Humberto Coutinho de volta às sessões na Assembleia Legislativa…

Da Agência Alema

Recuperado de tratamento médico, o deputado Humberto Coutinho voltou a presidir as sessões na Assembleia Legislativa

A primeira sessão do mês de julho na Assembleia Legislativa do Maranhão foi marcada pelo retorno do presidente da Casa, deputado Humberto Coutinho (PDT), que presidiu os trabalhos e foi recebido com carinho e satisfação pelos colegas parlamentares. O parlamentar estava afastado para tratar da saúde e, nas últimas semanas, descansava em casa, ao lado da família, no município de Caxias.

Antes de fazer a leitura da Ordem do Dia, Humberto Coutinho agradeceu. “Eu queria, antes da Ordem do Dia, agradecer ao apoio que tive de todos os deputados. Hoje, depois de mais de dois meses ausente desta Casa, vim aqui para pegar esta energia positiva de Vossas Excelências e, graças a Deus, todos os deputados aqui presentes me receberam de braços abertos e isso me emociona. Ainda não estou totalmente recuperado. A luta foi grande, mas tenho a certeza que este convívio vai acelerar mais rápido a minha cura e agradeço a cada um de vocês. Agradeço também ao deputado Othelino Neto por seu desempenho na minha ausência e que não teve nenhum problema conosco. E também à imprensa, que sempre foi cortês comigo”, disse.

Antes mesmo de adentrar o plenário Nagib Haickel, onde daria início às atividades do dia, Humberto Coutinho recebeu os cumprimentos dos deputados que lhe aguardavam no hall. “Estou muito feliz por estar retornando a esta Casa”, disse.

No plenário, diversos deputados iniciaram seus pronunciamentos, na tribuna, dando as boas-vindas ao presidente, a exemplo de Rigo Teles (PV), Rafael Leitoa (PDT) e Levi Pontes (PCdoB). O deputado Rogério Cafeteira (PSB) também saudou o presidente de forma especial.

Fora da tribuna, o deputado Othelino Neto (PCdoB), vice-presidente da Assembleia, que cumpriu a interinidade na ausência de Humberto Coutinho, ressaltou o importante trabalho do presidente à frente do Parlamento Estadual.

Quem também fez questão de ir abraçar o presidente da Assembleia foi o deputado federal Rubem Júnior (PCdoB), coordenador da bancada do Maranhão no Congresso Nacional. Ele ressaltou o carinho que nutre por Coutinho, seu amigo pessoal, e destacou o papel do presidente enquanto líder de seu grupo político no Maranhão.

O deputado Professor Marco Aurélio (PCdoB) destacou a trajetória política de Humberto Coutinho, um exemplo de luta e dedicação.  Os parlamentares Edilázio Júnior (PV), Edivaldo Holanda (PTC), Bira do Pindaré (PSB), Max Barros (PRP) e Sérgio Frota (PSDB) também fizeram seus pronunciamentos dando as boas-vindas ao presidente Humberto Coutinho.

Humberto Coutinho parabeniza Othelino Neto pela condução dos trabalhos na sua ausência

Humberto Coutinho esteve ausente do parlamento por quase um mês, tratando de problema na coluna

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Humberto Coutinho (PDT),  parabenizou o presidente em exercício, Othelino Neto (PCdoB), pela condução dos trabalhos do legislativo estadual na sua ausência. Também disse que quer vir mais forte no próximo ano para ser melhor que em 2016.

Coutinho esteve ausente da Casa por quase um mês para tratar de uma lesão na coluna, denominada de anteroslistese. “O problema é que a doença que eu tinha surgiu de forma muito pior na coluna. É uma dor muito forte e estou em tratamento intensivo. Parabenizo o deputado Othelino e a todos os líderes do governo que, na minha ausência, aprovaram todos os projetos. Também parabenizo a oposição que aqui se manifestou; que mostrou que estamos em uma casa democrática. Sempre digo que não há democracia sem parlamento livre”, acentuou Humberto Coutinho.

Ao finalizar, Humberto Coutinho enfatizou que a Assembleia do Maranhão mostrou que o parlamento é livre. “Apesar da oposição ser minoria, mas teve o seu espaço para discutir, para debater e, o  Governo,  ganhou na base da democracia. Quero vir no próximo ano mais forte para ser melhor que em 2016”, disse o presidente.

O deputado Eduardo Braide (PMN) falou da sua satisfação perlo retorno de Humberto Coutinho e também parabenizou Othelino Neto pela condução dos trabalhos na Casa. “É uma satisfação tê-lo de volta nesta Casa, ao tempo em que parabenizo também o deputado Othelino pela condução dos trabalhos na sua ausência”.

“Não tem renúncia”, diz Waldir Maranhão sobre Presidência da Câmara

Waldir diz que continua na presidência da Câmara

Waldir diz que continua na presidência da Câmara

Líderes partidários pressionam para que o deputado deixe o cargo. Maranhão assumiu interinamente após Cunha ser afastado pelo STF.

Gazeta

O presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), negou, nesta sexta-feira (13), que vá renunciar ao cargo. “Não tem renúncia. Sem renúncia”, disse a jornalistas.
Maranhão já havia dito a parlamentares, nesta quinta, que se recusava a deixar a vice-presidência da Casa, o que significaria abrir mão da presidência interina. Líderes partidários começaram a pressionar pela renúncia logo depois que Maranhão tentou anular a votação do impeachment na Câmara.
O deputado do PP assumiu a presidência da Câmara na semana passada, quando Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi afastado por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).
Próximos dias
Nesta quinta, o primeiro-secretário da Câmara, Beto Mansur, afirmou que Maranhão foi eleito, logo é o presidente. “Temos que seguir com o andamento das matérias. O Maranhão errou e deve resolver seus problemas sozinhos. Vamos dar um prazo de 15 dias para a poeira baixar.”
Diante desse cenário, a proposta do primeiro-secretário é que, pelo menos nas próximas duas semanas, Maranhão saia da linha de frente dos trabalhos e as sessões da Câmara sejam conduzidas pelos demais integrantes da Mesa Diretora, com a anuência dos líderes partidários.
“Sinto que não deveríamos judicializar essa questão [da presidência]. Nos próximos 15 dias, o Colégio de Líderes pode tocar as sessões”, afirmou. Mansur argumentou que novas eleições neste momento na Câmara poderão, eventualmente, atrasar a discussão de matérias a serem enviadas pelo novo governo do presidente Michel Temer ao Legislativo.
Conselho de Ética
O DEM e o PSD chegaram a acionar o Conselho de Ética apresentando uma representação contra Maranhão sob o argumento de que ele cometeu abuso de poder ao tentar anular o resultado de uma votação decidida no plenário, medida que não tem previsão regimental.

Movimento de oposição articula candidatura à presidência da OAB

Advogados da Oposição apresentaram propostas a jornalistas

Advogados da Oposição apresentaram propostas a jornalistas

O movimento de advogados maranhenses batizado de “Ordem e Mudança 2015” oficializou a pretensão de uma futura candidatura à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Maranhão (OAB-MA), em um café da manhã oferecido a jornalistas e advogados, nesta quinta-feira (05), no Veleiros Hotel, em São Luís.

O movimento iniciado, no ano passado, já conta com a adesão de centenas de advogados em todo o estado com um posicionamento de oposição à atual gestão da entidade.

Liderado pelo advogado criminalista Charles Dias, o grupo defende que a entidade de classe volte a atuar em defesa das prerrogativas da classe, na garantia de infraestrutura mínima para o desenvolvimento do trabalho dos advogados, tanto da capital como do interior do Estado, além de cobrar uma maior produtividade dos órgãos judiciais.

O grupo recebe, diariamente, por meio de grupos de WhatsApp e outras redes sociais, relatos de advogados de todo o Estado com denúncias sobre violação de prerrogativas, abusos de servidores do poder judiciário, e, principalmente, omissão da entidade que deveria representá-los, a OAB-MA.

Críticas – Durante o evento, Charles Dias também criticou duramente o que chamou de “partidarização” da OAB-MA. Ele ressaltou como um dos compromissos do grupo, em uma possível vitória no pleito,  cobrar mais celeridade do poder judiciário no julgamento de processos e no cumprimento de prazos pelos magistrados.

Foram citados também como compromissos do grupo a defesa das prerrogativas dos advogados, o compromisso de não-reeleição do presidente, a apartidarização e manutenção da independência institucional, entre outros.