Projeto “Viver Mais” realiza aula inaugural de expansão das atividades

Viver Mais realiza aula inaugural de expansão do projeto nesta quinta-feira (16)

Viver Mais realiza aula inaugural de expansão do projeto nesta quinta-feira (16)

A Prefeitura de São Luís, por meio do Instituto de Previdência e Assistência do Município (Ipam), realiza, nesta quinta-feira (16), a aula inaugural das atividades de expansão do projeto “Viver Mais”. Os serviços foram ampliados para atender também os servidores municipais ativos e seus dependentes.

Na aula inaugural, haverá diversas atividades de lazer. Os servidores experimentarão três modalidades: zumba, dança de salão e treinamento funcional. Para se inscrever no projeto, os interessados devem levar carteira de identidade e preencher ficha de inscrição disponibilizada pelo Ipam.

Os beneficiários terão como opções de atividades escolinha de natação, vôlei, futebol e futsal (para filhos de servidores), hidroginástica, treinamento funcional, aulas de zumba e dança de salão para servidores, jogos de salão e recreação aos finais de semana.

Segundo o presidente do Ipam, Raimundo Penha, o projeto é parte da política de valorização do servidor municipal, desenvolvida pelo prefeito Edivaldo. “A ampliação das atividades do Viver Mais otimizará o funcionamento do Centro de Convivência e será uma excelente opção de esporte, lazer e cultura para os servidores públicos e seus dependentes e com um detalhe: sem qualquer tipo de cobrança de taxa”, frisou.

VIVER MAIS

O projeto tem como finalidade garantir a melhoria da qualidade de vida de aposentados, pensionistas, servidores municipais e seus dependentes na capital maranhense. É também aberto à comunidade idosa da área de abrangência do Centro de Convivência, localizado na Rua São Bernardo, nº 115, Olho d’Água.

Para garantir maior eficiência do projeto, os resultados obtidos através das atividades desenvolvidas são avaliados com a participação da equipe técnica, público-alvo e parceiros. As análises permitem identificar possíveis pontos de limitação e solucioná-los, bem como manter os avanços obtidos.

O “Viver Mais” é desenvolvido através do Ipam e conta com a parceria das secretarias municipais de Desportos e Lazer (Semdel), Administração (Semad), Criança e Assistência Social (Semcas), Segurança com Cidadania (Semusc), entre outros órgãos.

Zé Inácio e prefeita de Itinga apresentam projeto a Flávio Dino

Vete Botelho e Zé Inácio entregaram  projeto a Flávio Dino

Vete Botelho e Zé Inácio entregaram projeto a Flávio Dino

A prefeita do município de Itinga, Vete Botelho (PDT), e o deputado Zé Inácio (PT) apresentaram ao governador Flávio Dino um projeto de fruticultura irrigada. A reunião foi acompanhada pelo secretário de Estado de Agricultura, pecuária e abastecimento, Márcio Honaiser e pelo Prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira.

O projeto é um investimento de R$ 70 milhões de reais em 800 hectares de plantio de banana com a possibilidade de gerar cerca de 800 empregos diretos de forma imediata em Itinga do Maranhão.

Zé Inácio destacou a importância do incentivo do governo do Estado à produção agrícola e desenvolvimento sustentável. “A prefeita Vete Botelho é uma mulher com visão empreendedora e que só tem feito o município de Itinga desenvolver. Tenho certeza que o governador Flávio Dino irá se sensibilizar com  esse empreendimento naquele município”, comentou.

Deputado quer desarquivar projeto que define limites de Senador La Rocque

Deputado Antonio Pereira

Deputado Antonio Pereira

O deputado estadual Antônio Pereira (DEM) protocolou requerimento na Mesa Diretora da Assembleia, pedindo o desarquivamento do seu projeto de lei 060/2014, que altera a Lei 6.169 e consolida os limites territoriais entre os municípios de Senador La Roque, João Lisboa, Amarante do Maranhão, Buritirana, Davinópolis e Imperatriz.

O democrata deixou claro que não quer criar embaraços aos prefeitos, mas com representante da região, tem obrigação de resolver os conflitos pela indefinição dos limites territoriais, especialmente em Senador La Roque, Buritirana e João Lisboa, onde o povo, insatisfeito, protesta para pedir a solução do problema.

O parlamentar informou que o município de Senador La Roque tinha uma população estimada em 20.793 habitantes, divididos numa área de 1.236,868 km2. Hoje, com as questões de litígio territorial com os municípios de João Lisboa e Buritirana, a população caiu para 14.315 habitantes e a área territorial para 746,74 km2.

Antônio Pereira informou ainda que mesmo com a população e  a área territorial reduzida, Senador La Roque é responsável pelas políticas públicas de saúde de educação, saneamento básico, infraestrutura, vacinação, e funcionalismo dos quinze povoados transferidos, por medida judicial, para João Lisboa e Buritirana.

                                  LEI E LITÍGIOS

Senador La Roque foi criado pela Lei 6.169/94, a   Lei de Criação dos Municípios, e desde então teve seus limites territoriais contestados, porque assumiu os 34 povoados que participaram do plebiscito de 1994.   Para tentar resolver o problema, a Assembleia aprovou a Lei 265/2001, de autoria do ex-deputado Hélio Soares.

A lei deixou “brecha” porque não houve consulta plebiscitária.  Em 2009, Buritirana acabou ganhando o direito de requerer o controle dos povoados Olho D’ Água, Cajá Branca, Jenipapo, Novo Horizonte, Assentamento Belém, Assentamento Tabuleirão, Centro dos Machados, Ingarana, Passondas e parte do Açaizal.

A mesma posição foi tomada por João Lisboa, que em 2010, alegando inconstitucionalidade, ganhou o direito de controlar os povoados Arapari, Jatobá, Centro do Zezinho, Centro do Toinho, Lagoa da Cigana, Pingo de Ouro e Alvorada I e III. Depois da decisão da justiça, a arrecadação de Senador La Roque caiu 30%.

O prefeito de Senador La Roque, Chico Nunes (PV), reclama que desde 2010 João Lisboa e Buritirana recebem recursos das áreas em litígio, mas não fazem investimentos. “Buritirana e João Lisboa querem assumir os povoados à força, contra a vontade do povo, que protesta contra a divisão territorial”, denuncia.

“O Maranhão agora tem a chance de um novo modelo de desenvolvimento”, diz Roberto Rocha

Por Manoel Neto

Roberto Rocha: “A população pode esperar de mim fidelidade a esse projeto de desenvolvimento"

Roberto Rocha: “A população pode esperar de mim fidelidade a esse projeto de desenvolvimento”

Eleito senador da República com uma votação consagradora – 1.476.840 votos – nas urnas de 5 de outubro passado, o vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha (PSB), vê com bastante otimismo o futuro do Maranhão a partir de agora. Ele acredita que, com a sua vitória para o Senado e com a de Flávio Dino para o governo do Estado, os maranhenses terão a chance de concretizar “mudanças reais na prática política e na superação de um modelo que se esgotou há muito tempo”.

Aos 49 anos de idade, casado, pai de quatro filhos e avô de três netos, Roberto Rocha acredita que o Maranhão vive um momento novo, tendo sobretudo a chance de inaugurar um novo modelo de desenvolvimento.

“A população pode esperar de mim fidelidade a esse projeto, empenho pessoal permanente e compromisso com as forças sociais que estão amadurecidas para construir as bases de um novo modelo de desenvolvimento para o Maranhão”, afirma Roberto Rocha, nesta entrevista:

Jornal Pequeno- O que significou para o Maranhão a sua vitória para o Senado Federal e o que o povo maranhense pode esperar de seu novo senador?

Roberto Rocha – Não é uma vitória pessoal, mas o fruto de uma composição de forças sintonizada com as aspirações de mudanças reais na prática política e na superação de um modelo que se esgotou há muito tempo.

A população pode esperar de mim fidelidade a esse projeto, empenho pessoal permanente e compromisso com as forças sociais que estão amadurecidas para construir as bases de um novo modelo de desenvolvimento para o Maranhão.

JP – Quais os projetos, temas e questões que o senhor pretende levar para o debate no Congresso Nacional, a partir de 2015?

Roberto Rocha – O Congresso, e especialmente o Senado, tem uma agenda que não se inaugura a cada legislatura. Ela é tributária das intensas negociações e debates que vem se desdobrando há anos. O papel dos congressistas é o de articular as forças políticas para que o arcabouço jurídico do país acompanhe a evolução da sociedade.

É claro que alguns temas tem mais afinidade com a minha trajetória política, como o desenvolvimento econômico, o combate às drogas, a inovação tecnológica, a proteção ambiental etc.

Além disso pretendo que o meu gabinete seja um ponto de confluência para auxiliar nas demandas dos municípios em Brasília, com assessoramento técnico de alto nível, bem como possa ajudar na interlocução do governo Flávio Dino com as instâncias de poder em Brasília.

JP – O senhor terá a companhia de outros dois senadores maranhenses que não fazem parte do seu grupo político. Como o senhor pretende se relacionar com eles?

Roberto Rocha – Com a responsabilidade de quem representa o Estado, que é muito maior do que nossas divergências políticas. No relacionamento pessoal, com a urbanidade que todos os adversários merecem.

JP – Qual a sua expectativa sobre o próximo governo que o senhor ajudou a eleger no Maranhão?

Roberto Rocha – A expectativa de que o Maranhão inicie uma nova etapa de sua história, mais republicana, com um novo ambiente de negócios, com diálogo orgânico com a sociedade. Mais que uma expectativa, é minha convicção de que assim será no novo Governo.

JP – Qual sua opinião sobre a formação da equipe do governador eleito Flávio Dino?

Roberto Rocha – O quadro de auxiliares anunciados até aqui demonstra uma inegável vontade política de dotar o Estado de uma máquina administrativa distante da lógica clientelista que predominou no governo que se encerra.

JP – O PSB chegou a sugerir, através de nota, a indicação do ex-governador José Reinaldo Tavares para compor a equipe de secretários de Flávio Dino. O senhor concorda com essa indicação?

Roberto Rocha – Manifestei minha concordância na reunião que fez a indicação e ainda agreguei a sugestão de incluir o nome do companheiro Bira do Pindaré para compor os quadros governamentais. São nomes que honram nosso partido.

JP – Que avaliação o senhor faz da campanha pró-Aécio Neves no Maranhão?

Roberto Rocha – Foi um esforço de retribuição ao apoio que recebi na minha campanha ao Senado. Os números mostraram, no entanto, que esse foi um desses momentos na história em que a sociedade tomou para si a decisão, sem a mediação do campo político. A homogeneidade dos votos no Nordeste, o padrão de crescimento dos votos da Presidente não autoriza ninguém a avocar para si esse mérito. Foi uma decisão soberana da população.

JP – O senhor foi um dos maiores entusiastas da campanha de Aécio Neves. E agora, o senhor cogita fazer parte do bloco de oposição à presidente Dilma no Congresso?

Roberto Rocha – A decisão compete ao partido, nacionalmente. Não cabe a mim, pessoalmente, definir qual será o modo institucional de relacionamento com o Governo. De todo modo, pela nossa história, não nos cabe ter alinhamentos automáticos com o bloco de oposição. Penso que o mais provável será definirmos uma posição de independência, fazendo uma oposição propositiva.

Assistentes sociais e psicólogos querem sanção do projeto que os insere na rede estadual de ensino

 

Assistentes sociais agradeceram a iniciativa do projeto a Othelino e disseram que estão lutando pela sanção da Lei

Assistentes sociais agradeceram a iniciativa do projeto a Othelino e disseram que estão lutando pela sanção da Lei

Psicólogos também se reuniram com Othelino Neto e disseram que vão pedir ao Executivo a sanção da Lei

Psicólogos também se reuniram com Othelino Neto e disseram que vão pedir ao Executivo a sanção da Lei

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) recebeu, em seu gabinete, nesta quinta-feira (30), integrantes do Conselho Regional de Serviço Social do Maranhão e dos conselhos estadual e federal de Psicologia que vieram agradecer pelo projeto de lei, de autoria do parlamentar, que insere os profissionais na rede estadual de ensino. Eles também unem forças para sensibilizar o governo do Estado a sancionar a Lei, que foi aprovada, por unanimidade, na Assembleia Legislativa.

Roseana tem o prazo até o dia cinco de novembro para sancionar a Lei. “Ao mesmo tempo em que viemos agradecer a iniciativa, chamamos atenção para a importância da Lei que não só abre espaço para os profissionais, mas beneficia também a comunidade escolar”, disse a presidente do Conselho Regional de Serviço Social do Maranhão, Ana Margarida Barbosa Santos.

Os psicólogos também se reuniram com Othelino, agradeceram pela iniciativa e ressaltaram a importância do projeto tanto para a categoria quanto para a comunidade estudantil. Participaram o conselheiro federal Eliandro Araújo, a presidente do Conselho Regional de Psicologia do Maranhão, Nelma Pereira, e a psicóloga escolar Tatiana.

Os profissionais vão encaminhar um documento para a Casa Civil do governo do Estado para sensibilizar o Executivo a sancionar a Lei, de autoria de Othelino, e que já foi aprovada pelo Plenário. “Vamos movimentar a categoria para garantir a sanção desta Lei”, disse Nelma Pereira.

Apelo ao governo

Na semana passada, Othelino Neto fez um apelo à governadora Roseana Sarney, na tribuna, para que sancione, o quanto antes, o projeto de lei. A proposição foi aprovada por unanimidade e torna obrigatória a contratação dos profissionais para as escolas públicas do Maranhão.

“Trata-se de um projeto de lei, na minha avaliação, de grande importância, tendo em vista que permite um maior suporte aos estudantes da rede pública que, muitas vezes, estão em condições de vulnerabilidade considerada. Então, com a presença desses profissionais, será possível não só aumentar a qualidade do ensino, como a capacidade do aluno de absorção do conhecimento, como também terá uma repercussão certamente na questão da evasão escolar”, defendeu Othelino Neto.

Othelino esclareceu que o projeto de Lei estabelece que essas vagas de assistente social e de psicólogo serão ocupadas através de concurso público. A proposição especifica, inclusive, um prazo para que o Estado se adeque e realize um certame para nomeação destes profissionais.

Entenda o projeto – Pelo Artigo 1º do projeto, as escolas públicas da Rede Estadual de Ensino do Maranhão terão, em seus quadros profissionais, pelo menos um assistente social e um psicólogo. A  implementação deverá acontecer, gradualmente, até o prazo de dois anos.

Segundo o projeto, a função dos profissionais de Assistência Social e Psicologia estará voltada para o acompanhamento dos alunos na escola pública e em sua comunidade.

“O constante acompanhamento dos assistentes sociais e psicólogos, como profissionais especializados, visa ajudar as famílias e os estudantes a buscarem a redução das negativas consequências advindas das dificuldades existentes. Tal atuação terá reflexos na diminuição da evasão escolar e servirá de apoio à ação do professor, trazendo como resultado sensíveis melhorias nos níveis de aprendizagem dos alunos”, justifica o projeto.

Segundo a proposição, além disso, a atuação dos assistentes sociais e psicólogos será, também, de grande importância na prevenção ao uso de drogas e à violência corporal ou psicológica, a exemplo dos casos de bullying, que precisam ser tratados de forma mais adequada por profissionais na escola e junto aos familiares dos estudantes.

Vereador solicita intérpretes de Libras para surdos em prova de habilitação

Vereador Roberto Rocha Jr

Vereador Roberto Rocha Jr

O vereador Roberto Rocha Júnior (PSB) apresentou, nesta segunda-feira (14), na Câmara Municipal, indicação encaminhada ao Governo do Estado, solicitando que o Detran disponibilize intérpretes de libras para que as pessoas surdas possam tirar carteira de habilitação. Na matéria, o parlamentar argumenta a necessidade de os órgãos públicos darem um atendimento diferenciado às pessoas surdas.

 “A Língua Brasileira de Sinais é a segunda língua oficial do Brasil. Só em São Luís, são quase 30 mil pessoas surdas e que dependem dessa língua para se comunicar. Portanto, estamos lutando para garantir o cumprimento da Lei 10.436/2002, que diz que todos os órgãos da administração pública devem ter um intérprete habilitado no idioma gestual”, afirmou.

Roberto Rocha Júnior disse ainda que no Maranhão muitos surdos não conseguem tirar a carteira de habilitação, porque no Detran, não existe um tratamento específico para atender essas pessoas.