Zé Inácio articula apoios na disputa pela presidência do PT…

O deputado estadual Zé Inácio (PT) movimenta-se bem nas articulações pela disputa da presidência estadual do PT, cuja eleição acontece em abril próximo. Ele já  inscreveu a chapa “Por um Maranhão mais justo para todos e para Lula”.

A chapa conta com o apoio de várias lideranças do Estado, entre elas do atual presidente do partido, Raimundo Monteiro, presidente municipal do PT de São Luís e candidato à reeleição do diretório municipal de São Luís, Fernando Magalhães. Além de contar com cerca de quase 500 filiados de 150 municípios.

Simultaneamente, rolam também as articulações nacionais.  O 6° Congresso Nacional do PT, que acontecerá nos dias 1, 2 e 3 de junho, renovará o partido em nível nacional.

O congresso será dividido em duas fases: num primeiro momento será realizado o Processo de Eleições Diretas (PED) municipal, no dia 9 de abril, que renovará as direções municipais e escolherá os delegados (as) estaduais.

A segunda fase será o processo de congressos, onde os delegados e delegadas eleitos escolherão as direções estaduais, a delegação para o Congresso Nacional e a Direção Nacional. Nesta etapa, também serão aprovadas resoluções que definirão a estratégia e tática do PT para o próximo período.

Zé Inácio intensifica articulações na disputa pela presidência do PT…

Deputado se reúne com lideranças e garante mais apoios

O deputado estadual Zé Inácio (PT) reuniu-se, nesta segunda-feira (20), com membros das chapas “Construindo um Novo Brasil” (CNB) e “A Força Que Vem da Base”. O encontro teve como objetivo firmar o apoio das chapas a candidatura do parlamentar a presidente do PT estadual.

A chapa “A Força Que Vem da Base” pretendia lançar um candidato a presidente, mas diante da candidatura de Zé Inácio, revolveu abrir mão da candidatura para apoia-lo.

A chapa é formada petistas dos municípios de Pedreiras, Trizidela do Vale, Esperantinópolis, São Luís Gonzaga, Santa Inês, Poção de Pedras, Bacabal, Vitorino Freire, Olho D’agua das Cunhãs, Turilândia, Lima Campos, Timbiras, Bernardo do Mearim, Pio XVII e Alto Alegre do Maranhão.

Rogério de Pedreiras, um dos presentes na reunião, vê a união das chapas como uma forma de representar o desejo do PT dos interiores e dos movimentos sociais de defender do ex-presidente Lula, a presidenta Dilma, o legado do PT e a eleição de um presidente que possa representar todo o diretório do interior do Maranhão.

“O companheiro Zé Inácio é a pessoa mais indicada para essa representação. Ele, que vem do interior do Maranhão, nasceu em Bequimão. É envolvido com as lutas sociais, os movimentos sindicais e quilombolas. Ele representa de fato o PT do Maranhão”, declarou Rogério.

Zé Inácio agradeceu as adesões e destacou a importância do apoio do PT da região de Santa Inês e do Médio Mearim no fortalecimento da sua candidatura.

Após reunião, governo garante melhorias a Paraibano…

Flávio Dino, Zé Inácio e prefeito de Paraibano discutiram demandas do município

Após reunião entre o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), o deputado estadual Zé Inácio Rodrigues (PT), o prefeito de Paraibano, Zé Hélio (PT), o governo do Estado garantiu uma série melhorias para o município. Em pauta, a saúde, a agricultura familiar na cidade, ações para melhorar a educação, bem como a infraestrutura.

Como resultado da reunião, o governo se comprometeu em enviar uma ambulância para o município e medicamentos, que devem ser entregues ainda esta semana. Também foi garantida a reforma do hospital local.

Para a agricultura familiar, o governo destinará um trator, retomará a distribuição de equipamentos e semente para a população.

Quanto à demanda da educação, o governo comprometeu-se com a reforma da Escola de Ensino Médio Gonçalves Dias e do Farol da Educação. Ônibus escolares também serão entregues.

Casamento solidário: A união de Zé Inácio e Vete Botelho…

 

 

 

 

O deputado estadual Zé Inácio Rodrigues (PT) e a ex-prefeita de Itinga, Vete Botelho (PT), casam-se neste sábado (04), à noite, em uma cerimônia marcada pela solidariedade. O presente sugerido pelo casal é uma cesta básica. Toda arrecadação será entregue nas igrejas para doação a famílias carentes.

Segundo Vete Botelho, até agora, o casal já recebeu mais de 400 cestas básicas dos convidados. Uma parte das pessoas pôde presentear com mais de uma, o que está possibilitando uma boa arrecadação.

A cerimônia tradicional acontece, às 20:30h, na avenida Presidente Médice, número 757, em Itinga. Enquanto que a recepção será a partir das 22:30h na Avenida Presidente Médice, 663. O casamento promete momentos de surpresa.

A cerimônia tradicional e solidária, com presentes que se destinarão a famílias carentes, deve servir de exemplo. O casal socialista acertou em cheio na escolha dos presentes que serão entregues ao próximo.

Ao casal, eu agradeço a honra do convite e desejo um casamento de muita felicidade, harmonia e amor.

PSOL protocola pedido de impeachment de Temer; Grupo do PT e PCdoB entra com representação na PGR

Globo.com

Michel Temer enfrentará processo de impeachment também

Michel Temer enfrentará processo de impeachment também

(Reuters) – O PSOL protocolou nesta segunda-feira na Câmara dos Deputados um pedido de impeachment contra o presidente Michel Temer, após as acusações de que ele teria pressionado o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero a atender interesses pessoais do então ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima.

Também nesta segunda-feira, parlamentares do PT e do PCdoB entregaram representação contra Temer na Procuradoria-Geral da República pedindo que o órgão investigue a conduta do presidente da República.

No pedido de impeachment, o PSOL afirma que Temer cometeu crime de responsabilidade ao pressionar Calero para que levasse à Advocacia-Geral da União uma decisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) de barrar as obras de um empreendimento imobiliário em Geddel havia comprado um apartamento.

A acusação foi feita pelo ex-titular da Cultura em depoimento à Polícia Federal na semana passada. Temer nega as declarações de Calero e afirma que apenas tentou mediar o conflito entre dois ministros e dois órgãos do governo com o envio do caso à AGU.

“Nós entendemos que não há nenhum tipo de conflito de decisões, não há conflitos administrativos nessa questão. A entrevista do presidente Michel Temer ontem cometeu novamente o erro de dizer que ele estava arbitrando conflitos”, disse em entrevista coletiva o líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente (SP), pouco antes de protocolar o pedido de impeachment.

“Não havia conflito entre um parecer de um órgão técnico próprio, o Iphan, e outro órgão público”, acrescentou.

“O que eles estavam advogando por uma causa privada do ministro Geddel Vieira Lima”, afirmou. No pedido, o PSOL acusa Temer de ter praticado o crime de advocacia administrativa ao defender os interesses pessoais de Geddel dentro do governo.

O pedido protocolado pelo PSOL terá agora de ser analisado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a quem cabe decidir se dá seguimento ao pedido ou se o arquiva. Maia, que é um aliado de primeira hora de Temer, afirmou na sexta não ver bases para o pedido de impedimento de Temer.

Apesar disso, Valente afirmou não acreditar que o presidente da Câmara vá arquivar de imediato o pedido protocolado pelo PSOL nesta segunda.

“Arquivar imediatamente uma proposta como essa, que tem base jurídica, vai demonstrar que há um conluio aqui nessa Casa. Vai mostrar para a sociedade que, ou eles respondem juridicamente por que não foi praticado tráfico de influência, advocacia administrativa e crime de responsabilidade, ou a simples canetada do presidente da Câmara vai mostrar uma outra questão, que ele também está comprometido com tudo isso”, disse.

“Nós acreditamos que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, não fará de imediato, de maneira ostensiva, a desqualificação dessa peça jurídica.”

REPRESENTAÇÃO À PGR

Também nesta segunda deputados e senadores do PT e do PCdoB protolocaram junto à Procuradoria-Geral da República uma representação que solicita que o órgão abra investigação contra Temer para apurar a prática dos crimes pelo presidente no caso

“Ao nossa ver, ele cometeu ao menos dois crimes no caso Geddel: concussão (exigir vantagem indevida em razão da função pública que ocupa) e advocacia administrativa. Queremos que seja investigado por isso”, disse o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).

O líder petista chegou, inclusive, a pedir a renúncia de Temer para que sejam convocadas eleições diretas para a Presidência.

A possibilidade de antecipação da eleição direta só ocorre se a Presidência ficar vaga até o fim deste ano. Caso isso ocorra a partir do ano que vem, a eleição seria indireta.

A PGR solicitou os áudios de Calero à Polícia Federal.

Zé Inácio: “O momento é de união partidária”

Zé Inácio participou de evento do PT

Zé Inácio participou de evento do PT

O deputado estadual Zé Inácio (PT) defendeu, na reunião estadual de planejamento da Construindo um Novo Brasil (CNB), corrente interna do Partido dos Trabalhadores (PT), que ocorreu na Casa do Trabalhador,  a unidade partidária para a escolha do presidente da sigla que deve ser feita em abril do ano que vem.

“Acima de tudo, o momento é de união partidária com a construção de posições políticas em comum,  caminhando juntos para definirmos uma tática eleitoral que unifique todas as forças do PT nas eleições de 2018”, destacou.
A reunião teve como objetivo avaliar o cenário político brasileiro e o papel do Partido dos Trabalhadores (PT) como sigla de esquerda, além de fortalecer a organização como campo político e contribuir com a construção partidária e as novas resoluções sobre o PED (Processo de Eleição Direta), congresso, dentre outras questões.

PT ameaça punir filiados que não seguirem o partido em São Luís…

O diretório municipal do PT emitiu nota oficial, neste final de semana, alertanto todos os filiados do partido sobre punição em caso de infidelidade, ou seja de deixar de seguir a indicação de apoio definido para as eleições municipais na capital maranhense.

Em São Luís, o PT está na coligação do prefeito de São Luís e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Jr (PDT). A nota deixa claro que nenhum filiado está autorizado aformar grupo ou apoiar candidatos de outras siglas nas eleições deste ano. Abaixo a nota:

nota-pt

Senado aprova impeachment, Dilma perde mandato e Temer assume presidência da República

G1

Dilma, a primeira presidente, a primeira mulher a sofrer impeachment na presidência da República

Dilma, a primeira presidente, a primeira mulher a sofrer impeachment na presidência da República

O plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (31), por 61 votos favoráveis e 20 contrários, o impeachment de Dilma Rousseff. A presidente afastada foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.

 

A decisão foi tomada na primeira votação do julgamento final do processo de impeachment. A pedido de senadores aliados de Dilma, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, decidiu realizar duas votações no plenário.

Veja como votou cada senador no julgamento do impeachment

A primeira, analisou apenas se a petista deveria perder o mandato de presidente da República. Na sequência, os senadores irão apreciar se Dilma deve ficar inelegível por oito anos a partir de 1º de janeiro de 2019 e impedida de exercer qualquer função pública. Até a última atualização desta reportagem, a segunda votação ainda não havia sido realizada.

Segundo a assessoria do Supremo, ainda nesta quarta, oficiais de Justiça notificarão a ex-presidente e o presidente em exercício Michel Temer sobre o resultado do julgamento.

Temer deve ser empossado presidente da República ainda nesta quarta, em sessão do Congresso Nacional que será realizada no plenário da Câmara.

Já Dilma deverá desocupar em até 30 dias o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, em Brasília, e terá reduzida para oito servidores sua equipe de assessores, seguranças e motorista.

 

Processo de impeachment
A condenação de Dilma se deu após seis dias de julgamento no Senado. Até o impeachment, houve sete votações no Congresso.

O primeiro parecer foi aprovado na comissão especial da Câmara, em 11 de abril de 2016, por 38 a 27 (veja todas as etapas do processo).

A autorização para a abertura do processo foi dada em 2 de dezembro de 2015, pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, no mesmo dia em que a bancada do PT decidiu votar pela continuidade do processo de cassação contra ele no Conselho de Ética.

Em 12 de maio, o Senado decidiu afastar Dilma, e Temer assumiu a Presidência interinamente. Desde então, o processo de impeachment passou a ser conduzido pelo presidente do Supremo.

Condenação
O pedido de impeachment contra Dilma, apresentado pelos juristas Miguel Reale Júnior, Janaina Paschoal e Hélio Bicudo, apontou que ela cometeu crime de responsabilidade ao editar três decretos de créditos suplementares sem autorização do Legislativo e ao praticar as chamadas “pedaladas fiscais”, que consistiram no atraso de pagamentos ao Banco do Brasil por subsídios agrícolas referentes ao Plano Safra.

Segundo os juristas – e agora o Congresso – Dilma descumpriu a Lei Orçamentária de 2015 e contraiu empréstimo com instituição financeira que controla – o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Aliados da petista e seus advogados argumentaram, ao longo de todo o processo, que Dilma não cometeu ilegalidade e que não houve dolo ou má-fé na abertura de créditos suplementares. Além disso, que as chamadas “pedaladas” não são empréstimos, mas prestações de serviços cujos pagamentos foram regularizados após orientações do Tribunal de Contas da União (TCU).

A defesa da ex-presidente afirmou ainda que o processo de impeachment foi aberto como ato de “vingança” do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) por não ter recebido apoio da bancada do PT para barrar o processo de cassação contra ele.

Impeachment de Collor
Esta não é a primeira vez que um presidente da República sofre um processo de impeachment no Brasil. Em 1992, o ex-presidente Fernando Collor foi condenado por crime de responsabilidade por ter utilizado cheques fantasmas para o pagamento de despesas pessoais – como uma reforma na Casa da Dinda, residência em que morava em Brasília, e a compra de um carro Fiat Elba.

Collor renunciou antes da votação final pelo Senado, mas mesmo assim o processo continuou. Atualmente senador pelo estado de Alagoas, ele votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff nesta quarta.

Além de Collor e Dilma, todos os ex-presidentes da República desde a redemocratização do país foram alvo de pedidos de impeachment. Mas somente os processos de Dilma e do senador alagoano foram levados adiante.

Momento a momento do impeachment
Relembre etapa por etapa do processo de impeachment de Dilma:

2015
– 2 de dezembro: Cunha anuncia que autorizou abertura de processo de impeachment de Dilma Rousseff.

2016
– 11 de abril: Comissão especial na Câmara aprova por 38 votos favoráveis e 27 contrários parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) pela continuidade do processo de impeachment. Caso vai ao plenário principal da Câmara.

– 17 de abril: Plenário principal da Câmara aprova, por 367 votos favoráveis e 137 contrários, prosseguimento do processo de impeachment, que é encaminhado ao Senado;

– 6 de maio: Comissão especial no Senado aprova, por 15 a 5, parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) favorável à abertura do processo de impeachment pela Casa, fase chamada de “admissibilidade da denúncia”. Relatório vai à votação no plenário do Senado;

– 12 de maio: Depois de uma sessão de mais de 20 horas, o plenário principal do Senado aprova, por 55 a 22, a abertura do processo de impeachment pela Casa. Dilma Rousseff é afastada da função por até 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assume seu lugar;

– 4 de agosto: Após a requisição de documentos, produção de perícia e depoimentos de 45 testemunhas, a comissão especial do impeachment do Senado decidiu, ao aprovar relatório de Anastasia por 14 votos a 5, que Dilma deveria ser levada a julgamento. A fase, chamada de “pronúncia”, também vai à votação pelo plenário principal;

– 10 de agosto: Plenário principal do Senado decide – por 59 votos a 21 – que a denúncia contra Dilma Rousseff é procedente e que a petista deve ser julgada por crimes de responsabilidade. Com a aprovação do relatório da comissão especial, é concluída a fase de “pronúncia”;

– De 10 a 12 de agosto: Acusação e defesa entregam manifestações finais do processo e listas de testemunhas que escolheram para depor ao Senado. Julgamento é marcado para o dia 25 de agosto de 2016;

– 25 a 27 de agosto: Senado começa julgamento do impeachment de Dilma com o depoimento de testemunhas;

– 29 de agosto: Dilma Rousseff vai ao Senado e reitera que não cometeu crime de responsabilidade e que o processo de impeachment é “golpe” movido por Eduardo Cunha em um ato de “desvio de poder”.

– 30 de agosto: Acusação e defesa fazem últimas manifestações no processo de impeachment e senadores se pronunciam sobre o afastamento de Dilma Rousseff.

Zé Inácio destaca força e garra da militância do PT em Bequimão e Santa Luzia

Em Bequimão, o PT emplacou o vice do candidato à reelição Zé Martins

Em Bequimão, o PT emplacou o vice do candidato à reelição Zé Martins

O deputado estadual Zé Inácio (PT) utilizou a tribuna, na manhã desta terça-feira (30), para destacar a presença e o trabalho decisivo e aguerrido da militância do PT nas campanhas eleitorais de diferentes municípios do Estado, entre eles Bequimão e Santa Luzia. Segundo ele, a garra dos petistas tem feito a diferença nos movimentos políticos, como caminhadas, carreatas, etc.

“Faço questão de destacar que, no último domingo (28), no município de Bequimão, nós acompanhamos uma grande caminhada e uma passeata que finalizou com comício e discursos na praça central da cidade”, disse.

O deputado destacou o apoio da militância do PT à campanha do prefeito Zé Martins (PMDB) que tem como vice Sidney Magal do PT. “A reeleição com certeza será vitoriosa, no dia 02 de outubro, não só pelo apoio popular, mas pelo trabalho da nossa militância, aguerrida, do Partido dos Trabalhadores”, destacou.

Outro destaque feito na tribuna foi para a presença da militância petista na campanha municipal em Santa Luzia. “ No confronto entre os candidatos, segundo pesquisa registrada no TSE, de nº 5623/2016, a França do Macaquinho, candidata apoiada pelo PT, pontua com 41% na induzida. Seu adversário, que está em segundo lugar, aparece com 18%; e o que está em 3º,  com 3%”, disse.