Em Brasília, PDT fecha questão contra Reforma da Previdência

Presente no evento que reuniu um grande número de correligionários trabalhistas, o presidente da Famem, prefeito Erlanio, confirmou seu alinhamento à deliberação partidária.

O PDT fechou questão contra a Reforma da Previdência proposta pelo governo Jair Bolsonaro encaminhada ao Congresso Nacional. A decisão foi retirada durante a XXV Congresso Nacional do Partido realizado nesta segunda-feira (18), em Brasília.

Membros da Executiva Nacional, do Conselho Político, Senadores, Deputados Federais, Prefeitos, presidentes de movimentos partidários e comissões provisórias estaduais e delegados eleitos participaram da convenção que reconduziu o presidente Carlos Lupi para mais um mandato. Os convencionais analisaram a atual conjuntura política e temas mais prementes, como a reforma da Previdência.

Presente no evento que reuniu um grande número de correligionários trabalhistas, o presidente da Famem, prefeito Erlanio, confirmou seu alinhamento à deliberação partidária.

“A proposta de Reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro é um retrocesso. Além de cortar direitos, sacrifica enormemente os mais vulneráveis. Isso vai contra a história e o legado do PDT. O partido dirá um não rotundo à reforma da Previdência de Bolsonaro!”, afirma Erlanio.

Osmar Filho dialoga com Movimento das Mulheres do PDT

O grupo também foi convidá-lo para a implantação do Fórum Estadual de Organismos de Mulheres de Partidos, que terá o PDT como um de seus membros e será instalado no estado no próximo dia 28

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT) recebeu neta quinta-feira (14), representantes da Ação da Mulher Trabalhista (AMT), movimento de mulheres do partido que foram apresentar ao chefe do Legislativo Municipal a sua nova Executiva Estadual.

O grupo também foi convidá-lo para a implantação do Fórum Estadual de Organismos de Mulheres de Partidos, que terá o PDT como um de seus membros e será instalado no estado no próximo dia 28, em uma solenidade na Assembleia Legislativa do Maranhão.

“O Osmar, como presidente da Câmara de Vereadores e integrante da executiva nacional, não pode ficar de fora de um momento como este, que será histórico, não só para o partido, mas para o movimento de mulheres no Maranhão e no Brasil. Recebemos o seu apoio na busca da paridade, não só na política, como nos diversos espaços de poder”, disse Kariadine Maia, presidente do coletivo.

Fazendo uma ampla reflexão sobre o papel da mulher na sociedade e dos espaços que tem conquistado, Omar Filho agradeceu a visita e se colocou a disposição, enquanto membro do partido, vereador e presidente do Legislativo Municipal, para colaborar com as ações da AMT e com a sua luta para conquistar mais espaço na sociedade e na política. “É um processo natural que cada vez mais as mulheres ocupem esses espaços”, ressaltou o vereador.

Ele lembrou o ótimo desempenho do PDT nas últimas eleições – municipal, estadual e federal – e que nesses processos a contribuição das mulheres do partido foi de grande importância.

Além da presidente da AMT, o encontro teve as presenças da vice-presidente Marileide Rocha Marques de Souza, da secretária geral Dilma Nascimento, da assessora jurídica Fernanda Verde e da vice-prefeita de Santa Quitéria e tesoureira do movimento, Ana Cláudia.

Reunião entre Ivaldo Rodrigues e Juscelino Filho evidencia união para 2020

Ivaldo Rodrigues do PDT, em reunião com o presidente do DEM no Maranhão, o deputado federal Juscelino Filho

A recente reunião entre o presidente do DEM no Maranhão, o deputado federal Juscelino Filho, e o secretário de Articulação Política, Ivaldo Rodrigues (PDT), mostra que as legendas deverão caminhar juntas em 2020 na sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Jr.

Ivaldo Rodrigues é vereador licenciado de São Luís e sempre aparece como um dos possíveis nomes do PDT para 2020.

O DEM de Juscelino também já conta com dois possíveis nomes para a disputa, o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão. Além do deputado estadual Neto Evangelista que já sinalizou a intenção de entrar na disputa.

Ainda é muito cedo para fechar qualquer questão sobre 2020, mas as conversas das legendas que estão juntas desde 2016, podem avançar e trazer mais novidades.

Ariston Ribeiro e Zito Rolim na expectativa de assumir uma vaga na Alema

Ambos os políticos foram bem votados e aguardam o anúncio de novos deputados para cargos no Governo do Estado para assumir uma vaga na Alema

A reforma administrativa iniciada pelo governador Flávio Dino (PCdoB), tem colocado muitos políticos maranhenses na expectativa de assumir uma vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão. É o caso dos suplentes de deputado estadual Ariston Ribeiro (Avante) e Zito Rolim (PDT).

Com o retorno do deputado estadual Edivaldo Holanda, que assume pela indicação de Marcelo Tavares para a Casa Civil do Governo do Estado. Os próximos da fila são Ariston e Zito.

Ariston é vice-prefeito de Santa Rita e irmão do presidente do Avante, Hilton Gonçalo. Já Zito Rolim foi prefeito de Codó por duas vezes.

Ambos os políticos foram bem votados e aguardam o anúncio de novos deputados para cargos no Governo do Estado para assumir uma vaga na Alema.

Weverton Rocha é escolhido líder do PDT no Senado Federal

A bancada do PDT no Senado é formando pelos senadores Kátia Abreu (TO), Cid Gomes (CE), Acir Gurgacz (RO) e Weverton Rocha (MA)

O senador maranhense Weverton Rocha, foi escolhido líder da bancada do PDT no Senado Federal.

“Em reunião, os senadores do PDT me escolheram como líder da bancada em 2019. A decisão é uma honra e uma grande responsabilidade. Como fiz na Câmara, atuarei na liderança do PDT no Senado comprometido com os ideais do partido e os interesses da sociedade”, escreveu Weverton em suas redes sociais.

Weverton já exerceu dois mandatos como deputado federal. Em 2018, foi eleito senador com uma votação histórica no estado do Maranhão, contabilizando 1.997,443 votos, o que lhe garante a maior votação para senador da história do Estado.

A bancada do PDT no Senado é formando pelos senadores Kátia Abreu (TO), Cid Gomes (CE), Acir Gurgacz (RO) e Weverton Rocha (MA).

PCdoB confirma indicação de apoio a Maia para presidência da Câmara

A indicação do PCdoB e do PDT de apoio a Maia ainda será discutida com o PSB, outro partido que pretende formar bloco de oposição ao governo.

Após reunião entre parlamentares e a Executiva Nacional do partido, o PCdoB decidiu, no início da noite de terça-feira (15), indicar apoio à candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara. Com a resolução, o partido se une ao PDT de Ciro Gomes, que também optou pelo apoio a Maia no último final de semana.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, a presidenta do PCdoB, Luciana Santos, pondera que Rodrigo Maia tem cumprido acordos com o partido nos últimos anos e que “o momento é de fazer composições políticas que permitam que nosso combate, debate de ideias e resistência possam se desenvolver”, já que uma candidatura de um parlamentar de esquerda seria praticamente inviável.

A indicação do PCdoB e do PDT de apoio a Maia ainda será discutida com o PSB, outro partido que pretende formar bloco de oposição ao governo.

Os outros partidos do campo progressista, PT e PSOL, rejeitam um eventual apoio a Rodrigo Maia ou a qualquer candidato ligado ao chamado “centrão” ou ao governo. O PSOL já lançou Marcelo Freixo (RJ) como candidato à presidência da Casa. O PT, por sua vez, ainda não indicou nem candidato e nem apoio, mas garantiu que não seguirá a mesma indicação de PDT e PCdoB.

PSB, PDT e PCdoB anunciam bloco de oposição a Bolsonaro na Câmara

A criação do bloco vinha sendo discutida por esses partidos desde o resultado da eleição deste ano

As lideranças do PSB, PDT e do PCdoBna Câmara dos Deputados anunciaram nesta quinta-feira (20), por meio de nota conjunta, que formarão bloco de oposição ao governo Jair Bolsonaro na próxima legislatura.

A criação do bloco vinha sendo discutida por esses partidos desde o resultado da eleição deste ano, que elegeu Bolsonaro presidente da República. O PT, adversário de Bolsonaro no segundo turno, não aderiu ao bloco de oposição na Câmara.

Na nota divulgada à imprensa, os partidos afirmam que formarão um bloco partidário que “fortaleça as posições políticas e a ação parlamentar” das legendas.

Afirmam, ainda, que o bloco será formado por “partidos que têm identidade histórica e mais aqueles que eventualmente ao bloco queiram se reunir”, deixando espaço para futuros aliados.

Pouco depois do anúncio, nesta quinta, o presidente eleito publicou no Twitter que se essas legendas resolvessem o apoiar “preocuparia o Brasil”.

Eleição presidencial

Juntos o PSB, PDT e PCdoB elegeram 69 deputados para a próxima legislatura, que começa no ano que vem. A maior bancada da Câmara é do PT, que elegeu 56 deputados. A segunda maior bancada é do PSL, partido de Bolsonaro, que elegeu 52 deputados.

No primeiro turno da eleição presidencial, o PDT teve Ciro Gomes como candidato ao Planalto, mas ele recebeu 13,3 milhões de votos (12,4%) e ficou em terceiro lugar; o PSB não apoiou candidato.

Já no segundo turno, o PDT manifestou “apoio crítico” a Fernando Haddad (PT), e o PSB decidiu apoiar o petista.

O PCdoB compôs a chapa de Haddad com Manuela D’Ávila como candidata a vice-presidente da República.

Leia nota assinada pelos líderes dos partidos

O Partido Socialista Brasileiro, o Partido Democrático Trabalhista e o Partido Comunista do Brasil, através dos líderes de suas bancadas na Câmara dos Deputados, anunciam que, na próxima legislatura, comporão um bloco partidário que fortaleça as posições políticas e a ação parlamentar desses partidos que têm identidade histórica e mais aqueles que eventualmente ao bloco queiram se reunir. Reafirmam, assim, que farão oposição ao governo eleito, em conformidade com o resultado e o desejo expresso pelas urnas, da defesa da Democracia, dos direitos sociais, dos valores éticos e republicanos, e defenderão ideias e propostas a favor dos interesses do país.

André Figueiredo, líder do PDT

Orlando Silva, líder do PCdoB

Tadeu Alencar, líder do PSB

Bloco formado por PDT, PSB e PCdoB quer assumir protagonismo na esquerda

Os partidos apostam no progressivo enfraquecimento político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, encerrada a eleição

O Globo

A tentativa de PDT ,PSB e PCdoB de se descolar do PT e ganhar o protagonismo da centro-esquerda passa por uma aposta: o progressivo enfraquecimento político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, encerrada a eleição.

Líderes desses partidos admitem que o ex-presidente mostrou força política na disputa pela Presidência da República. Atribuem a ele o mérito pela chegada de Fernando Haddad (PT) ao segundo turno. Preveem, no entanto, que Lula, preso em Curitiba, irá perder cada vez mais musculatura.

Integrante da ala do PSB crítica ao PT, um deputado diz que, nos últimos anos, Lula foi o principal responsável por conseguir barrar tentativas do partido de “bater asas”. Avalia que, graças à articulação do ex-presidente, o PSB não apoiou Ciro Gomes (PDT) este ano.

Enquanto parte do PSB pressionava a direção partidária a apoiar Ciro, o PT garantiu a “independência” do antigo aliado na corrida presidencial ao apoiar a reeleição do governador Paulo Câmara (PSB) em Pernambuco.

Embora ainda dividido, o partido caminha agora para ter maioria contrária à união com o PT. Esse parlamentar diz que Lula estar “fora de circulação” ajudou na aproximação com PDT, PCdoB e outros partidos.

“Oposição construtiva”

Sob a liderança dos irmãos Ciro e Cid Gomes, líderes dessas legendas têm se reunido semanalmente para fechar blocos na Câmara e no Senado. Dizem que vão fazer uma “oposição construtiva”, diferente da que o PT comanda contra Michel Temer (MDB).

Presidentes das siglas dizem, porém, que é prematuro dizer que o ex-presidente está fora do jogo político.

“Ele mostrou força eleitoral. Lula colocou no segundo turno um poste sem luz, que era Haddad. Mas com o tempo, na situação que ele está, a tendência é se enfraquecer”, diz o presidente do PDT, Carlos Lupi.

No comando do PSB, Carlos Siqueira diz que “é preciso esperar para ver se o tempo confirmará a redução (do poder político de Lula)”. Mas pondera que “as lideranças não são eternas” e o ex-presidente já está com a atuação política “limitada”.

“Há uma limitação. É uma pessoa que sequer pode conversar com os líderes de muitas agremiações porque está preso. No mínimo, está com ação limitada porque não tem como se comunicar”, comenta.

Embora admitam reservadamente insegurança sobre o futuro do “lulismo”, petistas negam o enfraquecimento do ex-presidente no próprio partido. Dizem que vão manter a bandeira “Lula livre”. Atribuem a ele o “reerguimento” da legenda pós-2016.

Naquele ano, o PT enfrentou uma série de derrotas. Entre elas, o impeachment da então presidente Dilma Rousseff; a condução coercitiva de Lula, considerada o início do caminho que o levou à prisão; e o encolhimento nas eleições municipais, com perda de várias prefeituras importantes , como São Paulo.

Para dirigentes petistas, foi a “inteligência política” do ex-presidente que reergueu o partido. Enquanto as denúncias contra ele e o PT avançavam, Lula intensificava o discurso de que se tratava de uma estratégia para impedi-lo de voltar ao comando do país.

Por não ter nenhuma liderança com o mesmo peso para substituí-lo, diz um antigo companheiro do ex-presidente, o PT continuará se fiando em Lula, enquanto tenta traçar o caminho da renovação de quadros.

Contra Renan Calheiros, senadores cogitam apoiar ura de Tasso Jereissati

O nome do tucano conta com a simpatia do bloco PPS, PDT e Rede, que soma 14 senadores

Estadão

Em uma tentativa de quebrar a hegemonia do MDB no comando do Senado e frear a articulação do senador Renan Calheiros (MDB-AL) para voltar à presidência da Casa, senadores eleitos do PSDB, PDT, PPS, Rede e setores do PSL avaliam apoiar a candidatura de Tasso Jereissati (PSDB-CE).

O nome do tucano conta com a simpatia do senador eleito Cid Gomes (PDT-CE), que foi adversário político de Tasso no Ceará, e também do bloco PPS, PDT e Rede, que soma 14 senadores.

“Tasso é um nome excelente, tem o perfil. Uma das nossas preocupações é termos alguém respeitável, que possa elevar o nome do Senado, mas não podemos ter um nome só. Nosso objetivo é compor uma maioria e, para isso, é preciso abrir portas”, disse Cid Gomes.

A bancada do PSDB, que conta com oito senadores (e deve receber mais uma parlamentar, Maisa Gomez, do Acre), apoia o nome de Tasso, o que daria a ele, na largada, 23 votos.

A movimentação ocorre no momento em que aliados do presidente eleito, Jair Bolsonaro, vislumbram dificuldades no Senado devido à fragmentação partidária registrada na eleição.

A pedido de Bolsonaro, o PSL não deve disputar a presidência da Casa e o presidente eleito tem dito não pretender atuar na disputa. A sigla, porém, rejeita Renan. Um cenário avaliado pelo PSL é o de apoiar o senador David Alcolumbre (DEM-AP), mas, se ele não se viabilizar, Tasso é visto como uma opção “moderada”.

O senador tucano se reuniu na semana passada com a depurada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP). Quando questionado sobre sua candidatura, Tasso diz que, se for apoiado por um conjunto de partidos, aceita o “desafio”.

Oposição

O PT até agora não fez uma discussão formal sobre a posição do partido na escolha do presidente do Senado. Segundo o senador Humberto Costa (PT-PE), líder da legenda na Casa, a sigla defende a manutenção da regra da proporcionalidade – pela qual o MDB, que tem a maior bancada, indica o presidente – como forma de blindar o Senado de um possível avanço do Executivo.

“Tem de ser alguém com autonomia e independência. Viemos de dois períodos com o Executivo fraco (Dilma Rousseff e Michel Temer), Legislativo fraco por causa da Lava Jato e Judiciário forte. Agora, precisamos de alguém para enfrentar o Executivo e até o Judiciário”, disse Costa.

O líder petista não quis falar em nomes, mas outros senadores da sigla, em conversas reservadas, disseram que, caso Renan não se viabilize, o PT pode apoiar um outro nome, como o de Tasso, já que os petistas não ficariam em hipótese alguma ao lado de Simone Tebet (MDB-MS).