Edison Lobão é o primeiro candidato a senador com a candidatura deferida

As informações constam no site DivulgaCand do Tribunal Superior Eleitoral

O senador Edison Lobão (MDB), candidato à reeleição, foi o primeiro a ter seu registro de candidatura deferida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão e está oficialmente na disputa.

As informações constam no site DivulgaCand do Tribunal Superior Eleitoral.

Edison Lobão, que já foi ministro de Minas e Energia nos governo Lula e Dilma, concorre à reeleição e aparece em primeiro lugar nas pesquisas Ibope e Exata, registradas até o momento na Justiça Eleitoral.

Max Barros desiste de disputar reeleição…

Deputado Max Barros usou tribuna para se despedir da Assembleia

O deputado Max Barros (PMB) ocupou a tribuna, na manhã desta terça-feira (19), no tempo do grande expediente, para anunciar que tomou a decisão de não disputar as próximas eleições.

“Subo a esta tribuna com a mesma emoção e entusiasmo que a utilizei ao longo destes 16 anos que faço parte deste Poder. Ao mesmo tempo, possuído por um sentimento de serenidade, de tranquilidade d’alma, de efetivar uma decisão já há muito tempo amadurecida e tomada que espelha, de certa forma, o meu modo de ver a vida e a política”, com esta frase, Max Barros iniciou seu pronunciamento.

Ele fez um relato de toda a sua vida pública e citou fatos ocorridos ao longo do exercício de funções de gestor público no Poder Executivo estadual. Lembrou de sua trajetória como dirigente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MA), como pró-reitor de Ensino da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), diretor da Cemar, gerente metropolitano de São Luís e secretário de Infraestrutura do Estado.

“Olhei para mim, os caminhos percorridos como filho, como marido, como pai, como político, como gestor público, como cidadão simplesmente. Este olhar e essas reflexões como um filme de magias passaram diante de mim e mostraram as mutações, as muitas vicissitudes que a vida atravessou em meus caminhos, mas me mostraram também as diversas formas que me utilizei para contorná-las para atingir os meus propósitos que sempre contiveram subjacentes à ética, à moral, à responsabilidade, à fidelidade e à sinceridade”, discursou o deputado.

Ele frisou que, investido em importantes cargos públicos, teve a chance de realizar inúmeras obras, como a recuperação da BR-135, no trecho de Colinas a Orozimbo, que possibilitou integração norte sul do Maranhão; a BR-203, de Balsas a Barão de Grajaú, que assegurou o polo agrícola do Sul do Maranhão; a implantação da BR-402, viabilizou polo turístico dos Lençóis e ajudou a consolidação também da pesca naquela região.

Dentre as obras, Max Barros citou ainda a Avenida dos Holandeses, a Avenida Ferreira Gullar, a Avenida da Forquilha ao Maiobão, a Avenida Luís Eduardo Magalhães, a Avenida Litorânea no trecho da Ponta d’Areia, o Viaduto da Cohab, o canal da Raimundo Corrêa, a Avenida Expressa, a Avenida Orlando Araújo ligando o Olho d’Água ao Araçagi, a revitalização do Centro Histórico em 50 hectares, as construções de estação de tratamento, a revitalização do Castelão e outras obras, muitas delas, como no Bairro Legal e no Projeto Viva, com a participação das lideranças comunitárias.

Max Barros acentuou que, ao chegar à Assembleia Legislativa do Maranhão para o exercício de sucessivos mandatos que o povo lhe concedeu, estava tomado de júbilo. “Estava, sim, orgulhoso pela honra de ter sido escolhido entre os 6 milhões de maranhenses, um dos 42 a representá-los. Ali estava a despeito da grave crise de representatividade que já atravessava o nosso país, crise em grande parte fruto do nosso sistema político eleitoral que favorece o poder econômico, a forma em detrimento do conteúdo”.

Além de discorrer sobre suas proposições legislativas, ao longo de quatro mandatos, Max Barros aproveitou para frisar razões de cunho pessoal que o levaram a tomar a decisão de não concorrer à reeleição. E frisou também seu gesto de gratidão e respeito às pessoas com quem conviveu ao longo de sua trajetória. “Tudo em mim é esperança e vida. Sou grato a Deus, que me deu a vida e palmilha o meu destino. Sou grato aos meus pais, Maria e José Barros. Sou grato à Cristiane, minha esposa, e a meus filhos, Gustavo e Maurício. Sou grato a Aníbal Pinheiro, quem primeiro me convidou a ocupar um cargo público”.

Max Barros acrescentou que também é muito grato à ex-governadora Roseana Sarney, “que me incentivou a entrar na política e me honrou convidando-me a participar dos seus governos. Sou grato também aos líderes políticos municipais e às lideranças comunitárias”.

“MISSÃO CUMPRIDA”

Em apartes, os deputados presentes à sessão destacaram os 16 anos de Max Barros na Assembleia Legislativa, ao longo de quatro mandatos.

O presidente da Casa, Othelino Neto (PCdoB), Wellington do Curso (PSDB), Nina Melo (MDB), Levi Pontes (PCdoB), Vinicius Louro (PR), Raimundo Cutrim (PCdoB), Graça Paz (PSDB), César Pires (PV), Júnior Verde (PRB), Rafael Leitoa (PDT), Eduardo Braide (PMN), Fábio Braga (SD), Sérgio Frota (PR), Edson Araújo (PSB) e Neto Evangelista (DEM) fizeram questão de parabenizar o deputado Max Barros por sua brilhante trajetória na vida pública.

Othelino Neto observou que Max Barros não vai disputar a eleição deste ano, “mas vai estar aqui conosco. O seu legado fica, os seus ensinamentos ficam, os amigos também e vai continuar na política como cidadão, como conselheiro e, certamente, como alguém que vai estar sempre pronto a servir o Maranhão”.

Depois de receber os parabéns de todos os deputados presentes, em razão de sua trajetória de servidor público e de parlamentar, o deputado Max Barros explicou que cumprirá o seu atual mandato até o último dia “com a mesma retidão, com o mesmo empenho com que o fiz todos os dias ao longo da minha passagem por este Poder”.

Ao encerrar seu pronunciamento, disse que a vida pública continuará sendo sua forma de expressar as convicções que formou ao longo do tempo para uma São Luís, para um Maranhão e para um Brasil melhor.

“Vencendo os meus abismos e minhas turbulências, trago um sentimento de missão cumprida. Estou mais maduro e experiente. E me pergunto: valeu a pena? Respondo com os versos de Fernando Pessoa, no poema Mar Português: ‘Tudo vale a pena se a alma não é pequena, Deus ao mar o perigo, o abismo deu, mas nele é que espelhou o céu’. Minha alma não é e nem nunca será pequena, ela tem a dimensão dos meus sonhos, do meu caráter, da minha formação e da minha história”, ressaltou Max Barros.

Mesmo prometendo a partidos que não se candidataria, Temer diz que tentará reeleição

Além das denúncias de corrupção, Temer também enfrentará a grande rejeição ao seu governo.

O presidente Michel Temer (MDB), tem comunicado a aliados que tentará a reeleição nas eleições gerais de outubro. A decisão contraria o que o próprio emedebista disse a aliados quando assumiu o governo, em 2016, na iminência do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT): em troca de apoio político e diante de uma base de sustentação instável, comprometeu-se a não disputar a corrida presidencial, abrindo espaço para postulantes do PSDB e DEM, por exemplo.

Para o presidente, alvo de dois inquéritos ativos e dois momentaneamente barrados pela Câmara, não há alguém melhor do que ele mesmo que possa defender o que considera como legado, além da própria honra. Nesse sentido, buscará estratégias para emplacar no eleitorado a tese de que tirou a economia do fundo do poço e, além disso, aproveitará os últimos meses de mandato para avançar em medidas consideradas positivas, na esteira da polêmica intervenção federal que decretou na segurança pública do Rio de Janeiro.

Alvo da Operação Lava Jato, Temer enfrentará, além das denúncias de corrupção e do crescente desgaste no Supremo Tribunal Federal (STF), o obstáculo da grande rejeição ao seu governo. Desde que assumiu, os que desaprovam sua gestão sempre somaram mais de 90% em pesquisas de opinião. No momento mais agudo dessa rejeição, chegou a ter apenas 3% de aprovação, segundo alguns institutos. No mais recente levantamento do Ibope, o percentual adverso ainda é baixíssimo, embora tenha aumentado (6%).

De olho na rápida ascensão de Flávio Dino, PCdoB mira presidência em 2018

El País

Na entrevista, o governador Flávio Dino negou intenção de se candidatar à Presidência

O Estado do Maranhão ganhou 2.000 quilômetros de rodovias desde que o governador Flávio Dino (PCdoB) foi empossado, em 1º de janeiro de 2015. Dois desses quilômetros levam ao pequeno município de Paço do Lumiar, na região metropolitana da capital São Luís, onde Domingos Dutra, petista histórico que migrou no ano passado para o PCdoB, foi eleito prefeito neste ano. Embalado pelos bons resultados da gestão Dino, o PCdoB elevou de 14 para 46 o número de prefeituras no Maranhão, onde a coligação do governo venceu 150 das 217 disputas na eleição municipal.

Os resultados são tão bons que animam os admiradores de Dino a pensar em destinos mais distantes. Os 2.000 quilômetros novos de rodovias, comenta-se em São Luís, equivalem à distância entre a capital maranhense e Brasília. Teria o comunista pavimentado em apenas dois anos de Governo seu caminho para uma candidatura ao Palácio do Planalto?
O próprio Flávio Dino espanta a possibilidade de se candidatar à presidência em 2018. “Sou candidato à reeleição se Deus me der vida e saúde. Porque nós temos uma tarefa inconclusa no Estado”, disse o governador em entrevista ao EL PAÍS. Mas a presidenta nacional do partido, a deputada federal Luciana Santos (PE), diz que o governador ainda ficou de se posicionar sobre o assunto perante o partido.

“Neste ambiente de falta de perspectiva, o PCdoB tomou uma definição: lança em março seu candidato à presidência. Ele [Dino] ficou de refletir”, diz a deputada, que comanda um partido obrigado a se reposicionar com a saída do PT do poder, de quem foi o mais leal parceiro em quase 14 anos, e com a perspectiva de uma pulverizada disputa presidencial.
Santos pondera sobre o planos: entende que Dino tem suas responsabilidades no Maranhão e diz que ele vem se dedicando para que a gestão dê certo, mas destaca a rápida projeção alcançada pelo governador em um curto período — os 46 prefeitos eleitos pelo PCdoB neste ano representam mais da metade das 80 vitórias do partido nas eleições municipais. A outra grande vitória da legenda foi em Aracaju, com a eleição do ex-prefeito Edvaldo Nogueira, o único de oposição a Michel Temer a emplacar numa capital do Nordeste ao lado de Roberto Cláudio (PDT), um aliado do também presidenciável Ciro Gomes.

Caso Dino não aceite ser candidato, quais seriam as alternativas? Segundo Luciana Santos, entre os nomes estão a senadora Vanessa Grazziotin (AM), o ex-ministro Aldo Rebelo e a deputada Jandira Feghali, derrotada neste ano na disputa pela prefeitura do Rio de Janeiro. Nenhum parece se comparar ao do governador maranhense.

Em um momento de crise na esquerda brasileira, com seu principal partido, o PT, atravessando o pior momento de sua história, o nome de Flávio Dino, um ex-juiz federal que vai passando ileso pela apocalíptica Operação Lava Jato e ostenta 61% de aprovação popular, parece se apresentar naturalmente ao posto de liderança nacional. O governador destaca que, desde o impeachment de Dilma Rousseff — contra o qual atuou —, vem tentando se manter longe do debate político nacional. Mas todas as suas manifestações sobre o assunto, em entrevistas ou por meio de redes sociais, parecem carregar o tom da liderança esquerdista que ele, segundo suas próprias palavras, tenta evitar.

Não faltam números para explicar o sucesso do governador comunista — e seu Governo faz questão de expô-los constantemente, em reação a uma oposição que governou o Maranhão por mais de 50 anos e que tem apontado os limites da atual gestão por meio de grandes veículos de imprensa e de numerosos blogs que alimentam a luta política nas redes sociais. Neste fim de ano, Flávio Dino celebrou uma redução de 47,5% da mortalidade infantil em 30 cidades atendidas pelo programa Força Estadual de Saúde (Fesma). Além disso, a capital São Luís se aproxima de atingir o tratamento de 40% de seu esgoto — até o meio do ano, tratava apenas 4%, e a meta é atingir 70% até o meio de 2018.

As políticas bem sucedidas — entre elas estão a proeza de não ter atrasado salários em um ano em que quase todo mundo atrasou e a melhoria das condições em um sistema prisional que ficou marcado pelas barbaridades do Complexo de Pedrinhas — atraíram para a órbita de Dino uma série de políticos, que renderam ao PCdoB um número de candidaturas (103) recorde neste ano. “O PCdoB é um partido forte, que reúne todas as condições para fazermos um grande trabalho em prol da cidade de Barão de Grajaú”, discursou em outubro de 2015 o prefeito Gleydson Resende, ao trocar o PR pelo partido comunista. Um ano depois, Resende seria reeleito como um dos 46 comunistas vitoriosos no Estado.

O resultado eleitoral deste ano animou o governador maranhense a antever um 2017 ainda melhor para o Estado, apesar da esperada intensificação no aperto financeiro, como consequência da crise econômica nacional. “Nós teremos em 2017 um cenário de trabalho com as prefeituras num clima melhor. Não que a gente não trabalhe com prefeituras que não são da nossa posição política, mas há uma identidade programática melhor, o que facilita o diálogo”, diz Flávio Dino, que completa: “Isso autoriza que a gente imagine o nosso fortalecimento político em 2018, com a reeleição no Governo e a eleição de deputados que consolidem a transição maranhense”. Ou brasileira.

Prefeito agradece reeleição em caminhada na Rua Grande…

Edivaldo Holanda Júnior faz grande caminhada na Rua Grande em agradecimento à reeleição

Edivaldo Holanda Júnior faz grande caminhada na Rua Grande em agradecimento à reeleição

Em agradecimento aos 285.242 de votos dos ludovicenses que lhe garantiram mais um mandato à frente da Prefeitura de São Luís, o prefeito reeleito Edivaldo Holanda Júnior realizou na tarde desta quinta-feira (3) uma grande caminhada na Rua Grande, um dos maiores centros comerciais da cidade. A caminhada da Rua Grande é a primeira de várias que devem ser realizadas em vários bairros da cidade, com o objetivo de cumprimentar e agradecer à população.

Durante o percurso pela Rua Grande, Edivaldo cumprimentou transeuntes e comerciantes que foram para as portas das lojas para cumprimentar o prefeito reeleito. Ele agradeceu o apoio e reafirmou o compromisso assumido com a população.

Quem acompanhou a passagem da caminhada pela Rua Grande elogiou a iniciativa – caso da gerente de loja, Edivânia Rocha. “A gente percebe que o prefeito está mais presente do que nunca. Mesmo depois da vitória, continuou com o seu trabalho e está agora nos agradecendo, vindo até nós pessoalmente. É a confirmação de que meu voto foi válido de verdade”, disse.

O evento contou com as presenças do vice-prefeito Júlio Pinheiro, dos vereadores reeleito Pedro Lucas Fernandes (PTB), Osmar Filho (PDT), Raimundo Penha (PDT) e dos ex-candidatos à Câmara Municipal, Batista Matos (PCdoB), Rommeo Amin (PCdoB) e Iziane Castro (PSL), além de toda militância que o acompanhou ao longo da campanha.

AGENDAS

Desde a segunda-feira (31) o prefeito reeleito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, já retomou a agenda de vistoria a obras em curso em vários pontos da cidade.

Edivaldo inspecionou as obras de construção da praça e do Ecoponto no bairro do Angelim, bem como o Centro de Saúde Clodomir Pinheiro, que está sendo reformado e ampliado no Anjo da Guarda. Depois de entregue, o centro deverá abrigar um núcleo especializado no tratamento de diabetes e hipertensão.  O prefeito visitou ainda a creche que está em fase de conclusão no Residencial Morada do Sol, na zona rural de São Luís.

Othelino Neto destaca reeleição de Edivaldo Jr em São Luís

 

 Othelino disse  que a relação do prefeito com o povo o credenciou a ter sempre votações expressivas e vitórias importantes

Othelino disse que a relação do prefeito com o povo o credenciou a ter sempre votações expressivas e vitórias importantes

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) usou a tribuna, na sessão desta segunda-feira (31), para registrar o resultado do segundo turno das eleições em São Luís, onde o prefeito Edivaldo Holanda Jr (PDT) se saiu vitorioso das urnas. Segundo o parlamentar, o pedetista, mesmo com muita dificuldade por conta de questões meramente políticas e pela crise  que se agravou  nas prefeituras em todo o Brasil, conseguiu mostrar que aquelas previsões catastróficas estavam erradas. De acordo com ele, no decorrer da campanha, as pessoas puderam conhecer mais  do muito que está sendo feito pela cidade.

“A reeleição do prefeito não foi, simplesmente, pela amizade que eu tenho por ele, nem foi também só porque conheço o prefeito Edivaldo Holanda Jr e sei do bom cidadão que ele é, do homem correto, probo, do bom amigo, do bom marido, do bom pai, certamente do bom filho, mas porque eu considero fundamental que ele tivesse a oportunidade de dar seguimento ao trabalho que vem fazendo em São Luís”, comentou o deputado.

Para Othelino, as obras, o trabalho da Prefeitura  de São Luís não se resumiram à campanha eleitoral, até porque  teria que  ser o prefeito mágico para fazer todo um trabalho em três meses.  “As ações aconteceram durante a gestão e, claro,  que com a parceria  do governo do Estado,  desde 2015, surgiram mais iniciativas”, disse.

De acordo com o deputado, a Prefeitura está fazendo o seu lado; o governo do Estado, a sua parte e ainda assim os dois têm muito o que realizar ainda pela cidade de São Luís. “Eu votei no prefeito Edivaldo, quando foi candidato em 2012 e com muito orgulho saia às ruas com o 12 no peito dizendo que votaria, como votei nele, para reeleição porque honrou o meu voto e dos mais de 280.000 ludovicenses que votaram nele. E acordei nesta segunda-feira, certamente, muito feliz com a escolha”, afirmou.

Othelino disse que ninguém, nem ele e nem o prefeito, tem a pretensão de dizer que a gestão é perfeita, mas muito foi feito e será realizado pela cidade. “Além das ações da administração, a partir do momento que o prefeito foi reeleito, fica comprovado que a gestão está aprovada pela população ou pela maior parte dela”, afirmou.

O deputado disse que, mesmo nos momentos de maior dificuldade, o prefeito andava na rua de cabeça erguida e jamais foi hostilizado pela população. “A capacidade, o carisma, essa relação de olho no olho, de poder sempre estar na rua, é uma marca do prefeito desde quando foi vereador até agora quando reeleito”, comentou.

Othelino disse  que a relação do prefeito com o povo o credenciou a ter sempre votações expressivas e vitórias importantes. “Parto para finalizar esse pronunciamento dizendo que, com a reeleição do prefeito Edivaldo, fica claro que, majoritariamente, os maranhenses, inclusive São Luís, estão apostando nesse novo caminho que se iniciou em 2015”, frisou.

A campanha

O vice-presidente da Assembleia citou líderes importantes, nesse processo político, como o governador Flávio Dino (PCdoB) e o deputado federal Weverton Rocha, presidente estadual do PDT, pela desenvoltura na campanha, pelo compromisso, pela forma vibrante como participou de toda a campanha.

O deputado destacou o PDT, como um partido de uma história marcante no Estado e na cidade de São Luís, onde sua militância esteve presente, de forma permanente, e lembrando aqueles momentos das campanhas de Jackson Lago para a Prefeitura, onde a garra  era sempre fundamental.

Othelino citou também o envolvimento dos deputados pedetistas, Fábio Macedo, Rafael Leitoa e Glalbert Cutrim, que vibraram com a campanha em São Luís, assim como Zé Inácio (PT), Bira do Pindaré (PSB), Cabo Campos, César Pires, etc.

“Concluo minhas palavras dizendo que a eleição acabou, e o prefeito Edivaldo, a partir do momento que foi reeleito, ele é o prefeito de todos os ludovicenses, daqueles que votaram e dos que não votaram. E tenho muita confiança que valeu a pena apostar que São Luís continua no caminho certo”, afirmou.

Em sabatina, Edivaldo Jr destaca principais ações de sua gestão

Edivaldo Jr foi sabatinado por jornalistas de O Estado do Maranhão

Edivaldo Jr foi sabatinado por jornalistas de O Estado do Maranhão

O pré-candidato do PDT à reeleição à reeleição, prefeito Edivaldo Holanda Júnior, foi sabatinado, nesta quarta-feira (09),  durante uma hora, por jornalistas do jornal O Estado do Maranhão. A entrevista foi transmitida ao vivo pela internet.

Acompanhado do vice da coligação “Pra Seguir em Frente”, Júlio Pinheiro (PCdoB), o atual prefeito discorreu sobre mobilidade urbana, saúde, habitação, meio ambiente e política, cujos temas foram sorteados e responde perguntas feitas pelos internautas.

No tema mobilidade urbana, o prefeito de São Luís destacou a licitação do transporte público. Fato histórico e inédito, no qual teve que reorganizar o sistema de transporte de São Luís por meio do combate à fraude no sistema, da implantação biometria e do Bilhete Único. Citou ainda as intervenções de trânsito feitas no Jaracati, em frente à UFMA, na Avenida Litorânea e na entrada de São Luís, em uma parceria com o governo do Maranhão.

Na área de Saúde, Edivaldo relatou a situação na qual assumiu, com o sistema do Samu falido, o hospital da Mulher desativado, entre outros, e frisou que mais ações serão feitas, à medida que os recursos federais se restabeleçam, em meio a uma das maiores crises econômicas do país.

Mais realizações

No tema habitação, Edivaldo avaliou a sua gestão como a que mais diminui o déficit habitacional, desde o governo Jackson Lago, com a regularização fundiária ao entregar 05 mil títulos (Santa Cruz. Vila Palmeira, Vila Mauro Fecury), sendo que até o fim do ano serão ofertados mais 05 mil.

Em resposta ao internauta Wellington Oliveira, o pedetista enfatizou o maior programa de revitalização de praças já realizadas por um gestor. Praças do Pescador, no Desterro; no Vinhais; Praça do Letrado; duas praças na Camboa; Cohab, Cohatrac foram as destacadas por Edivaldo.

Vitória de Dilma “ressuscita” o grupo Sarney no Maranhão

Sarney sai fortalecido com a vitória de Dilma Rousseff

Sarney sai fortalecido com a vitória de Dilma Rousseff

Certamente, o grupo Sarney é um dos que mais comemora a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) no Brasil. Com isso, o clã sai fortalecido em cargos federais e em indicações para os ministérios e terá fôlego para instaurar um governo paralelo no Maranhão.

Fortalecido na instância federal, o grupo encontrará fôlego para continuar controlando vários setores do Maranhão, entre eles o da Comunicação. São mais de 50 cargos federais, dos quais o clã deve pegar a maioria, isso sem falar nos ministérios.

Hoje, o grupo Sarney mantém Edison Lobão (PMDB) no Ministério das Minas e Energia, um dos que têm mais recursos federais e por onde passa a questão da Petrobras, alvo de esquema de corrupção. Gastão Veieira (PMDB) ficou por muito tempo no Ministério do Turismo.

No novo governo de Dilma, não deverá ser diferente. Sarney deverá indicar pelo menos dois fortes ministros e grande parte dos cargos federais. É aguardar!

Derrota do grupo Sarney?

Recentemente, o PCdoB e colgados, entre eles o PSDB, comemoraram, no Maranhão, o que seria a derrocada do grupo Sarney ou o fim do Sarneysismo. No entanto, com o apoio dos próprios comunistas, Dilma foi reeleita e, certamente, dará fôlego ao clã, já que tem uma parceria muito forte com o PMDB.

Fora do governo do Estado, o grupo Sarney terá forças para fazer um governo paralelo no Maranhão e procurar assim barrar recursos para o governo do próprio Flávio Dino, que é do PCdoB, partido que apoiou a reeleição de Dilma no Maranhão.  São as contradições da política!

A CORRUPÇÃO VENCEU! Dilma Rousseff reeleita presidente do Brasil

Dilma e Lula caminham para 16 anos de petismo no Brasil

Dilma e Lula caminham para 16 anos de petismo no Brasil

A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), acaba de ser reeleita em uma disputa acirrada contra o senador Aécio Neves (PSDB). Mesmo atolada em um “mar de corrupção”, ela consegue, com ajuda do Nordeste, leia-se votação extrema no Maranhão e no Piauí, estados mais pobres do país, continuar no poder, levando o PT para 16 anos de mandatos no país.

Dilma Rousseff venceu no primeiro turno com 43,2 milhões de votos (41,6%) contra 34,9 milhões de Aécio (33,5) e 22,2 milhões de Marina (21,3%). Logo que a campanha do segundo turno foi iniciada, Dilma aparecia atrás de Aécio nas pesquisas de intenção de voto do Ibope e Datafolha.

No início da semana passada, a petista reverteu o quadro e passou a figurar na frente do tucano. Com a vitória de hoje, Dilma se torna a primeira presidente mulher reeleita da história do Brasil. Já o PT, partido dela, ficará pelo menos 16 anos no poder.

Dilma Rousseff nasceu em 14 de dezembro de 1947, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ela é formada em Ciências Econômicas, com mestrado e doutorado. Durante a juventude lutou contra a ditadura militar no Brasil.