G1: Flávio Dino é o governador mais eficiente do Brasil

“Cumpri em 3 anos e meio, 94,5% dos compromissos assumidos. Parabéns à minha equipe e aos servidores do Governo do Maranhão” escreveu Flávio

O governador Flávio Dino (PCdoB), manteve-se como o gestor que mais cumpriu promessas de campanha em todo o país no novo ranking divulgado, nesta segunda-feira (9), pelo Portal G1, da Rede Globo.

“Cumpri em 3 anos e meio, 94,5% dos compromissos assumidos. Parabéns à minha equipe e aos servidores do Governo do Maranhão” escreveu Flávio. O governador afirmou estar perto de 100% de cumprimento dos compromissos assumidos na eleição passada, apesar do mandato ter sido prejudicado por essa avassaladora crise nacional.

Segundo o levantamento do site G1, das 37 propostas avaliadas Flávio Dino cumpriu 24 totalmente, onze em parte e apenas dois compromissos ainda não foram cumpridos. O governador que mais se aproxima de Flávio Dino no levantamento do G1 é o de Rondônia, com 87,88%. Em seguida, vêm o de Goiás (86,36%).

“Até o final do mês, vamos apresentar o novo Programa de Governo para o período 2019-2022. Com a amenização da crise nacional, vamos fazer ainda mais e melhor. Sob a proteção de Deus e com a força do povo”, assegurou Flávio Dino.

Novo Mundo! Maranhense faz parte do elenco da nova novela das seis da Globo…

O maranhense Rômulo Estrela interpretará o personagem Chalaça

O ator maranhense Rômulo Estrela vive o personagem Chalaça, na nova novela das seis da rede Globo de Televisão: “Novo Mundo”, que estreou nesta quarta-feira (22). Trata-se de uma trama que mostra uma jornada repleta de lutas e aventuras, que vai transformar vidas e interferir, diretamente, no rumo da história: a que está nos livros e a que ficou guardada no coração de quem viveu naquela época.

Chalaça, papel vivido pelo maranhense Rômulo Estrela, é um homem fiel aos seis princípios  e a Dom Pedro. Apesar de ter a confiança do futuro príncipe regente do Brasil, o secretário passará por momentos em que terá que provar sua lealdade. Paralelamente, vai se envolver com Domitila (Agatha Moreira).

Casada com um oficial da Guarda, Felício (Bruce Gomlevsky),  Domitila (Agatha Moreira) tenta usar Chalaça (Romulo Estrela) para se aproximar de Dom Pedro (Caio Castro). Não medirá esforços para chegar até o príncipe. Usará sua posição de vítima no casamento com Felício para pedir ajuda ao príncipe.

Para interpretar Chalaça, o maranhense passou um período em Lisboa, Portugal, onde se preparou. “É um personagem português. Será desafiador”, conta.

Globo tenta corrigir matéria sobre caso Luís Eduardo Filho

A rede Globo tentou se redimir, nesta terça-feira (19), de um erro cometido em matéria veiculada, na segunda-feira (18), no Bom Dia Brasil, quando passou, equivocadamente, para o público que o governo do Maranhão havia recorrido da decisão para não pagar o tratamento do menino Luís Eduardo Filho que nasceu com cardiopatia grave e teve parto e tratamento custeados pelo Estado.

Na verdade, o que o governo requereu foi a transferência do menino para o Sistema Único de Saúde (SUS), assim que as condições da criança ofereçam segurança total para isso. No entanto, a TV Mirante deturpou as informações e as encaminhou para a Globo.

Fantástico investiga denúncia de desvio de R$ 9 milhões no Maranhão

Quatro empresas contratadas pela prefeitura receberam o dinheiro. Vice-prefeito da cidade de Anajatuba fez a denúncia à PF e ao MP.

Globo.com

Denúncia foi feita no Fantástico do último domingo

Denúncia foi feita no Fantástico do último domingo

Vai começar agora a saga de um repórter que decidiu sair pelo Brasil para radiografar uma praga chamada corrupção. Por que o dinheiro público, que devia ir para a saúde, para a educação, para o saneamento, some, sem qualquer explicação?
Envie sua denúncia sobre corrupção, empresas de fachada, notas frias e preços superfaturados
O nosso repórter não pode mostrar o rosto, porque o anonimato é indispensável para o trabalho dele. Por onde passar, esse repórter secreto vai querer saber: “cadê o dinheiro que estava aqui?”
Eduardo Faustini, também conhecido como o repórter secreto, tem uma missão: investigar o roubo do dinheiro público, seja onde for, em qualquer canto do país, em qualquer cidade, grande ou pequena.
Não importa: onde houver corrupção, a qualquer momento, o repórter secreto pode aparecer e fazer a pergunta que todos os brasileiros de bem gostariam de fazer: cadê o dinheiro que estava aqui?

Cadê o dinheiro que estava em Anajatuba, uma cidade de 25 mil habitantes no norte do Maranhão? Como toda cidade, Anajatuba precisa contratar empresas prestadoras de serviço e fornecedoras de produtos. E para contratar prestadores e fornecedores, a prefeitura precisa gastar dinheiro. Dinheiro público, evidentemente.
No ano passado, quatro empresas contratadas pela prefeitura de Anajatuba receberam juntas R$ 9 milhões, mas esse dinheiro da prefeitura foi desviado e quem descobriu a falcatrua foi o vice-prefeito Sidney Pereira.
Fantástico: Cadê o dinheiro que estava aqui?
Sidney Pereira, vice-prefeito de Anajatuba: Aí só quem pode explicar é o prefeito.
O vice-prefeito checou documentos, descobriu que houve desvio de dinheiro e fez a denúncia à Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público (MP).
“Se trata de milhões. Milhões que deveriam estar sendo usados no município de forma mais justa junto com aquelas pessoas que realmente precisam”, disse Sidney Pereira.
Muita gente realmente precisa desses recursos em Anajatuba, até mesmo para alimentar as crianças na escola, onde nem sempre tem água.
Fantástico: Se não pegar água no poço não tem merenda.
Adozinda Pereira, merendeira: Não, porque tem dia que não dá, e aí a gente tem que fazer a merenda, não é? A gente tem que fazer a merenda.
“Quando não tem a merenda, eu mando que as professoras despache antes do horário, porque as crianças não pode ficar com fome”, afirma Marenice Pereira, diretora da escola.
Quando entra em uma investigação, o repórter secreto tem um lema: siga o dinheiro. Ele seguiu.
Das quatro empresas contratadas pela prefeitura de Anajatuba, a que levou mais dinheiro se chama A4. Em 2013, a A4 fechou um contrato de R$ 6,5 milhões para alugar carros e máquinas.
O repórter secreto foi até a sede da empresa.
Fantástico: A gente está procurando a A4.
Paulo Moisés de Albuquerque, filho do dono do imóvel alugado pela empresa A4: Era aí.
Fantástico: Era, não é mais.
Fantástico: Essa empresa funcionou durante quanto tempo aqui?
Paulo Moisés de Albuquerque: Um ano e meio.
Fantástico: E que que funcionava aí?
Paulo Moisés de Albuquerque: Nada. Funcionava nada, não. Ficava fechado. Só fachada.
Uma empresa de fachada recebe milhões da prefeitura. Aí tem. CONTINUE LENDO AQUI.

Fantástico escancara compra de votos no Maranhão; prefeitos são ligados a Lobão Filho

Fantástico com edição do blog

fantastico

Em pleno ano da eleição mais importante do país, o Brasil ainda está discutindo o resultado das eleições de 2012. Isso porque os tribunais eleitorais têm mais de mil processos que investigam a compra de votos nas eleições para prefeito.

No município de Codó, no interior do Maranhão, Zito Rolim, candidato do PV à reeleição em 2012, fez campanha de casa em casa e foi flagrado, em vídeo, dando dinheiro a eleitor.

Depois de entrar em uma casa, ele tira a mão do bolso e cumprimenta um eleitor. E se afasta. É quando o homem, contente, estica o que parece ser uma nota de dinheiro.
Em outro vídeo, Zito entra em uma casa abraçado a uma mulher. Os dois vão até o quarto. Ela pega um papel no chão.

O candidato segura o papel, olhando para a porta como se estivesse preocupado, coloca dentro dele uma coisa que tirou do bolso.
Outra eleitora diz que é comum candidatos distribuírem dinheiro nas campanhas municipais em Codó.

“Eles chegam nas casas, eles pede licença; às vezes chama a gente dentro do quarto para falar sobre o que a gente precisa, aí dão o dinheiro”.

Agora, é um cabo eleitoral que conta as notas. Depois, se aproxima de uma mulher. E, sem olhar para ela, ele entrega o que, segundo o Ministério Público, é dinheiro.
Aí ele vai embora, e a mulher coloca a criança no chão. Em seguida, ela verifica as notas e sai.

“Você quer permanecer aqui?”

“Com certeza, né?”

Bom Jesus das Selvas

Em Bom Jesus das Selvas, interior do Maranhão, a então candidata do PT do B, Cristiane Damião, visita eleitores que invadiram as terras que pertencem à família dela e passaram a viver ali.

“Pois olha só: vocês têm todo o direito de permanecer aqui. Mas eu, a dona da terra, é que realmente autorizo vocês ficarem. Por isso eu preciso da ajuda de vocês, eu preciso do voto de vocês”.

O vídeo foi gravado na casa da família do lavrador Francisco, uma das 2,5 mil que invadiram a propriedade de Cristiane.

“Eu achei que era, sim, comprando o voto da gente”.
“Se nós votasse nela, nós tinha como ter a terra”.

“Prometer alguma coisa que é um dever público isso faz parte da campanha isso é lícito, isso é permitido. O que não é permitido é oferecer um bem, dar uma camiseta, dar algum bem, dar alguma vantagem que leve a esta pessoa a ficar comprometida com aquele candidato”, define José Antonio Dias Toffoli, presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

Hoje, a Justiça Eleitoral tem, pelo menos, 10,5 mil processos que questionam candidatos e prefeitos eleitos em 2012. Em cerca de 1,2 mil, a acusação principal é a compra de votos.

“O número de casos que chegam à Justiça Eleitoral infelizmente é ainda muito grande. É algo que se espraia por todo o país. Não é algo exclusivo de alguma região ou mesmo até de classes sociais”, diz o presidente do TSE.

Em Bom Jesus das Selvas, um homem diz que na última eleição foi oferecido todo tipo de vantagem em troca do voto.

“Cesta base, dinheiro. Prometia material pro povo. Quarenta telhas, um metro de areia, porque é para botar o piso na casa. Tá entendendo?”

E uma eleitora afirma que a então candidata Cristiane Damião prometeu um terreno.
“Se eu votasse nela ela me dava o local para mim fazer a minha casa, né?”
Cristiane nega ter comprado votos e diz que o vídeo é uma montagem?

Prefeita nega, mas perito diz que vídeo é verídico

“Isso aí, vídeo é montagem, vídeo pode denegrir imagem, pode fazer muitas coisas”, diz Cristiane Damião, prefeita de Bom Jesus das Selvas.

A pedido do Fantástico, o perito Ricardo Molina, analisou o vídeo. Segundo ele, não existe montagem.

“Essa gravação é perfeitamente autêntica”, diz Ricardo Molina.
Fantástico: Não sofreu nenhum tipo de edição, nada.

Ricardo Molina: “Nem edição, nem montagem. A gravação é perfeita.
Cristiane diz também que quer remover as famílias que invadiram o terreno da família dela”.

“Se eu estou trocando lotes por terra, como que eu ia entrar na Justiça para reintegrar minha terra? Jamais”, diz a prefeita.

Zito também nega, mas promotora diz que houve compra de votos

Em Codó, Zito Rolim afirma que jamais comprou votos. “Em nenhum momento manuseei dinheiro. Eu estava com os santinhos, que são aquelas fotos pequenas, no bolso e entreguei para uma pessoa, como é normal. A gente, à medida que vai fazendo campanha, visitando nas ruas, nas casas onde a gente entra, a gente entrega aquele santinho com o número e tal”, diz  o prefeito de Codó.

Como você viu no início da reportagem, no vídeo Zito aparece pegando um papel da eleitora e parece colocar algo dentro dele antes de devolver. Faz isso olhando para a porta, como se estivesse preocupado. O prefeito nega ter dado dinheiro à mulher, e diz que o papel era uma receita médica.

“A pessoa me pediu a receita, e eu, entregando a receita de volta, eles entenderam que fosse uma cédula que a gente tivesse passando para o eleitor. Não foi nada disso”, nega o prefeito.

“Os vídeos mostram a entrega de dinheiro a pessoas dentro de casas, durante uma caminhada. Na visão do Ministério Público não há dúvida nenhuma. Na verdade, se conseguiu em Codó uma proeza, que é confirmar algo que todo mundo sabe que acontece mas que é de difícil confirmação”, revela a promotora de Codó Lindaluz Matos Carvalho.