Nos próximos 35 dias, candidatos terão a oportunidade de mostrar suas propostas na TV e no rádio

Neste ano, o período de campanha eleitoral gratuita, no rádio e na TV durará apenas 35 dias, terminando em 4 de outubro, última quinta-feira antes da eleição

O período de campanha eleitoral gratuita no rádio e na televisão começou hoje, sexta-feira (31), com os programas dos candidatos aos governos estaduais, ao Senado e ao mandato de deputado estadual. Eles também poderão exibir suas propagandas às segundas e quartas-feiras.

No rádio, a propaganda começa as 7h e terá duração de 25 minutos. O segundo bloco terá início ao meio-dia. Na televisão, também serão dois blocos de campanha eleitoral, diariamente, um às 13h e outro às 20h30.

Terças, quintas e sábados são os dias dos candidatos à presidência da República exibirem seus programas eleitorais no rádio e na televisão. Os 13 presidenciáveis vão dividir dois blocos de 12 minutos e 30 segundos a cada dia de veiculação. Os candidatos ao cargo de deputado federal também terão espaço de propaganda às terças, quintas e sábados, logo após os presidenciáveis.

Neste ano, o período de campanha eleitoral gratuita, no rádio e na TV durará apenas 35 dias, terminando em 4 de outubro, última quinta-feira antes da eleição.

Divulgado limite de gastos para as eleições 2018

O limite fixado às campanhas para deputado federal ficou em R$ 2,5 milhões. Para os cargos de deputados estadual ou distrital, o teto ficou fixado em R$ 1 milhão

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou o limite de gastos das campanhas eleitorais deste ano, bem como o limite quantitativo para contratação de pessoal. Para o cargo de presidente da República o teto será de R$ 70 milhões para o primeiro turno, valor que pode ser acrescido em R$ 35 milhões caso haja segundo turno.

O limite fixado às campanhas para deputado federal ficou em R$ 2,5 milhões. Para os cargos de deputados estadual ou distrital, o teto ficou fixado em R$ 1 milhão. No caso das campanhas para governadores e senadores, o limite de gastos variam de acordo com o eleitorado de cada unidade da Federação.

São Paulo, por exemplo, é a unidade federativa com maior teto de gastos para a campanha a governador (R$ 21 milhões, no primeiro turno e outros R$ 10,5 milhões em caso de segundo turno), seguido do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e da Bahia (14 milhões mais R$ 7 milhões em caso de segundo turno); Ceará, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (R$9,1 milhões mais R$ 4,55 milhões para o segundo turno).

Estados com população de até 1 milhão de eleitores terão seus gastos limitados a um teto de R$ 2,8 milhões, para a campanha ao governo estadual. Em caso de segundo turno, essas campanhas terão seu teto acrescido em R$ 1,4 milhão. Informações sobre o limite de gastos para o governo das demais unidades podem ser obtidas no site do TSE.

O TSE também disponibilizou em seu portal o limite de contratações diretas ou terceirizadas de pessoal, para serviços de militância e de mobilização nas ruas, tanto para a campanha presidencial como para as de senador, deputados e governadores.

Com uma população de 9 milhões de eleitores, São Paulo é o estado que terá direito a fazer o maior número de contratações: 9.324 para as campanhas à presidência e ao Senado; 18.648 para a campanha ao governo do estado; e 6.527 para a campanha à Câmara dos Deputados.