Temer encerra mandato superando apenas José Sarney em nível de rejeição

Apesar do número ainda elevado, houve queda em relação a última pesquisa, em setembro, quando a rejeição era de 92%

O presidente Michel Temer encerrará o mandato com rejeição de 85% dos brasileiros, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira (13), um dos mais baixos índices de popularidade, superando apenas o governo do ex-presidente José Sarney (MDB).

Apesar do número ainda elevado, houve queda em relação a última pesquisa, em setembro, quando a rejeição era de 92%. Esse também é o menor porcentual de rejeição de Temer registrado pela pesquisa desde setembro de 2017.

A aprovação do atual presidente teve um crescimento de 6% para 9%. Outros 5% não souberam ou não quiseram responder. Esta é a última pesquisa realizada pela instituição este ano.

Entre os que avaliam o governo Temer como ótimo ou bom, houve oscilação de 4% a 5% entre setembro e dezembro deste ano, dentro da margem porcentual de dois pontos para mais ou para menos.

O porcentual dos que avaliam o governo como ruim ou péssimo caiu de 82% para 74% de setembro para dezembro. Neste mês, 18% avaliaram o governo como regular, um aumento de 6% percentuais em relação a última pesquisa.

O índice de confiança de Temer permaneceu estável: 90% afirmaram não confiar no atual presidente. O porcentual é o mesmo desde o ano passado. No entanto, aqueles que confiam no presidente cresceram de 5% para 7%, dentro da margem de erro.

A pesquisa foi realizada pelo Ibope entre os diaS 29 de novembro e 2 de dezembro. Foram consultados 2 mil eleitores em 127 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos. O nível de confiança é de 95%.

Ex-ministro de Michel Temer é o candidato do grupo Sarney à Presidência

O ex-presidente participou da convenção e sentou-se ao lado do presidente Michel Temer e do presidente nacional da legenda, o senador Romero Jucá

O MDB aprovou, nesta quinta-feira (2), a candidatura de Henrique Meirelles à Presidência da República. O partido confirmou o nome do ex-ministro da Fazenda na corrida ao Palácio do Planalto durante convenção nacional, em Brasília, com a presença do presidente Michel Temer e do ex-senador José Sarney, lado a lado.

O ex-presidente participou da convenção e sentou-se ao lado do presidente Michel Temer e do presidente nacional da legenda, o senador Romero Jucá.

Representando o governo mais rejeitado da história brasileira, responsável pela Reforma Trabalhista, pelo aumento dos impostos e pelo congelamento dos investimentos na saúde e na educação, Henrique Meirelles, Michel Temer e José Sarney caminharão juntos para garantir que o MDB continue no poder e consiga aprovar outras medidas impopulares como a Reforma da Previdência.

O MDB confirmou Meirelles sem definir o nome do vice na chapa. Segundo Romero Jucá, a escolha será feita até segunda-feira (6) por uma comissão da sigla. Ele é um dos integrantes do grupo. Os convencionais também autorizaram a Comissão Executiva Nacional do MDB a definir coligações com outros partidos.

Meirelles admitiu que seu vice poderá ser do próprio MDB, mas afirmou que não estava discutindo nomes ao ser questionado sobre a senadora Marta Suplicy (MDB-SP).

A candidatura de Meirelles é a primeira do MDB desde 1994, quando o ex-governador de São Paulo Orestes Quércia disputou sem sucesso a corrida presidencial.

Indecisão de Roseana desmotiva grupo Sarney

A apatia de Roseana Sarney está desmotivando todo seu grupo político

A apatia da ex-governadora Roseana Sarney (MDB), na disputa pelo comando do Estado, está desmotivando todo seu grupo político. Ela deixou de receber seus aliados e não fala mais com a imprensa, o que motiva, ainda mais, especulações sobre sua desistência.

De fato, uma série de fatores faz com que a filha do ex-presidente, José Sarney (MDB), tenha receio de entrar novamente na disputa.

Uma delas é que seu grupo político não conta mais com a estrutura de antes. Com dificuldade de atrair prefeitos e deputados, a ex-governadora perdeu vários apoios no interior.

Outro fator considerável é a rejeição do presidente Michel Temer, seu correligionário. Essa rejeição também é compartilhada por Roseana Sarney aqui no Estado. Segundo a pesquisa Data Ilha/Difusora, 39,3% da população rejeita seu nome. Isso reflete também para que nenhum outro candidato a presidente queira se aliar ao grupo Sarney aqui no Maranhão.

A perda do apoio de partidos e de antigos aliados também estão pesando bastante para a desmotivação de Roseana. Sem esses apoios, a ex-governadora viu sua Caravana percorrer 30 cidades do interior e contar com poucas adesões.

Segundo Data Ilha, Roseana Sarney lidera rejeição na corrida ao Governo do Maranhão

Roseana Sarney lidera os índices de rejeição na disputa ao Governo do Maranhão. Foto: Karlos Geromy

Pesquisa Data Ilha, divulgada na terça-feira (15) pela TV Difusora, aponta que a ex-governadora, Roseana Sarney (MDB), lidera os índices de rejeição na disputa pelo Palácio dos Leões.

Roseana, que já foi governadora por quatro vezes e representa o grupo que comandou o estado por 50 anos, é rejeitada por 39,3% da população. Um alto índice de rejeição para uma candidata que busca disputar mais uma vez o governo.

A ex-governadora sofre para organizar sua pré-candidatura, ainda não definiu seu companheiro de chapa, não obteve sucesso em sua caravana pelo interior do estado, perdeu diversos aliados e ainda sofre processo na Justiça.

A pesquisa Data Ilha/Difusora também aponta que o governador Flávio Dino (PCdoB) venceria a disputa com 60,03% dos votos, mais de 30 pontos percentuais à frente da segunda colocada, a ex-governadora Roseana Sarney, que aparece com 27,68% dos votos válidos.

Roseana Sarney é a mais rejeitada entre pré-candidatos ao governo do Maranhão

A pesquisa do instituto DataIlha mostrou que se a eleição fosse hoje, Flávio Dino teria 62,39% dos votos válidos, contra 29,15% de Roseana Sarney.

O quesito rejeição ainda continua sendo um dos principais obstáculos da ex-governadora Roseana Sarney ao projeto de disputa pelo governo do Estado. De acordo com a última pesquisa da TV Difusora (DataIlha), ela é a mais rejeitada entre os pré-candidatos ao governo do Maranhão. 37,3% dos entrevistados disseram que não votariam nela de jeito nenhum.

Segundo analistas políticos, a alta rejeição é um reflexo dos governos de Roseana Sarney, cuja gestão  levou o Maranhão ao patamar da miséria, insegurança e aos últimos lugares nos indicadores sociais. Outro fator que pesa contra Roseana, é a aproximação dela com Michel Temer, presidente com a maior rejeição de toda a história do país, do qual ela e o pai, José Sarney, são aliados e principais conselheiros.

Hoje, Roseana Sarney alcança cerca de 30% das intenções, índice que tradicionalmente o grupo Sarney detém nas eleições no Estado.

70% dos brasileiros classifica o governo Temer como péssimo, segundo pesquisa

Com 70% dos brasileiros considerando o governo ruim ou péssimo, Temer empata com a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e ambos passam a ter o maior índice de reprovação a um governo na série histórica da pesquisa CNI/Ibope, iniciada no governo de José Sarney (PMDB), em março de 1986.

Dilma alcançou esse patamar de reprovação em dezembro de 2015, no final do primeiro ano de seu segundo mandato, e seis meses antes de ser afastada do cargo com a abertura do processo de impeachment.

Na última pesquisa, divulgada em março, 55% dos brasileiros avaliaram o governo do presidente como ruim ou péssimo, percentual superior ao da sondagem publicada em dezembro, quando o governo Temer atingiu 46% de reprovação.

Esta foi a primeira pesquisa CNI/Ibope realizada após Temer ser denunciado por corrupção pela PGR (Procuradoria-Geral da República).

Ainda de acordo com a pesquisa, 5% avaliam o governo como ótimo ou bom. Em março esse percentual foi de 10%. Outros 21% consideram o governo regular, ante 31% na pesquisa de março. O Ibope ouviu 2.000 pessoas, em 125 municípios, de 13 a 16 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O índice de aprovação do governo Temer, com 5% de ótimo ou bom, é o menor de toda a série histórica CNI/Ibope. A menor aprovação de Dilma foi de 9%, em junho e dezembro de 2015, e Sarney obteve 7% de provação em junho e julho de 1989. O percentual dos que disseram não saber ou não quiseram responder foi de 3%.

O gerente executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, afirmou que o envolvimento do nome do presidente Temer em acusações de corrupção “certamente” teve impacto na queda de popularidade do governo, mas que a situação econômica do país, com desemprego elevado, também pode ter contribuído.

As razões da alta rejeição de Eduardo Braide neste segundo turno…

O Imparcial

Eduardo Braide, rejeição aumenta a cada dia de acordo com as últimas pesquisas

Eduardo Braide: rejeição aumenta a cada dia de acordo com as últimas pesquisas

No decorrer do segundo turno à Prefeitura de São Luís vieram à tona uma série de denúncias envolvendo o deputado estadual Eduardo Braide (PMN), que disputa a fase final do pleito com o atual prefeito e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

Passando quase despercebido na primeira fase da corrida eleitoral, o candidato virou alvo de uma série de denúncias por seus opositores por meio de publicações em blogs da capital.

Dentre as irregularidades apresentadas, destacam-se as contratações do pai do candidato, o ex-deputado Carlos Braide, por quase 5 anos, na Assembleia Legislativa; a contratação, como chefe de gabinete de Eduardo Braide, de Fabiano Bezerra, envolvido com um esquema de corrupção no município de Anajatuba; além da contratação pela Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) da empresa CBM, em duas ocasiões, com ausência de licitação, nos dois casos, com valores de R$ 2.383.640,18 (dois milhões, trezentos e oitenta e três mil, seiscentos e quarenta e oito reais e dezoito centavos.

Buscando compreender as supostas irregularidades, O Imparcial destrinchou cada uma das acusações a seguir.

Nepotismo

O pai do deputado estadual Eduardo Braide, Antônio Carlos Braide, foi nomeado para cargo em comissão, símbolo DAS-1, de assistente técnico-legislativo, do quadro de pessoal da casa legislativa a partir de 1º de agosto daquele ano.

A exoneração do ex-deputado ocorreu em janeiro deste ano, a pedido do próprio Carlos Braide, e publicada em uma edição extraordinária do Diário Oficial da Assembleia Legislativa do Maranhão.

Divulgada amplamente por diversos blogs da capital, a exoneração teria o objetivo de retirar o nome do ex-deputado da lista de funcionários da casa legislativa, enviada à justiça após decisão proferida pelo judiciário obrigando a divulgação de todos os servidores da casa.

Nomeação de investigados pela Polícia Federal

Outra denúncia divulgada pelos portais noticiosos da capital maranhense diz respeito à contratação do empresário Fabiano de Carvalho Bezerra como chefe de gabinete de Eduardo Braide quando deputado estadual.

A Fabiano são atribuídas suspeitas de participação em esquema de “notas frias” para desvio de verbas em diversas prefeituras maranhenses, que foram investigadas na Operação Geist da Polícia Federal.

Realização de contratos sem licitação quando gestor da Caema

Durante sua gestão como presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão, Eduardo Braide contratou a empresa CBM – Construções e Comércio Ltda para serviços de manutenção da rede e alegou situação emergencial para justificar a dispensa de licitação. A empresa firmou dois contratos em 6 meses, cada um no valor de R$ 2.383.60, totalizando quase R$ 5 milhões de reais.

Além do fato em si, chama atenção a retroatividade do contrato, que assinado no dia 15 de julho, estabelecia validade a partir de 25 de maio, algo que pode ser interpretado como em descompasso ao princípio da legalidade na administração pública.

Eduardo Braide rebate

Em nota, o candidato afirma que não havia vínculos entre seu gabinete na Assembleia Legislativa do Maranhão e a contratação de seu pai pela casa legislativa.

Sobre a nomeação de Fabiano Bezerra, investigado pela polícia federal em um esquema de desvio de recursos em prefeituras do interior maranhense, a nota informa que “não há qualquer vínculo do candidato Eduardo Braide com a investigação em questão, uma vez que a pessoa citada foi exonerada do cargo que ocupou um ano antes de qualquer procedimento sobre o referido caso”.

Em relação aos contratos firmados quando Braide era dirigente da estatal, o candidato afirmou que todos foram homologados pela Comissão central de licitação, estando, portanto, em acordo com o estabelecido na legislação.

Por fim, o candidato afirma “lamentar que fatos estejam distorcidos com finalidade claramente política”, e que é ficha limpa, algo comprovado pela publicação, em suas redes sociais, de certidões negativas de processos ou condenações.

Data M confirma liderança de Edivaldo e alta rejeição a Braide…

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Uma nova pesquisa de intenção de votos do Instituto Data M, divulgada nesta sexta-feira (21), sobre a disputa no segundo turno em São Luís, confirma a liderança do candidato à reeleição pelo PDT, Edivaldo Holanda Junior, com 12,1 pontos à frente do candidato do PMN, Eduardo Braide.

Na pesquisa estimulada, onde são apresentados os nomes dos candidatos ao eleitor, Edivaldo está com 54,7% de intenções de voto e Eduardo Braide com 42,6%. 1,5% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos e 1,2% não sabem ou não responderam.

Considerando apenas os votos válidos, quando não são contabilizados brancos, nulos e indecisos, Edivaldo mantém a ampla vantagem e registra 56,2% das intenções de voto contra 43,8% de Eduardo Braide.

Expectativa de vitória

Independente das preferências eleitorais, 58,1% acham que Edivaldo sairá vitorioso das urnas no próximo dia 30 de outubro. Para 32,8%, Eduardo Braide é que vencerá a disputa. 9,1% não sabem ou não responderam.

Rejeição

O Instituto Data M mediu novamente o grau de impopularidade atribuído pelos eleitores aos dois candidatos. Eduardo Braide é o mais rejeitado com 51,7%. Edivaldo pontua com 39,1% de rejeição. 9,2% não sabem ou não responderam.

O levantamento foi encomendado pela Rádio/ TV Difusora e Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Estado do Maranhão/ Sinduscon, e registrado na Justiça Eleitoral, no dia 15 de outubro, sob o protocolo MA­09325/2016.

O Instituto Data M entrevistou 800 pessoas, entre os dias 17 e 18 de outubro, em vários bairros da capital. A margem de erro da pesquisa é de 3% para mais ou para menos, sendo 95% de confiabilidade.

Leonardo Sá desmente boato de desistência em Pinheiro

Leonardo Sá intensifica campanha em bairros de Pinheiro

Leonardo Sá intensifica campanha em bairros de Pinheiro

O candidato a prefeito de Pinheiro, vereador Leonardo Sá (PCdoB), fez contato para esclarecer inverdades que foram disseminadas em alguns veículos de comunicação.

Leonardo afirmou que repudia e desmente as mentiras espalhadas pelos seus adversários, que assim fizeram por desespero com o crescimento e fortalecimento da candidatura apoiada pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

O comunista reafirma que sua candidatura permanece firme e amanhã fará a maior caminhada da história da cidade de Pinheiro, com o imenso apoio da população pinheirense.

“Isso tudo são inverdades que meus adversários estão tentando espalhar a todo custo porque sabem do crescimento da candidatura do 65 em Pinheiro, que é uma candidatura que nasceu da vontade do povo”, destacou Leonardo Sá.

Sobre a possibilidade de composição com Luciano Genésio, Leonardo Sá explicou que “nada  foi conversado até o momento, porém o Luciano deveria corrigir o erro que cometeu e declarar apoio à nossa candidatura. Só assim ele vai demonstrar que de fato quer mudar Pinheiro pra melhor”, enfatizou.