Convenção dos partidos da base de Flávio Dino já tem local e horário marcado

Flávio Dino já tem confirmado o apoio do PCdoB, PDT, PSB, PT, PPS, PRB, DEM, PTB, PP, PR, PROS, PTC, PPL, Patriotas e Solidariedade

A grande convenção dos partidos da base do governo Flávio Dino (PCdoB) que já tinha sido anunciada para o dia 28 de julho, agora já tem local e horário marcado.

Em reunião realizada nesta terça-feira (17) pelos representantes dos 15 partidos que estarão com Flávio Dino no projeto de reeleição, foi escolhido o Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana como o local para a realização da convenção coletiva.

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O evento, que vai iniciar às 8h30 minutos, promete reunir caravanas de todas as cidades do estado e consagrar o nome do governador Flávio Dino para a reeleição, de Carlos Brandão para a vaga de vice-governador e dos pré-candidatos Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS) para o Senado Federal.

Flávio Dino já tem confirmado o apoio do PCdoB, PDT, PSB, PT, PPS, PRB, DEM, PTB, PP, PR, PROS, PTC, PPL, Patriotas e Solidariedade.

 

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Centrão quer definir até dia 19 quem irá apoiar para Presidente da República

O blocão, como seus integrantes preferem chamar, quer definir até quinta-feira (19), véspera da abertura do prazo de convenções partidárias, quem vai acompanhar na disputa pelo Palácio do Planalto

A cúpula do chamado centrão – bloco cujo núcleo duro é formado por DEM, PP, SD e PRB – reuniu-se neste sábado (14) com o pré-candidato do PDT à Presidência, Ciro Gornes (CE), para esclarecer divergências ideológicas e discutir cargos como a Vice-Presidência e o comando da Câmara.

O blocão, como seus integrantes preferem chamar, quer definir até quinta-feira (19), véspera da abertura do prazo de convenções partidárias, quem vai acompanhar na disputa pelo Palácio do Planalto.

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os presidentes do DEM, ACM Neto, do PP, Ciro Nogueira, do Solidariedade, Paulinho da Força, e do PRB, Marcos Pereira, reuniram-se em São Paulo na casa do empresário Benjamin Steinbruch, filiado ao PP.

No encontro deste sábado, a conversa com os líderes do centrão também foi mais objetiva ao discutir questões como alianças nos estados, condições de campanha e postos como a presidência da Câmara, cargo que Maia quer ocupar pela terceira vez. Discutiram também possíveis nomes de vice para ambas as chapas.

Na primeira reunião do grupo com Ciro, em junho, Ciro já havia tentado desfazer polêmicas. Naquele encontro, o presidenciável sustentou posições que defende publicamente e que são tabus para partidos de viés mais conservador, mas se disse aberto a fazer ajustes no programa de governo.

A seu favor, Ciro tem pesquisa encomendada pelo DEM que aponta rejeição a Alckmin de 60% ante 52% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento indica ainda que o PSDB e seu candidato tem um nível de desgaste considerado irreversível.

Se o candidato apoiado for Ciro Gomes, o PR entrar no grupo e o PSB fechar aliança com o PDT, as possibilidades de vice aventadas na reunião são Márcio Lacerta (PSB), Josué Alencar (PR) e Benjamin Steinbruch (PP).

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Se decidirem apoiar Alckmin, os integrantes do grupo consideram para vice Josué Alencar (PR), Mendonça Filho (DEM), Aldo Rebelo (SD) e um nome do Nordeste a ser definido pelo PP.

Antes de se reunirem na quinta-feira para, finalmente, definir o apoio, o grupo se encontra com Valdemar Costa Neto na quarta-feira (18) para saber qual a decisão dele sobre o destino do PR, já que há grande pressão da bancada para que a sigla apoie a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL-RJ).

Maia, Nogueira e Paulinho defendem apoio a Ciro, enquanto Marcos Pereira e Neto preferem Alckmin e, por isso, ainda querem fazer mais análises antes de bater o martelo.

O grupo insiste na tentativa de atrair o PR, partido que, sozinho tem cerca de 45 segundos de tempo de TV. O bloco, sem o PR, tem 2 minutos e 11 segundos. Por isso há um grande esforço para trazer o partido de Valdemar Costa Neto. A preferência dele terá grande influência na hora de se bater o martelo sobre que candidato apoiar.

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Sozinho, Alckmin tem 1 minuto e 11 segundos de TV. Se confirmada a aliança com PSD, PTB, PV e PPS (1 minuto e 42 segundos), o tucano chega a 2 minutos e 53 segundos. Com o tempo do blocão, pode chegaria a 5 minutos e 4 segundos ou até a 5 minutos e 49 segundos, caso o PR entre na campanha.

Ciro tem hoje, sozinho, 25 segundos. Se fechar aliança com o PSB (45 segundos), vai a 1 minuto e 10 segundos. Com o blocão, vai a 3 minutos e 21 segundos, podendo chegar a 4 minutos e 6 segundos se o PR aderir ao grupo.

O PSC (17 segundos) pode integrar oficialmente o centrão nos próximos dias. O PHS (7 segundos) participou de uma reunião do grupo na quarta-feira (11) e também pode engrossar o bloco que quer crescer para aumentar seu poder de barganha.

PRB anuncia retirada da pré-candidatura a presidente do empresário Flávio Rocha

“Ao deixar a pré-candidatura, o PRB e Flávio Rocha abrem espaço para o diálogo firme em busca de construir a proposta mais equilibrada para o Brasil. O país não pode errar”, afirma o texto da nota

PRB anunciou nesta sexta-feira (13) a retirada da pré-candidatura a presidente da República pelo partido do empresário Flávio Rocha, executivo do grupo Guararapes, que controla a rede de lojas Riachuelo, entre outras empresas.

A pré-candidatura de Rocha havia sido anunciada pelo PRB no último dia 23 de março. Em nota sobre a desistência assinada pelo presidente da legenda, pelo próprio Rocha e pela bancada do PRB no Congresso, o partido argumenta que é necessária a união das “forças de centro” em um “único projeto”.

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“Ao deixar a pré-candidatura, o PRB e Flávio Rocha abrem espaço para o diálogo firme em busca de construir a proposta mais equilibrada para o Brasil. O país não pode errar”, afirma o texto da nota.

Nota à Imprensa

O PRB (Partido Republicano Brasileiro) vem a público informar a retirada da pré-candidatura do empresário Flávio Rocha a presidente da República.

A decisão foi tomada em conjunto entre o presidente nacional do partido, ex-ministro Marcos Pereira, Rocha e a bancada republicana no Congresso.

Há um entendimento claro de que o País não pode flertar com os extremos e, por isso, mais do que nunca durante todo o processo, é fundamental que as forças de centro se unam num único projeto.

Ao deixar a pré-candidatura, o PRB e Flávio Rocha abrem espaço para o diálogo firme em busca de construir a proposta mais equilibrada para o Brasil. O país não pode errar.

A partir de agora, os republicanos estarão integralmente debruçados em liderar esse processo e fazer valer a vontade da maioria dos brasileiros, que é o equilíbrio econômico, a retomada do crescimento e o reencontro com o emprego.

PRB – Partido Republicano Brasileiro

Marcos Pereira, presidente nacional

Flávio Rocha, empresário

Bancada do PRB no Congresso Nacional

 

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Ciro Gomes aproxima-se do DEM, PP, PRB, PSC e Solidariedade

Participantes do jantar que se estendeu até cerca de 1h da madrugada, disseram que o encontro foi de aproximação

O esperado encontro entre os presidenciáveis Ciro Gomes (PDT­ CE) e Rodrigo Maia (DEM-RT) ocorreu na noite de terça-feira (19) na casa de um empresário, amigo do presidente da Câmara, em Brasília.

Pelo lado do ex-governador do Ceará, participou o presidente do PDT, Carlos Lupi, e o deputado Mário Heringer (PDT-MG), responsável por fazer a ponte entre os dois grupos.

Já Maia estava acompanhado do presidente do DEM, o prefeito de Salvador, ACM Neto, do deputado Orlando Silva (PC do B-SP), seu amigo pessoal, e de representantes dos partidos que integram o grupo que pretende marchar junto com o presidente da Câmara nesta eleição, apoiando um mesmo candidato: os presidentes do PP, Ciro Nogueira; do Solidariedade, Paulinho da Força; e o licenciado do PRB, Marcos Pereira. O PRB é o único do bloco que apresenta resistência a uma aliança com Ciro. O PSC, que também integra o grupo, não mandou nenhum representante.

O objetivo da reunião foi tentar reduzir as resistências ao nome de Ciro nos partidos de centro e evitar que eles fechem apoio a Geraldo Alckmin (PSDB). A estratégia foi também tentar reverter o mal-estar dos últimos dias, quando o ex-governador do Ceará disse que sua prioridade era fechar primeiro aliança com o PSB e com o PCdoB, garantindo uma “hegemonia moral e intelectual”.

Participantes do jantar que se estendeu até cerca de 1h da madrugada, disseram que o encontro foi de aproximação. Os convidados se recusaram a informar o nome do anfitrião. Segundo eles, o sigilo foi acordado entre todos os presentes para evitar a exposição do empresário.

Ele fez na reunião uma avaliação do atual cenário eleitoral e ressaltou que sua candidatura não é totalmente alinhada com a esquerda e não tem preconceitos com partidos de outros campos políticos. Ele lembrou que, no Ceará, tanto o DEM como o PP fizeram parte da administração de seu partido.

Questionado por ACM Neto sobre divergências com bandeiras do grupo de centro, Ciro disse defender pontos que coincidem com ações do presidente do DEM à frente da prefeitura de Salvador. Ressaltou ainda que, se houver uma aliança entre eles, está aberto a fazer ajustes no programa.

Coube a Paulinho da Força abordar o tema que é receio generalizado de quem se aproxima de Ciro, o pavio curto e estilo verborrágico do ex-governador do Ceará.

Segundo relatos, Ciro ressaltou suas passagens pelo Ministério da Fazenda e pelo governo estadual e disse que sempre teve muita tranquilidade quando esteve em cargos de comando. Além disso, afirmou que hoje está sozinho, mas que, ao compor um grupo, a situação mudaria, pois, sua campanha deixaria de ser apenas para fazer número e passaria a sei de fato, para tentar ganhar a eleição.

Integrantes do grupo de Maia terão conversas ainda com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) e com o senador Alvaro Dias (PODE). Eles também são opção de aliança do bloco, que volta a se reunir na próxima terça-feira para discutir impressões e começar a definir quem apoiará na eleição de outubro.

PCdoB assina Termo de Compromisso Ético com o TSE para evitar fake news, MDB de Roseana não assina

Conforme o documento, os partidos políticos que subscreveram o documento se comprometem a manter o ambiente de higidez informacional e reprovar qualquer prática referente à utilização de conteúdo falso

Dez dos 35 partidos políticos em atividade no País assinaram na noite desta terça-feira (5) com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um acordo de colaboração para “a manutenção de um ambiente eleitoral imune de disseminação de notícias falsas”, as fake news. Assinaram o acordo representantes do Democratas, PC do B, PSDB, PDT, PRB, PSC, PSD, PSL, PSOL e Rede.

“Nós entendemos que, além de todas as providencias até então adotadas, nós deveríamos também ter como colaboradores não só a imprensa, mas também os partidos políticos. Que se juntem a nós para que mantenhamos a nossa democracia imune de qualquer dúvida. Os termos são simbólicos, são termos que encerram compromissos éticos”, disse o presidente do TSE, ministro Luiz Fux.

Conforme o documento, os partidos políticos que subscreveram o documento se comprometem a manter o ambiente de “higidez informacional, de sorte a reprovar qualquer prática ou expediente referente à utilização de conteúdo falso no próximo pleito, atuando como agentes colaboradores contra a disseminação de fake news nas eleições 2018”.

À procura de um vice…

Brandão manteve-se leal ao governador e tem todas as condições de ser lançado vice na chapa governista novamente.

As eleições de 2018 apresentam algumas peculiaridades para o mundo político. Se em anos anteriores as articulações e os acordos eram mais claros, hoje se tornaram um cálculo bem difícil para alguns analistas políticos.

A composição de uma chapa com a escolha de um vice pode significar bastante. Em 2014, a escolha de Carlos Brandão, ainda filiado ao PSDB, deu uma larga vantagem para o então candidato Flávio Dino (PCdoB). O ex-tucano agregou tempo de TV e garantiu o apoio de outros políticos e das centenas de diretórios do PSDB no estado.

Neste ano, apesar de estar filiado ao PRB, Brandão ainda apresenta vários pontos positivos para a chapa de Flávio Dino. Uma situação totalmente diferente para os outros concorrentes.

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) ainda tem muita dificuldade em escolher seu vice. Muito se especula pela escolha do senador João Alberto (MDB) para a vaga, mas seu nome sofre muita resistência da própria, que busca um nome jovem para dar um gás ao seu tão rejeitado grupo político.

Roseana também não tem mais o PT para indicar seu vice. O partido garantiu, nas últimas eleições, um bom tempo de TV para o grupo Sarney, mas hoje já faz parte da base de apoio do governador Flávio Dino.

O pré-candidato Roberto Rocha (PSDB) também apresenta dificuldades para fechar sua chapa. Com três nomes disputando a vaga para o Senado, Roberto Rocha ainda não dá sinais de qual nome viável será indicado para vice de sua chapa. Nem mesmo a garantia da vaga e de uma estrutura num possível governo faz com que Roberto feche um acordo com outra legenda.

Com quatro meses para as eleições, a procura de um vice se tornou um dilema para os candidatos. E o tempo para o fechamentos dos acordos já está acabando.

Roseana Sarney e a desarticulação política de seu grupo…

Mesmo com todo o barulho feito pela mídia ligada ao grupo Sarney, Roseana chega à disputa, politicamente, fraca, o que traduz todo seu desânimo.

A falta de apoio político está causando uma situação um tanto quanto inusitada para o grupo Sarney. Com o domínio há décadas de vários partidos historicamente ligados ao clã, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) entra, pela quinta vez, na disputa do governo, mas, pela primeira vez, sem o apoio de um número considerável de siglas.

Até o momento, com ela, além do MDB, apenas o PV, o PHS, o PMB e o PSD, o que gera especulações de que a chapa poderá sair “puro sangue”.

A perda mais significativa para Roseana são os partidos que hoje orbitam a base do governador Flávio Dino (PCdoB). Com diretórios espalhados por todo o estado e com uma grande fatia do horário político, PT, DEM, PR, PP, PTB e PRB farão uma grande diferença para a campanha da ex-governadora em 2018. Neles estão deputados e aliados com uma grande densidade de votos.

Outros partidos, que sempre estiveram ligados ao grupo Sarney, já declaram apoio a outras candidaturas. Maura Jorge, por exemplo, vai reunir PSL, PRTB, PSDC e o Podemos, antigo PTN.

Alguns partidos ainda estão indefinidos. O PMN do deputado Eduardo Braide pode encabeçar uma candidatura e ter o apoio do PSC. Além do PRP, que pode ter o ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad, como candidato ao governo.

Mesmo com todo o barulho feito pela mídia ligada ao grupo Sarney, Roseana chega à disputa, politicamente, fraca, o que traduz todo seu desânimo.

Marcelo Tavares nega interesse por vaga de vice-governador

Marcelo Tavares afirma que PSB se sente representado por Carlos Brandão e que não tem nenhuma dúvida sobre legalidade de sua indicação ao cargo. Foto: Divulgação

O ex-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares (PSB), pronunciou-se sobre uma matéria veiculada pela oposição ao governo Flávio Dino (PCdoB) de que ele estaria de olho na vaga de vice-governador na chapa governista.

Em conversa com o Informante JP, Tavares afirmou que a oposição coloca o que quer em seus sites com o interesse de prejudicar o grupo de alianças em torno da reeleição do governador Flávio Dino.

Tavares informou que havia um entendimento e que a Executiva Estadual do PSB reuniu-se em março e indicou seu nome, mas que sempre respeitaram e afirmaram que não iam disputar espaço com o atual vice-governador, Carlos Brandão (PRB), que é, merecidamente, o melhor nome para a vaga.

Marcelo Tavares finalizou dizendo que o PSB se sente representado por Brandão e que não tem nenhuma dúvida sobre a legalidade de sua indicação ao cargo.

Filiação do vice-governador ao PRB acontece neste sábado

Carlos Brandão começou a carreira política em 2000 como deputado federal.

O vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão, que deixou a presidência estadual do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) em novembro do ano passado, agora se filia ao Partido Republicano Brasileiro (PRB). A informação foi confirmada na página oficial do Partido Republicano.

A filiação de Carlos Brandão ocorrerá neste sábado (24), às 14h, no Rio Poty Hotel, em São Luís. Estarão presentes no ato, o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, o presidente nacional em exercício, senador Eduardo Lopes, o presidente estadual do PRB Maranhão e deputado federal, Cleber Verde, o Deputado Estadual Júnior Verde , dentre outras lideranças.

Carlos Brandão começou a carreira política em 2000. Entrou para o partido tucano em 2006 como deputado federal. Nas eleições de 2014, foi eleito vice-governador do  Maranhão na chapa encabeçada por Flávio Dino (PCdoB) e atualmente segue com o mandato.