias de São Luís como péssimas. O levantamento usa critério segundo o qual são consideradas “péssimas” as praias que passaram 50% do ano impróprias. Portanto, aponta um quadro já superado desde julho de 2016, quando os relatórios técnicos e laboratoriais passaram a apontar a balneabilidade de quase a totalidade das praias da capital.

A notícia foi festejada pela oposição oligárquica que, além de não querer ver a economia do turismo bem e pulsante, faz questão de querer desvirtuar todos os avanços obtidos pelo atual governo, sobretudo quando se trata de uma mudança concreta e que foi obtida com rapidez, o que denota ainda mais a incompetência e o descaso dos governos oligárquicos com o povo do Maranhão.

Sarney vira símbolo do desespero da oligarquia

Blog do Josias

José Sarney: “A ditadura da Justiça tá implantada, é a pior de todas!
”

Sérgio Machado: “E eles vão querer tomar o poder. Pra poder acabar o trabalho

.”

Sarney Filho virou ministro, após o acordão para afastar Dilma Rousseff

Sarney Filho virou ministro, após o acordão para afastar Dilma Rousseff

A fabulosa epidemia de corrupção revelada pela Lava Jato fez do Brasil um pedaço do mapa onde há a maior possibilidade de surgir um país 100% novo. Caos não falta. O diálogo reproduzido acima revela que essa nação inteiramente outra talvez já tenha começado a existir.

Nascida na periférica comarca de Curitiba, a investigação que deu à luz um Brasil diferente sobrevive a todas as bruxarias e conchavos urdidos por políticos que se habituaram a viver no epicentro do ilícito sem sofrer qualquer tipo de embaraço. A oligarquia corrupta está acuada.

A “ditadura da Justiça” de que fala Sarney é o outro nome de Estado Democrático de Direito. Renan Calheiros responde a uma dúzia de inquéritos. Eduardo Cunha é um réu afastado do mandato pelo STF. Marcelo Odecrechet está preso e negocia uma delação. Pilhados num diálogo vadio, Dilma e Lula foram denunciados no Supremo por tentativa de obstruir a Justiça.

Como se fosse pouco, os cardeais do PMDB —Sarney entre eles— foram gravados pelo amigo Sérgio Machado, subitamente convertido num silvério que, apavorado com a ideia de ser preso por ordem do “tirano” Sérgio Moro, tenta comprar com suor do dedo a proteção judicial que seus correligionários já não conseguem prover.

O autogrampo do ex-presidente da Transpetro pendurou no noticiário, de ponta-cabeça, caciques políticos capazes de tudo, menos de levar à balança meio quilo de explicações que afastem as suspeitas que rondam seus prontuários.

Natural que seres como Sarney sejam tomados de assalto (ops!) pela estranheza. Não estavam habituados a esse tipo de situação. Construíram suas carreiras num Brasil em que, acima de um certo nível de renda e de poder, ninguém devia nada. Muito menos explicações. Esse país em que os ratos colocavam a culpa no queijo e tudo ficava por isso mesmo não existe mais.

Em 21 dezembro de 2014, Sarney havia escalado a tribuna do Senado pela última vez, para pronunciar o que deveria ter sido um discurso de despedida de sua vida pública de seis décadas. O orador somava, então, 84 anos.

Os incautos imaginaram que estivessem diante de um aposentado. Mas se as fitas do companheiro Machado revelam alguma coisa é que Sarney é, por assim dizer, inaposentável. Ele permanece no palco como protagonista da própria imolação. Faz o papel de um Napoleão se descoroando.

No discuso de sua suposta despedida, Sarney reservou um parágrafo à autocrítica (assista abaixo). Declarou: “Precisamos levar a sério o problema da reeleição, que precisa acabar, estabelecendo-se um mandato maior. Até fazendo mea-culpa, de arrependimento, eu penso que é preciso proibir que os ex-presidentes ocupem qualquer cargo público, mesmo que seja cargo eletivo. […] Eu me arrependo, acho que foi um erro que eu fiz ter voltado, depois de presidente, à vida pública.”

“Não fez e agora reclama”, diz Márcio Jerry sobre declarações de Sarney

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O secretário estadual de Articulação Política, Márcio Jerry, utilizou sua conta no Twitter para responder aos recentes ataques da oposição e do ex-senador José Sarney (PMDB) contra o governo Flávio Dino (PCdoB) em relação às obras, iniciadas pela ex-gestão, e que estão tendo andamento na atual administração.

“Não fez e agora reclama porque o governo Flávio Dino faz”, disse Márcio Jerry ao direcionar a declaração à oposição oligárquica.

Segundo Márcio Jerry, o governo está concluindo obras e iniciando outras de fundamental importância para o Maranhão com distribuição de renda. Ele disse ainda que a administração está “assegurando a correta aplicação dos recursos emprestados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES)”.

Mas por que os pupilos da oligarquia só enxergam agora o avanço da criminalidade?

Adriano Sarney, nascido e criado na oligarquia que faliu o Sistema de Segurança, agora tem a fórmula para combater a criminalidade

Adriano Sarney, nascido e criado na oligarquia que faliu o Sistema de Segurança, agora tem a fórmula para combater a criminalidade

Quem vê os deputados Andrea Murad (PMDB) e Adriano Sarney (PV), pupilos da oligarquia, todos os dias na tribuna para alardear o crescimento da criminalidade no Maranhão, que já vem evoluindo há muitos anos, durante vários governos do grupo Sarney, há de se perguntar por que eles não deram as “soluções” para os problemas quando seus parentes estavam comandando o Estado.

Onde eles estavam quando cabeças eram decepadas e arremessadas pelas grades do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, naquelas famosas rebeliões, ocorridas no governo Roseana? O que disseram diante de tanta carnificina, incêndio nos ônibus, crianças queimadas, policiais mortos?

Andrea Murad, que teve o pai como secretário de Segurança, agora tem a "solução" para ressuscitar o sistema que o grupo Sarney faliu

Andrea Murad, que teve o pai como secretário de Segurança, agora tem a “solução” para ressuscitar o sistema que o grupo Sarney faliu

Agora, depois de décadas de descaso do grupo Sarney com a Segurança Pública e após a alternância de poder ocorrida há apenas cinco meses, é muito fácil ter “garganta” para considerar, somente agora, que a a criminalidade cresceu no Maranhão. Apontam agora “brilhantes ideias” e por que não auxiliaram seus parentes para evitar que o crescimento da violência se tornasse um grave problema para o Estado?

Hoje, os pupilos fizeram mais um jogo de cena no plenário da Assembleia Legislativa para cobrar isso e aquilo em relação a Segurança Pública, como se tivessem as soluções para “ressuscitar” o sistema que foi destruído pelo grupo Sarney. E não é preciso citar, além dos já mencionados acima, os inúmeros erros da Segurança Pública, no período oligárquico. A população tem a memória boa. Há apenas cinco meses, o Maranhão estava tomado pelo caos também nesta área.

A tática é aterrorizar

A estratégia da falecida oligarquia está mais do que clara. A tática é aterrorizar a população, utilizando todo o sistema de comunicação, que está em seu poder, e tentar passar para a população que a criminalidade no Maranhão só aumentou agora, nesses últimos cinco meses de governo Flávio Dino.

Os telejornais da Mirante se transformaram em verdadeiros boletins de ocorrência (BOs). Qualquer assalto, crime, ocorrência, que eram rotina e até mais acentuados, durante os governos do grupo Sarney, agora passam a ser as principais notícias do sistema. Como disse, recentemente, um amigo meu: “daqui a pouco até roubo de bolsa de madame vai virar matéria”.

Incrível, mas, por mais de cinco décadas, o grupo Sarney era totalmente “cego” para o avanço da criminalidade e, de repente, sem os benefícios do governo, apresenta-se “curado” da cegueira. É como se nada  tivesse acontecido no passado e a alavancada da violência tenha se dado apenas a partir de primeiro de janeiro deste ano, com o governo Flávio Dino. Perdoem-me, pupilos, mas eu acho que aí faltou “oleo de peroba”.