Audiência com governador garante Mais Asfalto e reforma de estádio de futebol em Mirinzal…

Governador Flávio Dino, prefeito de Mirinzal, Othelino Neto e secretários discutiram demandas do município

O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), acompanhou o prefeito de Mirinzal, Jadilson Coelho (PSB), em audiência com o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), na tarde desta terça-feira (07), no Palácio dos Leões, onde foram discutidas demandas e definidas ações importantes nas áreas de infraestrutura e esporte para a cidade. Fiou acertado que o programa Mais Asfalto chegará com força ao município, além da revitalização do estádio de futebol.

Na oportunidade, Othelino Neto agradeceu a atenção dispensada pelo governador ao município de Mirinzal e aos compromissos de parceria que foram firmados no sentido de atender os pleitos da população.

O parlamentar enalteceu a importância da parceria realizada entre o governo do Estado e os municípios. Segundo o deputado, a parceria visa ajudar todos os municípios do Maranhão.

“Hoje, tivemos a felicidade de garantirmos o programa Mais Asfalto, visando ajudar a resolver os problemas urbanos da cidade, assim como a revitalização de um estádio em Mirinzal, que vai ser, em breve, mais uma opção para a população”, explicou.

COMPROMISSOS ASSUMIDOS

O governador Flávio Dino afirmou que é preciso manter as parcerias que tem estabelecido desde o início do mandato com os municípios, especialmente nesse momento de graves dificuldades nacionais e que essa união é importante para concretizar políticas públicas.

“Precisamos de muita união, solidariedade e capacidade de diálogo para que nós possamos, juntos, implementar políticas públicas necessárias para a população. Fazemos um governo municipalista e de federalismo cooperativo, por isso temos recebido, diariamente, demandas dos prefeitos e procuramos atendê-las o mais breve possível”, afirmou Flávio Dino, que também citou obras já entregues pelo governo em Mirinzal.

O governador adiantou que várias vias da sede de Mirinzal e de povoados serão melhoradas com serviços de recapeamento e pavimentação asfáltica. Segundo ele, o programa Mais Asfalto vai chegar à cidade, visando garantir a melhoria da qualidade de vida da população.

Além disso, o governador falou da importância de investir no esporte, já que a cidade deve ganhar um estádio revitalizado pelo governo estadual. “Sabemos bem que a política pública do esporte tem relevância para o bem-estar da comunidade”, finalizou.

MIRINZAL

O prefeito Jadilson Coelho disse estar feliz e reconheceu o apoio que seu município vem recebendo do governo do Estado. Ele também enfatizou a intermediação do deputado Othelino Neto para que os pleitos fossem atendidos.

“É um momento difícil para o Executivo, mas é essa parceria que nos socorre, mesmo diante das dificuldades. De braços abertos, o governador Flávio Dino tem sempre nos atendido na medida do possível. Estou satisfeito por assegurar benefícios importantes para o nosso município”, disse o prefeito.

Por fim, o prefeito fez agradecimentos a Othelino Neto. “Agradeço ao deputado por acompanhar as demandas do município e por contar com a sua parceria, que, de fato, é muito importante para superar tantas dificuldades”, concluiu.

O secretário de Estado de Comunicação e Assuntos Políticos, Márcio Jerry, e o Chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, estiveram presentes na audiência.

Declaração de Roberto Rocha contra Flávio Dino foi irresponsabilidade, diz deputado

Segundo Othelino, a ira de Roberto Rocha é, especialmente,  motivada porque o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a abertura de inquérito para apurar possíveis irregularidades cometidas na campanha do senador

O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), mostrou indignação com declaração feita pelo senador Roberto Rocha (PSDB), durante depoimento na reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investiga as doações e possíveis irregularidades cometidas pela empresa JBS. Ele classificou de irresponsabilidade a suposição, feita pelo tucano, de que a empresa JBS teria dado, de forma irregular, R$ 11 milhões para o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

“Vi, mais uma vez, espantado, a irresponsabilidade do senador Roberto Rocha. Numa cena em que parecia desconectado da realidade, ele dava a entender que estava em transe. Resolveu tirar, sei lá de onde, essa declaração irresponsável. Isto não apareceu em nenhuma delação, não foi suposto por ninguém, apenas por ele, num ato que expressa ódio, destempero, despreparo e arrogância de quem se arvora da imunidade parlamentar para caluniar pessoas de bem”, comentou Flávio Dino.

Segundo Othelino, a ira de Roberto Rocha é, especialmente,  motivada porque o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a abertura de inquérito para apurar possíveis irregularidades cometidas na campanha do senador para o Senado, a partir de denúncia feita pelo então candidato Gastão Vieira (PMDB). Este inquérito por nº 4610, do Supremo Tribunal Federal (STF), que está tramitando em segredo de Justiça, apura possíveis irregularidades na prestação de contas, inclusive supostas falsificações de documento, o que incomoda o senador.

Para Othelino Neto, em mais um devaneio, Roberto Rocha quis atribuir este inquérito ao governador Flávio Dino como se ele tivesse poder de influenciar naquilo que propõe o procurador Rodrigo Janot. “A irresponsabilidade realmente é de espantar. Mas o político que sugeriu, que difamou, no caso da JBS, especificamente, é o mesmo que votou contra as medidas cautelares que haviam sido determinadas pelo Supremo Tribunal Federal para serem aplicadas contra o senador Aécio Neves em razão das relações estranhas, possivelmente, espúrias com a JBS. Fatos esses que foram alvo de gravação pelo próprio proprietário da empresa, hoje preso, e que geraram a denúncia pelo Ministério Público Federal, pedindo o afastamento do parlamentar e a imposição de medidas cautelares”, comentou.

Postura incoerente

Na tribuna, o deputado disse estranhar que esse mesmo senador, que não deixou que um colega seu, do PSDB, fosse investigado, agora queira “jogar lama” em quem tem uma vida limpa, em quem nunca teve um escândalo envolvendo o seu nome. “É muita irresponsabilidade, é muita leviandade, é pena que o Maranhão tenha um senador desse quilate. Mas não dá para esperar muita coisa mesmo, afinal de contas Roberto Rocha lidera o trio de pára-choques do presidente da República, Michel Temer (PMDB)”, afirmou.

O deputado disse ainda que, dos três senadores maranhenses, Roberto Rocha é quem está lá como fiel escudeiro do presidente da República, Michel Temer (PMDB), apesar  de Edson Lobão e João Alberto, ambos do PMDB, também estarem na linha de frente do governo, que tem a rejeição de quase a totalidade do povo brasileiro e que a aceitação, nada mais é, do que a margem de erro na última pesquisa de 3%.

“Vejam só a incoerência do senador Roberto Rocha, o mesmo que votou pela cassação do mandato da presidenta Dilma Rousseff por, supostamente, ter cometido pedaladas fiscais, foi contra as medidas cautelares propostas pelo Supremo Tribunal Federal para investigar o senador Aécio Neves (PSDB), sendo que uma era presidente da República e ela foi acusada de pedaladas fiscais; o outro foi flagrado em um diálogo, no mínimo indecente, com um empresário com graves indícios de corrupção. Então, esse é um dos senadores que está lá representando o Maranhão”, disse Othelino.

Segundo o deputado, Roberto Rocha nunca conseguiu superar o fato de ter sido preterido, historicamente , pelo povo do Maranhão e não ter chegado ao governo do Estado. “Na cabeça do senador, o fato dele ser filho de um ex-governador dava-lhe o direito de ser governador, antes dos outros. Ele falava sempre que tem fila, como se a fila fosse algo hereditário, porque a cultura política do senador é a oligárquica que o povo já enterrou. Então, ele nutre isso, essa angústia, esse recentemente”, comentou.

Governo e negociatas

Durante o pronunciamento, Othelino disse esperar que, nas próximas eleições, Roberto Rocha saia candidato a governador para ele ver como é que o povo do Maranhão responde a gente irresponsável que não honra o voto do povo maranhense. “O domingo da eleição do ano que vem vai ser o Sábado de Aleluia do senador Roberto Rocha. Assim, os maranhenses vão malhá-lo até dar uma boa lição nele”, disse.

Na tribuna, Othelino disse também que Roberto Rocha nunca se conformou pelo fato do governador Flávio Dino não ter permitido que o mesmo fizesse negociatas, no governo do Maranhão, porque as pastas que ele queria foram apenas para arrecadar, para poder fazer o que ele não conseguiu, que era pagar as muitas dívidas que ele tem pelo Estado.

“O governador Flávio Dino não permitiu que ele fizesse negociatas no governo do Maranhão porque não aceita que ninguém o faça, nem senador e nem ninguém. E se esse era o preço para que ele continuasse aliado do governador e no nosso campo político, que ele vá para lá! Ele se parece muito mais com os que hoje ele acompanha, com o governo Temer imoral, que ele representa, do que conosco”, alfinetou.

Othelino disse que o grupo de Flávio Dino está muito melhor sem a companhia de Roberto Rocha. “Nós não fazemos questão de políticos desse quilate. Que ele fique para lá, mal acompanhado, que nós ficaremos aqui no caminho do bem para construir um Maranhão para todos os maranhenses”, finalizou.

O pronunciamento de Othelino Neto recebeu os apartes dos deputados Levi Pontes (PCdoB) e Bira do Pindaré (PSB).

Aprovação de projeto contra aplicativos seria um desserviço à população, diz Othelino Neto

Vice-presidente da Assembleia disse que aprovação de projeto seria um retrocesso

O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), demonstrou preocupação com a polêmica em torno do Projeto de Lei Complementar, n.º 28, que tramita no Senado, e que, possivelmente, criará embaraços para aplicativos como o Uber e outros semelhantes. Para ele, caso o Congresso aprove essa matéria que inviabiliza essas novas formas de tecnologia, será um desserviço aos brasileiros.

Segundo o deputado, essas novas modalidades de transportes alternativos têm sido muito utilizadas pela população que já se habituou à sua praticidade. “Que o Senado Federal reflita bem sobre esta matéria, que tem chamado a atenção do Brasil e provocado grandes debates nas redes sociais”, disse Othelino durante o pronunciamento.

O parlamentar lembrou que, após o surgimento do Uber e de outros aplicativos semelhantes, pelos quais se pode acionar o veículo pelo celular, houve inclusive, em São Luís, uma preocupação dos taxistas em melhorar os serviços. De acordo com ele, houve maior controle dos preços, porque esses aplicativos começaram a aplicar preços abaixo dos cobrados pelo mercado de transporte e pôde ser notada uma grande aceitação da população.

“Não só aqui em São Luís, mas em outras cidades por onde andamos, percebemos que esses aplicativos viraram uma realidade. Várias, milhares de pessoas utilizam a todo tempo os aplicativos”, disse Othelino ao defender que os aplicativos sejam regulamentados, que paguem os seus tributos normalmente, assim como os taxistas. Segundo ele, criar um embaraço legal com a aprovação desse projeto é, mais uma vez, virar as costas para a população brasileira.

Othelino disse esperar que o Congresso Nacional que, nos últimos tempos, tem tido decisões que entristecem o país, mais uma vez, não aprove um projeto de lei que vai desagradar a grande maioria da população. O deputado lembrou que hoje cerca de 500 mil motoristas estão envolvidos com o Uber e outros aplicativos.

“Neste momento de crise, onde o desemprego ainda está elevadíssimo, são alternativas que permitem com que todas essas pessoas e, consequentemente, suas famílias tenham renda. Agora criar um embaraço legal vai agravar, fazendo com que essas pessoas também passem a constar na lista dos desempregados com as consequências econômicas e sociais que isso vai acarretar”, afirmou.

O deputado disse torcer – embora não conte com a sensibilidade dos senadores do Maranhão que têm decepcionado, para que os parlamentares brasileiros, em sua maioria, não permitam o retrocesso e não imponham óbices legais ao Uber e a outros aplicativos porque eles só fazem bem à população. “E, neste caso, esta concorrência faz bem para as pessoas que têm o serviço diversificado de transporte para utilizar, de acordo com a sua própria opção”, frisou.

Ao finalizar, Othelino disse que o pronunciamento não é, de nenhuma forma, para desagradar aos taxistas, mas para garantir que eles tenham o seu espaço; que os prestadores de serviços desses aplicativos também possam trabalhar, claro, regulamentados, pagando os impostos, normalmente, para que também não haja concorrência desleal com nenhuma categoria.

“Proibir não é a solução. Isso criaria um grande problema social para o Brasil e seria mais um ato do Senado que mostraria estar de costas para a sociedade. Então, peço que o Senado Federal reflita bem sobre este projeto de lei, número 28, que tem chamado a atenção do Brasil e provocado grandes debates nas redes sociais”, concluiu.

“A Câmara virou as costas para o povo brasileiro”, diz Othelino ao criticar votação sobre Temer

 

Segundo o vice-presidente da Assembleia, pedalada fiscal não pode ser considerada um crime mais grave que formação de quadrilha

O primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), classificou de  triste página da história política do Brasil o fato da Câmara Federal não ter autorizado a ação penal contra o presidente da República, Michel Temer (PMDB), na sessão da última quarta-feira (26). Segundo o parlamentar, o Congresso Nacional virou as costas para o povo brasileiro, quando deveria aprovar a investigação e o prosseguimento do processo contra o peemedebista.

“Se autorizasse a ação penal, a Câmara apenas permitiria ao Supremo Tribunal Federal (STF) que desse andamento ao processo criminal proposto pelo Ministério Público. Ao final, poderia o presidente da República ser condenado ou absolvido, mas o parlamento, num momento, repito e enfatizo, triste da sua história, resolveu, mais uma vez, negar autorização para que o presidente da República fosse processado, a mesma Casa que afastou a presidente da República, Dilma Rousseff. Independente daqueles que simpatizam mais do que antipatizam ou simpatizam menos, ela foi penalizada sob acusação de ter cometido pedaladas fiscais”, lamentou Othelino.

Segundo o vice-presidente da Assembleia, pedalada fiscal não pode ser considerada um crime mais grave que formação de quadrilha, que associação criminosa, que obstrução da Justiça, etc. O deputado disse que, além das razões jurídicas que ensejaram a denúncia, existe uma ampla reprovação, desejo nacional manifestado nas mais diversas pesquisas feitas, inclusive, por veículos de imprensa que patrocinaram a chegada de Michel Temer ao poder, que evidenciam o quanto o país deseja ver o presidente da República fora do Palácio do Planalto.

“Enquanto isso, o saco de maldade continua aberto na história recente. Desde a redemocratização do Brasil, nunca um presidente da República tinha tido coragem de tantos atos contra a sociedade, contra os direitos, historicamente, conquistados a duras penas, nem o PSDB, que inaugurou a redução do Estado brasileiro – em alguns casos, com razão, em outros tantos de forma equivocada – atreveu-se a ir tocar lá no direito sagrado do trabalhador, revogando itens importantes da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), ameaçando mudar a legislação previdenciária a ponto de impedir que maranhenses cheguem à aposentadoria, porque nós temos ainda a menor expectativa de vida do país”, comentou o vice-presidente da Assembleia.

Da tribuna, Othelino questionou a que preço a Câmara dos Deputados negou a autorização para processar o presidente da República. “A preço de favores aos ruralistas que cometeram ilícitos ambientais e agora tiveram as suas multas perdoadas. Ao preço de permitir que trabalhadores sejam escravizados e impedir que a fiscalização chegue e possa ter atitudes rápidas para resgatar os trabalhadores. A preço que custarão milhões aos brasileiros em detrimento do Sistema de Saúde Pública, em detrimento de ações que, efetivamente, os brasileiros estão esperando”, afirmou o deputado.

Othelino disse que, há décadas, o Brasil não enfrentava uma situação como essa, de retração econômica, de crise política e de falta de absoluta credibilidade do presidente da República. Segundo ele, 253 deputados federais tiraram do Brasil a possibilidade de virar essa página triste da história. “Ainda bem que a população está atenta para saber reconhecer quem ficou do lado do Brasil e contra o país apenas para proteger interesses políticos imediatos com vistas às eleições do ano que vem”, frisou.

Durante o pronunciamento, o vice-presidente da Assembleia cumprimentou sete dos 18 deputados federais do Maranhão, nas pessoas de Rubens Pereira Júnior e de Weverton Rocha, estendendo aos outros que votaram “sim” ao prosseguimento da denúncia e para que o presidente da República pudesse ser afastado do cargo e julgado pelo Supremo Tribunal Federal.

“Que daqui para frente tenhamos páginas melhores, mas esses momentos tristes ficarão para a história e aqueles que chancelaram, certamente, no futuro, vão ver que fizerem péssimo serviço ao Brasil”, concluiu Othelino Neto.

“Queremos derrotar é Roseana e não Roberto Rocha que parece ser alérgico a voto”, desafia deputado

 

Othelino disse, durante o debate político, esperar que Roseana Sarney tope encarar as urnas, pela primeira vez, sem estar lotada no Palácio dos Leões

Em um debate político quente, travado em plenário na sessão desta quinta-feira (19) com a oposição, o deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) desafiou a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) a entrar mesmo na disputa pelo governo do Estado nas eleições do próximo ano. Segundo o parlamentar, o grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) prefere enfrentar ela ao senador Roberto Rocha (PSDB) para, na oportunidade, comparar o Maranhão de hoje com o de ontem (período em que era governado pela oligarquia sarneysista).

“Nós queremos derrotar é a ex-governadora Roseana Sarney. Nós não queremos derrotar o senador Roberto Rocha porque ele me parece alérgico a voto. Ela está conclamada a ser candidata para nós mostrarmos que o Maranhão não quer voltar para o atraso e aí vamos comparar se está bom hoje ou se o povo quer voltar para os tempos em que o Estado só era notícia nacional por escândalos e pelos piores indicadores do Brasil. Está feito o desafio”, disse o deputado da tribuna da Assembleia.

Othelino disse, durante o debate com os deputados oposicionistas Adriano Sarney e Edilázio Júnior, ambos do PV, esperar que Roseana Sarney tope encarar as urnas, pela primeira vez, sem estar lotada no Palácio dos Leões. “As notícias negativas ainda vão acontecer porque o governador Flávio Dino não é mágico, e o estrago que vocês fizeram foi muito grande. Pegaram um estado próspero e transformaram no mais pobre do Brasil. Ratifico o convite à ex-governadora Roseana para entrar na disputa. Nós queremos é derrotá-la nas urnas para ela ver como é que o povo faz com relação a quem trabalha e a quem empobrece o Estado”, disparou o deputado.

Emendas de bancada

Durante o pronunciamento, Othelino fez também duras críticas aos senadores maranhenses Roberto Rocha (PSDB), João Alberto (PMDB) e Edison Lobão (PMDB) por se recusarem a assinar as emendas de bancada para ajudar a custear despesas de saúde nos municípios maranhenses. Para que elas tenham validade no ano que vem, são necessárias as assinaturas de 14 dos 18 deputados federais e de dois senadores. Doze já se dispuseram a firmar, mas, segundo o vice-presidente da Assembleia, nenhum dos três senadores se dispôs a fazer o mesmo, meramente, por uma represália política pensando na eleição do ano que vem.

Parte desses recursos, a menor parte, ficaria com o governo e a maior parcela iria para os municípios que todos sabemos a situação que enfrentam. Usam o FPM (Fundo de Participação) para custear as despesas. Ocorre que esse recurso também não está mais dando. Então essa emenda de bancada serviria para socorrer os municípios na Saúde. Mas para a surpresa de todos nós, os três senadores se recusam a assinar”, detonou Othelino.

Em seu pronunciamento, o deputado destacou que o governador Flávio Dino disse, publicamente e pediu que transmitisse a quem de direito, que se o problema é porque o recurso chegará ao Estado, o governo abre mão do que ficaria, desde que ele vá, diretamente, para os municípios. Segundo o vice-presidente da Assembleia Legislativa, a gestão precisa, mas, para evitar que a sociedade seja punida, ele pode tomar essa medida.

“É um gesto de grandeza do governador Flávio Dino em reação a uma atitude pequena, mesquinha dos três senadores do Maranhão, que, somados os três, infelizmente, não estão valendo por um. E a prova de que o Maranhão hoje é diferente são momentos como esse de hoje, quando, para resolver uma questiúncula política, o governo abre mão de receber recursos, desde que eles se destinem aos municípios”, comentou Othelino.

Othelino classifica de retrocesso portaria do MTB sobre mão-de-obra análoga à escrava

O deputado disse que já não se surpreende mais com o que ocorre na gestão Michel Temer e que, a cada dia, surge uma nova maldade contra o povo brasileiro

O primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), classificou de retrocesso histórico a portaria assinada pelo ministro do Trabalho do governo Michel Temer, Ronaldo Nogueira, que, segundo o parlamentar, gera graves e ruins consequências quanto à política e à legislação no que diz respeito ao combate à mão-de-obra análoga à escrava. Ele disse que a medida visa, de forma clara, atender somente a interesses de setores específicos do Congresso Nacional e flexibiliza a legislação.

Na tribuna, o deputado disse que o Brasil vinha sendo, com a sua legislação, referência no combate ao trabalho escravo e agora – com esta portaria, onde, por meio da qual, o ministro avoca para si a comunicação da lista de empregadores que foram, por meio da fiscalização do Ministério do Trabalho, surpreendidos utilizando mão-de-obra análoga à escrava – essa divulgação deixa de ser feita por uma equipe técnica multidisciplinar e passa a ser realizada somente após a autorização política do MTB.

“O que chamou a atenção, não só de diversas instituições no Brasil – do Ministério Público do Trabalho, de entidades não governamentais, de organismos internacionais – por ser um grave retrocesso. A medida alterou até a forma de abordagem da fiscalização. Até antes de entrar em vigor esta portaria, se trabalhadores fossem encontrados nesta condição desumana de trabalho, a presença dos técnicos do Ministério do Trabalho já seria suficiente para que esses operários fossem resgatados”, comentou o deputado.

Othelino disse, durante o pronunciamento, que, a partir da recente portaria, agora esse resgate só será permitido com a presença de força policial e de outros procedimentos que dificultam essas providências. “Então, é lamentável que, a cada denúncia que é oferecida contra o presidente Michel Temer, mais um interesse específico e, muitas vezes escuso, seja atendido pelo governo. Tomara que não haja novas denúncias porque, a cada uma delas, parece que o presidente vende mais um pedaço do Brasil e persegue mais direitos do povo brasileiro conquistados às duras penas em lutas históricas”, afirmou.

O deputado disse que já não se surpreende mais com o que ocorre na gestão Michel Temer e que, a cada dia, surge uma nova maldade contra o povo brasileiro. “Não há mais o que se esperar de um governo que começou de forma ilegítima, de um presidente que tem um passado sombrio e que não tem futuro na política. Aí, realmente, não há o que esperar mais nada, a não ser um pacote de maldades que, espero em Deus, termine o quanto antes, porque, depois de passada essa temporada em que o Brasil, tristemente, está sob o comando do PMDB, serão muitos anos para que consigamos reverter os retrocessos que foram impostos ao país por conta desse desgoverno”, comentou.

Para concluir, o deputado reiterou que a nova portaria atende a setores específicos e à Bancada Ruralista do Congresso. Ele disse que por isso foi à tribuna denunciar esta negociação espúria e, extremamente, prejudicial ao brasileiro e à imagem do país lá fora.

Othelino destaca inauguração da obra da Ponte sobre o Rio Novo em Paulino Neves

Na tribuna, o deputado destacou que a obra já havia sido prometida em outros momentos, por outros governantes, mas nunca realizada

O primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), destacou, na sessão desta segunda-feira (16),  a inauguração da ponte de concreto sobre o Rio Novo, em Paulino Neves, na última sexta-feira (13), pelo governador do Estado, Flávio Dino (PCdoB). Uma das maiores obras entregues esta semana pelo governo que transformou em realidade um sonho de várias décadas da população.

Segundo o deputado, com a nova ponte, os moradores poderão se deslocar com segurança às demais localidades, a produção poderá finalmente ser escoada e o turismo será fortalecido com um caminho – mais seguro e rápido – ligando Barreirinhas ao Delta do Parnaíba e Jericoacoara.

“A ponte de concreto, que liga os dois lados do município, que antes era interligado apenas por uma via de madeira que já estava velha e inclusive com riscos de desabar, enfim, transformou-se em realidade. Lembro-me bem que, em 2014, estivemos lá e o então candidato a governador do Estado, Flávio Dino, assumiu este compromisso com o Maranhão, em particular com o município de Paulino Neves, de construir a tão sonhada ponte de concreto sobre o Rio Novo”, comentou o deputado.

Na tribuna, Othelino Neto destacou que a obra, que já havia sido prometida em outros momentos, em especial em véspera de eleição para obter os votos e a simpatia da população daquela região, foi realizada e inaugurada por Flávio Dino. “Foi um momento mágico, ímpar para o Maranhão, em particular, para a população de Paulino Neves. Vi, como todos nós que estivemos lá, a alegria daquele povo, que, espontaneamente, foi para a inauguração da ponte. E as pessoas felizes, comemorando por, finalmente, verem realizado algo que já parecia distante. Promessa feita na campanha, palavra cumprida no governo”, afirmou.

O deputado frisou que o governo Flávio Dino, de muitas realizações, vai rompendo algumas promessas, que já haviam virado lenda como, por exemplo, a ponte do Balandro, no município de Bequimão, como esta no município de Paulino Neves, como a MA-012, que liga Barra do Corda a São Raimundo Doca Bezerra e tantas outras. “Obras que governadores que passaram, alguns prometeram, mas que não conseguiram cumprir”, afirmou.

Durante o pronunciamento, Othelino agradeceu ao governador Flávio Dino por realizar a obra em Paulino Neves, uma região que sempre lhe tem dado votações significativas, e  cumprimentou também, pela dedicação, o secretário de Infraestrutura do Estado, Clayton Noleto. Segundo ainda o parlamentar, além de atender aquela população, esta ponte e, em seguida, a pavimentação dos quase 30 km de Paulino Neves até Barreirinhas, serão essenciais para fazer a ligação definitiva da chamada Rota das Emoções.

“Agora, com a ponte de concreto concluída e a pavimentação já em andamento, nesse trecho entre Paulino Neves e Barreirinhas, nós vamos ficar interligados ao litoral do Piauí, à Rota das Emoções, com um elevado impacto no turismo, consequentemente, com a geração de emprego e de renda no nosso Estado. Enfim, uma obra histórica, que merece a nossa comemoração, que vai fazer com que o turismo se desenvolva mais, e os benefícios alcançados chegarão à população”, concluiu o deputado.

CCJ da Assembleia analisa e aprova pareceres a projetos apresentados por deputados

Algumas matérias foram rejeitadas dentro da CCJ, a exemplo do projeto de lei ordinária nº 164/2017, de autoria do deputado Wellington do Curso

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) analisou e aprovou, na reunião desta terça-feira (10), pareceres a projetos apresentados pelos próprios deputados. O presidente da CCJ, deputado Marco Aurélio (PCdoB), disse que outros projetos ficaram para ser analisados na próxima reunião.

Um dos que recebeu sinal verde é o projeto de resolução legislativa nº 037/2017, de autoria do deputado Othelino Neto (PCdoB), que concede  o Título de Cidadão Maranhense ao médico João Furtado de Araújo Segundo, natural de Teresina, relatado pelo deputado Antônio Pereira (DEM). Também passou o projeto de resolução legislativa nº 036/2017, do deputado Wellington do Curso (PP), que concede a Medalha   do Mérito Legislativo “Nagib Haickel”, ao prefeito João Dória Júnior, prefeito de São Paulo, relatado pelo deputado Eduardo Braide (PMN).

Passaram ainda os projetos de lei ordinária nº 250/2017, de autoria do deputado Zé Inácio (PT), que inclui no calendário cultural oficial do Governo do Estado, o evento Festival de Cultura Popular de Fortuna; e o nº 247/2017, do deputado Eduardo Braide, que institui o dia 04 de abril como o Dia Estadual dos Protetores dos Animais.

Algumas matérias foram rejeitadas dentro da CCJ, a exemplo do projeto de lei ordinária nº 164/2017, de autoria do deputado Wellington do Curso, que regulamenta a colocação de placas informativas em todos os shows públicos realizados pelos municípios e Governo do Estado.

Vários projetos foram retirados de pauta para que sejam apreciados na próxima reunião. Um deles é o de lei ordinária nº 050/2017, de autoria do deputado Wellington do Curso, que dispõe sobre a instalação por parte das concessionárias e permissionárias de serviço de transporte coletivo de pessoas, de dispositivos de pânico que gerem a mensagem “ Socorro”! Assalto!, nos letreiros luminosos dos veículos para informar a ocorrência de assaltos. Outro retirado é o projeto de lei ordinária nº 225/2017, de autoria da deputada Ana do Gás (PCdoB), que cria normas para condução e permanência de cães em determinados locais.

Conselho da Ufma aprova bonificação de 20% para estudantes maranhenses no Enem…

Deputados acompanharam as discussões e a reunião do Consepe

Os membros do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) aprovaram por unanimidade, em reunião nesta segunda-feira (9), a política de ação afirmativa que dispõe sobre o ingresso qualificado de estudantes de escolas públicas e privadas do Maranhão à universidade, por meio do acréscimo de 20% nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A proposta é do deputado Professor Marco Aurélio (PCdoB), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Bonificação. O vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB) e o deputado Bira do Pindaré (PSB) também participaram da discussão.

O acréscimo valerá para todos os alunos que tenham cursado o 9º ano do Ensino Fundamental e o 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio em escolas públicas ou privadas do Maranhão, e optem pela graduação em quaisquer dos campi da UFMA.

Segundo o deputado Professor Marco Aurélio, autor da proposta, a medida visa diminuir a exclusão de estudantes maranhenses do processo de Seleção Unificada (Sisu), perdendo a vaga para candidatos de outros locais do país, que, na maioria das vezes, cursavam o primeiro ano e logo transferiam o curso para seu estado, deixando a vaga na UFMA ociosa.

“Fico imensamente feliz pelo acolhimento da reitoria e dos conselheiros e, também, pela participação muito forte da Assembleia Legislativa e de toda a população. Agora vamos à confirmação dessa política, com a implementação dessa ação afirmativa. É uma grande vitória para o povo do Maranhão”, declarou o parlamentar.

O deputado Othelino Neto destacou a importância do Poder Legislativo sugerir e acompanhar essa votação, que vai que garantir mais acesso aos cursos oferecidos pela UFMA aos estudantes maranhenses. “Assim, serão corrigidas distorções, diminuindo um processo de elitização, permitindo que os maranhenses tenham acesso à classificação para a Universidade Federal do Maranhão e diminuindo a evasão, que em especial nos campi do interior do estado é muito elevada”, assinalou o vice-presidente da AL.

O deputado Bira do Pindaré comentou a importância do ingresso qualificado para beneficiar os estudantes tanto da capital, quanto do interior do estado. “Essas vagas ociosas podem ser ocupadas por maranhenses, que estão aptos. Por isso estamos propondo essa medida, que vai corrigir essa distorção e garantir o maior acesso dos maranhenses a um curso superior, que é uma coisa extremamente necessária para o nosso desenvolvimento social e econômico”, afirmou.

O deputado federal Deoclides Macedo, que é da Comissão de Educação da Câmara Federal, também participou do encontro do Consepe e destacou a importância da aprovação da política afirmativa. “A Universidade Federal do Maranhão faz justiça com alunos que estão nos nossos interiores e almejam entrar na universidade. Fico feliz, como membro da Comissão de Educação da Câmara Federal, de estar fazendo parte desse trabalho e discussão tão importante”, completou.

O Enem vai ser realizado em dois fins de semana do mês de novembro. A expectativa é que o ingresso qualificado seja utilizado nas notas do Sisu já nesta edição do exame. “Nós vamos dar continuidade ao processo, encaminhando para a Pró-Reitoria de Gestão, para que sejam feitas as devidas questões administrativas e a Reitoria vai expedir a Resolução. A proposta é que os alunos já possam participar do Enem com essa Resolução assinada e definida”, garantiu a reitora Nair Portela.