Saída de Catulé Jr. da primeira suplência de José Reinaldo vira assunto nos bastidores da política

Catulé Jr. já havia sido anunciado como primeiro suplente de José Reinaldo em uma grande festa realizada no dia 05 de junho, em Caxias

Causou muitas especulações a saída do advogado e ex-secretário da prefeitura de Caxias, Catulé Júnior, da chapa do deputado José Reinaldo (PSDB), candidato a senador.

Catulé Jr. já havia sido anunciado como primeiro suplente de José Reinaldo em uma grande festa realizada no dia 05 de junho, em Caxias.

Fontes afirmam que a saída de Catulé Jr. da primeira suplência de José Reinaldo foi uma imposição do senador Roberto Rocha. Ele e candidato ao Governo do Estado questionavam o apoio do prefeito de Caxias, Fábio Gentil (PRB) e do presidente da Câmara, Catulé, ao governador Flávio Dino (PCdoB). Como ambos os políticos continuariam no campo governista, a primeira suplência foi tomada de Catulé Jr.

A não confirmação do apoio fez com que a primeira suplência de José Reinaldo fosse para Karla Luciana, filha Zé Genésio, ex-prefeito de Pinheiro. Catulé Jr. não foi contemplado nem com a segunda vaga na suplência, que foi preenchida por Márcio Endles, indicação do Podemos.

José Reinaldo anuncia o nome dos dois suplentes de sua chapa

Com essa nova decisão, o advogado e ex-secretário da Prefeitura de Caxias, Catulé Júnior, que já tinho sido anunciado como primeiro suplente da chapa de José Reinaldo, fica de fora

O deputado federal José Reinaldo (PSDB) anunciou o nome dos dois suplentes que o acompanharão na corrida ao Senado Federal.

A primeira suplente é Karla Luciana Soares Canto Costa, indicada do PHS. O segundo nome é Márcio Endles Lima Vale, indicação do Podemos.

Com essa nova decisão, o advogado e ex-secretário da Prefeitura de Caxias, Catulé Júnior, que já tinho sido anunciado como primeiro suplente da chapa de José Reinaldo, fica de fora.

O nome de José Reinaldo foi oficializado como candidato ao Senado no último sábado (04) na convenção do PSDB. O ex-governador correu o risco de ficar de fora da disputa pelos seus posicionamentos contra o atual presidente da legenda no Maranhão, o senador Roberto Rocha. Mas a situação foi contornada e o ninho tucano, parece viver dias mais tranquilos.

Eduardo Braide lança candidatura à Câmara dos Deputado e declara apoio a Roberto Rocha

Segundo colocado nas eleições para a Prefeitura de São Luís, o parlamentar vinha ensaiando uma candidatura ao Governo do Estado, mas sem apoio, desistiu da pré-candidatura

O deputado estadual Eduardo Braide (PMN) declarou apoio ao pré-candidato a governador Roberto Rocha (PSDB). A declaração foi dada, nesta sexta-feira (03), na convenção do PMN, realizada no Auditório Fernando Falcão, na Assembleia Legislativa do Maranhão.

O presidente estadual do PMN vai disputar uma vaga na Câmara dos Deputados e terá o apoio do PHS nas coligações proporcionais. O PHS também realizou sua convenção ao lado do PMN.

Segundo colocado nas eleições para a Prefeitura de São Luís, o parlamentar vinha ensaiando uma candidatura ao Governo do Estado, mas sem apoio, desistiu da pré-candidatura.

“Tenho a absoluta certeza, com experiência de dois mandatos de deputado estadual, pelo trabalho que nós conseguimos fazer, eu tenho certeza que lá na Câmara dos Deputados nós vamos contribuir muito mais com o Maranhão”, afirmou Eduardo Braide.

Coronel Monteiro se diz traído pelo PHS

Monteiro afirmou que “se sente traído” pelo presidente do PSH, o advogado Jorge Arturo

O militar reformado do Exército Brasileiro Coronel Monteiro, até então filiado ao PHS, usou suas redes sociais para mostrar sua indignação com os últimos acontecimentos que levaram o PHS para a chapa do senador Roberto Rocha (PSDB).

Monteiro afirmou que “se sente traído” pelo presidente do PSH, o advogado Jorge Arturo.

“Nós tivemos a nossa candidatura podada, de maneira infame, porque nós tínhamos um compromisso, e nós honramos a nossa parte. O PHS não foi digno de ser um partido político”, completou.

O PHS firmou uma parceria com o PMN nas coligações proporcionais e caminhão com o PSDB de Roberto Rocha na majoritária. A ida dos dois partidos para a chapa do PSDB, também foi tida como a garantia de que José Reinaldo seja candidato ao Senado Federal.

Eduardo Braide anuncia pré-candidatura à Câmara dos Deputados

Eduardo Braide agora ensaia uma coligação com o PHS nas eleições proporcionais

O deputado estadual Eduardo Braide (PMN) anunciou, por meio de suas redes sociais, que é pré-candidato a deputado federal nas eleições de 2018.

Presidente estadual do PMN e segundo colocado nas eleições para a Prefeitura de São Luís, o parlamentar vinha ensaiando uma candidatura ao Governo do Estado, mas achou por bem agora anunciar que concorrerá a uma vaga na Câmara dos Deputados.

Eduardo Braide ensaia uma coligação com o PHS nas eleições proporcionais. De acordo com o próprio deputado, os dois partidos decidirão, até o dia 03 de agosto, se apoiarão Maura Jorge (PSL), Roberto Rocha (PSDB) ou uma candidatura própria.

Rodrigo Maia oficializa desistência na disputa presidencial

Na carta, ele agradece o apoio dos aliados e declara apoio ao tucano Geraldo Alckmin à Presidência

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), oficializou nesta quinta-feira sua desistência na corrida presidencial. Em carta, Maia anuncia que será candidato à reeleição para deputado federal.

O parlamentar já articula para se reeleger no comando da Câmara. Na carta, ele agradece o apoio dos aliados e declara apoio ao tucano Geraldo Alckmin à Presidência.

Leia o carta na íntegra:

“Meus amigos e amigas do Democratas, do PP, do PR, do Solidariedade, do PRB, do PHS e do Avante, nos quatro últimos meses tivemos um convívio ainda mais intenso do que o habitual.

Agradeço o apoio incondicional que recebi de todos, e de cada um de vocês, na tentativa de consolidar minha candidatura à Presidência da República.

Agradeço, sobretudo, porque esse apoio vem sendo dado a mim e àquilo que tento representar: a crença incondicional na força da Democracia e da Política para superar todas as adversidades desse momento singular, duro e difícil da vida nacional.

A decisão conjunta que tomamos, hoje anunciada formalmente para o país, foi a de unir nossos esforços e nossos ideais em torno do nome de Geraldo Alckmin, do PSDB. A biografia de Alckmin saberá honrar os projetos, os anseios, a experiência e o espírito público e republicano que nossas legendas reúnem como patrimônio político de rara força e coesão no Brasil.

A oportunidade que recebi como delegação de vocês permitiu-me voltar a viajar pelas cinco regiões brasileiras, algo que fiz com frequência e com prazer quando fui presidente do DEM, e constatar de perto avanços e retrocessos em todo o nosso território.

Voltei ao sertão nordestino, estive na cidade natal de minha família, a paraibana Catolé do Rocha. Vi a esperança no olhar forte dos sertanejos. Regressei ao Amazonas, a Manaus, onde testemunhei as possibilidades e os desafios do crescimento econômico com sustentabilidade. Constatei, nas planícies intermináveis do Centro Oeste, o imenso retorno que o agronegócio vem dando à nossa economia e ao nosso desenvolvimento.

E é claro que rodar o Brasil também fez com que se tornasse mais aguda a minha visão dos gargalos que travam o país, da miséria que nos envergonha e da insegurança que nos amedronta e nos atormenta.

A logística do Brasil é precária e reduz nossa competitividade industrial, além de nos impor perdas enormes no setor agropecuário. A violência se espalhou de forma epidêmica pelas metrópoles, pelas cidades médias e até mesmo no interior antes tão pacato.

Em muitos estados o crime organizado parece vencer o Estado. A desigualdade social é quase uma afronta pessoal numa Nação onde 13,4 milhões de pessoas vivem em situação de extrema pobreza e onde metade dos trabalhadores ainda recebem menos do que um salário mínimo por mês. É triste, é revoltante, constatar que a mortalidade infantil voltou a crescer entre nós, e que doenças outrora erradicadas voltaram a ameaçar o contágio da população brasileira – como o sarampo e a pólio, por exemplo.

São essas desigualdades, são esses retrocessos capazes de escrever tragédias particulares no seio das famílias brasileiras, que me levam a trilhar com vocês o caminho da unidade em torno de um projeto político que hoje parece o mais viável para evitar marchas-à-ré ainda maiores e mais trágicas para o Brasil.

A História não nos dá o direito de andar para trás. Tenham certeza disso minhas amigas e meus amigos dos partidos que compõem, com o DEM, aquilo que corretamente chamamos de Centro Democrático.

É centro porque é o ambiente em que as pessoas não abrem mão de seus princípios nem de suas ideias. É o ambiente em que políticos de todos os matizes podem sentar e dialogar para construir consensos. Se o consenso não for possível, para o centro convergem as maiorias sem que ninguém se apequene e fazendo com que todos persigam o avanço.

É democrático porque jamais deixou-nos fugir a certeza de que não há outro caminho que não seja a política, e de que não há Democracia consolidada sem instituições transparentes e funcionando em plenitude e normalidade.

Dirijo-me a vocês, à distância porque a legislação assim me obriga, porque sei que dessa forma dialogo com a maioria do povo brasileiro que os nossos partidos representam. Arquivo, momentaneamente, a pretensão presidencial que vislumbrei para marcharmos juntos, em 2018, com o projeto que estamos construindo em torno de Geraldo Alckmin.

Serei candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro e mais uma vez empenharei o novo mandato que espero ter a honra de conquistar em favor do Brasil e dos brasileiros.

Estaremos juntos, sempre.

Obrigado,

Rodrigo Maia”

Oito partidos políticos seguem indefinidos nas eleições no Maranhão

Apesar de serem considerados pequenos, os partidos em questão, juntos, ainda detêm quase um minuto do horário gratuito eleitoral

Faltando poucos dias para o fim das convenções partidárias, oito partidos seguem indefinidos sobre com quem estarão na corrida estadual.

Apesar de serem considerados pequenos, os partidos em questão, juntos, ainda detêm quase um minuto do horário gratuito eleitoral, por isso a disputa dos grupos políticos pela confirmação do apoio.

O PSC, presidido pelo deputado estadual Léo Cunha, segue conversando com o grupo liderado pelo senador Roberto Rocha (PSDB) e com a ex-governadora Roseana Sarney (MDB). Mas uma possível aliança com o governador Flávio Dino (PCdoB) não é descartada.

Presidido pelo deputado estadual Eduardo Braide, o PMN é tido como certo na coligação de Maura Jorge (PSL), mas pela aproximação com o pré-candidato ao Senado, o deputado federal José Reinaldo, uma aliança com Roberto Rocha pode ser concretizada até o final das convenções.

O Avante, legenda comandada pelo prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, ainda não fechou questão sobre quem irá apoiar nas eleições de 2018.

A Rede Sustentabilidade no Maranhão, também é outro partido que ainda não definiu seu caminho nas eleições estaduais. Uma aliança com o deputado estadual Eduardo Braide foi ventilada, mas com a não confirmação de seu nome na disputa, o caminho mais viável é o apoio ao governador Flávio Dino.

Os partidos PHS, PRTB, Democracia Cristã (antigo PSDC) e o Podemos, ainda seguem indefinidos se apoiarão a candidatura de Maura Jorge ou Roseana Sarney.

Mauro Carlesse é eleito governador do Tocantins para o mandato-tampão

A eleição suplementar foi convocada após a cassação do ex-governador Marcelo Miranda (MDB) e da vice dele, Cláudia Lelis (PV)

Mauro Carlesse (PHS) está eleito governador do Tocantins. Com a apuração encerrada, o presidente da Assembleia Legislativa e governador interino teve 75,14% dos votos válidos contra 24,86% de Vicentinho Alves (PR). Ele recebeu a informação em Gurupi, onde acompanha a apuração.

“Eu entendo o seguinte: que o pouco que nós trabalhamos, que nós tivemos a oportunidade de trabalhar e fazer o estado atender a nossa população, o resultado é esse. A população entendeu que quando você cuida da saúde, da educação, da segurança pública e da infraestrutura o povo agradece. E isso aí é o que está acontecendo”, disse o governador eleito após a vitória.

Carlesse vai ficar no cargo até o dia 31 de dezembro e pode concorrer à reeleição em outubro. A posse deve ser realizada até o dia 9 de julho.

Apesar de eleito com a maioria dos votos válidos, o dia foi de seções vazias e poucas filas em todo o estado. O número de abstenções, votos brancos e nulos somou 51,83% do total de eleitores. Mais de 527 mil pessoas não optaram por nenhum dos candidatos. O índice é recorde na história das eleições no estado e ultrapassa o total de votos dos dois candidatos.

A eleição suplementar foi convocada após a cassação do ex-governador Marcelo Miranda (MDB) e da vice dele, Cláudia Lelis (PV). Os dois foram considerados culpados por captação ilegal de recursos para a campanha eleitoral de 2014 pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Tocantins terá 2º turno para mandato tampão

O vencedor terá mandato apenas até 31 de dezembro, uma vez que em outubro serão realizadas as eleições dentro do calendário regular

Mauro Carlesse (PHS) e Vicentinho Alves (PR) foram os mais votados neste domingo e disputarão no próximo dia 24 o segundo turno das eleições suplementares para governador do Tocantins. O vencedor terá mandato apenas até 31 de dezembro, uma vez que em outubro serão realizadas as eleições dentro do calendário regular. O pleito ocorre devido à cassação de Marcelo Miranda (MDB) pela Justiça Eleitoral por uso de caixa dois em 2014.

Mauro Carlesse (PHS) é o governador interino do estado. Ele era presidente da Assembleia Legislativa e assumiu o estado após a cassação de Miranda. Carlesse responde a dezenas de processos na justiça e chegou a ser preso em 2015 por falta de pagamento de pensão à ex-mulher. Na ocasião, ficou detido na própria Assembleia. Ele sustenta que os processos são relativos a sua atuação como empreendedor e não como político. Em relação à ex-mulher, foi feito um acordo sigiloso que encerrou a disputa.

Vicentinho Alves (PR) é senador desde 2011. Deve sua chegada ao Senado a Marcelo Miranda. Vicentinho foi apenas o terceiro na eleição, mas conseguiu a vaga porque Miranda teve a candidatura barrada. Ele já foi prefeito de Porto Nacional, deputado estadual e deputado federal.

Carlesse liderou a apuração do início ao fim, mas a disputa pela segunda vaga foi acirrada. Ex-prefeito de Palmas, o colombiano Carlos Amastha (PSB) apareceu em segundo lugar no começo da apuração, mas com 47% das urnas abertas Vicentinho o ultrapassou. Com 92% da apuração, Amastha pulou novamente para segundo. Com 96% das urnas abertas, Vicentinho ultrapassou o candidato do PSB e se garantiu na próxima fase da disputa.

A senadora Kátia Abreu (PDT) ficou apenas na quarta posição. Também disputaram o pleito Márlon Reis (Rede), Mario Lúcio (PSOL) e Marcos da Cerâmica Miranorte (PRTB).

A eleição teve um alto índice de abstenção, superior a 30%. Em Tocantins, todos os eleitores foram recadastrados e 100% das urnas operam com o sistema biométrico, o que significa que o número de abstenção reflete efetivamente os que resolveram não participar do pleito. Houve também alto número de votos brancos e nulos.