Sete pessoas são presas por suspeita de clonagem de telefones de políticos maranhenses

A polícia investiga a participação de mais pessoas na organização criminosa. Foto: Alessandra Rodrigues

A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), apresentou, na manhã desta quarta-feira (16), sete pessoas acusadas de envolvimento com estelionato e associação criminosa.

De acordo com a Polícia Civil, a quadrilha é acusada de clonar números de chips de celulares, depois utilizavam aplicativos de trocas de mensagens e entravam em contato com familiares e amigos das vítimas para pedir transferências bancárias.

O grupo criminoso fez vítimas em vários municípios do Maranhão, incluindo políticos. Entre as vítimas estão sete prefeitos maranhenses e há suspeitas de alguns prefeitos de cidades do Estado do Paraná.

Estima-se que o prejuízo gire em torno de R$ 200 mil. A polícia investiga a participação de mais pessoas na organização criminosa.

De acordo com a polícia, vice mandou matar prefeito de Davinópolis por promessas não cumpridas

As informações da Polícia Civil de Imperatriz dão conta de que a motivação da morte de Ivanildo Paiva foram promessas não cumpridas a José Rubem

Os motivos do assassinato do então prefeito de Davinópolis, Ivanildo Paiva (PRB), no dia 11 de novembro, foram dívidas e desentendimento político com o vice José Rubem Firmo (PCdoB) dentro da administração da prefeitura, segundo o delegado Praxíteles Martins, que comanda a investigação do caso.

As informações da Polícia Civil de Imperatriz dão conta de que a motivação da morte de Ivanildo Paiva foram promessas não cumpridas a José Rubem, como o pagamento de R$ 300 mil após a reeleição da chapa, além de Ivanildo não ter entregue o controle político da Secretaria de Educação do município a José Rubem. Esses acordos teriam sido feitos a época da campanha quando ambos buscavam a reeleição.

“Ele (José Rubem) não admite a participação no crime, mas a motivação é que quando foram eleitos, eles fizeram um acordo que envolvia duas secretarias e não foi cumprido. De imediato até que o Ivanildo cumpriu, mas no primeiro ano do primeiro mandato ele substituiu o pessoal das duas secretarias. Na reeleição, houve promessa de vantagem em dinheiro de R$ 300 mil, dos quais só repassou R$ 100 mil, e prometeu a Secretaria de Educação, mas acabou não ‘dando’. Por fim, Ivanildo prometeu que se licenciaria do cargo por quatro meses para que José Rubem assumisse a prefeitura”, revelou o delegado.

Segundo o delegado Praxíteles, a situação ficou mais tensa ainda entre os dois quando José Rubem tentou articular uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal de Davinópolis, mas Ivanildo Paiva soube e conseguiu evitá-la.

“O Rubem então ficou afundado em dívidas, devendo banco e agiotas e começou a se desfazer das empresas dele. Vendeu posto de combustível, padaria e, por fim, estava vendendo a casa que ele morava. Aí, a única alternativa que ele encontrou para assumir a prefeitura e refazer o patrimônio dele foi assassinando o titular.

Ele dez isso com a ajuda do Messias, que é um amigo dele e que tem interesses em comum, pois é empresário com interesse em prestar serviço para o município e trabalha com agiotagem. Então eles contrataram as pessoas que participaram diretamente no crime”, concluiu o delegado.

Para o delegado, o crime está praticamente elucidado, com oito pessoas presas envolvidas de alguma forma no homicídio.

De acordo com as investigações, no corpo de Ivanildo haviam marcas de tortura e cerca de sete disparos causados por arma de fogo. O corpo de Ivanildo Paiva foi sepultado na manhã do dia 13 de novembro, no Cemitério Campo da Saudade, em Imperatriz, a 626 km de São Luís.

José Rubem foi preso na manhã desta segunda-feira (31), encaminhado imediatamente à Delegacia Regional de Imperatriz para prestar depoimento. Ele assumiu a prefeitura no dia 13 de novembro, em solenidade na Câmara Municipal da cidade.

No dia 11 de dezembro, a polícia prendeu, Francisco de Assis Bezerra Soares, conhecido como “Tita”, que é policial militar no Pará e foi preso em Dom Elizeu; José Denilton Guimarães, conhecido como “Boca Rica”, que é mecânico; Willame Nascimento da Silva, policial militar do Maranhão lotado em Grajaú, e Jean Dearlen dos Santos, o “Jean Listrado”, que segundo as investigações é pistoleiro. Douglas da Silva Barbosa, de 22 anos, também está preso suspeito de participação no crime.

No dia 22 de dezembro, Carlos Ramiro se apresentou na delegacia com um advogado e ficou preso por força de um mandado de prisão relacionado ao caso. No dia 27 de dezembro, o empresário Antônio José Messias foi preso em sua própria residência. (Com informações do G1)

Polícia recupera R$ 45 milhões e prende mais 10 suspeitos de assaltar banco em Bacabal

O grupo estava no interior de um caminhão e com eles, armamento e munição de alto calibre, além da quantia de R$ 45.321.492

Dez suspeitos de integrar a quadrilha que assaltou instituição financeira em Bacabal serão transferidos para São Luís. Presos durante abordagem policial em Santa Luzia do Paruá, na madrugada desta terça-feira (4), o grupo estava no interior de um caminhão e com eles, armamento e munição de alto calibre, além da quantia de R$ 45.321.492.

O condutor do veículo está entre os presos, suspeito de integrar o bando. Três outros suspeitos foram mortos em confronto com a polícia. As informações foram repassadas pelo secretário de Estado de Segurança Pública (SSP-MA), Jefferson Portela, durante coletiva ocorrida nesta terça-feira na sede da SSP-MA, no bairro Vila Palmeira.

Na lista de itens apreendidos com os suspeitos estão 11 fuzis, incluindo um armamento com capacidade para derrubar aeronaves; duas metralhadoras calibre ponto 50, pistola e vários coletes à prova de bala, além de mais de 440 munições de lato calibre. Cerca de 30 pessoas integraram o bando que agiu no assalto ocorrido no dia 25 novembro, em Bacabal. Desde então, a SSP-MA deflagrou operação especial para prisão dos demais membros da quadrilha.

O grupo estava no interior de um caminhão e com eles, armamento e munição de alto calibre, além da quantia de R$ 45.321.492

Com os resultados desta fase da investigação, somam 15 os membros do grupo interceptados. A polícia já possui informações de todos os membros do grupo criminoso, segundo divulgado na coletiva. A operação segue com investigações individualizadas dos suspeitos, apoiadas em relatórios da operação e banco de dados nacional. Os integrantes do grupo são do Paraná, Tocantins, Sergipe, São Paulo e Salvador, onde seria a base de atuação da quadrilha.

“Foi uma atuação muito eficiente dos nossos homens da Polícia Militar, que tiveram firmeza contra um bando fortemente armado, neutralizando e prendendo todos os suspeitos. Contra o ataque do crime temos a repressão qualificada. Aqui tem governo, o sistema de segurança tem comando e os criminosos sentirão o peso da lei”, afirmou o secretário de Estado de Segurança Pública (SSP-MA), Jefferson Portela.

Na abordagem foram presos os paulistas Gelsimar Oliveira, Alexandre Moura, Wagner Cesar Oliveira, Robson César Pereira, José Eduardo Zacarias Barboni, Valdeir Carvalho dos Santos e Fábio Batista de Oliveira; os baianos George Ferreira Santos e Ricardo Santos Souza (que seria um dos mais perigosos do bando); e o paranaense Derli Luiz Gilioli. Morreram durante o confronto com a polícia: Silva Santos, Adenilson Moreira e Renan Santos dos Praseres, todos de São Paulo.

Os policiais mantêm cerco em pelo menos 10 municípios nas proximidades de Bacabal para prisão do restante da quadrilha. Durante a coletiva, o secretário Jefferson Portela afirmou que as investigações indicam que os demais membros da quadrilha permanecem no Maranhão.

Participaram da coletiva realizada nesta terça-feira, o delegado geral de Polícia Civil, Leonardo Diniz; o comandante geral da Polícia Militar, Jorge Luongo; e o delegado geral adjunto de Operações Policiais, André Gossain.

Polícia prende integrantes da quadrilha envolvida no assalto em Bacabal

Os suspeitos estavam dentro de um caminhão, em Santa Luzia do Paruá, quando foram surpreendidos durante uma abordagem policial

Na operação de busca a integrantes da quadrilha que realizou assalto em Bacabal, foram presos na madrugada desta terça-feira mais nove suspeitos; e outros três mortos foram em confronto com policiais.

Os suspeitos estavam dentro de um caminhão, em Santa Luzia do Paruá, quando foram surpreendidos durante uma abordagem policial.

O condutor do veículo está entre os presos e, com o grupo, a polícia encontrou armas de grosso calibre e dinheiro, que seria parte do roubo à agência bancária.

“Nosso efetivo está a postos e como já anunciamos, vamos prender os integrantes desse grupo criminoso. Eles não sairão impunes. A força policial do Maranhão deslocou equipes com treinamento de ponta e equipados para responder a qualquer investida destes criminosos e a ordem é prendê-los”, enfatizou o secretário de Estado de Segurança Pública (SSP-MA), Jefferson Portela.

Os suspeitos estavam dentro de um caminhão, em Santa Luzia do Paruá, quando foram surpreendidos durante uma abordagem policial

Entre as armas que estavam com os presos, duas metralhadoras calibre 50, pistola e vários coletes à prova de bala e 11 fuzis.

A quantia de dinheiro encontrada com os homens não foi revelada pela polícia.

A ação da Segurança Pública para captura dos membros da quadrilha está em curso, desde o momento do assalto, ocorrido dia 25 de novembro.

Policiais mantiveram cerca na cidade e nos arredores de pelo menos 10 municípios nas proximidades, a fim de impedir que a quadrilha saísse do Estado.

As equipes da Polícia Miliar ficam de prontidão nas cidades de Itapecuru, Vargem Grande, Coroatá, Caxias, Santa Inês, Pedreiras, Bom Jardim e outros municípios fronteiriços a Bacabal, até que todos os membros da quadrilha sejam presos.

Na primeira ação policial foram presos dois policiais – um do Piauí e outro do Maranhão – mais oito pessoas detidas, além de R$ 3,7 milhões recuperados.

Foram mortos em confronto com a polícia Edielson Francisco Lumes, o Dô ou Titi, irmão de Zé de Lessa, que chefiava o grupo nas ações; Warley dos Reis Souza, o Bombado, que é paraense; e Gean Martins Rocha, de Araguaina, no Tocantins.

Segundo as investigações, a quadrilha é a maior em assalto a bancos com atuação nos nove estados do Nordeste e chefiada por José Francisco Lumes, o Zé de Lessa, que comanda do Paraguai.

Cerca de 30 membros da quadrilha vieram para o Maranhão participar do assalto a Bacabal, segundo a polícia. A SSP-MA trabalha com apoio da Interpol, Centro de Controle da Aeronáutica, polícias dos Estados onde há atuação da quadrilha e também, forças policiais do Uruguai.

Polícia desmonta quadrilha com delegado e advogados que protegia criminosos

A operação da Polícia Civil foi feita pela Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (SECCOR), em trabalho conjunto com o Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público Estadual

A polícia do Maranhão prendeu nesta quarta-feira (28) quatro pessoas acusadas de tentar proteger assaltantes de banco em troca de dinheiro em 2015 e 2016. Entre os presos, está o delegado afastado Tiago Bardal, que já havia sido preso neste ano por ligações com contrabando.

Os outros três presos na Operação Jogo Duplo são o investigador João Batista de Sousa Marques e os advogados Werther Ferraz Junior e Ary Cortez Prado Júnior. As prisões foram feitas em São Luís e Imperatriz.

“Os que tinham dever de combater o crime mudaram de lado. Fingindo combater o crime, protegiam aqueles que tinham o dever de prender, dando cobertura para ações criminosas, afastando-se de suas ações policiais e recebendo pagamento paralelo. Por isso o nome Jogo Duplo”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela.

A operação da Polícia Civil foi feita pela Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (SECCOR), em trabalho conjunto com o Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público Estadual. As prisões foram preventivas e autorizadas pelo Judiciário.

Segundo a polícia, numa das ocasiões, a quadrilha recebeu R$ 100 mil para não prender criminosos.

De acordo com Portela, a origem das prisões desta quarta-feira vem de dois anos atrás. Na ocasião, assaltantes de banco presos na Região Tocantina afirmaram que Bardal tinha envolvimento em extorsão e liberação de presos. Mas não foi encontrado indício para sustentar a acusação.

Já em 2018, surgiram fatos e indícios, o que levou à abertura de procedimento para apurar a conduta do delegado. Foi a partir daí que houve a primeira prisão de Bardal. E agora veio a segunda prisão.

Além das prisões, foram apreendidos computadores, celulares e documentos, que estão sendo analisados.

Tiago Bardal e mais três pessoas são presas por envolvimento com assaltos a banco

Thiago Bardal foi encaminhado para a sede da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção

O delegado de polícia e ex-superintendente estadual de investigações criminais do Maranhão, Tiago Bardal, foi preso novamente na manhã desta quarta-feira (28) pela Polícia Civil pelo envolvimento com uma quadrilha de assaltos a banco no interior do estado. Além do delegado afastado, o investigador João Batista de Sousa Marques e os advogados Werther Ferraz Júnior e Ary Cortez Prado Júnior também foram presos nesta operação realizada de forma simultânea em São Luís e Imperatriz.

Thiago foi encaminhado para a sede da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), em São Luís, para prestar depoimento. Os mandados de prisão preventiva foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de São Luís.

A operação que prendeu os quatros envolvidos é resultado de uma investigação da Seccor e do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão. As autoridades disseram ainda que as investigações continuam para averiguar a participação de outros policiais no esquema.

Em nota, a Secretaria de Estado da Segurança Pública informa que a investigação começou em 2018, mas tem como foco ações criminosas entre os anos de 2015 e 2016. Os presos na manhã desta quarta tinham relações com os bandos de assalto a banco no interior do Maranhão por receberem propina para evitar as prisões dos chefes.

Segundo a Seccor e o Gaeco, os policiais mantinham relação direta com os advogados ligados aos assaltantes. As informações obtidas dão conta de que os policiais recebiam cerca de cem mil reais por assalto realizado, como uma espécie de “pedágio”, e que ainda assim cobravam para evitar as prisões de líderes.

Os policiais vão ficar recolhidos na carceragem para policiais na Delegacia Especial da Cidade Operária (Decop), enquanto que os advogados devem ficar em alguma unidade do sistema penitenciário do estado.

Polícia recupera R$ 3 milhões após combater bandidos de outros Estados em Bacabal

Dezenas de blocos de dinheiro foram recuperados pela polícia em Bacabal — Foto: Erisvaldo Santos/TV Mirante

A polícia recuperou até agora cerca de R$ 3 milhões que estavam num prédio atacado em Bacabal por uma quadrilha de criminosos de outros Estados. O alvo dos bandidos foi um prédio do Banco do Brasil. A busca pelos fugitivos continua.

Durante a ofensiva dos criminosos, a Polícia Militar reagiu – com armamentos que incluíam fuzis – e conseguiu expulsar a quadrilha do município.

Três suspeitos morreram no confronto com os policiais. Duas pessoas estão presas sob suspeita de ligação com o roubo.

O secretário de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, diz que nenhuma das agências bancárias de Bacabal foi atingida por explosões. O alvo foi um setor do Banco do Brasil que faz coleta de dinheiro.

De acordo com Portela, a instituição ainda não disse qual o valor levado pela quadrilha.

Após a ofensiva dos criminosos, moradores entraram no prédio para tentar pegar as cédulas de dinheiro que ficaram no chão. “Recuperamos R$ 3 milhões de gente que não estava envolvida com a ação”, diz o secretário. Sete pessoas foram presas nessa condição. Outros R$ 200 mil foram encontrados nesta segunda-feira com mais moradores.

Cerco

Portela frisou que diversos efetivos foram deslocados para Bacabal, incluindo forças especiais de São Luís: “Fizemos um imenso cerco, que teve por base as cidades de Itapecuru, Vargem Grande, Coroatá, Caixas e o entorno de Bacabal”.

“Avançamos muito hoje no que se refere aos dados de envolvidos com essas ações”, contou o secretário. Parte da quadrilha é da Bahia e do Tocantins.

“Vamos providenciar o alcance da lei penal para todos os envolvidos. Garanto que vamos prender todos os envolvidos, como fizemos em 100% dos casos. Somos o único Estado do Brasil a ter 100% de resolução de assaltos a bancos e 100% dos envolvidos capturados. Vamos identificar e prender todos os envolvidos”, disse Portela.

Governador Flávio Dino fala sobre assalto em Bacabal

A ação criminosa aconteceu por volta das 22h e os bandidos estavam fortemente armados

O governador Flávio Dino (PCdoB) usou suas redes sociais, nas primeiras horas desta segunda-feira (26), para manifestar-se sobre os assaltos ocorridos na cidade de Bacanal na noite de domingo (25).

“Sobre ações de quadrilha em Bacabal, informo que a Polícia adotou todas as providências cabíveis, inclusive com deslocamento de efetivo de cidades vizinhas. O Comandante-Geral da PM está na região. Os resultados da ação policial serão divulgados pela manhã”, escreveu Flávio.

A ação criminosa aconteceu por volta das 22h e os bandidos estavam fortemente armados. Durante a ação, os criminosos atacaram o quartel do 15º Batalhão da Polícia Militar e também a Delegacia Regional de Polícia Civil.

“Banco do Brasil em Bacabal foi atacado por quadrilha não sediada no Maranhão. Pessoas e veículos de vários Estados. Polícia do Maranhão reagiu e continua em campo. Há criminosos mortos, feridos e presos. Secretaria de Segurança vai divulgar balanço quando ações forem concluídas”, informou o governador.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública emitiu uma nota sobre o ocorrido.

Veja a nota:

Sobre a ação dos criminosos em Bacabal, iniciada na noite deste domingo (25), a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) informa que foram deslocadas várias equipes das polícias Civil e Militar para o município e cidades vizinhas. Três suspeitos, um deles do Tocantins, foram mortos em confrontos com as forças policiais. Até o início da manhã desta segunda-feira, dois suspeitos foram presos. A Polícia está estudando a conexão dos envolvidos com quadrilhas de outros estados.

Quadrilha de assaltantes rouba banco na cidade de Bacabal

A ação criminosa aconteceu por volta das 22h e os bandidos estavam fortemente armados

Bandidos assaltaram, na noite de domingo (25), uma agência do Banco do Brasil na cidade de Bacabal. Os assaltantes ainda incendiaram viaturas e entraram em confronto com a polícia. Três bandidos foram mortos no confronto com a polícia e um suspeito foi preso. A polícia ainda prendeu duas pessoas que entraram na agência bancária para pegar cédulas que foram deixadas durante o crime.

A ação criminosa aconteceu por volta das 22h e os bandidos estavam fortemente armados. Durante a ação, os criminosos atacaram o quartel do 15º Batalhão da Polícia Militar e também a Delegacia Regional de Polícia Civil.

A ação criminosa aconteceu por volta das 22h e os bandidos estavam fortemente armados

De acordo com a polícia, os bandidos atravessaram veículos sobre as pontes que ficam entre o Rio Mearim e o Igarapé do Bambu, que fica na saída da BR-316. Veículos foram colocados no meio dessas pontes e foram incendiados. Carretas também foram atravessadas no meio de ruas da cidade e em trechos da BR-316 que corta o município de Bacabal.

A polícia diz que os bandidos ficaram na cidade por cerca de duas horas. Ao fugirem, os bandidos levaram vários reféns e eles foram sendo liberados ao longo da noite.

Policiais da Polícia Civil e Militar das regiões do Vale do Pindaré e Mearim se deslocaram para Bacabal com o intuito de capturar e prender os bandidos. O valor levado da agência bancária pelos bandidos ainda não foi informado pela instituição.