Joaquim Barbosa desiste de disputar a presidência da República

O ex-ministro se filiou no início de abril ao PSB e já ensaiava uma pré-candidatura, mas sofria resistência de algumas alas de dentro do partido.

O ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa (PSB), anunciou na manhã desta terça-feira (08) a desistência da sua pré-candidatura à Presidência da República.

Joaquim Barbosa usou sua conta no Twitter para dizer que após várias semanas de muita reflexão, finalmente chegou a uma conclusão que não pretende ser candidato a presidente e que sua decisão é estritamente pessoal.

O ex-ministro se filiou no início de abril ao PSB e já ensaiava uma pré-candidatura, mas sofria resistência de algumas alas de dentro do partido como o governador de São Paulo, Márcio França.

A desistência causa espanto no meio político, pois Joaquim Barbosa, mesmo sem uma definição, pontuava entre os primeiros colocados nas pesquisas de intenção de voto, variando em torno de 10%, o que já era considerado uma ótima pontuação para alguém que nunca disputou um cargo para o executivo ou para o legislativo.

A desistência de Temer na disputa pela presidência e o fator Roseana Sarney

Roseana respirou aliviada com a desistência de Michel Temer

Na última sexta-feira (4), o presidente Michel Temer considerou a possibilidade de não concorrer mais à reeleição. Ele ainda afirmou que o afastamento de um presidente deve ser medido pelo delito cometido.

A declaração foi dada em em entrevista à EBC (Empresa Brasil de Comunicação), a primeira feita de maneira exclusiva pela empresa pública.

O presidente voltou a afirmar que ainda decidirá sobre sua candidatura à reeleição. Segundo ele, ainda deve se reduzir a quantidade de candidatos que disputam o centro político.

Com a desistência de Temer na disputa, a pré-candidata ao governo do Maranhão, ex-governadora Roseana Sarney, tirou um peso das costas, pois iria ter que defender um candidato com mais de 90% de rejeição no Estado.

No Maranhão, a rejeição de Michel Temer chega a incríveis 98%.

Roseana chegou a ser hostilizada por seus próprios e poucos apoiadores quando defendia o governo do indefensável Michel Temer.

Se Temer não for mesmo candidato, Roseana e seu grupo podem respirar aliviados, assim não vão ter que ficar escondendo o presidente detentor de muita rejeição e desgaste. caso contrário, serão obrigados a receber o peemedebista no palanque.

PT reafirma pré-candidatura de Lula à presidência da República

O Diretório Nacional do PT se reuniu, nesta segunda-feira (23), em Curitiba (PR) para definir as próximas ações do partido.

Em nota, foi reiterada a inocência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o registro oficial da candidatura dele em 15 de agosto. Antes, o PT indicará, em 28 de julho, o nome de Lula como o candidato da legenda para as eleições presidenciais de outubro.

O ex-presidente está detido na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba, desde o último dia 7. Ele foi condenado a 12 anos e um mês por corrupção e lavagem de dinheiro.

De acordo com o PT, mesmo preso, Lula será candidato. O partido pretende conclamar várias frentes em defesa da candidatura do ex-presidente. Paralelamente, serão lançadas ações nas redes sociais e nas ruas. Também serão mantidos o acampamento e a vigília, na capital paranaense, denominados Lula Livre em Curitiba.

Disputa à presidência da República já tem 16 pré-candidatos oficializados

Os partidos políticos devem promover convenções nacionais com seus filiados entre 20 de julho e 5 de agosto para que oficializem as candidaturas.

Há exatos seis meses da eleição presidencial deste ano, pelo menos 16 nomes já se colocaram publicamente na disputa. Os partidos devem anunciar seus pré-candidatos até o início de agosto, quando termina o prazo para cada legenda definir as candidaturas nas convenções.

Dentre os concorrentes ao pleito, há ex-presidentes, senadores, deputados, ex-ministros e ex-ministro do Supremo Tribunal Federal.

Aldo Rebelo – Solidariedade

O partido Solidariedade lançou nesta segunda-feira (16), na capital paulista, a pré-candidatura do ex-ministro e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, à Presidência da República. Segundo ele, sua pré-candidatura pretende buscar a união nacional em torno dos grandes interesses do país. Aldo destacou que vê como necessária a junção das forças políticas da direita e esquerda em prol do Brasil.

Álvaro Dias – Podemos

O senador Álvaro Dias será o candidato do Podemos. Eleito senador em 2014, pelo PSDB, Álvaro Dias migrou para o PV e, em julho do ano passado, buscou o Podemos, antigo PTN. Com a Pré-candidatura do senador, a legenda quer imprimir a bandeira da renovação da política e da participação direta do povo nas decisões do país por meio de plataformas digitais.

Ciro Gomes – PDT

Pela terceira vez concorrendo ao posto mais alto do Executivo, o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, vai representar o PDT na disputa presidencial. Ao anunciar o seu nome como pré-candidato na última quinta-feira (8), o pedetista adotou um discurso contra as desigualdades e propondo um “projeto de desenvolvimento” para o país.

Fernando Collor – PTC

O senador e ex-presidente da República, Fernando Collor, vai concorrer pelo PTC. Ele foi presidente da República entre 1990 e 1992, quando sofreu impeachment e foi substituído pelo então vice-presidente Itamar Franco. Foi o primeiro presidente a ser eleito pelo voto direto após o regime militar (1964-1985).

Flávio Rocha – PRB

O empresário Flávio Rocha é o pré-candidato pelo PRB, legenda na qual se filiou em março. Pernambucano, Flávio Gurgel Rocha exerce atualmente a função de CEO do Grupo Guararapes, um dos maiores grupos empresariais do país. Já foi eleito deputado federal por duas vezes (1987-1990/1991-1994) e membro da Assembleia Nacional Constituinte e foi um dos fundadores do IDV (Instituto de Desenvolvimento do Varejo).

Geraldo Alckmin – PSDB

Após a desistência de outros quadros da sigla, o PSDB oficializou, no último dia 20, a pré-candidatura do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Esta será a segunda vez que ele disputará a vaga. Em dezembro do ano passado, em uma movimentação para unir os demais quadros tucanos em torno de sua candidatura, Alckmin foi eleito presidente nacional do PSDB.

Guilherme Boulos – PSOL

Depois de uma consulta interna que contou com outros três nomes, o PSOL decidiu lançar a pré-candidatura de Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), após ele se filiar à sigla no início do mês de março. Repetindo a estratégia das últimas eleições de apresentar uma opção mais à esquerda que os demais partidos, o PSOL participará com candidato próprio à corrida presidencial, que em 2010 e 2014 teve os nomes de Plínio de Arruda Sampaio e Luciana Genro na disputa.

Jair Bolsonaro – PSL

Deputado federal na sétima legislatura, Bolsonaro se filiou ao PSL na última quarta-feira (7). Considerado polêmico por suas bandeiras, Jair Bolsonaro defende a ampliação do acesso a armas e um Estado cristão, além de criticar modelos de família, segundo ele, “não tradicionais”, como casamento homossexual.

João Amoêdo – Novo

Com 55 anos, João Amoêdo é o candidato pelo partido Novo, que ajudou a fundar. Formado em Engenharia e Administração de Empresas, fez carreira como executivo do mercado financeiro.

Amoêdo foi um dos fundadores do Partido Novo, que teve seu registro homologado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2015. A disputa presidencial em 2018 será a primeira experiência política dele.

José Maria Eymael – PSDC

Já o PSDC confirmou, no último dia 15 de março, a pré-candidatura do seu presidente nacional, José Maria Eymael, que vai concorrer pela quinta vez.

Além de fundador do PSDC, José Maria Eymael é advogado e nasceu em Porto Alegre. Sua trajetória política começou na capital gaúcha, onde foi um dos líderes da Juventude Operária Católica. Em 1962, filiou-se ao Partido Democrata Cristão (PDC) e atuou como líder jovem do partido. Em 1986, foi eleito deputado federal por São Paulo e em 1990, conquistou o segundo mandato na Câmara dos Deputados.

Levy Fidelix – PRTB

Outro candidato recorrente ao pleito é o jornalista e publicitário Levy Fidelix, representando o partido do qual é fundador: PRTB. Abordando temas em defesa da família e dos “bons costumes”, ele buscará aproveitar o momento de insatisfação dos brasileiros com a corrupção para se dizer um candidato “ficha limpa”.

Fidelix concorreu ao cargo nas eleições de 2014, 2010 e de 1994.

Manuela D’Ávila – PCdoB

A deputada estadual do Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila, será a candidata do PCdoB. A ex-deputada federal, por dois mandatos, teve a pré-candidatura lançada pelo partido comunista em novembro do ano passado. Esta é a primeira vez que o PCdoB lançará candidato próprio desde a redemocratização de 1988. Um dos motes da campanha será o combate à crise e à “ruptura democrática” que, segundo a legenda, o país vive.

Marina Silva – Rede Sustentabilidade

A ex-senadora Marina Silva vai disputar a Presidência pela terceira vez consecutiva. Integrante da sigla Rede Sustentabilidade, Marina tem como plataforma a defesa da ética, do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável.

Paulo Rabello de Castro – PSC

Até a semana passada no comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o economista Paulo Rabello de Castro deixou o cargo para confirmar a disposição de disputar à Presidência. Segundo o PSC, embora não tenha promovido um ato de lançamento, a legenda já trabalha com a pré-candidatura como oficial. Desde fevereiro, ele participa de eventos partidários pelo país junto ao presidente da sigla cristã, Pastor Everaldo, que concorreu à Presidência no pleito de 2014.

Rodrigo Maia – DEM

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ) é o pré-candidato pelo DEM. Maia tem buscado ser uma alternativa de centro e, em suas próprias palavras, “sem radicalismos”. Ele assumiu o comando da Câmara após a queda de Eduardo Cunha (MDB-RJ), preso pela Operação Lava Jato, e ganhou mais protagonismo político pelo cargo que ocupa, já que é o responsável por definir a pauta de projetos importantes, como a reforma da Previdência.

 

Vera Lúcia – PSTU

O PSTU, que nas últimas vezes concorreu com o candidato José Maria de Almeida (Zé Maria), lançará uma chapa tendo a sindicalista Vera Lúcia como candidata à Presidência.

Vera Lúcia foi militante no PT e integrante do grupo fundador do PSTU.

MDB

Com a promessa de, pela primeira vez depois de 24 anos, apresentar ao país um candidato à Presidência da República, o MDB ainda não definiu oficialmente como formará a chapa para a disputa. Nesta semana, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles se filiou à sigla.

No entanto, ao deixar o comando do Ministério da Fazenda na sexta-feira (6), Meirelles não informou a qual cargo pretende concorrer. Mas é cogitado como opção ao lado do presidente Michel Temer.

PSB

Após a morte do ex-ministro e então presidente nacional do partido, Eduardo Campos, em plena campanha eleitoral de 2014, o PSB passou por dificuldades de identificação e falta de lideranças nos últimos anos. No último dia 6 de abril, a sigla recebeu a filiação do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e tem nele a grande aposta de participar do pleito deste ano.

PT

Depois de ganhar as últimas quatro eleições, o PT anunciou a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas dificilmente conseguirá lançá-lo à disputa. Lula foi preso no último sábado (7) para cumprimento da pena de 12 anos e 1 mês de prisão.

Outros nomes cotados dentro do partido são do ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, e o do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, além de optar por apoiar a candidatura de outro partido da esquerda.

Prazos

De acordo com a legislação, os partidos políticos devem promover convenções nacionais com seus filiados entre 20 de julho e 5 de agosto para que oficializem as candidaturas. A data final para registro das candidaturas pelos partidos políticos na  Justiça Eleitoral é 15 de agosto.

Aldo Rebelo tem pré-candidatura lançada e Flávio Dino passa a ter mais um palanque nacional

Amigo de longa data do governador Flávio Dino, Aldo Rebelo não vai ter dificuldade de encontrar no Maranhão um palanque regional estruturado.

O ex-ministro Aldo Rebelo foi lançado, na tarde desta segunda-feira (16), pré-candidato à Presidência da República pelo Solidariedade. Ele se filiou recentemente ao partido de Paulinho da Força, após deixar o PSB.

Aldo Rebelo fez parte dos governos Lula e Dilma. É também ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e um dos criadores da União da Juventude Socialista, vinculada ao PCdoB, partido no qual permaneceu por 40 anos, de 1977 a 2017.

Um dos principais quadros da história do PCdoB, Aldo Rebelo foi ministro das Relações Institucionais entre 2004 e 2005, no governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De 2005 a 2007, Aldo presidiu a Câmara dos Deputados. No governo Dilma Rousseff, os ministérios do Esporte (2011-2014), da Ciência e Tecnologia (2015) e da Defesa (2015-2016).

O Solidariedade apóia o governador Flávio Dino desde as eleições de 2014 e tem como presidente estadual o ex-secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo.

Amigo de longa data do governador Flávio Dino, Aldo Rebelo não vai ter dificuldade de encontrar no Maranhão um palanque regional estruturado.

Disputa presidencial já conta com 11 pré-candidatos

Faltando cinco meses para o início do registro das candidaturas, a corrida eleitoral deste ano começa a ganhar forma e já reúne pelo menos 11 postulantes ao Palácio do Planalto colocados oficialmente. Na última quinta-feira (8), os nomes do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) foram lançados por seus partidos.

Analistas apontam o cenário de incerteza na disputa presidencial, reflexo da crise política, e o fim do financiamento empresarial como determinantes para a proliferação de candidaturas. A possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), até agora líder nas pesquisas de intenção de voto, ficar impedido de concorrer com base na Lei da Ficha Limpa também é considerada um fator para a pulverização de candidatos.

Algumas dessas candidaturas, porém, são vistas como tentativa de os partidos se cacifarem nas negociações de alianças eleitorais, como a do próprio Maia. No evento em que “estreou” como pré-candidato à Presidência, o deputado foi reverenciado por líderes de siglas do Centrão e até por tucanos, que já têm no governador Geraldo Alckmin (PSDB) seu pré-candidato. Eles ainda tentam atrair o DEM para a chapa presidencial.

A exemplo da candidatura do DEM, considerada de centro, no campo da esquerda a postulação da deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila (PCdoB) também é vista com ceticismo. Historicamente, o partido tem se colocado como linha auxiliar do PT e aliados dizem ter dúvidas se ela a manterá até o fim.

A fragmentação vista no campo de centro, que reúne, além de Maia e Alckmin, o senador Álvaro Dias (Podemos) pode ficar ainda maior caso o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), concorra. Ele negocia filiação ao MDB, mas dirigentes da sigla têm dito que a prioridade, em caso de candidatura própria, é do presidente Michel Temer – que diz não ter a pretensão de disputar a reeleição.

Na esquerda, a indefinição sobre Lula incentiva a fragmentação. Além do petista e de Ciro, o PSOL lançou o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, como pré-candidato. Embora considerada mais ao centro, a ex-ministra Marina Silva (Rede), oficializada como pré-candidata em dezembro, disputa o mesmo eleitorado.

No outro extremo, o PSL filiou o deputado Jair Bolsonaro (RJ), segundo colocado nas sondagens eleitorais. O empresário João Amoêdo foi lançado pelo Novo em novembro.

 

Flávio Dino poderá ceder palanque a mais um candidato a presidente…

Joaquim Barbosa não esconde a satisfação de ser lembrado como alternativa em um cenário político que busca um nome novo.

Têm avançado as articulações de uma possível candidatura do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, pelo PSB.

De acordo com o jornal O Globo, Barbosa conversa com uma ala do PSB interessada em vê-lo presidente do país. Cortejado, ainda não deu sua resposta. Vai deixar a decisão final para março, nono f do prazo para a filiação de candidatos.

Joaquim Barbosa se diz preocupado com o futuro do país, que vê assolado pela corrupção. E não esconde a satisfação de ser lembrado como alternativa em um cenário político que busca um nome novo.

No Maranhão, o PSB é um antigo aliado do governador Flávio Dino (PCdoB). Na eleição de 2014, o comunista cedeu palanque para o candidato Eduardo Campos, substituído por Marina Silva após seu falecimento.

Nomesmo ano, Flávio Dino cedeu palanque a mais dois candidatos: Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), em uma coligação que envolveu várias tendências pelo fim do império da oligarquia Sarney.

Mesmo após condenação, PT aprova pré-candidatura de Lula

Mesmo após julgamento, PT não discute a possibilidade de lançar outro nome à presidência.

Durante reunião da Executiva Nacional do PT realizada nesta quinta-feira (25), na sede da CUT, em São Paulo, o ex-presidente Lula foi aclamado pré-candidato à Presidência da República, mesmo após a confirmação de sua condenação em segunda instância.

Durante o ato, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), ressaltou que a sigla não discute a possibilidade de lançar outro nome.
A senadora lembrou, ainda, que as últimas pesquisas apontavam o ex-presidente na liderança, com mais de 40% das intenções de voto, e o partido já havia anunciado que Lula seria seu pré-candidato em dezembro do ano passado.

Presente na reunião, Lula acusou os magistrados do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) de terem formado um “cartel” na decisão tomada durante o julgamento para evitar que ele pudesse entrar com embargos infringentes e o PT pudesse lançá-lo como candidato à Presidência.

Também estiveram presentes no evento a ex-presidente Dilma Rousseff, parlamentares, governadores petistas, lideranças do partido, centrais sindicais e movimentos sociais.

Ana Paula Lobato assume presidência do Gedema…

Nova presidente do Gedema é Ana Paula Lobato

A presidência do Grupo de Esposas de Deputados do Estado do Maranhão (Gedema) tem novo comando. Trata-se da enfermeira Ana Paula Lobato, esposa do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), que assumiu o posto, nesta quarta-feira (17). A assinatura do termo de posse aconteceu na sede do Gedema e foi prestigiada pelo presidente da Casa, por esposas que compõem o grupo, diretores e parlamentares.

Enfermeira por formação e empresária, Ana Paula Lobato garantiu que dará continuidade ao excelente trabalho desempenhado pela Dra. Cleide Coutinho. Ela também ressaltou que o Gedema seguirá cumprindo com o seu papel de promover a integração entre os funcionários da Casa e ajudar em causas e projetos sociais.

“Foi feito um belo trabalho pela Dra. Cleide Coutinho. Vamos continuar dando assistência aos servidores da Casa e ajudar no que for possível nas ações sociais, na Creche-Escola Sementinha e no projeto Sol Nascente. Ainda estamos nos ambientando e, mais para frente, vamos poder falar sobre novidades e novos projetos”, completou.

A posse da nova presidente do Gedema foi bastante prestigiada. Entre os presentes estavam a deputada Ana do Gás (PCdoB), e os deputados Hemetério Weba (PV) e Fernando Furtado (PCdoB).

O presidente Othelino Neto destacou que, pelas circunstâncias, foi preciso fazer a transição para que o Gedema continuasse a cumprir com a sua função.

“Vai ser feito um trabalho de continuidade no Gedema, que já vinha sendo realizado com muita competência pela Dra. Cleide Coutinho. O grupo continuará a agir junto aos funcionários da Casa, promovendo a integração entre os servidores e, ao mesmo tempo, dando seguimento aos projetos sociais, que são muito importantes”, assinalou.

A deputada Ana do Gás também desejou sorte e sucesso a Ana Paula Lobato. “Eu acredito no compromisso da Ana Paula, que já fazia parte do Gedema e, agora, dará continuidade ao grande trabalho da dra. Cleide Coutinho, que deixa um legado de muita paixão e compromisso. Desejo todo o sucesso e acredito que esse trabalho irá continuar, como já estava sendo feito”, afirmou.