Governo Flávio Dino tem 58% de aprovação, diz Exata…

O Informante

Flávio Dino tem mantido boa popularidade

A nova pesquisa Exata/JP comprova que o governo do Maranhão mantém os bons índices de aprovação que vêm se mantendo desde o início do mandato, consolidando sua gestão como uma das mais bem avaliadas do país. Realizada entre 14 a 17 de junho, a pesquisa identificou que o governo tem 58% de aprovação. Ainda segundo a pesquisa, a gestão não conta com a aprovação de 38% dos entrevistados, enquanto 4% não sabem avaliar.

A figura do governador segue tendo uma avaliação melhor que a do governo como um todo. O gestor Flávio Dino tem 59% de aprovação, contra 37% de desaprovação. Cerca e 46% dos entrevistados consideram a postura pessoal do governador “muito positiva” ou “positiva”, enquanto apenas 18% a consideram “negativa” ou “muito negativa”.

“O Governo Flávio Dino demonstra sólida imagem positiva perante a maioria do eleitorado e resiliência em face da deterioração do ambiente político nacional que afeta em cadeia todos os gestores públicos no país”, comenta o instituto, em sua avaliação analítica. “A elevada aprovação do Governo, considerando todo o contexto, reforça inegavelmente o imenso favoritismo do governador Flávio Dino nas eleições do próximo ano”.

A pesquisa Exata/JP foi colhida entre os dias 14 e 17 de junho com 1.404 pessoas. Tem margem de erro de 3.2 pontos percentuais e índice de confiabilidade de 95%.

Leia mais: https://oinformante.blog.br/notas/governo-flavio-dino-tem-58-de-aprovacao-aponta-exatajp/#ixzz4kboCnxOL

Eleitores de cidades maranhenses, que deram mais de 80% dos votos a Dilma, dizem estar arrependidos

Manoel, que recebe R$ 15 por saco produzido em fábrica de farinha, desabafa: “Quem trabalha não tem valor”

Manoel, que recebe R$ 15 por saco produzido em fábrica de farinha, desabafa: “Quem trabalha não tem valor”

O Globo

PINDARÉ-MIRIM, IGARAPÉ DO MEIO, OLHO D’ÁGUA DAS CUNHÃS, ROSÁRIO E ALTO ALEGRE DO MARANHÃO — A popularidade da presidente Dilma Rousseff despencou em povoados pobres do Maranhão, onde, há apenas oito meses, ela obteve mais de 80% dos votos válidos no segundo turno da eleição. A crise econômica, o descumprimento de promessas de campanha e a corrupção na Petrobras revelada pela Operação Lava-Jato são criticados por moradores em conversas em frente a casebres de barro e telhados de palha.

Reações de decepção e revolta foram registradas em cinco municípios: Igarapé do Meio, Pindaré-Mirim, Alto Alegre do Maranhão, Rosário e Olho D’Agua das Cunhãs. Em todos, Dilma obteve votação avassaladora no segundo turno: 89,06%, 87,22%, 85,44%, 87,58% e 88,23%, respectivamente.

Basta abordar os moradores para ouvir as críticas. Jerônimo Nogueira, de 53 anos, pequeno produtor rural de Alto Alegre do Maranhão, a 250 quilômetros de São Luís, diz-se “arrasado” com a situação do país. Em sua propriedade de 50 hectares, ele produz mandioca, milho, feijão e arroz e tem um pequeno rebanho de 15 vacas.

— A situação está muito difícil. A gente produz e não consegue vender. A presidente poderia cuidar da população, mas fica brigando por poder — afirmou Jerônimo

PUBLICIDADE

O GLOBO localizou dois empregados diaristas na casa de farinha do agricultor Luiz Pinto, de 68 anos. Todos os elos da cadeia produtiva reclamavam da situação do país. Um dos empregados, Manoel Rodrigo do Nascimento, de 32, que recebe R$ 15 por saco produzido, queixou-se da conta de luz. Disse que tem uma geladeira pequena, uma TV “que só pega na pancada” e ventilador, e que pagou R$ 88 este mês:

— Quem trabalha não tem valor — deduziu.

O dono da casa de farinha, que fica com 10% da produção, afirmou ter mais de 20 sacos estocados sem comprador.

Raimundo Alves, de 64, tem uma casa de farinha em Igarapé do Meio (a 162 quilômetros de São Luís) também usada por pequenos produtores locais. Ao mostrar seu estoque de farinha sem comprador, disse que começou a vender fiado. Em relação à presidente avalia que ela “se perdeu” e que a corrupção é a principal causa dos problemas.

No pequeno povoado de Telêmaco, no município de Olho Dágua das Cunhãs, a 287 quilômetros de São Luís, o vaqueiro Raimundo Nonato Rodrigues, de 42 anos, acompanha as notícias pela TV. Ele disse que não entende por que tudo desandou de repente:

— Eu me sinto traído. Dilma apontou um rumo durante a campanha e mudou tudo depois que ganhou a eleição. (…) Se a presidente se candidatar outra vez vai sofrer uma derrota muito grande no Maranhão.

Segundo o vaqueiro, Dilma é vista no povoado como corresponsável pelo desvio de dinheiro da Petrobras, por não ter impedido o desvio.

— O roubo na Petrobras foi uma falta de vergonha dos políticos. Sou pai de família e meus filhos ficariam envergonhados se eu fizesse algo errado. O país está envergonhado — disse o lavrador Antônio Ferreira Cruz, de 37 anos, do povoado de Telêmaco.

PUBLICIDADE

“PERGUNTA QUEM TEM R$ 100?”

Trabalhador braçal, sem vínculo empregatício, Antônio recebe diária de R$ 35 para roçar pastos em fazendas da região, contratado por intermediários de mão de obra, chamados pelos trabalhadores de “empeleiteiros” (empreiteiros). Com a crise, o trabalho escasseou. Ele teme passar fome .

— Pergunta no povoado quem tem R$ 100? Não vai achar. Falam em bilhões roubados da Petrobras, e a gente sobrevivendo na marra.

Para o carpinteiro José Francisco da Conceição, de 32 anos, do povoado de Taboca, em Olho DÁgua das Cunhãs, o povo está pagando pelo escândalo da Petrobras.

Segundo DataM, aprovação do governo Flávio Dino é de 74,4%

Governo Flávio Dino vem se mantendo com boa popularidade

Governo Flávio Dino vem se mantendo com boa popularidade

De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto DataM, o governo Flávio Dino é aprovado por 74,4% da população maranhense. Foram ouvidas 3.000 pessoas em 33 municípios de todas as regiões do Estado, entre os dias 8 e 15 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Esta é a primeira pesquisa realizada pelo Instituto DataM, que confirma a alta popularidade do governador Flávio Dino atestada em outras pesquisas já realizadas pelo Instituto Exata.

Em relação ao último levantamento feito pelo Instituto Exata, em abril deste ano, a aprovação do governo Flávio Dino variou positivamente de 72% para 74%. Os índices de não aprovação praticamente se mantiveram nos mesmos patamares de 23%. O saldo da diferença entre os que acham ótimo/bom e ruim/péssimo manteve-se praticamente inalterado, variando de 27 para 26 pontos.

A diferença entre aprovação-desaprovação permaneceu em 51 pontos percentuais. “Os dados mostram que há uma aprovação muito estável do governo Flávio Dino”, aponta o relatório analítico do Instituto. O relatório destaca que a aprovação se dá em todas as regiões pesquisadas, sendo mais elevada no sul do estado, em que chega a 82%.

O relatório da pesquisa destaca que os patamares de aprovação de Flávio Dino são em média 10% superiores aos votos obtidos em outubro do ano passado e os índices de reprovação bem inferiores ao somatório do que foi alcançado pelos demais candidatos.

“Considerando que o governo ainda não realizou nenhuma campanha publicitária e sofre forte oposição de um aparato midiático poderoso, o índice de aprovação, passados cinco meses, mostra que a população tem muita confiança na figura do governador Flávio Dino”, salienta o relatório.

Qual vai ser o final da Dilma: FHC, Sarney ou Collor?

Por Alexandre Caverni

dilma e lula

R7 – A intensidade da turbulência político-econômica combinada com a aguda perda de popularidade da presidente Dilma Rousseff e seu governo tornam qualquer prognóstico bastante arriscado, mas cada vez mais parece que a petista está perdendo as condições de governar plenamente.

Alguns episódios recentes mostram isso claramente, como o anúncio em primeira mão da saída de Cid Gomes do Ministério da Educação pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que o ministro não se retratou por críticas a parlamentares. Quem tinha dúvidas sobre a força de Cunha no atual cenário deixou de ter.

Num outro episódio, a presidente fez questão de colocar panos quentes sobre uma declaração do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, interpretada como uma crítica a ela. Para quem tem pavio curto, como dizem, não deve ter sido fácil relevar uma afirmação que sugeria que ela às vezes não é eficaz.

Levy é hoje o grande fiador do governo junto ao empresariado e, não menos importante, ao mercado financeiro. Mas não é só isso.

Responsável por implementar um ajuste fiscal para reequilibrar as contas públicas, o ministro está se transformando também num importante articulador político, fazendo inúmeras reuniões com lideranças parlamentares para garantir a aprovação de medidas pelo Congresso.

Teoricamente, a presidente teria maioria parlamentar folgada, mas sua reeleição por um placar muito apertado combinado a um antigo descontentamento dos aliados no Congresso pelo modo como eram tratados fez a base governista se rebelar de forma nunca vista nos mais de 12 anos de governos petistas.

Houve derrotas do governo aqui e ali no passado e nem sempre foi fácil para o Executivo conseguir a aprovação de seus projetos, mas o quadro atual é uma novidade ruim para a presidente.

Junto a isso, ao contrário do que houve nas três eleições presidenciais anteriores, a oposição não tirou seu time de campo e muitos dos seus eleitores também não.

Protestos contra o governo começaram antes mesmo de Dilma tomar posse pela segunda vez, até desembocarem no mês passado nas maiores manifestações populares desde a campanha pela volta das eleições diretas no país.

E o descontentamento passou a se generalizar, como mostram as recentes pesquisas de opinião pública, impulsionado também pela forte piora no quadro econômico e por medidas impopulares.

Há ainda o maior escândalo de corrupção da história do país, envolvendo a maior empresa brasileira, a estatal Petrobras, que alimenta ainda mais a impopularidade de Dilma e do governo.

Em momentos assim, é sempre tentador fazer comparações históricas. É possível ver um paralelo com o governo José Sarney e a adoção do Plano Cruzado 2.

Se o Plano Cruzado original teve enorme apoio popular com o congelamento de preços, levando a uma esmagadora vitória eleitoral das forças governistas em 1986, as medidas adotadas logo depois, incluindo aumentos de preços e impostos, causaram revoltas e aguda perda de popularidade, tirando muito da capacidade de Sarney governar.

Para os mais pessimistas (ou otimistas, dependendo do ponto de vista), a comparação é com o ex-presidente Fernando Collor de Mello, que tentou salvar seu governo, em meio a pesadas denúncias de corrupção, com um ministério de notáveis, que incluiu o respeitado Marcílio Marques Moreira no comando da Fazenda. Não foi suficiente para impedir o impeachment.

Já para os mais otimistas (ou pessimistas), o melhor é ver o que aconteceu com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso no seu segundo mandato.

Depois de segurar o câmbio durante seu primeiro governo e, especialmente, durante a campanha eleitoral, apesar de isso se mostrar cada vez mais insustentável, Fernando Henrique se viu obrigado a liberar o câmbio e com a turbulência econômica teve grande perda de popularidade.

Mas como tinha uma base aliada parlamentar mais programática, ainda que não tenha recuperado plenamente sua popularidade nem feito seu sucessor, Fernando Henrique nunca perdeu as condições de governar e conseguiu implementar importantes medidas que ajudaram a solidificar o Plano Real e a estabilizar a economia.

Será preciso um pouco mais de tempo para ver qual das três comparações vai prevalecer. Ou para surgirem novas comparações.

* Esta coluna foi publicada inicialmente no terminal financeiro Eikon, da Thomson Reuters.

EM QUEDA LIVRE – CNT divulgará nova pesquisa sobre popularidade de Dilma nesta segunda

Em apenas três meses do novo governo, Dilma Rousseff vê popularidade desabar

Em apenas três meses do novo governo, Dilma Rousseff vê popularidade desabar

Agência Estado

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulga, nesta segunda-feira (23), os resultados da 127ª Pesquisa CNT/MDA. O trabalho trará a avaliação dos índices de popularidade do governo e pessoal da presidente Dilma Rousseff. A pesquisa será divulgada às 16 horas, pela internet.

A 127ª Pesquisa CNT/MDA abordará também a expectativa da população sobre emprego, renda, saúde, educação e segurança pública. Os entrevistados foram questionados sobre as denúncias na Petrobras, situação econômica e política do país, custo de vida, protestos do dia 15, entre outros assuntos.

Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões, entre os dias 16 e 19 de março.